Mostrar mensagens com a etiqueta chuva. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta chuva. Mostrar todas as mensagens

29 de janeiro de 2025

Janeiro molhado trás Fevereiro...

 


Consegues completar a frase?

Depois de tão bem habituados a um Dezembro seco e solarengo, Janeiro caí-nos em cima como um balde molhado. Literalmente. Chuva e mais chuva. Dias cinzentos, molhados, húmidos, escuros. Falta dizer alguma coisa? 

Talvez tristes. Mas tento não me deixar ficar refém da tristeza dos dias escuros. Tento abstrair-me para manter a saúde mental. Os passeios, as caminhadas estão adiadas. Respirar a maresia também espera melhores dias. 

Quais as estratégias que usas para sobreviver a estes dias?

7 de junho de 2018

Junho ou Janeiro?


Não entendo. O meu cérebro não consegue processar esta informação. Frio, chuva, humidade, céu negro...

Estamos em Junho ou em Janeiro?

Estamos prestes a acabar a primavera e começar o verão, ou a meio do inverno?

Seguramente a meio, quem me dera que no fim, de um longo inverno. Um dos mais longos que assisti nas mais de 40 décadas com que a vida me presenteou.

Já usei roupa de verão. Já ganhei bronzeado na cara e braços, com a permanência ao ar livre nuns fins de semana solarengos, de há quase um mês...

Voltei a ir buscar as camisolas de malha, os sobretudos, os pijamas de inverno.

Os miúdos estão prestes a acabar as aulas. Falta apenas uma semana! Vão ficar fechados em casa? Abrigados da chuva? Não faz sentido!

O meu cérebro não consegue assimilar esta dualidade de sensações. Os dias longos de primavera, com o céu cinzento e o frio.

Olho para a lareira que me pisca o olho. Contenho-me. Recuso-me a abraçar o inverno a poucos dias do inicio oficial do verão. Depois de uma primavera com falta de comparência.




24 de outubro de 2016

Mau tempo


Depois de uma manhã de sol, numa das abertas possíveis, o vento aumenta na zona de Lisboa. O forte mau tempo que tem vindo a fustigar os arquipélagos dos Açores e da Madeira atinge hoje a região de Lisboa. E o vento forte já se faz sentir.

Para acompanhar online neste modelo interativo dos ventos e pressões atmosférias terrestres.




14 de fevereiro de 2016

O rodopiar das estações


Cheguei agora a casa.
O carro marcava 5ºC.
Ainda tive de ficar à espera que aliviasse a chuva em forma de granizo.
Isto é que está um São Valentim agradável!

Eu ainda sou do tempo em que em fevereiro já dava umas escapadinhas até à praia.
Sou do tempo de tomar banhos de mar nas férias do Carnaval.
Claro que isso foi noutros tempos, em que as estações do ano eram certas. Em que depois do verão vinha o outono. Em que o inverno reinava com o seu frio cortante em dezembro e janeiro, para se tonar ameno em fevereiro. Em março a primavera apoderava-se da natureza com os dias mais longos em que alternava o sol e a chuva.

Vivemos outro tempo. O tempo de todas as estações se sucederem num mesmo dia. São tempos de vestir por camadas. Roupa de verão, primavera, outono e inverno. Com o chapéu de chuva sempre à mão, ir pondo e tirando. Tirando e pondo, conforme a esquizofrenia do clima assim o ditar.

Tanto podemos sentar-nos numa esplanada com o calor do sol, como abrigar-nos da chuva e granizo dentro do carro. Tudo num mesmo dia.


10 de fevereiro de 2016

Chegou o inverno


É oficial: chegou o inverno.
Depois de um outono prolongado até janeiro, o inverno finalmente chegou em fevereiro. O vento, o frio e a chuva infindável parecem ter vindo para ficar.

Que ninguém se queixe mais de seca prolongada à minha frente! As albufeiras e barragens estão novamente cheias.

O céu está cinzento, a chuva cai copiosamente. Já não sei o que fazer aos miúdos em férias de Carnaval. Passaram as férias de Natal com chuva. Começaram as aulas e voltou o bom tempo de outono. Entram em férias de Carnaval e volta a chover diariamente.

Já chega S. Pedro! Não brinco mais, ouviste? Já está na altura de darmos passeios ao ar livre, de andarmos de bicicleta. Estamos em fevereiro, fevereiro, ouviste?



5 de janeiro de 2016

Cai neve


A Serra da Estrela cobriu-se hoje de branco. Os turistas rejubilam de alegria. A paisagem torna-se idílica.

Por outro lado, as estradas são cortadas e a Serra está sem acessos. O problema típico da Serra da Estrela. Entre estadas cortadas e tempestades de neve, poucos são os dias em que se pode verdadeiramente usufruir da neve.

