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sábado, 21 de abril de 2012

PTCruz à A1: Subsídios em 2015? "Só se houver espaço"

A Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, em entrevista à Antena1, coloca a hipótese de não haver subsídios pós 2014 ao responder ao “lapso” de Vítor Gaspar que a Ministra não notou por ter lido o Orçamento de Estado de 2012. Diz, "se houver espaço", esperando que a situação europeia não se agrave e rejeitando que este lapso abale a confiança dos portugueses... Faremos "o pensável e o impensável para ultrapassar esta fase" porque vai levar décadas.

Até ao verão, o Tribunal Constitucional (TC), vai decidir sobre os cortes e sobre os subsídios. Se o TC chumbar será "uma catástrofe", diz Teixeira da Cruz, porque haverá uma recessão muito pior do que esta. E se for imposto? Uma matéria de Gaspar que a Ministra responde, e diz que não chegava.
Garante que a Constituição não está suspensa, mas não há dinheiro! Por isso faz questão de prestar tributo aos funcionários públicos. O caminho que este Governo está a seguir, afirma, é o único possível e não há perigo de se perder os príncipios constitucionais porque "os direitos fundamentais estão garantidos".
Sobre o PGR Pinto Monteiro afirma: “Não entendi que o mandato devia ir até ao fim, nem deixei de entender”. Subentende-se que, para Paula Teixeira da Cruz, ele devia ter saído, “compete aos próprios

Acusa o TC de ter sido juridiquês no acórdão sobre o enriquecimento ilícito e garante que tem soluções para ultrapassar as inconstitucionalidades que o TC encontrou.
Volta a defender o fim do Tribunal Constitucional, uma posição antiga de Paula Teixeira da Cruz, mas defende-a como Ministra. Só que, neste momento, não é prioritário colocar as funções do TC no Supremo Tribunal de Justiça.

Esta entrevista ocorreu antes de Saragoça da Matta retirar candidatura.
A Ministra da Justiça pensa que as escolhas feitas não eram tão desqualificadas quanto isso, houve casos piores no passado. Rui Pereira? Teixeira da Cruz disse não querer particularizar.
O facto de poder haver maçons como candidatos a juízes do TC preocupa-a.

As reformas em curso exigem mais de todos profissionais de justiça, é uma promessa da Ministra, que garante "os formalismos jurídicos vão terminar" e por isso os operadores vão mesmo ter de saber de Direito. 
Espera justiça no caso dos submarinos. Questionada sobre o receio de o caso terminar em Portugal como na Grécia, onde o Ministro da Defesa foi detido, responde, sem hesitar, que se "houver subornos e corrupção, espero que se faça justiça".
Sobre o mapa judiciário, critica a proposta de António José Seguro quando propõe “juízes caixeiros viajantes” que é como a Ministra apelida a proposta do líder socialista.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Com gaffe e sem buffet

Na abertura do Ano Judicial houve pompa e circunstância, mas este ano não houve o habitual farto buffet, que, de resto, o Sem Embargo teve oportunidade de registar na sessão de 2011.

Não teve croquetes, mas teve uma gaffe.

Talvez por ser a estreia de Assunção Esteves nesta sessão solene, os serviços do Supremo Tribunal de Justiça enganaram-se no nome da Presidente da Assembleia da República.
No programa da cerimónia, saiu... Conceição Esteves.

Dos discursos, fica o apelo do Presidente da República
à serenidade e contenção de linguagem, para que as reformas
da justiça cheguem a bom porto.
Ouvir reportagem

O discurso de Paula Teixeira da Cruz, a Ministra da Justiça em defesa do novo mapa judiciário, por Miguel Videira.

Pinto Monteiro, PGR, no seu último ano de mandato, contra o execesso de leis e sobretudo que, em tempos de crise, é necessário estar atento aos príncipios. Também Noronha do Nascimento, presidente do STJ, lembrou os direitos adquiridos. Sem eles "é o regresso ao tempo das ocupações e do confisco. Ambos aqui.

Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, fez um discurso crítico "haverá entidade onde a independência seja mais necessária do que nos tribunais?". Marinho Pinto deixou elogios para o Tribunal Constitucional "o coração da democracia" e para o PGR. Por Miguel Videira.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

'Então ninguém manda o OE para o TC?'

É o que parece dizer o presidente da Associação Sindical dos Juízes, António Martins, que foi esta tarde à Procuradoria Geral da República pedir a Pinto Monteiro que o faça já que o PR, o Parlamento e o Governo "esqueceram-se da Constituição", diz.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Guilherme Silva à Antena1: Não era preciso inquérito crime!

Guilherme Silva, 68 anos, vice-Presidente AR, membro da CP PSD Madeira, consultor do Governo Regional da Madeira. Entrevista rádio aqui. Com imagem aqui.

Acusa a PGR de atropelar as competências do Tribunal de Contas, considerando que este inquérito não era necessário, porque o Ministério Público já analisou estas contas. Houve razões outras, apenas para satisfazer a opinião pública. Afirma que quem tratou deste assunto das contas foi o Director de Finanças e o Secretário Regional das Finanças (Ventura Garcês) e que portanto as coisas se passam no patamar administrativo. Ou seja, quaquer acusação nunca irá chegar a Alberto João.

Acha que isto é mau, errado, não tem perdão e não devia ter acontecido, mas é uma gota de água ao pé das dívidas das empresas públicas. Reconhece que se escondeu e reprova isso. Só que se esconde em nome de um interesse superior que é de defender os dinheiros da Madeira.

Guilherme Silva tem a certeza que após a auditoria feita se vai ver que a dívida é muito menor do que se tem dito e escrito. Considera que é atentado à Constituição estar a falar de cifrões na relação do Governo da República com a região autónoma da Madeira.

Elogia o que considera ser a postura de Estado do PM ao não ir à Madeira.

O único crime que Alberto João Jardim fez foi defender a Madeira. O crime será julgado dia 9 de Outubro. Foi isso que Passos disse, considera Guilherme Silva que espera ter a certeza de que este "incidente" reforçará a força de Jardim nas eleições.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Madeira: Será que é crime?

Pinto Monteiro, PGR, quer saber se há crime na omissão da dívida da Madeira.

Alberto João Jardim não está nada preocupado. Também já não estava com o facto de Pedro Passos Coelho, lider do PSD e PM, não querer aparecer ao lado do líder do PSD Madeira.

A Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, sem se referir ao caso, concorda com a criminalização de quem gere os bens do Estado de forma danosa.

Para já, isto é antes das eleições a 9 de Outubro, não há Comissão parlamentar de Acompanhamento sobre a dívida madeirense, lamenta Bernardino Soares PCP e autor da iniciativa

sábado, 26 de fevereiro de 2011

PGR DIZ QUE NÃO TEM PODER PARA INVESTIGAR ESCUTAS

Pinto Monteiro diz que só há uma entidade capaz de investigar as escutas: a Polícia Judiciária.
Só a PJ tem meios técnicos para o fazer.
Declarações produzidas na Associação de Moradores da Portela, sem mais esclarecimentos aos jornalistas. Durante a intervenção, em tom de brincadeira o PGR já tinha avisado que só ia falar para os moradores com quotas em dia.
Peça.