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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Rivlin

Reuven Rivlin foi hoje empossado na Knesset como 10.º presidente do Estado de Israel. Cumprirá um mandato de 7 anos.

sábado, 19 de julho de 2014

Rádio Teerão não fala verdade

É impressionante o poder da propaganda palestiniana: circulam pelo facebook umas supostas declarações da deputada do Partido Bayit Yehudi (Casa Judaica), Ayelet Shaked, nas quais a senhora apelaria à morte das mães palestinianas. É obviamente uma mentira pegada. Uma invenção pura. Mas não deixa de ser curioso que muitas das pessoas que divulgaram esta mentira nas suas páginas não fizeram o mesmo em relação ao Hamas que todos os dias apela à morte dos Judeus. E mais: nem repararam que se trata de "informação" vinda do Irão, um pais que já jurou varrer Israel do mapa.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Trabalhistas e Casa Judaica sobem nas sondagens

Yitzhak Herzog, líder do Partido Trabalhista e da Oposição
Naftali Bennet, líder da Casa Judaica
Se as eleições fossem agora o Likud teria 28 deputados (31 atualmente), os Trabalhistas ficariam em segundo lugar com 21 (15 atualmente), seguido pela Casa Judaica com 18 (12 atualmente). O Yesh Atid obteria 13 (19 atualmente) e o Meretz 12 (6 atualmente). No campo dos religiosos o Shas e o Judaísmo Unido da Torah obteriam 7 mandatos cada um (atualmente Shas 11 e UTJ 7). O Hatnuah teria 3 (6 atualmente) e o Kadima não teria deputados (atualmente tem 2). Nos partidos árabes o  Hadash (comunista Judeu e árabe) e a Lista Árabe manteriam os seus 4 deputados cada um e o Balad os seus 3 assentos. Por blocos a esquerda e a direita ficariam empatadas com 60 mandatos cada uma.
O Hadash é o partido mais à esquerda e o Casa Judaica o mais à direita.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Um acto de auto-defesa

"Na minha opinião, os dois cidadãos palestinianos que pretendiam, num gesto de bondade, dar boleia aos três rapazes, foram violentamente atacados por eles, dentro do carro, durante a viagem. Quando sentiram que as suas vidas corriam perigo, e sem outra alternativa, optaram pela auto-defesa, e dispararam armas de fogo contra os jovens colonos, que os atacavam pelas costas. Trata-se apenas de um acto de "auto-defesa." Via Inácio Steinhardt.
A autora desta barbaridade é a deputada Hanim Zoabi do Partido árabe Balad que, ao contrário do que se poderia pensar, não é deputada em nenhum país árabe, mas sim na Knesset - o parlamento israelita- para onde foi eleita pela minoria árabe israelita. Zoabi já havia dado nas vistas ao participar na flotilha terrorista humanitária que tentou chegar a Gaza em 2009.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Rivlin eleito

Reuven Rivlin foi eleito o 10º presidente do Estado de Israel, vencendo a segunda volta da votação decorrida hoje na Knesset. Na primeira volta Rivlin ficou à frente com 44 votos, seguido de Meir Sheetrit com 31, Dalia Itzik com 28, Dalia Dorner com 13 e o prémio Nobel Dan Schetman com apenas 1. Sheetrir e Rivlin passaram à segunda volta, na qual Rivlin venceu com 63 votos, contra os 53 de Sheetrit.
Reuven Rivlin nasceu em Jerusalém há 74 anos e é membro do Partido Likud. Toma posse como presidente no dia 24 de julho.

