Sugere-se a leitura até ao fim.
Sunday, August 18, 2024
TURISMO: UM PROBLEMA DE PROSTITUIÇÃO DA ECONOMIA? - 2
Sugere-se a leitura até ao fim.
Thursday, June 27, 2024
QUANTO TEMPO LEVARÁ A CHEGAR A REALIDADE?
Há dias, em novembro de 2023,
Monday, July 31, 2023
CHEGOU A ERA DA EBULIÇÃO GLOBAL
"... O secretário-geral da ONU, António Guterres, tem o hábito de fazer pronunciamentos apocalípticos sobre mudanças climáticas. Mas é impossível ignorar o seu último aviso quando os cientistas confirmam que julho se tornaria, desde sempre, o mês mais quente registado na Terra. "A era do aquecimento global", declarou Guterres em entrevista colectiva na sede das Nações Unidas em Nova York na quinta-feira. "A era da ebulição global chegou"
Em todo o mundo vimos os efeitos severos do que equivale a uma emergência planetária em andamento. Ondas de calor recentes atingiram a América do Norte, Europa, Norte de África e Oriente Médio, desencadearam incêndios florestais em ambos os lados do Mediterrâneo e incêndios incineraram milhões de hectares de terra no Canadá. Uma monção recorde inundou partes do norte da Índia. Um aumento nas temperaturas oceânicas confundiu e alarmou os cientistas, enquanto um estudo recente sugeriu que o aquecimento global estava a causar o colapso de um importante sistema de circulação no Oceano Atlântico. Enquanto isso, no inverno hemisfério sul, estão a congelar menos áreas do mar da Antártica..."
" Apesar da evidência visceral de um planeta em mudança e de todas as súplicas dos funcionários da ONU e cientistas climáticos, há pouca unanimidade sobre o que deve vir a seguir. Governos de todo o mundo apresentaram planos e compromissos para reduzir drasticamente as emissões e descarbonizar suas economias. Mas as medidas necessárias para evitar o aquecimento planetário além de um limite considerado pelo consenso científico como catastrófico para o planeta ainda estão a ser difíceis de vender. Os partidos de direita em todo o Ocidente estão a explorar a inquietação pública sobre as políticas verdes..." - vid. artigo completo aqui.
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correl. - Sick of hearing about record heat? Scientists say those numbers paint the story of a warming world
Histeria climática ou competitividade e adaptação?
Friday, January 13, 2023
SOMA-ZERO, CONTAS ERRÁTICAS
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Saturday, September 10, 2022
O VALOR ECONÓMICO E ESTRATÉGICO DA CACA
Falando da nossa caca, é um artigo de Jorge Almeida Fernandes, no Público de anteontem.
Transcrevo parte e concluo com informação que recebi de fonte fidedigna sobre o que é afirmado na parte final do artigo de JAF
"Olhemos dois números. Há 8015 mil milhões de seres humanos. E cada habitante do planeta produz diariamente 450 gramas de fezes. Que lhe fazemos? Não é um assunto repugnante que deva ser silenciado por tabus ou preconceitos. É uma questão de saúde pública, de ecologia e agricultura. Hoje, queremos livrar-nos das fezes. No Japão eram objecto de cobiça e foram o segredo da sua alta produtividade agrícola.
Parto de uma investigação da BBC, da jornalista Lina Zelnovich: "Por que é tempo de falar sobre a nossa caca". Os restos dos nutrientes humanos são desperdiçados, remetidos para os nossos oceanos e aterros sanitários em vez de serem devolvidos ao solo. As nossas fezes são um poderosíssimo fertilizante. Os cereais, a fruta e as verduras que comemos estão cheios de substâncias nutrientes, como azoto, fósforo, potássio e muitos outros. ...
Há hoje dispositivos para uso doméstico, que reciclam as fezes e limpam a água de factores patogénicos, permitindo, por exemplo, adubar e regar jardins. E há experiências em maior escala. A DC Water, de Washington, trata de forma inovadora toda a caca dos habitantes da capital americana, produzindo um fertilizante sólido, vendido por uma instituição sem fins lucrativos.
Mas é uma gota de água à escala mundial. E, como era de esperar, a sua aplicação na agricultura tem pela frente um poderoso lobby: a indústria de fertilizantes. Só pela força das crises se fará esta revolução: à terra o que vem da terra."
Sim, é verdade.
Melhor ainda - não é só em DC- mas DC Water é provavelmente a maior entidade que tem esse programa. Inicialmente, DC Water oferecia o fertilizante a quem o quisesse ir buscar porque mandar o fertilizante para os aterros é mais caro. Mas a realidade económica mostra que as pessoas valorizam mais o que lhes custa comprar, e poucos se dirigiam às estações de tratamento para levantar os fertilizantes que necessitavam.
Foi, então, criada empresa que comercializa, embalando e distribuindo a preço conveniente. Está a ser bem sucedida.
