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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A constante gritaria

A julgar pela histérica reação da oposição ao Guião da Reforma do Estado, até parece que se trata de uma reforma a sério. A esquerda bem que podia poupar a vozearia por uma coisa que não vai dar em nada.

domingo, 13 de outubro de 2013

E o Guião?

Que grande tempo de antena o do senhor vice primeiro-ministro. Mas ainda não foi hoje que apresentou o Guião da Reforma do Estado.

sábado, 6 de julho de 2013

Sai e entra

Portas recusa na decisão e fica no Governo. O líder do CDS parece ainda não ter percebido que são atitudes como a dele que minam completamente a pouca credibilidade que os políticos ainda têm. Paulo Portas esqueceu-se que muitas vezes basta uma atitude menos pensada para se cair em desgraça junto dos eleitores. No CDS pelos vistos não se importam com isso, não se dando ao trabalho de dar uma justificação a quem neles votou. O poder está primeiro.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Já não falta tudo

Já houve quem vaticinasse que Paulo Portas chegaria a primeiro-ministro e a líder do PSD.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Assim de repente já não tem graça

Alguns dos indignados que andaram durante meses em manifestações, greves e cantorias, não acharam muita graça à possibilidade de desmoronamento do Governo na consequência da demissão de Paulo Portas. Vá-se lá saber porquê e apesar de terem ajudado à festa, não parecem confiar numa solução governativa  Tózésegurista apoiada pela extrema esquerda.

sábado, 18 de maio de 2013

Não há no Governo um Dr. Portas que os defenda?

Salários da Função Pública com corte de 4%. O Jornal Expresso só se esqueceu de referir que se trata de mais um corte a somar a todos os outros e que os funcionários públicos não têm um ministro de Estado & dos Negócios Estrangeiros que os defenda. O cisma do funcionalismo público pelos vistos não incomoda ninguém.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Zero na propaganda

No plano da propaganda política o atual primeiro-ministro fica a léguas do anterior. O último pacote de medidas de austeridade é apenas mais um exemplo: Passos Coelho deu a cara por medidas muito impopulares. Dois dias depois o seu ministro dos Negócios Estrangeiros, e parceiro de coligação, apareceu aos portugueses a discordar de uma delas. Como se isso não fosse pouco, parece que a medida em causa - uma taxa sobre os reformados - ainda não está decidida e não irá avante precisamente porque Paulo Portas não a aprova. Se é assim, por que motivo o primeiro-ministro se deixa sempre arrastar para o papel do mau? E por que se desgasta a anunciar medidas que depois acabam por não se verificar? E por que permite que o ministro dos Negócios Estrangeiros faça sempre o papel do bom da fita? Há quem diga que se trata de tática política da parte de Passos Coelho, mas deve ser mais aselhice. E os aselhas não costumam durar muito tempo à frente dos governos.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A diferença dos tempos

Nos governos socialistas era quase sempre o ministro das Finanças que dava a cara pelas medidas de austeridade. Sócrates guardava-se para a propaganda e para os anúncios sond bite. No governo PSD/CDS é quase ao contrário: o primeiro-ministro aparece frequentemente a anunciar a austeridade e quem foge a sete pés destas maçadas é o ministro dos Negócios Estrangeiros.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

sábado, 15 de dezembro de 2012

30 camelos

Antes de iniciar o tour da 'venda' de Portugal aos petrodólares árabes, o ministro dos Negócios Estrangeiros português votou na ONU a favor de um estado palestiniano observador, condenou a construção de casas por Israel na sua capital, Jerusalém, e recebeu o semi-terrorista Abbas em Lisboa com honras de chefe de estado. Tudo isto, com um pouco de sorte, deve render uns míseros 30 camelos. Mas que lhe façam bom proveito.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

De bestial a besta

Conhecido como um partido fiável e garante da estabilidade, o CDS caminha a passos largos para se tornar num partido pouco fiável e gerador de instabilidade
Parece que no interior do partido há quem não esteja a ver bem a coisa: se o CDS abandonar a coligação, ficará conhecido como o partido que deixou um governo no meio de uma tormenta político-financeira porque que não teve estrutura para aguentar a pressão da rua, nem capacidade de executar as reformas de que o país precisa. Já para não falar no grau de responsabilidade com que será classificado. Ainda se está para saber o que dirá depois aos eleitores.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Um bom indício

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, deu hoje a entender que Portugal não irá votar favoravelmente o reconhecimento do 'Estado da Palestina'. Até que enfim algum realismo no meio de tanto histerismo palestinianista.
Já o presidente americano, Hussein Obama, distraiu-se e tomou uma decisão sensata.