Knesset elege o 10º Presidente

A Knesset, o parlamento israelita, começará a eleger hoje pelas 11 da manhã (hora de Jerusalém) o próximo presidente do Estado de Israel.  Há 5 candidatos na corrida: o  Professor Dan Shechtman, a ex-presidente da Knesset, Dalia Itzik, o deputado do Likud e ex-presidente da Knesset, Reuven Rivlin, o deputado do partido Hatnuah, Meir Sheetrit e a ex-juíza do Supremo Tribunal, Dalia Dorner.
Reuven Rivlin e Dalia Dorner parecem ser os favoritos, mas é impossível avanaçar com previsões de resultados. 
A votação terá uma ou duas voltas: será feita uma primeira votação e anunciado um vencedor se este obtiver 61 votos (metade mais 1), caso contrário, haverá uma segunda volta entre os dois candidatos mais votados na primeira volta. O presidente que for eleito sucederá a Shimon Peres na chefia do Estado.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Knesset aprova nova Lei Básica

Naftali Bennett e Yair Lapid cumprimentam-se após a aprovação da da lei que penaliza os haredim que não se alistarem no IDF.
A Knesset aprovou hoje uma nova Lei Básica - a primeira dos últimos 22 anos - que prevê o referendo a eventuais concessões territoriais nas negocciações de paz com os palestinianos. Denominada de Lei do Referendo, a  Lei Básica foi aprovada na terceira leitura com 68 votos a favor e nenhum contra. O projecto foi apresentado pela coligação governamental e apenas contou com os votos desta.
Futuramente eventuais concessões territoriais terão de ser aprovadas por voto popular, mas o princípio não se aplica aos territórios da Judeia e da Samaria, sendo apenas referendáveis as concessões em Jerusalém e nos Montes Golã. Em caso de resusa popular o resultado não será vinculativo se as concessões forem aprovadas por mais de 3/4 da Knesset.
No dia de hoje foram ainda aprovadas duas importantes leis: a Lei da Governança, que aumenta a fasquia mínima de votos para os partidos entrarem na Knesset, e a lei que aprova as sanções penais aos judeus ultra-ortodoxos que se recusarem a prestar serviço militar no IDF.

domingo, 12 de janeiro de 2014

sábado, 11 de janeiro de 2014

Israel do passado - cenas da vida de Ariel Sharon

 Sharon, jovem soldado, 1948.
Com Moshe Dyan na Brigada Anti-Terrorista 101, 1953.
Pouco antes da Guerra dos Seis dias, 29 de Maio de 1967.
À conversa com David Ben Gurion  numa visita à fronteira israelo-egípcia, 27 de Janeiro de 1971.
Numa reunião do Likud, partido que fundou, 30 Julho de 1973.
Ajustando os planos de batalha com os seus camaradas da divisão blindada , Guerra do Yom Kippur, Península do Sinai, 10 de Outubro de 1973.

Reunião em pleno teatro de guerra com o Chefe do Estado Maior do Exercito tenente-general Haim Bar Lev e o ministro da Defesa Moshe Dayan,  Guerra do Yom Kippur, Península do Sinai, 17 de Outubro de 1973.


Acompanhado da primeira-ministra Golda Meir numa visita ao Sinai após do fim da Guerra do Yom Kippur, 29 de Outubro de 1973.


Sharon conversa com Yitzhak Rabin, durante um voo num helicóptero militar, 11 de Dezembro de 1975. À direita está Shimon Peres.


Com o líder da Oposição e do Partido Likud, Menahem Begin, e o Major-General Avraham Yoffe na Península do Sinai, 07 de Junho de 1977.


Menahem Begin, já primeiro-ministro, ouve o seu Ministro da Agricultura Ariel Sharon, durante uma visita a Alon Moreh na Judeia, 27 de Fevereiro de 1981.


Menahem Begin, José Burg, Ariel Sharon e Yitzhak Shamir caminham para o enterro do assassinado presidente egípcio Anwar Sadat, 10 de Outubro de 1981.


Com a esposa Lily e o filho, numa visita ao Canal do Suez, 19 de Janeiro de 1982.


