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segunda-feira, julho 08, 2019

sexta-feira, dezembro 28, 2018

“Photo Ark”


“Photo Ark”
exposição da National Geographic, mais vista em todo o mundo, na Cordoaria Nacional. 
É a grande exposição de Joel Sartore, uma autêntica arca de Noé fotográfica. 

sexta-feira, novembro 17, 2017

Pego do Altar




Uma ponte que já não se avistava 
há 17 anos 
mostra a gravidade da seca 

terça-feira, maio 10, 2016

Ribeira dos Caldeirões


Ribeira dos Caldeirões
S. Miguel - Açores

sábado, junho 20, 2015

GENESIS



GENESIS
Levei lá a minha neta Rafaela que tem sete anos.
No caminho ela receava "ir levar uma ganda seca".
Mas acabou por ver a exposição muito divertida e eu deixei-me conduzir por ela, seguindo o percurso das fotografias que mais a interessavam.
Recomendo vivamente que levem os filhos e netos para lhes falar sobre as maravilhas do planeta e a grande diversidade dos humanos e das suas vidas.
Depois não se esqueçam de lhes falar da enorme aventura que foi a vida do fotógrafo, o grande homem Sebastião Salgado.

sábado, agosto 30, 2014

Os dados e as teorias


Uma arreliadora "interrupção" no aquecimento global, que está a ocorrer desde o início do século XXI, está a levar alguns cientistas a inventar explicações para o fenómeno.
Partilho há muito, sem saber, a fundamentada opinião de João Corte-Real (publicada no Expresso de hoje)

sábado, agosto 16, 2014

Eh pá, estou a banhos


Eh pá, estou a banhos

segunda-feira, junho 30, 2014

Agricultura



Ontem, foi dia do senhor, mas fartei-me de trabalhar no campo.
Eu só uso o carro porque não tenho tractor e por vezes tenho que levar material pesado para longe da casa. Este fim de semana tive que levar as tubagens para estender a rega a umas dezenas de árvores que foram plantadas ao fundo do terreno

quarta-feira, julho 03, 2013

Requiem por um pássaro

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Requiem por um pássaro
Hoje assisti à morte de um pássaro.
A morte de qualquer animal impressiona sempre mas os pássaros é como se fossem mais vivos do que os outros.
Ele estava pousado e imóvel, este pássaro de palmo, e abria o bico como se quizesse gritar. 
A minha aproximação causou-lhe terror apesar do estado em que se encontrava. Como eu não sabia o que fazer afastei-me.
Quando tornei a olhar ele tinha caído de borco.
Aproximei-me de novo e assisti consternado ao estrebuchar que terminou num longo estiramento das patas.
Depois foi a imobilidade e um olho aberto e muito fixo que marcou o meu dia.

terça-feira, dezembro 11, 2012

Uma imbecilidade que contribui para o défice

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Uma imbecilidade que contribui para o défice

Nos últimos tempos tem vindo a alastrar o número de autarquias que põem em funcionamente estas "coisas" que sopram folhas e lixo, em todas as direcções, em substituição das vetustas vassouras.
Duvido que aumentem a produtividade dos varredores mas, mesmo que tal aconteça, é à custa dos seguintes inconvenientes:
1. Custo da máquina

2. Custo das reparações e manutenção ao longo da vida útil
3. Custo do combustível que alimenta o motor
4. Poluição sonora bastante incómoda
5. Poluição do ar com os gases de escape.

Os parques e jardins onde este objecto demoníaco entre em acção deixam de ser bucólicos locais de descontracção e repouso para se tornar espaços "industriais".

Os nossos ecologistas fanáticos parecem ser insensíveis a isto.

segunda-feira, outubro 29, 2012

Hoje chove, mas ontem...

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Ontem, conseguia-se ver claramente o Cabo Espichel a 45 km de distância.


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domingo, outubro 02, 2011

Vida selvagem



Isto era o que se podia ver hoje de manhã ao pé da ponte Vasco da Gama na margem norte.

quarta-feira, agosto 03, 2011

Uma catástrofe a menos

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Luiz Carlos Molión, professor da Universidade Federal de Alagoas, no Brasil, e representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Metereológica Mundial (OMM), não acredita no aquecimento global provocado pela actividade humana.
Polémico, com um discurso simples e claro, o metereologista brasileiro defende que a subida das temperaturas nos últimos anos está relacionada com a actividade do Sol e com os oceanos, que ele considera os dois grandes reguladores do clima global da Terra. Por isso, afirma que o planeta vai arrefecer nos próximos 20 anos.


