Mostrando postagens com marcador Triumvirat. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Triumvirat. Mostrar todas as postagens

31 de mai. de 2017

TRIUMVIRAT - " Live At Palace Theatre, Providence, RI" - 1974


Como já havia comentado antes, para me fazer sair da toca, tal qual uma moreia, tem que ter um motivo muito forte, e para tanto, só uma banda como o Triumvirat para me estimular a tal feito.

É de conhecimento geral que a banda é mosca branca na net, pois há muito pouco material disponível, portanto antes de tudo é uma obrigação em divulga-lo logo para que mais interessados na música da banda tenha acesso a este documento histórico.

Este álbum trata-se de um show realizado no Palace Providence, RI, em 1974, trazendo na íntegra, as músicas do álbum "Illusions on a Double Dimple", que é um marco na história da banda.

A gravação não está boa, está muito metalizada, mas é o que temos para o momento, e se houver algum “Cristo” com aptidões especificas em remasterizar estes arquivos que foram criados a partir de gravações em fita "Dan Lanpinski" (confesso que nunca tinha ouvido falar), a comunidade progressiva desde já, agradece muito. 
Fato interessante é poder ouvir a  voz do saudoso "Helmut Köllen" ao vivo, fora do ambiente de estúdio, mostrando o que realmente sabia fazer, pois sua passagem deixou uma lacuna nas vozes progressivas dos anos setenta.

"Jurgen Fritz" dispensa qualquer tipo de comentário a respeito de sua genialidade e virtuosismo diante de seus teclados, pois fica evidente quando escutamos qualquer musica sua. 

"Hans Bathelt", como sempre dá um espetáculo em sua bateria, e talvez muito entusiasmado pelo andamento do show, praticamente acaba com seu instrumento durante a execução da suite, "Mister Ten Percent", dando uma aula de como é que realmente se faz.  
 
A bem da verdade, não há muito o que comentar, pois as músicas do álbum, "Illusions on a Double Dimple" são muito conhecidas e exaustivamente discutidas em milhares de blogs, inclusive aqui, portanto, vou ficando por aqui, e  não percam a oportunidade de se encontrarem com mais esta pérola do "Triumvirat".

RECOMENDADÍSSIMO!!!!
  

Triumvirat:
- Hans Bathelt — percussão
- Jürgen Fritz — teclados, vocais
- Helmut Köllen — baixo, violão, guitarra, vocal principal

Tracks:
01) Illusions On A Double Dimple
Flashback
Schooldays
Triangle
Illusions
Dimplicity
Last Dance
02) Mister Ten Percent
Maze
Dawning
Bad Deal
Roundabout
Lucky Girl
Million Dollars


LINK




27 de mar. de 2013

TRIUMVIRAT - "Illusions A Double Dimple" - 1973

Como se trata de um álbum emblemático e de uma banda mais emblemática ainda, eu resolvi re-postar o álbum, Illussions On A Double Dimple, do Triumvirat, em uma edição Portuguesa de 1977, que foi postada há poucos dias no blog “Músicas dos Anos 60”, que faço questão de dar todos os créditos desta descoberta arqueológica/musical, tendo em vista a dificuldade de se obter qualquer material sobre o Triumvirat e um atrativo a mais, sem falar no ineditismo da arte gráfica da capa, que confesso que nunca tinha visto. 

Aproveito também para indicar e recomendar o blog, “Músicas dos Anos 60”, como uma parada obrigatória, pois lá há um acervo fantástico de álbuns, bandas e artistas de toda a sorte, que merecem muita atenção, pois são em sua maioria peças e obras extraídas de maravilhosos vinis que nunca chegaram a virar um CD, portanto, vale muito a pena dar uma conferida por lá sem medo de ser feliz. 