Monday, January 03, 2022
PRODUTIVIDADE
Saturday, September 04, 2021
ECONOMISTA DESCONHECIDO
A história desconhecida de um pioneiro no ensino de Economia
A introdução em Portugal de aulas de política económica internacional na segunda década do século passado foi uma inovação no ensino da Ciência Económica que tem estado esquecida. Até ali, os estudantes aprendiam uma trilogia de disciplinas em torno de uma mistura eclética a que se dava o nome de Economia Política, de várias áreas do Direito e de cadeiras mais técnicas viradas para a formação de técnicos aduaneiros e de quadros consulares e de empresas.
A mudança deve-se a um chefe de Alfândegas, Francisco António Correia, que era também professor no Instituto Superior de Comércio de Lisboa (ISC), recém-criado pela República num antigo colégio de freiras no Quelhas. O ISC era a única escola em Portugal virada para a Economia, e moldada pelos republicanos segundo as famosas Escolas de Comércio francesas. Apesar do seu papel renovador, Correia nunca foi incluído entre os ilustres economistas portugueses da época, uma galeria onde dominava a Faculdade de Direito de Coimbra, com Marnoco e Sousa e o próprio Oliveira Salazar.
Correia, que chegou a ser um muito ativo diretor do próprio ICS entre 1917 e 1928, foi agora ‘redescoberto’ e os seus dois principais livros foram republicados pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG, herdeiro do ISC), uma iniciativa sob a direção de Carlos Bastien, um especialista na história do pensamento económico. ...
mais aqui
Friday, October 30, 2020
A COVID 19 VOTA EM TRUMP?
A pandemia favorece a reeleição de Trump?
A questão colocada três dias antes de terça-feira, 3 de Novembro, o último dia de votação para a presidência dos EUA poderá parecer absurda. As sondagens continuam a considerar como muito provável a vitória de Biden, - Right now, our model thinks Joe Biden is very likely to beat Donald Trump in the electoral college-; hoje, segundo o modelo, actualizado diariamente, do Economist, obteria 350 votos no colégio-eleitoral, Trump os restantes 188 da totalidade de 538. Trump anunciou estar infectado no dia 2 de Outubro, e, dois dias antes, a 30 de Setembro, segundo o mesmo modelo, Biden teria 337 votos e Trump 201. Uma análise simplista levaria à conclusão que a covid 19 não favoreceu Trump.
Acontece que com Trump, um demagogo ao nível dos mais primários populistas ditadores do terceiro mundo, que mente repetidamente, afirma e diz o contrário com a maior naturalidade característica dos sem vergonha, ofende, desprestigia e ridiculariza a maioria dos norte-americanos que não votam nele - Trump até pode obter a maioria de votos no colégio eleitoral mas é muito improvável que obtenha a maioria dos votos do povo norte-americano, uma situação que, a repetir-se, ocorreria pela terceira vez nas últimas cinco eleições - com Trump nada é linear e previsível, salvo a sua enorme necessidade de sobrevivência no poder; por essa sobrevivência, que lhe permitirá a continuar a usar o lugar que ocupa para defender os seus interesses particulares, Trump é capaz de tudo.
Até de chamar milícias armadas, a quem não se coibiu de dizer perante as câmaras de televisão, durante o primeiro debate com Biden, que se mantenham alerta para o defenderem. Conta com a brutalidade desses grupos supremacistas brancos se o presidente dos correios, que o financiou e ele nomeou para o cargo, não impedir suficientemente a contagem dos votos não presenciais, geralmente remetidos por eleitores residentes em zonas urbanas, que na sua maioria votarão Biden, mais sujeitos ao contágio pandémico do que os que vivem na América rural onde a densidade populacional é muito menor e a influência dos radicais evangélicos determinante junto dessas comunidades mais isoladas e conservadoras, que se manterão fiéis a Trump mas não o declaram às sondagens; Em última instância, conta com o Supremo Tribunal Federal de Justiça onde dispõe de uma confortável maioria republicana, que ele nomeou, e não hesitará empossá-lo por obediência ao chefe, mandando a justiça às urtigas.
Por outro lado, Biden assenta a sua estratégia de contenção da pandemia nos conhecimentos que a ciência já adquiriu acerca do covid 19 e já vitimou, até ontem, mais de 235 mil norte-americanos; Trump acusa-o de, com essa estratégia, matar a economia norte-americana; Trump, pelo contrário, que já foi infectado e se considera, ele, a mulher e o filho mais novo, vacinado, mantém o propósito de ridicularizar os meios de minimização dos efeitos da pandemia, a começar pelo uso de máscaras e tudo o que empecilhe a liberdade de viver como se nada estivesse a acontecer. E, na América rural, o slogan vende. Venderá o suficiente para iludir as sondagens e reeleger um presidente perigoso para os EUA e para o mundo? É improvável mas é possível.
Monday, October 19, 2020
Sunday, May 31, 2020
OPORTUNIDADE PARA O INTERIOR DO PAÍS
Thursday, April 23, 2020
GRAÇAS A ZEUS?