Sharon, na qualidade de Ministro da Defesa, é chamado à  Knesset para prestar esclarecimentos acerca da Operação Paz para a Galileia (Guerra do Líbano) na sequência da qual viria a resignar no ano seguinte, 29 de Junho de 1982.


Ariel Sharon ri como sua esposa Lily numa exibição da Força Aérea Israelita,  15 de Julho de 1982.


Em Aqaba na Cimeira do Mar Vermelho com o Presidente Bush e o Presidente da Autoridade Palestiniana, 2003.


Numa cerimónia em memória das vítimas do Holocausto no Yad Vashem, Jerusalém, 4 de Maio de 2005.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Jerusalém coberta de neve

Um beijo na neve, Rua Ben Yehuda
O edifício da Knesset
Telhados da Cidade Velha
O metropolitano de superfície junto à estação de Yefeh Nof durante o nevão.
Transeuntes na Rua de Jafa.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Presidente Peres apoia o casamento gay

Numa entrevista concedida durante a visita que está a fazer oa México, Shimon Peres declarou o seu apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. As declarações do presidente israelita surgem como resposta a um novo projeto de lei para regular as relações entre casais do mesmo sexo que está a ser promovido pelo ministério da Justiça.
Em simultâneo, o Partido Trabalhista avançou com uma proposta de lei para permitir aos casais de pessoas do mesmo sexo com filhos os mesmos benefícios fiscais concedidos aos casais de pessoas de sexo diferente.
O casamento cívil é assunto atualemnte em discussão na Knesset, onde conta com o apoio do ministro das Finanças, Yair Lapid, e da ministra da Justiça Tzipi Livni. 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Unificação do rabinato

Apesar das desavenças políticas do passado, Tzipi Livni e Naftali Bennet apresentaram uma proposta conjunta para reformar o Rabinato.
A ministra da Justiça, Tzipi Livni, e o ministro dos Assuntos Religiosos, Naftali Bennet, apresentaram um projecto que visa unificar o Rabinato, eliminando os cargos de Rabino-Chefe askenazita e Rabino-Chefe sefardita, substituindo-os por um único cargo de Rabino-Chefe. O processo agora iniciado visa apresentar uma proposta de lei a apresentar na Knesset que produzirá efeitos nas próximas eleições para o Rabinato que decorrerão daqui a 10 anos.

segunda-feira, 18 de março de 2013

O 33.º Governo de Israel

(Clique na imagem para ampliar)
Zeev Elkin ocupará transitoriamente a pasta dos Negócios Estrangeiros até que Avigdor Lieberman esteja liberado pela Justiça.

sábado, 2 de março de 2013

Impasse?

O Presidente Peres deu mais duas semanas a Benjamin Netanyahu para apresentar um novo Governo. A formação da nova coligação não tem sido fácil porque o Yesh Atid não quer entrar no Governo com os ultra-ortodoxos e a Casa Judaica não entra sem o Yesh Atid. Pelo meio sucedem-se as acusações de parte a parte.
A formação do governo israelita dura há 28 dias e até agora Netanyahu apenas conseguiu forjar um acordo de coligação com o partido Hatnuah de Tzipi Livni, garantindo assim o apoio de 37 parlamentares. O novo governo necessita do apoio de pelo menos 61 deputados.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Polémica

Sara Netanyahu na sessão inaugural da Knesset
Há quem não tenha gostado dos trajes com que a mulher do primeiro-ministro Netanyahu se apresentou ontem na sessão inaugural da 19.ª Knesset. A polémica foi tal, que um dos líderes do Shas, Aryeh Deri, já teve de vir a público colocar água na fervura e defender Sara Netanyahu.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

