Mostrar mensagens com a etiqueta Khaddafi. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Khaddafi. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Um humanitário

Esta notícia circula pelo Facebook e tem provocado a indignação de muita gente, mas só quem não sabe como  funciona a ONU é que pode achar estranha esta distinção. A Organização das Nações Unidas é composta maioritariamente por Estados não democráticos, grande parte deles do chamado do terceiro Mundo. É natural que as decisões tomadas reflictam cada vez mais as ideias e os costumes desses países. Não é por acaso que Israel é o país mais visado pelas condenações da ONU e que sanguinários como Kadafi sejam laureados com distinções humanitárias.

domingo, 20 de março de 2011

Assim... se vê... a essência do pê cê!

Viva o povo líbio!
Longa vida ao Camarada Muammar Khaddafi!
Abaixo os intentos belicistas da NATO e das suas potências!
Abaixo a agressão imperialista!
Viva a unidade na acção das forças da paz, democráticas e progressistas em torno da rejeição da intervenção militar na Líbia!
Viva a solidariedade para com os povos que no Médio Oriente prosseguem a luta pelos seus direitos sociais e laborais, pela democracia, a liberdade, a paz e a soberania!!!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Os povos são todos iguais...

... mas há uns que são mais iguais do que os outros. O Povo Líbio é um exemplo de um povo menos igual: o regime do coronel Khaddafi, amigo do governo socialista português, já matou mais de 200 pessoas nas manifestações que tiveram lugar em Bengasi. Não há até ao momento qualquer tipo de protesto, e muito menos de histeria. A extrema-esquerda palestinianista, que fez um circo em torno do incidente entre o IDF e a flotilha turca (que causou 9 mortes), ainda nem uma passeata organizou. Se tivesse sido o exercito israelita a matar palestinianos, nem que fossem 20, o Mundo incendiava-se. Prova que o recém inventado  Povo Palestiniano é mais igual do que os outros.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Diz-me com quem andas...

O ministro português dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, vai estar amanhã em Trípoli para as comemorações do aniversário do coronel Muammar Khaddafi no poder.
Um autêntico despudor a forma como o governo português expõe as suas novas amizades. Um dia com Chavez, no outro com Khaddafi, nenhum deles lhe parece causar vergonha ou repulsa.
De Chavez já tudo se disse, mas de Khaddafi o tempo tem jogado a seu favor, apagando da memória colectiva o que é este homem e o que representa. Instalado ilegitimamente no poder desde 1969, Khaddafi lidera uma ditadura que apoiou e patrocinou o terrorismo internacional. Sobreviveu a tudo, quer à queda do muro de Berlim, quer às sanções internacionais. Nada o fez cair. E nada do que fez parece incomodar o primeiro-ministro português, que deixa o seu ministro da defesa comparecer a uma cerimónia que visa precisamente comemorar a tomada não democrática do poder.
A realpolitik obriga a que se tenham relações com determinados estados, mas dai a ir a cerimónias de comemoração vai uma grande distância. O que o ministro português vai fazer, equivale a uma vinda a Lisboa, durante a década de 60, para comemorar o poder de Salazar. Com uma diferença, é que Salazar ao pé de
Khaddafi era um menino de coro.