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04 janeiro 2014

Transgénicos - A Falta de escrúpulos dos lobbies industriais e financeiros

Frequentemente há uma certa confusão entre organismos transgénicos e Organismos Geneticamente Modificados (OGM), e os dois conceitos são tomados, de forma equivocada, como sinónimos. Ocorre que OGMs e transgénicos não são sinónimos. Todo transgénico é um organismo geneticamente modificado, mas nem todo OGM é um transgénico. OGM é um organismo que teve o seu genoma modificado em laboratório, sem todavia receber material genético (ARN/ADN) de outro organismo. Transgénico é um organismo que foi submetido a técnica específica de inserção de material genético (parte de ARN - ácido ribonucleico/ADN -  ácido desoxirribonucleico) de outro organismo (que pode até ser de espécie diferente).
 
Um estudo realizado durante dois anos acerca do potencial efeito de transgénicos na saúde pública foi o de Gilles-Eric Séralini,  Dominique Cellier e Joël Spiroux de Vendomois (2007). Estes investigadores reavaliaram estatisticamente dados publicados anteriormente pela multinacional Monsanto, e declararam que a alimentação de ratos com milho transgénico MON863 provocou toxicidade hepática e renal, desenvolviam diversos tumores bem como alterações no crescimento. A European Food Safety Authority (Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar) aprovou o MON863 para consumo humano na União Europeia, baseando-se nas conclusões dos estudos entregues pela Monsanto.
 
A Autoridade concluiu que as diferenças encontradas no estudo de Séralini et al. não eram biologicamente relevantes e que os métodos estatísticos utilizados neste estudo eram incorrectos, pelo que não procedeu à reavaliação da aprovação. No entanto, até à data, nenhum outro estudo científico publicado colocou em questão as conclusões do estudo da equipa de Séralini.
Esta discussão acentuou a polémica sobre quem deve ser responsável pela avaliação do impacto deste tipo de produtos. O facto de algumas avaliações serem feitas pelas próprias empresas que os produzem tem levantado grande indignação por parte de organizações ambientalistas. O Painel OGM responsável pela avaliação dos transgénicos da European Food Safety Authority foi também criticado por vários estados-membros, casos da Itália e a Áustria, que acusam este painel de cientistas de parcialidade.
 
Segundo o Professor  Jean Remy Guimarães os resultados do estudo realizado pela equipe do francês Gilles-Éric Séralini, professor de biologia molecular na Universidade de Caen (França), que coloca em xeque a segurança dos alimentos transgénicos e que foi publicado pela revista norte americana  Food and Chemical Toxicology, foi retirado pela própria revista, pouco mais de um ano após sua publicação.
 
"(...) segundo as normas dessa revista (e da esmagadora maioria delas), os únicos critérios que podem levar à decisão de retirar um trabalho publicado na mesma são: falha ética, plágio, publicação anterior em outro veículo ou ainda conclusões não confiáveis, seja por fraude ou erro de boa-fé (erro de cálculo, erro experimental).
No entanto, o editor-chefe da revista, Wallace Hayes, em carta de 19/11/2013 ao primeiro autor, informa a intenção de retirar o estudo da revista, esclarecendo que o fato não se deve a fraude ou sinais de deformação intencional dos dados.
O motivo alegado seriam as “legítimas preocupações relativas ao reduzido número de animais em cada grupo (dez ratos), assim como à escolha da linhagem de ratos utilizada nos testes”. O estudo teria sido ainda retirado devido a seu caráter “não conclusivo”.
 
"Note que nenhum dos motivos apresentados se enquadra nos critérios de exclusão explicitados nas normas da revista, o que motivou ríspidos protestos do professor Séralini e equipe, além de promessas de medidas legais. Lembre também que os testes toxicológicos realizados pelas próprias indústrias para licenciar seus produtos, transgênicos ou não, duram apenas três meses (contra os 24 do estudo do professor Séralini), e seus grupos experimentais contêm tipicamente… dez ratos." (...)
 