* No dia 11 deste mês, podia lar-se num artigo do Público, vid. aqui,
que
Thursday, December 21, 2017
PERSPECTIVAS
Começa hoje o Inverno.
- Esteve um dia fantástico. Soalheiro.
- Não imaginas quanto isto nos está a custar.
- Isto, o quê?
Saturday, December 02, 2017
VERTICALIDADE E RESSABIAMENTO
Num país onde a generalidade dos empresários se abriga, ou faz por isso, debaixo do chapéu do Estado, mal seguro pelos procuradores alternantes, Belmiro de Azevedo foi, de longe, a mais evidente excepção. Recusando a participação em jogadas de compadrios partidários, perdeu as propostas que apresentou em cursos de privatização de algumas empresas nacionalizadas em sequência do golpe 11 de Março de 1975.
Se as contas referidas num artigo do Expresso publicado ontem aqui* estão certas, e não tenho nenhum indicação em contrário, os comissários políticos a quem foram dados poderes para defender os interesses do Estado, cometeram erros, e, provavelmente crimes, que prejudicaram os interesses públicos em valores incalculáveis, mas, em qualquer caso, enormíssimos.
Belmiro de Azevedo, ainda assim, por inabilidade ou conivência de quem decidiu ou mandou decidir, ganhou, em três tentativas perdidas, muito dinheiro: cerca de 123 milhões de euros.
Provavelmente, ressabiado, o PCP votou contra o voto de pesar pelo falecimento de Belmiro de Azevedo aprovado na Assembleia da República. Não conseguem os comunistas admitir que o Estado é um ente sem capacidade volitiva e os procuradores mais propensos a defender os seus próprios interesses que o bem comum. E que, lamentavelmente para o país onde nascemos e vivemos, empresários com a dimensão e verticalidade que caracterizaram Belmiro de Azevedo, não se vislumbram, por agora.
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Sunday, August 27, 2017
CHUVA DE DIAMANTES
Cairão os preços dos diamantes e a fama de que são eternos.
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Monday, August 14, 2017
TURISMOFOBIA?
Boom do imobiliário e turismo aumenta a receita fiscal em 80 milhões só em IMT.
Quando o investimento produtivo regride e a especulação expande a procura de imobiliário, a trajectória da economia é sinistra.
Wednesday, May 10, 2017
TURISMO RELIGIOSO
"Fátima aguarda serenamente a enchente"
Monday, March 06, 2017
A CAIXA DE LOUÇÃ
Critica Louçã que a seguradora Fidelidade tenha sido vendida (foram as perdas da Caixa que obrigaram esta e outras alienações de activos) e a Caixa amputada de um sector primordial como complemento da actividade bancária. A questão é, no mínimo, discutível e, de momento, inoportuna.
Defende Louçã que a Caixa não deverá reduzir a sua rede balcões, e, se as actividades em Espanha foram um desastre, há balcões no estrangeiro junto de comunidades emigrantes que justificam a presença da Caixa junto dessas comunidades.
O acidente espanhol, sem que o condutor tenha sido julgado e condenado, mas transferido e promovido, deveu-se a arriscados créditos concedidos que se revelaram incobráveis. Se a Portugal faltam recursos financeiros parece absurdo que a Caixa exporte fundos que deveriam promover o crescimento em Portugal. Se a intenção é a canalização das poupanças dos emigrantes para Portugal, a forma mais eficaz é a recuperação da confiança perdida pelo sistema financeiro, tendo a Caixa enormes culpas no cartório. E não é visível, nem Louçã demonstra o contrário, que a Caixa possa sair do atoleiro onde a meteram sem reduzir custos, o mesmo é dizer, sem dispensar os meios excessivos.
Mas é sobretudo a missão da Caixa, que Louçã não aborda nesta entrevista, que deveria merecer um debate avaliador do nível de consenso possível sobre o que se espera de um banco público, administrado como banco privado, que justifique a sua razão de existir. Do ponto de vista de Louçã, a propriedade pública sustenta-se em princípios ideológicos que sobrelevam quaisquer outros, tão inamovíveis quanto os sacrossantos direitos da propriedade privada defendidos pelos ultra liberais. Qualquer discussão balizada por cerradas barreiras ideológicas é inútil.
Louçã poderia, por exemplo, defender que a Caixa, como banco público, fosse exemplar no repúdio de actividades especulativas, as eufemisticamente designadas operações de intermediação em fundos de investimento, ou transacções com offshores. Há muito tempo já, anotei neste caderno de apontamentos a necessidade de criar "bancos verdes", não poluídos, nem susceptíveis de virem a ser, de activos tóxicos; e que só esses poderiam contar, em última instância, do respaldo dos contribuintes.
Poderia, mas nisso cairia em contradição com as suas convicções ideológicas, um chapéu de abas mais largas que as da teoria económica em que Louçã é catedrático.
Friday, September 09, 2016
O COMBÓIO DOS LOUCOS
Wednesday, September 07, 2016
UM DRONE DE PELE E OSSO
- Se chove???
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Correl . - Amazon versus Alibaba
Alibaba versus Amazon