19.ª Knesset empossada

Shimon Peres com os líderes parlamentares na sessão inaugural de hoje. Binyiamin Ben-Eliezer (à direita sentado) do Partido Trabalhista é o parlamentar mais antigo do plenário pelo que assumirá as funções de Presidente da Knesset até que seja eleito o sucessor de Reuven Rivlin.
O Presidente Shimon Peres deu hoje posse à Knesset saída das eleições de 22 de Janeiro. Na sessão inaugural os 120 membros juraram lealdade ao Estado de Israel e às suas leis. A Knesset agora empossada, a 19.ª, tem número recorde de novos deputados (53), de mulheres (27) e de religiosos (38).
O Presidente Peres indigitou também Benjamin Netanyahu para iniciar a formação do novo Governo. Netanyahu lidera o partido mais votado - o Likud/Yisrael Beiteinu - mas apenas dispõe de 31 deputados em 120, necessitando de fazer uma coligação maioritária para governar. A imprensa tem avançado com a possibilidade do Yesh Atid, do Hatnuah e do Shas se juntarem ao governo. A maioria seria assim de 67 assentos.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O que é uma maioria de bloqueio?

Para alguma imprensa 18 deputados em 120 fazem uma maioria e se forem de partidos que não caíram nas boas graças da linha editorial, então essa maioria é de bloqueio. Os outros 102 deputados são tratados como uma minoria completamente irrelevante para o caso.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Vencedores

Benjamin Netanyahu - Venceu, mas não convenceu. A aliança com o Yisrael Beiteinu revelou-se um desastre eleitoral, com a coligação a perder milhares de votos. Ainda assim, Netannyahu continua a ser o mais bem colocado para formar e chefiar o Governo, mas fá-lo numa posição muito mais fragilizada. Este pode bem ser o principio do fim da sua carreira política. 
Yair Lapid - O grande vencedor da noite eleitoral. Em menos de um ano, criou um partido e elevou-o a segundo mais votado. Os 19 deputados do Yesh Atid são mérito seu: soube catalisar o descontentamento social que se vive em Israel, principalmente o da classe média secular. Seja qual for o Governo formado, o Yesh Atid será um partido decisivo na linha que for tomada.
Naftali Bennett - Ao contrário do propagado, Bennett teve uma vitória moderada nas eleições de ontem. O seu partido, a Casa Judaica, juntou-se à União Nacional e ambos passaram de 7 para 11 deputados. Muito menos do que prediziam as sondagens e os histéricos jornalistas da esquerda.
Zehava Gal-On - Contrariou a ideia que toda a esquerda israelita estava moribunda. O seu partido, o Meretz, mostrou que não: passou de um grupo parlamentar de 3 para 6 deputados.

Vencidos

 Shelly Yachimovich - A líder trabalhista sofreu ontem uma importante derrota. Apesar do avanço eleitoral, o Partido Trabalhista não conseguiu vencer as eleições e nem um honroso segundo lugar alcançou.  Shelly Yachimovich parecia estar a um passo de capitalizar o descontentamento social que no ano passado varreu Israel e de fazer renascer das cinzas o velho Partido Trabalhista. Não conseguiu nem uma coisa, nem outra.
Avigdor Lieberman - O Yisrael Beiteinu juntou-se ao Likud, mas muitos dos seus eleitores tradicionais desertaram para o Partido Trabalhista e para o Yesh Atid. Os milhares de votos perdidos pela coligação governamental eram quase todos de Lieberman, a ponto de o tornar muito menos importante no xadrez político saído das eleições.
Tzipi Livni - Em 2009 Livni foi a mais votada nas eleições para a 18.ª Knesset. Dessa vitória de Pirro sobraram 6 deputados completamente irrelevantes no caso do Hatnuah não entrar no Governo. Livni sempre sofreu do síndrome Gorbatchev: amada no estrangeiro, detestada ou ignorada em casa. Estas eleições confirmaram-no.
Shaul Mofaz - O Kadima passou do maior grupo parlamentar da Knesset para o mais pequeno. Mofaz, o apelidado George Constanza da política israelita, fez uma campanha patética e inconsequente. Os resultados foram um fracasso.

sábado, 19 de janeiro de 2013