Muito bem, justiça feita, vamos a esta re-postagem, que também é para fazer justiça a banda, uma vez que, quando fiz a resenha em maio de 2010 não entrava ninguém no blog, o que foi uma grande sacanagem com a banda e com este álbum que considero um dos pilares dos rock progressivo dos anos setenta, apesar das controvérsias que existem sobre a banda e de sua obra em relação ao ELP, que incontestavelmente é um ícone no mundo do rock. 

Particularmente, eu não consigo perceber plágio ou uma imitação descarada sobre a obra do ELP, mas entendo que ambas as bandas, tinham o seu foco instrumental, voltado mais precisamente para os teclados que a época dos acontecimentos, eu acredito que as possibilidades de escolha deste ou daquele teclado ou órgão, não deveriam ser muitas e seus ajustes de timbres e instrumentos não deveriam ser muito grandes também. 

Algo que confunde e pode orientar para um direcionamento errado é também o fato de inicialmente serem um trio, assim como o ELP, então, juntamos todos estes ingredientes e um nefasto cenário é montado e então, uma injustiça histórica pode estar sendo cometida, porém, eu tenho absoluta convicção, que eu não sou o dono da verdade e muito menos pretendo ser, apenas tenho uma tese, que pode ser derrubada mediante fatos mais concretos e verídicos. 

No passado eu já havia feito o seguinte comentário sobre o álbum e a banda: 

“Fundado em 1969 na Alemanha, o Triumvirat lança seu primeiro álbum em 1972 e encerra a sua brilhante carreira em 1980. 

Influenciados pela música do "The Nice" de Keith Emerson e pelo virtuosismo de Jurgen Fritz nos teclados, o Triumvirat conseguiu notoriedade e projeção internacional rapidamente. 

Muitas vezes foram acusados injustamente de copiarem o estilo do ELP por conta da similaridade dos timbres dos teclados e até mesmo da forma como Jurgen Fritz tocava e isso não procede, não é verdade, eles sempre tiveram uma forte personalidade e estilo. 

Todos os álbuns lançados são verdadeiros clássicos do rock progressivo, com temáticas exclusivas que em nada se identificam com os trabalhos do ELP


"Illusions On a Double Dimple" é simplesmente uma pintura, uma obra de arte musical, não existe nada similar a este álbum ou a qualquer outro da banda. 

É só colocar na primeira faixa e conferir até o final. Recomendadíssimo!!!! 
Rock progressivo de primeiríssima classe, não deixando nada a dever para qualquer outra banda (ELP, Yes, Camel, Pink Floyd e tantos outros) da época. 

A banda para este trabalho contou com a presença de Jurgen Fritz nos teclados, Helmut Kollen no baixo, guitarras e vocal e Hans Bathelt na bateria e percussão.” 

Eu não retiro nada do que já havia sido dito por mim, relativo ao carinho e admiração que tenho com abanda e seus integrantes e ainda acrescento o meu lamento pelo precoce fim da banda e da dificuldade na obtenção de algum material inédito, principalmente de shows realizados, onde alguns podem ser encontrados lá no blog da Luciana, o Prog Rock Vintage, que sempre que pode, disponibiliza algumas pérolas do Triumvirat

Ficar analisando música a música deste álbum até poderia ser feita, mas considero que esta tarefa pode ficar a cargo de cada um, uma vez que esse exercício merece uma reflexão e um diagnóstico personalizado, portanto, vou me abster deste prazer.

RECOMENDADÍSSIMO!!!!

