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14 julho 2011

Todos pelo AMBIENTE

Al Gore quer encontrar novas soluções para alterações climáticas
Jornal de Notícias. 13 de Julho de 2011

Al Gore vai dar mais um passo na campanha de alerta sobre as alterações climáticas. O antigo vice-presidente dos EUA, que se tornou conhecido pelo activismo na área do ambiente, vai promover, em Setembro, um evento de 24 horas com a presença de cientistas, celebridades e empresários para debater soluções para a "crise do clima".

Ainda sem uma agenda definida, o evento denominado "24 Horas de Realidade", organizado por Al Gore, vai durar um dia completo, mas apenas uma hora em cada fuso horário.

A acção de sensibilização vai começar às 20 horas do dia 14 de Setembro em cada uma das cidades escolhidas em cada fuso horário, como, por exemplo, Londres, Nova Iorque ou Pequim.

O mote para a acção de sensibilização para as alterações climáticas é o facto das mudanças do clima não serem um problema individual, mas sim "o nosso problema". Com base nesta premissa, o projecto fundado por Al Gore quer juntar as pessoas para conseguir encontrar "soluções reais, sistémicas e inovadoras" para aquilo que classifica de "crise do clima".

Com este evento de um dia, Al Gore quer mostrar que é possível mudar o mundo em apenas um dia, tal como as alterações climáticas podem fazer mudar a realidade em pouco tempo.

PROPOSTA: Proponho que nos blogs e na troca de e-mails se difunda toda a literatura existente sobre ecologia e ambiente, por forma a ficarmos muito atentos ao problema e seguirmos com atenção as actividades organizadas por Al Gore em 14 de Setembro. O problema das alterações climáticas é de cada um e de todos colectivamente.

Imagem do Google

06 agosto 2009

Limpar Portugal é imperioso e urgente

Todos devemos apoiar e colaborar, na medida das nossa forças, a campanha em andamento para tornar Portugal habitável de forma sustentada e sustentável. Limpar e manter limpo é benéfico para todos nós.

Visite o site Limpar Portugal e decida inscrever-se. Cumpra o dever de cidadania de dar o máximo de colaboração. O ambiente e, principalmente, os vindouros agradecem.

28 julho 2009

Crimes ambientais. Limpar Portugal

Segundo o relatório anual do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA), a Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 5877 denúncias de crimes ambientais em 2008, o que representa um crescimento de 23 por cento comparativamente a 2007, com 4513 ocorrências.

Isto revela "uma maior sensibilização do cidadão para as questões do ambiente", conforme refere o autor do relatório.

Estes, como muitos outros tipos de crime, exigem a denúncia de quem deles tenha conhecimento ou que deles tenha suspeitado por ter observado indícios. Cabe depois á autoridade a investigação e adopção de medidas adequadas previstas na lei.

Dentro do mesmo espírito, chama-se a atenção para o apoio a dar ao movimento Limpar Portugal que se propõe limpar a floresta portuguesa num só dia. A Natureza - o ambiente precisa de ser preservada e mantida no melhor estado de limpeza para, de forma sustentada, permitir a vida nas melhores condições.

15 julho 2009

Vamos limpar Portugal


Recebemos notícia de uma operação de limpeza do lixo disseminado pela superfície da Estónia, levada a cabo por toda a população que teve efeito em poucas horas, vejam como-limpar-um-pais-em-horas, postado há dias pelo amigo Luís.

Efectivamente, vivemos num lindo planeta, mas estamos a destruí-lo todos os dias.
Há lixo em todos os lugares; praias, cidades, florestas e até nos oceanos.

É preciso limpar o nosso País. Para isso é indispensável a colaboração de todas as pessoas, organizações e comunidades para concretizar esta ideia e encontrar parceiros confiáveis, nas autoridades, nas empresas com meios adequados para este efeito.

Não se trata de acção política, eleitoral, mas se os partidos quiserem, desde já, entrar nessa operação, que deve ser permanente, só terão vantagem aos olhos do povo.

Será útil a colaboração voluntária das pessoas, quem empreste equipamentos, transportes e os “midia” que estimulem os voluntários.

O grande dia de encerramento da operação será 8 de Novembro e, então,quando finalmente o País estiver limpo, será uma expansão da alegria para os portugueses, ao gosto local, conforme a disponibilidade de autarquias e organizações da região.