Defende que as emissões de dióxido de carbono de origem humana são incapazes de causar o aquecimento global da Terra. Porquê?
Quando verificamos a variação do dióxido de carbono ao longo dos últimos 150 anos, percebemos que não se relaciona com a temperatura. Por exemplo, entre 1925 e 1946, houve um aquecimento muito forte, principalmente no Árctico. A temperatura subiu no Árctico mais de 4 graus centígrados. Mas em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, as actividades humanas lançavam apenas 6% do carbono que lançam hoje para a atmosfera.  
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Então o CO2 nunca controlou o clima global?
Exactamente. Os cilindros de gelo mostram muito bem isso: a temperatura sobe antes e só cerca de 800 a 1.200 anos depois é que o CO2 sobe.
Porquê?
Quando os oceanos estão frios, durante as eras glaciares, a produtividade do plâncton e das algas é muito grande e, por isso, tendem a fixar o CO2. Quando ocorre um aquecimento, há maior libertação do CO2 que estava dissolvido na água do mar, o que significa que o CO2 que está hoje na atmosfera não é necessariamente de origem humana, muito pelo contrário: o carbono que a actividade humana lança na atmosfera é apenas 3% de todos os fluxos naturais que saem dos oceanos, dos solos e da vegetação.  
...
Há cientistas que têm manipulado os dados para forçar o aquecimento global? 
Sim, no caso do Instituto Godard de estudos espaciais da NASA, onde trabalha James Hansen, o pai do aquecimento global, ele publicou um gráfico de temperaturas em 1999 e outro em 2008 em que se vê claramente que, sem justificativa científica alguma, as temperaturas das décadas de 1930 e 1940 foram rebaixadas. E as mais baixas, relativas às décadas de 1950 e 1960, foram elevadas, para dar a impressão de que a tendência é de um aumento contínuo das temperaturas globais da Terra, quando na realidade não é. 


Vale a pena ler na íntegra esta entrevista publicada no Expresso (Única) da semana passada.
No meio de tantas catástrofes eminentes é reconfortante não se confirmar que, com os nossos gestos mais inocentes, estamos a provocar mais outra.


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terça-feira, setembro 21, 2010

A China vai liderar nas energias limpas?

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TIANJIN, China — A China, maior poluente do planeta, lançou um amplo programa de apoio ao desenvolvimento de energias limpas, dos biocombustíveis ao setor eólico, um atrativo para empresas estrangeiras que enfrentam restrições orçamentárias em seus países. Em um laboratório perto de Tianjin (norte), especialistas criam bilhões de micro-organismos com o objetivo de produzir enzimas capazes de transformar os dejetos industriais em biocombustíveis não poluentes.
O local pertence à Novozymes, empresa dinamarquesa inserida no cada vez mais numeroso grupo de companhias estrangeiras que se beneficiam dos investimentos da China nas tecnologias verdes.
"A situação nunca foi tão boa", declarou à AFP o presidente da Novozymes China, Michael Christiansen.
O governo chinês anunciou uma verba de 750 bilhões de dólares para desenvolver energias limpas durante a próxima década. A meta é cobrir 15% das necessidades de consumo com fontes energéticas renováveis até 2020.
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"Aparentemente, a China possui no momento os estímulos mais eficazes para a produção de energias renováveis", destacou o analista Michal Meidan, do Eurasia Group, consultoria especializada em análises de risco político.
A demanda de financiamento para o desenvolvimento de energias limpas na China pode alcançar 450 bilhões de dólares até 2020, segundo o jornal China Daily.
Ler o artigo completo AQUI

A propósito: em Setembro de 2009 visitei a Universidade de Tianjin, cidade costeira a 120km de Pequim e a ela ligada por combóio de alta velocidade, onde tive oportunidade de conviver com os portugueses que lá estudam mandarim e com os chineses que lá estudam português.

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sexta-feira, agosto 27, 2010

Cabras-bombeiro

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Um projeto que aposta na utilização de cabras para prevenção de incêndios florestais em territórios transfronteiriços foi hoje apresentado na Guarda por um agrupamento de cooperação territorial, que abrange 187 entidades de ambos os lados da fronteira.

O responsável que apresentou o plano numa sessão realizada no Governo Civil da Guarda, referiu que a ideia é fazer com que os animais atuem como "limpadores naturais" dos campos agrícolas abandonados e montes, "deixando livres de vegetação zonas de potencial perigo de incêndio".

A partir de 2011 serão distribuídas 150 000 cabras pela área do AECT e os animais funcionarão como um "método natural para a limpeza das florestas e dos campos", disse.
Lusa, 25.08.2010

Uma ideia fantástica. E quando as cabras-bombeiro envelhecerem ainda podem proporcionar uma saborosa chanfana. 

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sábado, agosto 14, 2010

Até tu, Calantha ?

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Mas há também, e cada vez mais, os que preferem ir-se embora para se poderem realizar na sua profissão, em lugar de ficarem a caluniar e insultar tudo e todos nos comentários da net. Esses, são o pior sintoma que nos podia atingir, porque, sendo certo que sempre fomos um país de emigração, temos agora uma jovem geração de emigrantes que não foge nem da miséria nem de uma ditadura: foge do próprio país.
(Miguel Sousa Tavares no Expresso de hoje)

