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quinta-feira, 12 de julho de 2012

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Pensar e Falar Angola

Mapa FILDA 2012

Pensar e Falar Angola

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Feira alimentícia arranca hoje com 130 empresas

Pelo menos 130 empresas, nacionais e estrangeiras, vão participar a partir de hoje (quinta-feira) na 5ª edição da Feira alimentícia a decorrer nas instalações da Feira Internacional de Luanda (Filda), até ao próximo domingo, dia 26.

De acordo com os organizadores, das 130 empresas 100 são nacionais e as outras 30 estrangeiras. Este ano a exposição vai decorrer numa área de 10 mil metros quadrados, correspondentes aos pavilhões I e II.

Entre as empresas participantes destacam-se as firmas Tanamont, Animarket, Angoalissar, Angolaves e o Projecto Aldeia Nova. Quanto aos países realce vai para as participações de Portugal, da Itália e África do Sul.

Alimentícia Angola é uma feira dedicada a alimentação, bebida e restauração, sectores que nos últimos anos tem conhecido um crescimento assinalado, cujos resultados podem ser mostrado na feira.

Pensar e Falar Angola

terça-feira, 27 de julho de 2010

FILDA 5 dias

Com um sentimento de satisfação por parte de muitos expositores nacionais e estrangeiros, já que os objectivos foram concretizados, termina hoje a 27ª edição da FILDA, depois de cinco dias de exposição na maior bolsa de negócios de Angola.
Patrícia Patrício, directora de Marketing da Movicel, diz estar satisfeita com esta edição da FILDA. "O evento tem vindo a demonstrar uma evolução significativa, no que toca à capacidade de resposta da instituição face ao quadro de exigência dos expositores", assinalou.
Na sua opinião, a organização da feira conseguiu dar respostas às questões básicas como a electricidade, a água, segurança, tendo-a considerado presente e cooperativa. "Esta Filda teve visitas ilustres e isso faz-lhe ganhar uma projecção nacional e internacional", disse.
A operadora de telemóveis está a passar por uma nova fase que tem a ver com o processo de divulgação da sua nova marca. "O vermelho faz parte do nosso ADN, por isso vai permanecer. Neste momento, aqui na FILDA, está voltado para o lançamento da marca, que embora continue com o mesmo nome, cor e símbolo, ganha agora uma nova assinatura", explicou Patrícia Patrício.
Os números, quer de participantes quer de visitantes, e o fluxo de negócios e contactos é resultado de um amplo trabalho de divulgação desenvolvido pela organização, que providenciou as condições para que tudo fosse possível. "E está a ser possível. Esta é uma feira muito bem conseguida. A segurança, luz, água e até o cenário, ­melhoraram significativamente", disse, Jorge Trevelino, director-geral da Morelate, distribuidora de peças para camiões e autocarros.
O vice-presidente da BP, Paulo Pizarro, considerou que o resultado da boa organização da feira é também um reflexo do momento que Angola vive, tornando possível ver uma feira a ocupar os seus seis pavilhões e até parte considerável do exterior.
A responsável da Chaimassage Angola, Daniele Silva, disse ter conseguido satisfazer os seus ­objectivos. Divulgar os seus serviços e dar a conhecer a importância da massagem e até contactos com empresas, foram aspectos bem concretizados, daí a sua satisfação.
Tayce Luzie de Araújo, responsável pela empresa Grupo Roque, que se dedica à comercialização de pratos de alumínio, panelas, formas de bolo e panelas de pressão, é também uma das muitas que pode fazer um balanço positivo da FILDA. Com todos os artigos vendidos, a expositora já pensa num possível regresso na edição do­próximo ano. "Consegui vender todas as peças e, como se não bastasse, encontrei distribuidores para os nossos produtos em Angola", disse.
"A minha satisfação é grande", sublinhou, "não apenas pelo facto de ter conseguido encontrar parceiros mas também por ter sido uma FILDA bem concebida, onde foi possível encontrar consumidores finais e profissionais ao mesmo tempo. É ainda mais satisfatório quando aparecem muitos visitantes profissionais. E isso foi evidente", referiu.


quarta-feira, 21 de julho de 2010

FILDA2010

A 27ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA2010) abriu ontem.
A Angop constatou que, até ontem, 754 stands, dos 700 previstos, já estavam montados e aguardavam acabamentos e decoração.
O evento, que dura cinco dias, junta 300 expositores e espera pela visita de cerca de 40 mil pessoas. A Alemanha e a Espanha são dois dos tradicionais participantes e trazem 27 e 24 empresas, respectivamente, de diversos sectores económicos.
Para a presente edição, ambos países trouxeram mais empresas que o ano transacto. A Alemanha faz-se representar com 27 empresas, mais oito em relação a 2009, enquanto a Espanha entra com 24, mais duas comparativamente à última edição.
Os dois países europeus trazem empresas de vários sectores, entre eles energia, infra-estruturas, telecomunicações, máquinas e automação, engenharia civil e construção de sistemas, comércio e agricultura.
Da lista de expositores da Alemanha constam empresas como a Bauer (Angola), Weicon Gmbh e CO, Repulp Gmbh, ao passo que da parte da Espanha estão alistadas as firmas Obrerul, Grupo Isastur, Asthus Agricols, Olipes Mecapisa, Svelt, Atox fundicions e Infiesta.
O certame decorre sob o lema "Indústria transformadora, aposta imprescindível para o equilíbrio macroeconómico de Angola". Estão inscritos para o evento, entre outros países, empresas da Áustria, Argentina, Brasil, China, Cuba, República Checa, EUA, Espanha, Emirados Árabes Unidos, França, Inglaterra, Israel, Japão, Malásia, Noruega, Paquistão, Polónia, Portugal, Suécia, Tailândia, Turquia e Uruguai.
A FILDA é uma feira de negócios que junta, anualmente, desde 1983, empreendedores nacionais e estrangeiros, que expõem produtos e serviços, com vista ao estabelecimento de contactos para negócios.
O Parque de Feiras está implantado numa área de 3,4 hectares de terreno. A área de exposição está distribuída por cinco pavilhões, com dimensões entre os mil e os cinco mil metros quadrados, adequando-se às necessidades dos diferentes certames e eventos.

Emprego

Mais de duas centenas de jovens, maioritariamente meninas, com idades compreendidas entre os 18 e 30 anos, acorreram domingo ao "quintalão da FILDA", com o propósito de conseguirem um emprego temporário. Mas não tiveram qualquer sucesso.
Às primeiras horas, o quintalão da FILDA registava um grande movimento de jovens de ambos os sexos no seu portão principal, alguns já totalmente desesperados e outros agastados com os guardas que os impediam de entrar no local.
Falando à Angop, algumas pessoas pediram aos organizadores da FILDA maior flexibilidade e espírito humanista, para darem oportunidade a mais pessoas, visto que este ano há um elevado número de países participantes.
Sónia Monteiro, moradora do bairro Cuca, mostrou-se agastada com a organização, por achar ser o principal obstáculo do seu sonho, uma vez que orientou os guardas a impedirem o acesso às instalações da FILDA a pessoas não credenciadas.



RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...