Triumvirat:
Jurgen Fritz
Helmut Kollen
Hans Bathelt

Tracks:
1. Ilusions On a Double Dimple
a) flashback
b) triangle
c) illusions
d) dimplicity
e) last dance

2. Mister ten percent
a) maze
b) dawning
c) bad deal
d) roundabout
e) lucky girl
f) million dollars


LINK 


28 de fev. de 2011

TRIUMVIRAT - "Live Tour 74 and 75" - 1975

Primeiro vamos aos fatos antes da minha verborragia costumeira, pois este bootleg do Triumvirat, "Live Tour 74 and 75", foi postado primeiramente pelo blog, Prog Rock Vintage em dez de março de 2010, após esta data, ele foi re-postado pelo blog, A Máquina de Fazer Sonhos, que gentilmente deu os créditos para o Prog Rock Vintage

Agora da mesma forma, peço licença aos dois blogs que primeiro postaram, pois um álbum como este, tem que ser replicado diversas vezes por todos os blogs, tendo em vista que é dificílimo encontrar qualquer material alternativo do Triumvirat, ainda mais em gravações públicas, então, aos amigos dos blogs, Prog Rock Vintage e A Máquina de Fazer Sonhos, só nos resta agradecer a iniciativa de ter postado tão precioso material que agora posto também. 


Voltando a minha ladainha habitual, que grata surpresa é este bootleg, fantástico, é um presente poder escutar estas músicas de uma forma mais humana, fora dos estúdios de gravação, proporcionando a possibilidade do improviso, daquela nota que sai errada, mas quase ninguém percebe, pois a criatividade em corrigir o engano é imediata e é exatamente neste momento que o talento e a criatividade são colocados a prova, mas nesta disciplina, o Triumvirat é o primeiro da classe. 

Numa apresentação como esta, novos timbres e afinações diferentes são perceptíveis, assim como nos seus arranjos algumas diferenças são encontradas, justamente o que o torna neste bootleg, um atrativo a mais, além das próprias músicas que são ótimas e da oportunidade rara em escutar um Triumvirat no palco. 

Estas apresentações aconteceram entre 1974 e 1975 e tiveram como base os álbuns, Espartacus e Ilusions on a Double Dimple e foram realizados na ABC Television da Philadelphia, USA e na New York Academy of Music, New York, USA. 

Jamais poderia imaginar que o Triumvirat, havia cruzado o Atlântico para aportar nas terras do Tio Sam e encantar os americanos que lá tiveram o privilégio de estar e escutar as músicas dos dois álbuns mais significativos que a banda em sua curta trajetória produziu.

Comentários sobre as músicas ou a banda, são totalmente dispensáveis, contudo, alerto que a gravação não é das melhores, mas neste caso o que importa é o seu precioso conteúdo. 

Altamente recomendado, imperdível!!!!!! 

Musicians:
Jurgens Fritz - Keyboards,
Dick Fragenberg - Bass;
Barry Palmer - Vocals;
Hans Bathelt - Drums;

Tracks:

01- Schooldays
02- Triangle
03- The Capital of Power
04- The Deadly Dream Of Freedom
05- The March To Eternal City
06- The Burning Sword Of Capua
07- Illusions/Flashback/ Schooldays
08- Triangle
09- Dimplicity/ Last Dance
10- Tune-up
11- Mr. Ten Percent


LINK

"Triumvirat-"Triangle" exerpt- Illusions on a Double Dimple"

"The March To Eternal City"

11 de jan. de 2011

TRIUMVIRAT - "Old Loves Die Hard" - 1976

Muito pressionado pelo sucesso de "Spartacus", lançado em 1975, o álbum, "Old Loves Die Hard", lançado no ano seguinte, teria uma árdua tarefa em sustentar a boa fase que o Triumvirat estava passando e considero que de alguma forma o feito foi conseguido.

Com boa parte das músicas com tempo superior a sete minutos e com novidades em sua formação, pois o grupo praticamente foi desfeito com a morte estúpida e prematura de Helmut Köllen, Jürgen Fritz e Hans Bathelt tiveram que reestruturar a banda que passou a ser um quarteto e de cara tiveram a dolorosa missão de manter a banda de pé, conseguindo um baixista e vocalista a altura de Helmut Köllen.

Para tanto, foram convidados para a banda, Barry Palmer para fazer os vocais, por sinal, têm uma belíssima e potente voz e Dick Frangenberg que deu conta do baixo sem muito esforço, portanto a banda estava apta a voltar aos estúdios para o novo álbum.