Mais a leste, o frio e a neve provocam mortes na Polónia, Turquia e Lituânia.

Mais a sul, por Lisboa, o dia varia entre sol radioso, chuva intensa e granizo. Várias vezes por dia!

Espero que este ano a proteção cívil, bombeiros e câmaras municipais estejam mais preparados para lidar com estas intempéries. Faz dois anos dia 17 de Janeiro caiu um manto branco de granizo em Lisboa e foi o caos.

Para recordar os posts anteriores com fotos:
Granizo em Carnaxide
Granizo em Benfica

14 de junho de 2015

Inicio de férias chuvoso

Primavera com tempo de verão, verão com tempo de primavera.
Quando os miúdos tinham aulas e testes estava calor. Trinta graus e tínhamos de ficar em casa a estudar. Quando as aulas acabam, deixam de ter trabalhos de casa, não precisam mais de estudar para os testes queremos ir para a praia.

Não conseguimos ir à praia. Feriado nacional de 10 de junho e não há sol. Primeiro fim de semana de férias e não pára de chover.

Mundo Jurássico

Fomos ontem ao cinema ver o Mundo Jurássico. Hoje, aproveitamos e estamos a fazer sessões contínuas de Jurassic Park. Cobrimos toda a saga: Parque Jurássico III, O mundo perdido (2) e Parque Jurássico (1).

Entre rugidos de tiranossaurus rex, miúdos a avisar os personagens e som surround, a minha casa parece mesmo um cinema,

Parque Jurássico (1)

O Mundo Perdido (2)

Parque Jurássico III

15 de abril de 2015

7 de abril de 2015

Realidade mais fresca que a memória


Voltei a preparar roupas mais quentes para os miúdos. Camisolas de manga comprida, casacos em malha polar. Chapéu de chuva a postos, não vá cair uma carga de água à hora que entram e saem da escola.

Foi (quase) um voltar ao inverno depois do verão. Um cheirinho de verão muito rápido, uns gelados e t-shirts. Uns calções e uma ameijoas. Como se numa primavera chuvosa, tivéssemos tido um sonho de uma noite de verão. Acordamos e a chuva cai. Do calor sobra uma ténue lembrança.

Mas o sol volta de novo. Não importa quão cinzento seja o dia, o sol volta sempre de novo.

7 de fevereiro de 2015

Sábado e um pneu novo

Acordar. Mais cedo do que gostaria num sábado de manhã.  Os filhos mais novos trauteiam canções. A mais velha já gosta de dormir. Os mais novos não deixam. Cantam a bom som. As pilhas completamente carregadas pela manhã.
Lá me despeço do calor do edredão e enfrento o dia frio. Solarengo mas frio. Um frio seco,  mesmo como eu gosto.
Chamar o reboque e tratar do pneu que rebentou.
Programa pouco agradável, mas que se suporta melhor num sábado de sol do que num final de tarde de sexta feira de chuva... E trânsito.
Já estão de volta do meu pneu. Só me resta aproveitar o Wi-Fi , cortesia da garagem e esperar pelo carro e respetiva fatura!
Um surpresa sempre desagradável.

16 de janeiro de 2015

Primeiro dia de chuva


A chuva chegou. Veio forte e persistente. Depois de mais de um mês de sol radioso, ela chegou. Espessa, densa.

Ao volante, avanço devagar. Como se o mundo andasse em diminuta rotação. A vida que me rodeia está molhada. A sujidade escorre, levada pela enxurrada. O dia é como a noite.

15 de outubro de 2014

Preparados para o mau tempo


Já nos preparámos para o mau tempo. Arrumámos os calções, vestidos e tops. Deixamos ainda as t-shirts, pois se uma andorinha não faz a Primavera, também a chuva não faz o Inverno.

Temos as galochas a postos, os chapéus de chuva alinhados, as capas de chuva posicionadas. O mau tempo pode vir que não nos apanha desprevenidos.

22 de setembro de 2014

Sandálias em dia de enxurrada

Durante o fim de semana as previsões apontavam chuvas torrenciais... e esteve sol. Hoje a previsão trazia chuviscos... e houve inundações!
Saí de casa toda lampeira, de vestido curto, leve e fresco. Nos pés sandálias pretas de tiras. Pela hora de almoço o sol brilhava. Saí do escritório e fui almoçar com os colegas de trabalho. A meio da refeição começou a trovoada. Esperámos que passasse... e não passou. Conseguimos uns chapéus de chuva de empréstimo e voltámos ao escritório. Cheguei molhada como uma pata que nadou no rio! O cabelo pingava, as pernas e as sandálias ensopados. 

Na laddies room valeu-me o secador de mãos onde consegui secar o cabelo. Dei uma aquecimento nas sandálias e passei toalha das mãos pelas pernas.

Consegui passar a tarde quase seca. O mesmo não aconteceu a quem estava de calças, não teve outro remédio que ficar encharcado. Assistimos do primeiro balcão às fortes chuvadas desta tarde e pela Internet às primeiras imagens... assustadoras!

Amanhã nem sei o que vista. Alguma dica?


10 de setembro de 2014

Depois da chuva o arco irís


A manhã começou com uma enorme tempestade.
Chuva, relâmpagos e trovões. Tudo estava alagado. Andei com o carro por dentro de água.

O trânsito infernal. Combinação de primeiras chuvas fortes pela manhã, acidentes, carros avariados e ainda greve do metro em Lisboa. Foi o jackpot para não se conseguir andar.
Por mais escuro, triste e molhado seja o dia, penso sempre que depois da chuva vem sempre o sol e com ele um lindo arco irís.

Mais uma vez, não me enganei. À tarde o sol brilhou e um brilhante arco irís emoldurou os prédios e tornou a cidade mais bonita.

A final da tarde, o transito já não estava tão mau. E o dia acabou muito melhor do que começou!

Não se esqueçam do chapéu de chuva!


Hoje é dia de tirar o chapéu de chuva do fundo do armário.
Correr à procura de sapatos fechados ou botas! Confesso que os meus ainda estavam guardados...
Quer escolham calças, saia comprida, curta com meia opaca, a única peça que hoje não pode faltar é o chapéu de chuva!

E já gora, divirtam-se pois um dia de chuva também pode ser divertido!




27 de março de 2014

Chuva...

Sair do trabalho e ser de noite
chegar a casa e ser de noite...
Como detesto dias de chuva!

13 de fevereiro de 2014

Manhãs de chuva e acidentes

A cada manhã fico estupefacta com a quantidade de acidentes de viação por que passo.
OK. Todos temos pressa de manhã. Todos temos horas para chegar ao trabalho, às escolas dos filhos. Mas o cuidado é sempre pouco. Principalmente nestes dias de chuva em que a visibilidade é reduzida e o piso está mais escorregadio.
Mais vale andar mais devagar, deixar mais espaço entre os carros e fazer tudo para evitar o embate. A pressa em demasia leva a situações de perigo e a choques, embates e capotamentos.

Não é melhor chegar mais tarde uma hora, mas com saúde e sem estragar o carro, do ter um acidente, estragar o carro, arriscar partir alguma perna e ainda ficar 3 horas a resolver o acidente?
E sinceramente não percebo a pressa matinal em ter acidentes. Vejo cada situação que tenho vontade de deitar as mãos à cabeça.
Já fui mais stressada ao volante. Agora percebi que não adiante ir apressada, isso não me faz chegar mais cedo.
Posso abrandar nos sinais de Stop (confesso!) mas tenho imenso cuidado na estrada. Tento ao máximo evitar todas as situações de risco. É quando nos pomos em risco, que podemos ter os azares chatos.

12 de fevereiro de 2014

Suspiro por um raio de sol

A roupa acumula-se.
Todos os dias cresce mais a montanha.
Todos os dias espreito o site do Instituto do Mar e da Atmosfera.
Todos os dias procuro um raio de sol mas nada.
Há muito tempo que não tínhamos um inverno tão rigoroso.
Lembro-me há uns anos, houve um inverno assim.
Choveu tanto que a catástrofe aconteceu.
Caiu a ponte de Entre-os-Rios. Lembram-se?
Foi em 2001. Fez este ano 13 anos.
Espero que o sol prometido para o fim de semana chegue.
Que as tempestades acalmem e a primavera se instale.
Tenho saudades do sol,
Suspiro pelo calor.
Quero voltar a ter uma pele morena.
Estou mesmo branquela.
Os meus pés, perderam a cor.
As minhas mãos estão transparentes.
Valem-me os vernizes para dar cor às mãos.
Sol, volta! Estás perdoado!


10 de fevereiro de 2014

Depois da tempestade... o sol


Depois de uma tarde de vento e chuva, em que nos entrou água pelas janelas mais fustigadas pelas rajadas, as viradas a Oeste, depois de uma noite assustadora para os miúdos que não conseguiam adormecer com o barulho do vento nos seus arremessos contra a janela do quarto, depois de tudo isso acordamos com um dia de sol radioso.
Como se os acontecimentos do dia anterior tivessem sido apenas um sonho, um pesadelo dos muito maus, mas distante.
O sol cura, não há dúvida. Parece impossível que algo de mau possa ter ontem acontecido, quando acordamos com um brilho de sol tão intenso.

30 de janeiro de 2014

Resultou

Só para avisar que resultou:
A roupa que deixei estendida de manhã, estava quase seca. Não sei se por aqui choveu mas na minha varanda não apanha chuva. Uso um estendal portátil.
Agora, já o pus para dentro e está mesmo quase, quase. Amanhã de manhã já estará totalmente seca. Ié!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...