Inimigo infiltrado

 
(...) Diante disso, a maior surpresa talvez não seja a retirada do artigo do professor Séralini dessa revista, mas sim a sua publicação inicial. Afinal, esses setores de atividade não se caracterizam por um histórico de relações harmoniosas com a ciência em geral e a toxicologia em particular.
Mas sabe como é: se você não pode vencer o inimigo, junte-se a ele. Ou infiltre-se. E é precisamente o que as corporações vêm se esmerando em fazer: nuclear todas as instâncias decisórias relevantes para seus interesses, sejam elas nacionais ou multilaterais, incluindo as próprias instituições científicas, como as revistas. Blogues, colunas ou matérias publicadas em qualquer meio de difusão que mencionem as palavras-chave sensíveis ao setor são também imediatamente detectadas, deflagrando uma blitzkrieg impiedosa visando à desmoralização e, portanto, eliminação da ameaça.(...)" (Guimarães, Jean Remy - Instituto ciencia hoje 27/12/2013).
 
Quando se trata de resultados científicos não favoráveis aos grandes lobbies industriais e financeiros, quando os interesses dos capitalistas sem escrúpulos é questionado, o resultado é calar e denegrir a imagem dos investigadores, sem olhar a meios, para atingir os fins.
 

Referências

  • Opinion of the Scientific Panel on Genetically Modified Organisms on a request from the Commission related to the Notification (Reference C/DE/02/9) for the placing on the market of insect-protected genetically modified maize MON 863 and MON 863 x MON 810, for import and processing, under Part C of Directive 2001/18/EC from Monsanto, The EFSA Journal (2004) 49, 1-25 [4]
  • 7]. Rita Batista, Baltazar Nunes, Manuela Carmo, Carlos Cardoso, Helena São José, António Bugalho de Almeida, Alda Manique, Leonor Bento, Cândido Pinto Ricardo and Maria Margarida Oliveira. 2005. Lack of detectable allergenicity of transgenic maize and soya samples. Journal of Allergy and Clinical Immunology 116(2):403-410
 
 

10 dezembro 2010

Lei sobre o depósito de valores em clínicas privadas, antes do Internamento.

Para ler e divulgar!

O Hospital da Luz exigiu 2000€ a uma pessoa para ser internada de urgência!


SAÚDE: Lei Sobre o Depósito de Valores nas Clínicas Privadas, Antes do Internamento.
Foi publicada no DIÁRIO DA REPÚBLICA em 09/01/02, a Lei nº 3359 de 07/01/02, que dispõe:
  • Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internamento de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.
  • Art 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado, ao responsável pelo internamento.
  • Art 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos utentes e a afixarem em local visível a presente lei.
  • Art 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Uma lei como esta, que deveria ser divulgada, está praticamente escondida da população!
E isso vem desde 2002. Estamos em 2010...!!!

24 junho 2010

A saúde mental dos portugueses

Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso, publicado no Público, 2010-06-21 e recebido por e-mail do amigo ARS

Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.

Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.

Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.

E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.

Pedro Afonso
Médico psiquiatra

Imagem da Internet

30 novembro 2008

BLOQUEADOS...


É uma vergonha! Não é vergonha, o mau tempo, ou a intempérie, vergonha, é o nosso Governo da treta, esse sim.

Então, na zona de trás-os-montes, mais propriamente Alijó, Murça, Sabrosa, Valpaços, Carrazedo de Montenegro, Ribeira de Pena, Boticas, e toda a zona envolvente, onde o ministro "Coveiro" sob a égide deste Governo, fechou Sap´s e Maternidades.

Este fim de semana, com a queda de neve, os ditos bons acessos, A7, A24, IP4, estão bloqueados devido ao nevão que cai fortemente naquela zona. E agora pergunto eu, se, a circulação automóvel esta cortada, neste momento Vila Real, e todos as outras cidades que referi estão isoladas, se houver uma situção de emergência, como se poderá resolvê-la? Ou as Ambulâncias, não são veículos automóveis? Pelo ar, de helicópetero, com o forte nevão, quem será o piloto que se arrisca a voar? Será seguro?

Este país já me mete nojo, já me deixa de queixo caído, já não me merece o minímo de respeito, qualquer político de merda, filho da P****, que se lá vivê-se, teria neste momento o coração nas mãos como milhares de transmontanos, que rezam todos dias, para que não lhes aconteça nada de grave na sua saúde, e ainda mais com condições metereológicas destas, onde se torna ainda mais difícil, um qualquer socorro, que por si só, é uma aflição naquele distrito.

Depois, quando acontecem as coisas, as desculpas secedem-se, e a culpa, como vem sendo hábito neste país, morre solteira.

MAS A MIM NINGUÉM ME CALA!!!

OBS: peço desculpa pelo tom, mas a revolta é gritante, que me apetecia estoirar os miolos a essa gentalha toda, que nos anda a gamar desde o 25 de ABRIL de 74.

26 janeiro 2008

O ESTADO DA SAÚDE, EM PORTUGAL...


Não posso deixar de me sentir INDIGNADO, REVOLTADO até, com o actual estado de coisas. Após o FORROBODÓ que foi a completa DESCOORDENAÇÃO entre INEM e as corporações de Bombeiros de FAVAIOS e ALIJÓ, que esta semana deram conta em primeira mão a SIC, seguindo-se a TVI, com a descrição pormenorizada dos acontecimentos, aquando um telefonema pedindo socorro, de um homem de 44 anos, que havia sofrido um acidente (queda) e que estaria a necessitar de socorro, embora o irmão da vítima transmiti-se ao INEM (CODU) que lhe parecia que este já estaria em paragem cardíaca. Declarações do ministro, ontem à TVI em directo, mostrou a arrogância deste, depois de questionado, e muito bem pelo Jornalista, mostrando falta de respeito para com este desviando sucessivamente o assunto, e NUNCA respondendo ao Jornalista sobre o que lhe era perguntado, numa pergunta chave, que é a seguinte:

NÃO ACHA, SR. MINISTRO, QUE COM O FECHO DAS SAP'S E URGÊNCIAS, E NUMA SITUAÇÃO DE ACIDENTE GRAVE, AS POPULAÇÕES DO INTERIOR ESTÃO MAIS DESPROTEGIDAS, DEPOIS DO EPISÓDIO DE ONTEM NOMEADAMENTE A DESCOORDENAÇÃO DE MEIOS, ENTRE INEM E BOMBEIROS?
Para a pergunta, séria e objectiva, que é o que realmente as populações esperam destas reformas assassinas do Ministro Coveiro, responde a besta, com um total desprezo pelas populações do interior, e pelos mais elementares direitos humanos, dizendo que «isso não interessa aos Portugueses, isso não é o que os Portugueses querem saber, o que os Portugueses querem saber, é que o INEM é uma instituição que existe à muitos anos e prestigia os cuidados de saúde primários em Portugal».

E EU DIGO, FODA-SE (perdoem-me a expressão), E NÓS, É QUE SOMOS OS BURROS?

E faço aqui um apelo ao Sr. Ministro Correia de Campos:

VÁ MORAR PARA O INTERIOR!!!

ISTO AINDA VAI PIORAR MAIS, OU A GENTE SE REVOLTA A SÉRIO, OU VAMOS PARA UM SÍTIO BONITO, VAMOS...

VOTEM OUTRA VEZ NOS MESMOS DE SEMPRE

27 dezembro 2007

Não podemos acreditar em nada!!!

No artigo do Jornal de Notícias com o título Mitos médicos desmontados pela ciência, da autoria de Helena Norte, é lançado o alerta oriundo do British Medical Journal (www.bmj.com) contra determinados mitos com que temos sido bombardeados insistentemente.