E será bom que daí se conclua que será mais fácil não poluir, não espalhar lixo, entulhos e escombros.

Esta mensagem deve ser difundida por todos os portugueses, e em cada Freguesia e Concelho, devem ser organizadas as acções mais adequadas, tendo sempre em vista o benefício que daí resultará para o ambiente e para as pessoas.

Aceito as vossas propostas que podem ser, e certamente serão, muito diferentes.

* Trabalho feito em conjunto com os amigos João e Luís. Contamos com a participação activa de todos os colaboradores e leitores.
Fernanda Ferreira

Este post é a transcrição feita do blog Sempre Jovens e tem a intenção nele bem descrita. Pede-se a colaboração de todos os portugueses conscientes, de boa vontade, quer individualmente quer através das organizações ou instituições a que pertençam.

29 maio 2009

Tejo Internacional coberto de verde

O Tejo internacional está completamente coberto de verde, devido à poluição vinda de Espanha. A situação este ano é a pior de sempre, alerta a associação ambientalista Quercus. Segundo Samuel Infante, dirigente local da Quercus, o tapete verde agora é contínuo e estende-se por cerca de 50 quilómetros, cobrindo toda a extensão em que o Tejo faz fronteira entre Portugal e Espanha. “O problema está-se a agravar”, afirma.

Fotografia: DR. Público 090529

21 julho 2008

Boas intenções mal divulgadas

Há medidas positivas que infelizmente, antes de serem devidamente estudadas e planeadas são divulgadas de forma tosca, o que compromete a sua boa aceitação por aqueles que com elas devem colaborar. Aplica-se o ditado «de boas intenções está o inferno cheio».

Refiro-me à notícia intitulada «Famílias vão ter de guardar óleo alimentar usado para reciclar». É chocante o conceito de «vão ter de guardar», porque não se imaginam formas de obrigar as famílias a isso, a não ser que sejam praticadas violações da privacidade e dos domicílios, ou uma análise permanente dos esgotos à saída de cada apartamento.

Mais fácil seria o controlo da separação dos resíduos sólidos a colocar nos ecoponto – vidrão, papelão e plasticão – e isso não está a ser conseguido, vendo-se muita gente a meter no contentor do lixo doméstico indiferenciado, grandes caixas de cartão, garrafas e garrafões de água, entre outras coisas. Ou então deixam ao lado do ecoponto lixos diversos ou em sacos de supermercado ou soltos.

Os óleos de fritar usados, se forem despejados directamente na rede de esgotos, constituem grave problema da contaminação das águas. Há que acabar com esses maus procedimentos porque as águas contaminadas não poderão ser totalmente recompostas nas etares e as águas residuais irão poluir as linhas de água, os campos com elas regados e a alimentação humana que as venha a utilizar.

Por outro lado, a reciclagem permite aplicá-los na produção de biodiesel, solução que, com a escalada do preço dos combustíveis, permite a utilização em carros em substituição dos derivados do petróleo. Este aproveitamento constitui a aplicação da teoria dos três erres – REDUZIR os desperdícios ou lixos, REUTILIZAR e RECICLAR.

A água deve merecer, às autoridades e à população em geral, o máximo cuidado por estar a tornar-se um recurso cada vez mais escasso e imprescindível para os seres vivos. O conteúdo do post «A água vai acabar» merece profunda ponderação, porque embora seja uma imagem., talvez exagerada, não deve andar muito longe da realidade das próximas décadas.

O problema deve ser levado muito a sério. Há pessoas que justificam não se importarem com a separação dos lixos e utilização do ecoponto dizendo que este sistema está a ser utilizado pelas Câmaras para enriquecimento de alguns seus funcionários que acumulam com cargos directivos das empresas de saneamento, com ordenados milionários. Alguém está a beneficiar demasiado com o sacrifício dos cidadãos que separam os lixos.

Para evitar tais críticas, é preciso olhar para os custos administrativos de tais empresas, e agora com os óleos de fritar, é preciso fazer um esforço de esclarecimento das populações a fim de captar a boa vontade de todos. Esse convencimento e essa colaboração da população não será conseguido com títulos como o desta notícia «vão ter de guardar». Ninguém tem capacidade de obrigar a guardar. É imperioso que se convençam as pessoas a guardar e é para isso que a comunicação social deve ser bem utilizada com fins didácticos, para chegar aos menos evoluídos e menos conscientes da gravidade do problema.

Prémio

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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