É lógico que superar um trabalho anterior que teve uma aceitação muito grande, praticamente o melhor álbum da banda, com reconhecimento pelos cinco continentes é algo muito difícil e ainda por cima com a banda tentando achar o seu melhor entrosamento.

"Old Loves Die Hard" não decepciona, ao contrário, é um álbum muito bem estruturado, com composições consistentes e o melhor de tudo é que com o novo elenco, a banda conseguiu manter o alto padrão musical que ainda fazia parte da rotina do Triumvirat naquele difícil momento, mas isso é uma opinião minha e entendo que muitos não concordarão com o que disse, o que é absolutamente sadio e normal, uma vez que manifestações artísticas são absorvidas de forma diferente e única para cada ser vivente.

Já na faixa de abertura, "I Believe", Barry Palmer nos mostra a que veio com uma brilhante interpretação para esta leve balada que ao seu final tem até um coro feminino muito bonito e interessante e logicamente Jürgens Fritz dando sua costumeira pós-graduação em teclados e tanto Hans Bathelt como Dick Frangenberg muito entrosados, fecham o ciclo musical com muita competência.

A suíte, "The History Of Mistery", dividida em duas partes é uma viagem garantida, tem a essência da banda em seus acordes, é o Triumvirat que estamos muito acostumado a escutar, um prêmio para nossos exigentes e rabugentos ouvidos, sempre em busca de novas sensações. 

Tem também a melosa, "A Cold Old Worried Lady”, que muito serviu de trilha sonora para um  amassos com as namoradas lá na Floresta da Tijuca - RJ e quem viveu nesta época vai lembrar e entender muito bem o que disse. 

Em resumo, "Old Loves Die Hard" para mim é uma gratíssima surpresa, um brinquedo inesperado que chega magicamente as mão de uma criança e até hoje quando o escuto, sinto o mesmo que a mais de trinta anos atrás senti quando o escutei pela primeira vez, uma enorme satisfação e orgulho em ter vivido em uma época tão rica para o rock.


Musicians:
Hans Bathelt - Slingerland percussion
Dick Frangenberg - Fender bass
Jürgen Fritz - Steinway Grand piano, Hammond C3 organ, Moog synth., Fender-Wurlitzer hohner-piano string ensemble
Barry Palmer - lead vocals

Tracks:
1. I Believe (7:52)
2. A Day In A Life (8:14)
3. The History Of Mistery (Part One) (7:50)
4. The History Of Mistery (Part Two) (4:00)
5. A Cold Old Worried Lady (5:50)
6. Panic On Fifth Avenue (10:31)
7. Old Loves Die Hard (4:28)
8. Take A Break Today (Bonus Track) (3:44)

LINK

"The History Of Mistery (Part One)"

"The History Of Mistery (Part Two)"

"Old Loves Die Hard"

3 de nov. de 2010

TRIUMVIRAT - "Spartacus" - 1975

Se tem um álbum que eu não poderia deixar de postar aqui no blog, este é o "Spartacus" do Triunvirat, mesmo sabendo que todos os demais blogs do planeta que se dedicam a este tipo de música já o tenham postado com excelentes resenhas e tudo mais, porém este eu não abro mão de ter o prazer de te-lo por aqui.

Em primeiríssimo lugar o "Spartacus" é um dos álbuns imortais que vão me acompanhar até o final dos tempos, portanto, já estava mais que na hora de postá-lo e fazer um breve comentário sobre este trabalho que considero a obra máxima da banda.

Com sua formação clássica e talvez a mais brilhante de todas, este álbum nos oferece uma demonstração de talento, inspiração e virtuosismo do Power trio Alemão que em um trabalho altamente conceitual e esmerado, nos remete a uma viagem musical sem volta, pois quando somos atraídos por seu acordes iniciais, não há mais volta e a aventura musical só termina na última faixa com um gostinho de quero mais.