A viagem da tartaruga-comum Calantha, devolvida à natureza em Setembro depois de ter estado 25 anos aos cuidados humanos, atingiu hoje os 10.033 quilómetros, num percurso de travessia do oceano Atlântico.
De acordo com os dados disponibilizados por um transmissor colocado na carapaça, a Calantha (Caretta caretta) está agora a aproximar-se da República Dominicana. Segundo o Zoomarine, entidade que reabilitou a tartaruga, o seu “destino parece já estar definido”, mas “para a equipa do Zoomarine continua a ser uma incógnita”.
(Público, 14.08.2010)

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domingo, maio 16, 2010

O tempo de todas as ficções

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Hoje fui, pela primeira vez este ano, à "minha praia". Areia deserta a perder de vista e este OPNI (Objecto Pousado Não Identificado).
Uma espécie de disco voador com cinco metros de diâmetro ? Sinal indecifravel de uma civilização galáctica nestes conturbados tempos de bancarrota ?
Deixemo-nos de ficções. Para isso temos o Senhor Engenheiro.
Deve ser apenas uma bóia marítima de sinalização que se soltou do fundo e o mar trouxe.
Ou então...




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domingo, abril 18, 2010

Primitivos actuais

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Os vulcões da Islândia, e as suas espectaculares consequências para o tráfego aéreo, estão a dar novo alento aos discursos do tipo "pecado e expiação".
Pessoas educadas, aparentemente na posse das suas faculdades mentais, referem-se às erupções como um "castigo" ou pelo menos um "aviso" da natureza.
Como qualquer curandeiro numa ilha perdida do Pacífico, culpam a "desobediência" humana e dissertam sobre a arrogância com que ousámos acreditar nas nossas tecnologias.

Pessoas de fato e gravata, num anacronismo inconsciente, recuperam o discurso dos aborígenes e dos bosquimanos. Como se a natureza fizesse alguma coisa para comunicar com estes seres chamados homens, dignos mas irrisórios, que o tempo, com toda a naturalidade, verá desaparecer.
A natural precariedade da raça humana não se coaduna com a prosápia dos comentadores no prime time televisivo.
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sexta-feira, abril 16, 2010

Precariedade



Alastra o sentimento de precariedade, muito para além do habitual. Até há pouco tempo o adjectivo estava de certa forma circunscrito à contratação dos jovens, o famigerado trabalho precário.
Agora abrimos o New York Times e lemos que Simon Johnson, professor do MIT, equiparou o financiamento de Portugal a um esquema em pirâmide (como o utilizado pelo gestor norte-americano Bernard Maddof que lhe valeu a prisão perpétua).
O tal economista diz também que Portugal, tal como a Grécia, em vez de abater os juros da sua dívida, tem refinanciado os pagamentos de juros todos os anos através de emissão de nova dívida, chegando mesmo ao ponto de dizer que "vai chegar a altura em que os mercados financeiros se vão recusar pura e simplesmente a financiar este esquema ponzi".

O cidadão que ainda em Setembro, durante a campanha eleitoral, pensou estar a assistir a um salto em frente do país, feito de TGVs, de aeroportos e outras maravilhas, descobre-se subitamente falido e depreciado. Que outras coisas estarão a ocultar-lhe neste preciso momento ? Teme um futuro precário.

Mas não são só os enredos dos homens, e as suas ganâncias, que tornam o mundo imprevisível. Basta um pequeno vulcão da Islândia (onde há tempos acontecera um outro cataclismo mas de natureza bancária) para parar o tráfego aéreo em metade da Europa. À conta disso os checos ficaram-nos com Cavaco por tempo indeterminado.

Andam os homens do aquecimento global tão preocupados com os nossos maus hábitos e afinal basta meia dúzia de grandes vulcões entrarem em actividade para a mobilidade e a logística do planeta regressarem ao século XIX. Como se tal não bastasse as núvens vulcânicas, ocultando o Sol durante meses, podem provocar consequências muito graves na produção de alimentos e condenar à morte milhões de pessoas.

Trabalho precário, civilização precária e planeta precário: está criado o terreno fértil para o nascimento de uma nova super religião com liturgia pela internet.

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quinta-feira, abril 08, 2010

Hábitos de rico em país de pobres

(fotografado com o telemóvel)


Percorro este passadiço sobre as àguas, em frente ao Pavilhão de Portugal na Expo, quase todos os dias desde há vários anos. Regularmente regressa uma equipa de manutenção que se dedica a substituir as ripas de madeira do pavimento que entretanto apodreceram ou se partiram.

Que o arquitecto não se tenha lembrado de que a madeira, naquelas condições ambientais, iria ter um elevado custo de manutenção é lamentável. Que os gestores da Parque Expo ainda não tenham resolvido substituir as ripas por outras mais resistentes e duráveis (PVC ?) é ainda mais inaceitável.

Por todo o país este tipo de desleixo é multiplicado por milhares de casos. As obras querem-se lindas, para encher o olho, mas ninguém se preocupa muito com aquilo que se vai gastar na sua manutenção. Quem vier atrás que feche a porta.

Por isso já nem ficamos admirados quando nos dizem que foi comprada uma frota de helicópteros sem cuidar de negociar, à partida, um contrato de manutenção. A gravidade é maior mas o desleixo subjacente é o mesmo.

Hábitos de rico em país de pobres.
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