Paraquemgosta de música, não há nadamaisespecialqueumshow ao vivo. A expectativaqueelecria, a torcidaparaouvirsuamúsicafavorita no repertório do artista, a emoçãoquando a luz se apaga e os primeirosacordes começam, o cantar, dançar, pular, pedir bis.
O blog inicia hoje uma compilação dos 15 melhoresshowsqueeujá fui na minhavida. Obviamente uma listapessoal e, justamenteporisso, uma quenão tem a pretensão de sermelhoroupiorque a de ninguém. Quero apenasdividirumpouco dessa nossapaixãomútuapormúsica e vernoscomentários as listas dos 15 melhoresshows da vida de vocês.
A lista vai emordemcrescenteemimportância. Abrindo em 15° lugar, o showque o Deep Purple deu no dia 14 de março de 1997 em uma discotecaemVinhedo. Umlugarabsolutamenteimprovávelpara a apresentação de uma das grandesbandas do rock. Porissomesmo, a banda encontrou umpúblicomais do queanimado. E correspondeu comumshowcommuita garra e vibração. O vídeo acima é da turnê deles naquele ano, só para dar uma idéia do que foi ver Ian Gillan cantando muito, enquanto o resto da banda criava o impacto sonoro costumeiro.
Jáque estou vivendo virado (e meupobrecorpoem litígio comminhamente, que se vêobrigada a trabalhar no fusoeuropeu), vamos continuar celebrando musicalmente a noite, sempretema de ótimas músicas. Como “Black Night”, do Deep Purple, um dos riffs de guitarramaisfamosos da história. Boa audição!
O quenãofalta no Deep Purple é músicaque serve de trilhasonoraparaqualquervídeosobrecorridas. Além das óbvias “Speed King” e “Highway Star”, que falam exatamentesobrevelocidade, outrostemastambém fazem lembrar uma corrida. Deve serpelaqualidade do “rockorquestra” da banda, queemsuacomposiçãomaisfamosa teve cincomúsicosgeniais, do vocalista ao baterista. É porissoqueaqui deixo a linda “Child in Time” em uma versão “arrasa quarteirão”. O início lento, como que antecipando uma largada, e que culmina num delicioso duelo de solos e frases de guitarra e órgão, como se fosse uma verdadeira disputa por posições. Esses carassãodemais!
Na pauta desse blog, discussõessobre a Fórmula 1 emtodos os seusaspectos: histórias do passado, análises do presente, bastidores da cobertura e curiosidades. E muitamúsicaparatemperar essa mistura de razão com a paixãoque o automobilismo desperta.
Repórter de Fórmula 1 do Grupo Bandeirantes de Rádio, do diário Lance e da revista Racing. Apreciador de boa música, viagens e velocidade. Guitarrista amador, corredor de rua e piloto virtual.