Isso é o resultado de muito trabalho, dedicação e talento a disposição de sua imensa legião de fãs espalhados pelo planeta, mas sei que muitos não gostam da banda por acharem que o trabalho é muito similar ao ELP que é um dos maiores ícones do rock progressivo.

Confesso que na minha santa ignorância não consigo perceber similaridade musical alguma, a não ser que ambas as bandas pertencem a uma mesma vertente musical que é detalhista ao extremo por natureza e exige que seus músicos sejam instrumentistas com uma excelente formação musical e o talento seja algo tão simples e natural como respirar, o que é o caso dos músicos das duas bandas.

Portanto, vou me aliar a todos que já recomendaram a audição este álbum e engrossar o coro do "Álbum Altamente Recomendável", pois é muito bom mesmo, pelo menos para mim.

Músicos:
Jürgen Fritz - Teclados
Helmut Köllen - baixo, guitarra e vocais
Hans Bathelt / bateria


Track-list:
01. The Capital Of Power
02. The School Of Instant Pain
     a. Proclamation
     b. The Gladiator's Song
     c. Roman Entertainment
     d. The Battle
03. The Walls Of Doom
04. The Deadly Dream Of Freedom
05. The Hazy Shades Of Dawn
06. The Burning Sword Of Capua
07. The Sweetest Sound Of Liberty
08. The March To The Eternal City
      a. Dusty Road
      b. Italian Improvisation
      c. First Success
09. Spartacus
      a. The Superior Force of Rome
      b. A Broken Dream
      c. The Finale
10. The Capital Of Power (Bonus live)
11. Showstopper (Bonus previously unreleased)

LINK.      


"Triumvirat-The Burning Sword of Capua"

"Triumvirat - Spartacus A) The Superior Force Of Rome B) A Broken Dream C) The Finale"

1 de out. de 2010

TRIUMVIRAT - Pompeii - 1977

O Triunvirat neste álbum, "Pompeii", lançado em 1977, encerra definitivamente sua participação no mundo progressivo, passando a partir deste, a produzir um pop levemente sofisticado, mas isto será assunto para uma nova postagem.

(A novidade para este álbum é que a banda deixa de ser um trio e passa a ser um quarteto com a entrada de Barry Palmer).

Esta novidade aconteceu no álbum anterior, "Old Loves Die Hard", muito bem apontado pelo amigo Roderick Verden em seu brilhante comentário, mas erros meus a parte, Barry Palmer continua neste álbum com uma bela voz que se enquadrou perfeitamente na estrutura musical da banda, realmente um ponto positivo ao agregá-lo ao grupo.

Tendo em vista que a época do lançamento deste álbum havia  alguns problemas jurídicos rondando a banda em relação ao nome original, sendo que o nome da banda para este álbum apareceu como "The New Triunvirat" apenas para contornar esta desagradável situação.

Apesar de estar centrado em um tema bem específico, no caso a destruição de Pompéia pela erupção do vulcão do Monte Vesúvio é possível detectar um início do distanciamento do rock progressivo em algumas músicas e certo namoro com o pop, talvez até mesmo por um instinto de sobrevivência para os anos seguintes, uma vez que o movimento musical começava a dar os primeiros sinais de esgotamento e uma possível virada nos modismos da época estava para acontecer, principalmente na Europa com o surgimento do movimento punk na Inglaterra.

Mas independente de tudo isto, "Pompeii" tem seus encantos, tem berço, sua origem é de total respeito, tem nome e de peso, portanto é um álbum que merece ser explorado em cada detalhe, concordo inclusive com várias opiniões que já li a respeito sobre este álbum que não chega a ser uma obra prima, mas que carrega uma história de vida de cada um de seus membros que por lá passaram, principalmente na figura carismática e genial de Jürgen Fritz que representa o espírito da banda.

