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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

sábado, 10 de janeiro de 2015

BD0194. A última aventura de Tommy

Para este sábado selecionámos a história «A última aventura de Tommy» publicada no MA nos fascículos 119-136 e deixamos por agora este herói sedento das atenções da bela Nancy. Temos mais algum material, mas ficará para nova oportunidade...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

BD0193. Tommy em «A história de Gig»

Apresentamos hoje nova história de Tommy que o vai apanhar numa fase mais avançada e que nos conta toda a trama de um conjunto de indivíduos que procuravam apoderar-se das carteiras dos frequentadores de circo. No final, Nancy suspira pelo casamento com Tommy...
Esta história publicada no MA nos fascículos 96-106.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

BD0192. Tommy - como tudo começou

"Atraído pelo feérico espetáculo do circo, Tommy, um garoto que vive com a irmã numa cidade americana do interior e que aparentemente não trabalha nem estuda — o que lhe dá, desde logo, total liberdade de movimentos —, enceta uma grande aventura, guiado por uma jovem que promete abrir-lhe as portas daquele mundo exótico e maravilhoso". - Palavras de Jorge Magalhães em O Voo do Mosquito.
Aqui fica um álbum com várias aventuras de Tommy em língua inglesa.

HBD048. Tommy, o rapaz de circo

Tommy MA 62
“Tommy, o Rapaz do Circo” (Tommy of the Big Top) é uma série em tiras diárias criada por John Lehti, cuja publicação nos jornais norte-americanos teve início em 28 de Outubro de 1946.
 
A sua estreia em Portugal ocorreu no nº 898 (31 de Janeiro de 1948) d’O Mosquito, onde alcançou grande êxito, a par de outras famosas séries americanas como Príncipe Valente, de Harold Foster, e Necas, Tonecas, Barbaças e Leocádia (The Katzenjammer’s Kids), de Rudolph Dirks e Harold Knerr.
 
A publicação n’O Mosquito somente foi interrompida no nº 1156 (22 de Julho de 1950), quase ao mesmo tempo que a do Príncipe Valente, porque os respectivos encargos autorais eram incomportáveis para a revista, que já se debatia com a forte concorrência do Mundo de Aventuras.

Foi então a vez deste juntar “Tommy, o Rapaz do Circo” à extensa galeria de heróis americanos que povoavam as suas páginas. E, por coincidência, Tommy estreou-se no nº 62, da 1ª série (19 de Outubro de 1950), ao lado de dois personagens que viriam também a conquistar os favores do público: Mandrake e Tomahawk Tom, este último uma criação portuguesa, com a marca de Roussado Pinto e Vítor Péon.
 
Infelizmente, pouco tempo depois, em 11 de Novembro desse mesmo ano, saiu a última tira de Tommy of the Big Top (inédita no MA). Cansado da árdua rotina da tira diária, John Lehti resolveu pôr o seu juvenil herói de parte, para se dedicar a outros projectos, entre eles uma página semanal focada em temas bíblicos, com o título Tales of the Great Book, que viria a obter êxito mais retumbante.
 
E foi este o imerecido destino de “Tommy, o Rapaz do Circo”, uma história diferente, única no seu género, cheia de ternura, emoção e peripécias divertidas — que, apesar da sua curta carreira, conquistou o coração dos leitores nas décadas de 40 e 50, mostrando por dentro o maravilhoso mundo do circo, onde a aventura, a acção, o amor e o perigo também estavam presentes, de forma amena e realista.
 

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