Será mais difícil descobrir um quadro na Quinta Patini ou a identidade original do repórter Mário João? Só uma leitura atenta desta história publicada na revista Zorro, números 130 a 143, vos poderá ajudar numa resposta. Uma dica importante é que o desenhador é Tibet (Gilbert Gascard) e o argumentista André-Paul Duchateau.
Ric Hochet, aqui rebatizado de Mário João, um conceituado repórter, encontra nesta aventura o Camaleão, um dos seus principais inimigos, responsável por uma tentativa de atropelamento na pessoa do inspetor Navarro. Tudo surgiu no Álbum do Cavaleiro Andante, nº 193
Esta é a primeira aventura de Ric Hochet, cuja publicação em Portugal, pouco depois de ter surgido no Tintin belga, levou a que o herói fosse chamado de João Nuno, um ardina que acabaria por ser recrutado pelo jornal «A Rajada» e que conseguiu identificar o polícia entre as três sinistras criaturas que podemos visualizar na capa.
Por curiosidade, apresentamos a capa original de «Qual dos três» e convidamo-lo a ler um texto de O Gato Alfarrabista sobre esta aventura.
O momento é de euforia na blogosfera bedéfila graças à parceria ASA * Público que vai publicando «Os inimigos de Ric Hochet».
O Páginas de BD associa-se e aqui traz uma história deste herói publicada no Mundo de Aventuras nº 356, segunda série, num momento em que a coordenação era de Jorge Magalhães. Com capa assinada por Augusto Trigo, eis «O traidor contrafeito».