São disto exemplos «beber oito copos de água faz bem à saúde» ou «apenas usamos 10% do nosso cérebro» ou «ler com luz fraca prejudica a visão» ou «cortar cabelo faz com que cresça mais forte».

Segundo o BMJ, apesar de os médicos procurarem convencer os seus clientes destas «verdades», elas carecem de fundamento científico.

Os autores desmontam algumas crenças comuns a partir da evidência científica existente, com o objectivo de alertar os médicos para a necessidade de questionarem as suas convicções e práticas.

A ingestão excessiva de água pode ser perigosa para a saúde. Segundo a mais moderna imagiologia, tanto de cérebros normais como lesionados, mostram que não há qualquer área do nosso encéfalo que esteja completamente adormecida ou inactiva. A baixa luminosidade cria a sensação de dificuldade de focagem e obriga a um esforço maior, mas os efeitos negativos são temporários e é muito pouco provável que causem alterações permanentes na estrutura do olho. Os estudos que procuraram correlacionar o corte do cabelo com a espessura e a rapidez com que renasce demonstraram que não existe qualquer ligação.

Para mais informação, pode ser lido o artigo referido ou o BMJ de que se indica o acesso.

Tira-se a conclusão de que devemos pôr em causa toda a informação que nos chega, comparando com outras origens, principalmente as ligadas a centros científicos ou publicações com credibilidade. Já vi na TV um médico dizer que o melhor óleo alimentar era o de girassol e, alguns anos mais tarde vir afirmar com o mesmo ar doutoral que o melhor óleo é o azeite. A mesma pessoa, movida pelo dinheiro dos contratos, não teve escrúpulos de invocar a ciência que o seu diploma lhe outorgava para nos enganar, de uma das vezes ou das duas.

14 setembro 2007

É INADMISSÍVEL!!!

É inadmissível, que um doente, Diabético, após uma crise, e após se ter deslocado ao hospital de S. João, uma, e outra, e sei lá quantas vezes, pelo menos umas seis vezes de seguida, onde efectuou exames atrás de exames, raios-x, ecografias, ecocardiogramas, análises sanguíneas, biópsias ao fígado e pâncreas, um cem número de horas de espera e desespero, com internamentos á mistura, e alguns deles dos 8 dias seguidos para cima, é INADMISSÍVEL, que com este tratamento(s) todo(s), lhe tenham PRESCRITO um medicamento capaz de a matar, e que por descargo de consciência do paciente, e após meio ano de calvário, como tem sido descrito anteriormente, resolve consultar um médico particular, levando de arrasto toda a medicação que estava a tomar.

Qual não é o seu espanto, que o médico lhe diz, que aquelas crises todas, o inchaço os tremores de frio, os enjoos, a falta de apetite, as crises de rins, e todas as maleitas associadas, derivaram, por suposto, da má medicação administrada. Bastou, a esse médico particular, analisar a dita, e constatar que estava mal medicada, trocando-lhe a medicação, não receitando QUALQUER outro medicamento, e apenas eliminando o que a estava a prejudicar.

A minha, pertinência neste caso, é que passaram-se 5 dias, mais ou menos, e as melhoras são significativas.

O QUE É QUE OS MÉDICOS(AS) DO HOSPITAL DE SÃO JOÃO, ANDAM A FAZER? PORQUE É QUE AS PESSOAS SÃO TRATADAS ASSIM?

É INADMISSÍVEL!!!

Lembro ainda, antes de terminar, que o dito médico particular, é só médico particular, não acumula serviço na ARS, nem em clínicas, nem noutro centro hospitalar qualquer.

Exijo no entanto, averiguações, por parte dos órgãos competentes sobre este e outros casos, já que a saúde é algo de muito valioso para qualquer ser humano. SINTO-ME COMO DEVEM CALCULAR, INDIGNADO, COM ESTA CAMBADA DE INCOMPETENTES.

MAS A MIM NINGUÉM ME CALA!!!