Músicos:
Jürgen Fritz (Teclados)
Curt Cress (Bateria e Percursão)
Dieter Petereit (Baixo)
Barry Palmer (Vocais)

Track-list:
1. The Earthquake 62 A.D.
2. Journey Of A Fallen Angel
3. Viva Pompeii
4. The Time Of Your Life...
5. The Rich Man And The Carpenter
6. Dance On The Vulcano
7. Vesuvius 79 A.D.
8. The Hymn

LINK.

"Triumvirat - The Earthquake 62 A.D."
"Triumvirat - Viva Pompeii"

29 de jun. de 2010

TRIUMVIRAT - "The bonus tracks (1972-78)" - 2010

É tão difícil conseguir algum material  a respeito do Triunvirat que quando vi este álbum, não pensei duas vezes em postá-lo aqui no blog, mas como de costume, sempre dando o crédito para a origem do material que encontrei no blog DREAM EXPRESS.

As músicas de "The bonus tracks (1972-78)" não são 100% inéditas, pois boa parte foi inserida como bônus e estão presentes nas remasterizações que os álbuns anteriores do Triunvirat passaram a alguns anos atrás quando foram relançados aqui no Brasil.

De qualquer  forma, fica como mais um álbum  para esta magnífica banda  que tão bem representou  o cenário progressivo internacional em uma época em que atuavam diversas bandas de renome internacional, consagradas mundialmente,  o que não impediu ao Triumvirat deixar também seu nome gravado na história da música contemporânea, tornando-se um de seu  expoentes. 


Tracklist:

01 Be home for tea
02 Broken Mirror
03 Ride in the night
04 Sing me a Song
05 Dancer's delight
06 Timothy
07 Dimplicity
08 Million dollars
09 The capital of power (live)
10 Showstopper
11 Take a Break Today (Bonus)
12 The Hymn (Edit)
13 Waterfall [Edit]
14 Jo Ann Walker [Edit]

Link.

"Million dollars"
"Be home for tea"

12 de mai. de 2010

TRIUMVIRAT - "Ilusions On a Double Dimple" - 1973

Fundado em 1969 na Alemanha, o Triumvirat lança seu primeiro álbum em 1972 e encerra sua brilhante carreira em 1980.

Influenciados pela música do "The Nice" de Keith Emerson e pelo virtuosismo de Jurgen Fritz nos teclados, o Triunvirat conseguiu notoriedade e projeção internacional rapidamente.

Muitas vezes foram acusados injustamente de copiarem o estilo do ELP por conta da similaridade dos timbres dos teclados e até mesmo da forma como Jurgen Fritz tocava

Isso não procede, não é verdade, eles sempre tiveram uma forte personalidade e estilo.

Todos os álbuns lançados são verdadeiros clássicos do rock progressivo, com temáticas exclusivas que em nada se identificam com os trabalhos do ELP.

"Ilusions On a Double Dimple" é simplesmente uma pintura, uma obra de arte musical, não existe nada similar a este álbum ou a qualquer outro da banda. É só colocar na primeira faixa e conferir até o final. Recomendadíssimo!!!!

Rock progressivo de primeiríssima classe, não deixando nada a dever para qualquer outra banda (ELP, Yes, Camel, Pink Floyd e tantos outros) da época.

A banda para este trabalho contou com a presença de Jurgen Fritz nos teclados, Helmut Kollen no baixo, guitarras e vocal e Hans Bathelt na bateria e percussão.

Set-list:

1. Ilusions On a Double Dimple
a) flashback
b) triangle
c) illusions
d) dimplicity
e) last dance

2. Mister ten percent
a) maze
b) dawning
c) bad deal
d) roundabout
e) lucky girl
f) million dollars

Bonus tracks:

3. Dancers delight;
4. Tymothy;
5. Dimplicity;
6. Million dollars
"Million Dollars"

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails