Numa tarde luminosa caminho ,sem pressa
namoro vitrines , admiro a beleza surpreendente
da paisagem,
colho flores, anseio por qualquer poesia, uma palavra
que chegue logo, descortinando algo diferente
desses que mudam tudo até o que nem sei
que precisa ser mudado , enquanto isso a vida segue
lesmamente ,encharcada. De ternuras.
(2026,maio)
liscosta
simplesmentelis,outrblog
Será que a tarde parou para te ver passar?
ResponderExcluirQue beleza essa imagem: o desejo de transformação ("que mudam tudo até o que nem sei") e a calmaria arrastada do cotidiano ("a vida segue lesmamente").
E a poesia pede passagem...
um bom final de semana!
Ternuras e nostalgias é muito bom Lis ´,~`)
ResponderExcluirBom e belo fim de Semana pra vocês, beijinhos .
Muito lindo e caminhar sem pressa tudo vendo e percebendo é bom demais!
ResponderExcluirbeijos, chica
Que bom que a vida está seguindo em bom rumo! As lesmas sabem das coisas. Presa pra quê?
ResponderExcluirHá que saber apreciar tudo o que de belo, uma tarde luminosa tem para nos oferecer.
ResponderExcluirLindo o poema e a foto.
Beijos e um excelente fim de semana
Nada melhor que este estado de paz, de voar sem asas, de sentir a leveza das horas, que lentamente passam sob nossos passos lentos.
ResponderExcluirBom domingo e feliz semana.
Bjs
São estes rebentos que vão aparecendo por aqui nesta primavera.
ResponderExcluirEste ficou lindo!
Receba abraço
Palavras que gostaria de ter roubado ao Eros.
ResponderExcluirAli, no tronco, uma nascência (talvez a palavra não exista)
que me parece lagarta já transformada em borboleta, no seu
namoro suave numa tarde de calmaria.
Um domingo bonito para si, Lis.
Por cá estamos morrendo de calor.
Beijinhos
Olinda
Que bom passear sem pressa com o olhar posto no que nos rodeia, qual andarilho desta Era.
ResponderExcluirMuito bela a forma de te expressares, Lis.
Um grande abraço.
Boa Semana pra vocês Iis ´,~`)
ResponderExcluirBeijinhos.
A natureza tem paisagens surpreendentes!
ResponderExcluirIsabel Sá
Brilhos da Moda
Contigo, permanece a alegria, riso branco de açucenas, como a ternura do nascer, que brinca nos teus olhos como se fossem lágrimas...
ResponderExcluirBoa semana Lis. Abraços!
Vida lesmamente encharcada de ternuras... que expressão poética mais bonita, você é mesmo poeta.
ResponderExcluirBoa semana minha amiga.
Um abraço.
Boa tarde Lis
ResponderExcluirO poema tem uma delicadeza muito própria, essa caminhada sem pressa transforma-se quase numa travessia interior, onde o olhar sobre o mundo acaba por revelar desejos escondidos da alma. Gostei especialmente da forma como a poesia surge como algo esperado e necessário, capaz de “mudar tudo até o que nem sei que precisa ser mudado”.
Há ternura, contemplação e uma melancolia suave que escorre pelos versos como chuva mansa. O fecho deixa uma sensação bonita de continuidade da vida, mesmo quando ela segue “lesmamente”, mas ainda assim encharcada de afeto.
A foto está muito bela.
Deixo um beijo
:)