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sexta-feira, 2 de março de 2012

Bellflower (2011)

Mais um ano, mais uma viagem ao Fantasporto com o colega aqui do espaço. Este ano apenas um filme, não por desinteresse mas por questões de agenda. Fomos então ver Bellflower, um drama com ares apocalípticos e dificílimo de ententer, pelo menos para mim. Excelentes interpretações, boa fotografia. E se o enredo fosse para mim entendível, teria achado um grande filme, assim fica-se por bons momentos mas que deixam algo a desejar.

Evan Glodell no papel primcipal e a realizar também, Tyler Dawson, Jessie Wiseman e Rebecak Brandes.

Ah, e pelo que tem lido houve problemas técnicos em alguns filmes do Fantas; para que conste neste não se passou nada.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Palma de Ouro para The Tree of Life

A obra de Terrence Malick foi galardoada nesta última edição do Festival de Cannes pelo seu mais prestigiado preço, a Palma de Ouro.
Este fim-de-semana, irei corroborar ou desmentir se A Árvore da Vida é, ou não, uma obra-prima.
the-tree-of-life

quinta-feira, 3 de março de 2011

Kalevet (2010)


Ontem, eu e aqui o meu companheiro blogger fomos novamente ao Fantasporto. Desta vez vimos este Kalevet, um filme de horror israelita. Foi o primeiro deste género a ser feito lá, como nos explicou a dupla de realizadores num breve comentário antes da exibição começar. Também anunciaram que eramos os primeiros a ver o filme fora de Israel. E não ficámos desiludidos, nem nós nem o resto da plateia, que irrompeu em palmas mal o filme acabou.

A acção passa-se numa floresta com armadilhas e com minas antigas prontas a rebentar. Um maníaco anda à solta mas quem acaba por perpetuar as mortes são outras pessoas que acidentalmente se encontram no mesmo sítio, quatro tenistas, dois polícias, um guarda-florestal e dois irmãos que fugiram de casa por estarem apaixonados! Erros fatais por precipitações drásticas, vingança e ataques súbitos de raiva, misturado com boas actuações do elenco e até uma dose considerável de humor, fazem com que este filme seja bastante agradável de ver.

Tendo em conta que é um filme de horror israelita, que apenas uma centena de europeus viu, para mim é Nota 9.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Timer (2009)


Vi este filme ontem no FantasPorto e gostei bastante. Fui surpreendido com a ausência de legendas no pequeno auditório mas de qualquer maneira percebi bem o conceito inovador e o filme em si.

Um dispositivo que indica quanto tempo falta para uma pessoa encontrar a sua alma gémea, a pessoa com quem vai passar o resto dos dias. Claro que as pessoas confiavam nisto e rendiam-se às vantagens do sistema, e deixavam logo o namorado(a) mal soubessem que um dispositivo não coincidia com o do outro.

A isto junta-se uma quase trintona desesperada pelo seu Timer estar a zeros (Emma Caulfield), uma irmã despreocupada que se enrola com todos até o seu Timer chegar ao dia do "encontro" (Michele Borth), entre outras histórias. Com participação também de John Amedori, Desmond Harrington e JoBeth Williams.

Se tiverem oportunidade, não deixem de ver porque vale a pena.

Nota 8

Os Óscares de 2008.

Daniel Day-Lewis stars in Paul Thomas Anderson's There Will Be Blood.
Este Domingo à noite irá realizar-se a célebre cerimónia dos Óscares. E nestes dois dias, sem alguma conexão com a cerimónia a realizar-se no Domingo, revi duas obras-primas que disputaram diversos títulos nesse ano: There Will Be Blood e No Country for Old Men. O primeiro, adorei-o da primeira vez que o vi, o segundo, tive de rever para me apaixonar. E nesse ano, No Country for Old Men destronou Haverá Sangue e Paul Thomas Anderson, onde o filme deste ganhou a Melhor Fotografia e, como não podia deixar de ser, Daniel Day-Lewis levou a estatueta de Melhor Actor. E aqui é que reside a curiosidade pois quem viu os dois filmes sabe que Javier Bardem e a sua personagem no filme dos irmãos Coen é, indubitavelmente, a personagem principal. Mas, Bardem levou a estatueta de Melhor Actor Secundário pois seria muito difícil (ou até mesmo impossível) vencer Day-Lewis. O que foi triste nesse ano foi There Will be Blood não ter sido reconhecido mas agora é considerado um dos melhores filmes da década e P.T. Anderson um dos melhores realizadores dos últimos anos. Por outro lado, os Coen saíram reconhecidos. No final, todos saíram a lucrar mesmo que ainda falte a estatueta dourada a P.T. Anderson, o espectador agradece pois este foi o verdadeiro vencedor nesse ano.
Isto é só uma prova que isto dos Óscares nem sempre premeiam os melhores e nem sempre o conseguem como este ano (2008) entre estas duas obras-primas que terão as suas críticas brevemente.
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