27 fevereiro 2007

Explique-se ...


Esta noite, já tarde, ouvimos o prós e contras da RTP. Era um tema interessante-o Ministro da Saúde respondia aos autarcas e médicos em directo.
Esperava um confronto mais enérgico no bom sentido da discussão, na medida em que Correia de Campos tem sido contestadíssimo por alguns daqueles autarcas.
Verifiquei no entanto que o ministro ganhou o debate largamente. Sabia mais sobre a realidade de cada hospital mencionado que os autarcas e que alguns médicos .
Estava informado, estava com capacidade de diálogo.
Penso senhor Ministro da Saúde que os Portugueses precisam que fale com eles e lhes exponha o que pretende na sua reforma.A nível nacional, sem ser aos soluços.
Os cidadãos que eram contra o fecho de maternidades agora dizem que estão melhores (penso que à excepção de Elvas, aí desconheço), mas aqui ao lado em Barcelos, depois de tanta polémica e manisfestações, perguntados às mais recentes mães em directo pela RTP, elas disseram que preferiram "mil vezes" ter o filho em Braga do que no Hospital de Barcelos!
O governo que tanto fala, por vezes não fala o que é preciso.
Explique-nos a reforma na sua globalidade, dizendo claramente se o SNS não evolui para o sistema misto, quer nos meios privado/público com acórdãos, bem como no pagamento dos meios de serviço e diagnóstico na doença por parte dos cidadãos, descontando para a segurança social, serviços de assistência na doença e sendo obrigados a comprar planos de saúde às seguradoras.O que penso não estar certo é pagar duas vezes, ou público, ou privado, seria uma opção do cidadão, fazer descontos para a Segurança Social, ou encaminhar esses descontos para os planos de saúde e de poupança reforma.

26 fevereiro 2007

SAÚDE DE RASTOS!


O governo português, através do ministro da Saúde Correia de Campos, e na sequência da política seguida, no que concerne ao desmantelamento do Sistema Nacional de Saúde, pretende encerrar, muitas urgências hospitalares. Segundo notícias que têm vindo a lume, na comunicação social.
A acontecer! Será exactamente o desmantelamento do Sistema Nacional de Saúde pura e simplesmente!
Primeiro, o ministro da Saúde, acabou com as maternidades. De seguida, fixou taxas moderadoras obrigatórias de 5 euros diários nos internamentos em todos os hospitais.
Agora…quer fechar as urgências hospitalares! Quer não! Vai fechar, que é o que irá acontecer. Acaba pura e simplesmente com O Serviço Nacional de Saúde.

Não era suposto este governo! Que se diz socialista, e defender os que mais precisam, os mais carenciados, criasse condições, exactamente, para os proteger! Num dos seus maiores pilares, como é o acesso aos cuidados médicos. Quer nos hospitais, quer nos centros de Saúde. Era suposto não era?

Mas afinal, com estas medidas, faz exactamente ao contrário! Ou seja! As populações, que tinham um determinado serviço de urgência, num hospital perto da sua residência, onde numa emergência lá se deslocavam. Vão deixar de poder faze-lo!

Se o ministro da Saúde encerrar, como tudo indica, muitas urgências hospitalares. Essas pessoas, bem morrem pelo caminho! Até entretanto conseguirem, chegar à urgência hospitalar mais próxima. Que nalguns casos serão muitos quilómetros! E muitas dessas pessoas, não terão sequer transporte para lá chegarem.

Tudo isto é paradoxal! Então os Serviço Nacional de Saúde, os hospitais, maternidades, centros de Saúde, não são para estar ao serviço das populações!
Mas que se passa neste país? Os governantes enlouqueceram? Ou pelo contrário, somos todos nós, o povo…que enlouquece de vez, com tanto disparate, deste ministro da Saúde.

Que se calhar deveria era chamar-se! Ministro do desmantelamento da Saúde. Neste contexto, era o mais apropriado.

Prémio

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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