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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Welwitschia



'Apenas' no Deserto do Namibe se encontra a célebre Welwitschia Mirabilis, da família das gnetáceas (as aspas porque me dizem existir também na Nambia e não consegui comprovar).

Esta gimnospérmica produz apenas duas folhas, que crescem toda a vida, pelo que as plantas mais velhas parecem ter várias folhas, devido ao desgaste e destruição das orlas, que se rompem longitudinalmente.


O Namibe é um dos desertos mais antigos do mundo. Há 80 milhões de anos, a areia vem sendo pacientemente depositada ao longo da costa. Quase toda a areia do Namibe vem do mar, carregada pelo aluvião do Rio Orange, ao sul, até o Oceano Atlântico, e daí levada pela corrente marítima e pelo vento até o litoral da Namíbia. O resultado desse longo trabalho é um interminável manto de dunas que se debruça sobre as águas frias do Atlântico e redesenha o mapa da Costa do Esqueleto a cada dia. Praias, baías e ilhas que os navegadores portugueses mapearam já não existem mais, porque peninsularam ou simplesmente o mar as levou. Algumas das dunas, como as de Sossusvlei, no Parque Namibiano-Naukluft, chegam a até 300 metros de altura. São, pelo que se diz, as mais altas do mundo.

Isso tudo seriam belas praias tropicais se chovesse mais do que os 15 milímetros por ano que gotejam sobre a Costa do Esqueleto (a precipitação anual da Amazónia é de 2 500 milímetros por ano). No lugar da chuva, existe uma névoa espessa que todas as manhãs invade o deserto e se alastra por até 50 quilômetros sobre o continente. Obra do singular encontro da fria Corrente de Benguela com o ar quente do deserto, a névoa, em seu caminho, vai-se depositando nas poucas espécies de plantas que vivem no deserto. Plantas essas que servem de alimento a animais como elefantes, girafas e antílopes. É assim que a vida se sustenta no Namibe.

Uma das plantas que se vem alimentando dessa forma há milhares de anos é a Welwitschia mirabilis, apelidada por Charles Darwin de "ornitorrinco do reino vegetal". A planta, endêmica do Namibe, é um milagre da evolução. Só com a névoa matinal, cada exemplar pode viver cerca de 2 mil anos. Por causa de sua estranha forma - apenas duas folhas rígidas e fibrosas acopladas a um caule grosso e achatado -, os botânicos consideram a Welwitschia uma espécie de árvore anã. Outra planta que sobrevive bem às duras condições do deserto é o melão !nara (o ponto de exclamação significa um estalido com a língua no idioma falado pela tribo nama). Com sua raiz de 40 metros de profundidade, a planta tira do lençol freático toda a água de que precisa para viver.



Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Pulgueira

A pulgueira é uma planta exótica de origem não identificada e resistente à seca e às pragas.
Os seus bagos produzem óleo utilizado para qualquer tipo de máquinas, principalmente as industriais. Até aos seis anos do seu desenvolvimento atinge uma altura de três a quatro metros, e actualmente é um lubrificante muito procurado em todo mundo.

PRECISA-SE DE UMA FOTO



Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 5 de maio de 2008

FLORA ANGOLANA

Alguns nomes próprios de plantas de Angola e sua utilidade.

-MURIANGOMBE-(Gynandropsis pentaphylla) – Erva erecta de Luanda a Pungo Andongo, que as populações usam em esparregos e como hortaliça agradável e saudável..Significado; Arvore de boi ou tripa de boi.
-MURIANHOCA ou MUNDIANHOCA ou MUNHIANHOKA - (Cassia angolensis), Arbusto semelhante a murta. A raiz è um bom sucedâneo da quina e aplica-se também sobre feridas. Raizes e sementes são excelentes febrifugos, predomina na região do Kwanza. Significado, tanto pode significar que come ou mata as cobras
-MUSAMBA -(Brachystegia tamarindoides). Arvore cujo entre casco batido da uma espécie de sarrapilheira de que os kiokos se vestiam e a que chamavam muanji ou londobi na região das Lundas.
-MUSESE-(Cassonia angolensis), Madeira forte, cor de tabaco, para construções também conhecida por Muxexe, região do Quela.
-MUSIBI ou MUSIVI- (Dialium Simsii) uma das arvores mais altas da região dos Luchazes, Baixo Cubango.Madeira muito rija e muito própria para construções .Os frutos dão um óleo avermelhado com que com que os autóctones outrora se untavam, especialmente os penteados. É melífera.
-MUSIBIRI ou MUSUBIRI-(Myrianthus arboreus) Arbusto que chega a atingir 25 pés de altura.Fruto comestível, amarelado, quase semelhante na vista de um ananás, doce,acido refrigirante. Regiao do Kwanza Norte.
-MUSOSO-(Entada abyssinica), arbusto, ou arvore pequena, muito copada com cachos densos de flores amarelas e perfumadas, muito procurada pelas abelhas. O cozimento da casca emprega-se em tosses crónicas e doenças de peito. Região do Golungo Alto.
-MUSUNGU- Um pedaço de madeira reduzida a pó muito fino, misturado com o sangue de um pintainho que è morto após o banho purificador, que se segue as danças funerárias entre os kiokos, faz uma massa com que os assistentes untam a testa, para ficarem indemnes aos malefícios dos espíritos. Região das Lundas.
-MUSUSO- Arbusto de cujas folhas se faz uma espécie de massa que entrava nas cerimonias da investidura de um novo soba. Com esta mistela se untava o soba, a sua espingarda sendo o resto colocado sobre a mahamba por todos os presentes. Região do Chitato.
MUTALA-MENHA - (Lonchocarpus sericeus-Milletia speciosa). Há varias espécies. Arvore enorme uma das mais ornamentais das florestas africanas com os seus lindos cachos de flores roxas e prateadas por fora.Vive a beira dos rios.Os cozimentos da raiz são antiescorbuticos. Região de Lufune.
-MUTAMBA-(Tamarindus indica) Do litoral. Nota-se que o fruto se chama Ditamba no plural Mutamba. A polpa das suas vagens è agradável e levemente purgante,muito medicinal.
-MUTIATI-(Copaiba mupane,Kuntz) Madeira aproveitável, região da Huila.
-MUTONGA-TONGA- (Pircunia saponacea).As populações autóctones da região do Kwanza coziam as folhas desta árvore para dela se servirem como sabão.
-MUTUNDU-Arvore cuja madeira se faz um pó que diluído em agua servia para ungir o casal no dia em que ambos se sentam na mesma esteira, depois da rapariga ter saído do nzo-ia-muianga.Costume kioko.
-MUTUNE-(Psorospermum febrifugum,Spach) Arvore pequena de que há varias espécies. A casca é um valioso anti febre e pulverizada aplicada externamente, cura a sarna. Região do Gulungo.
-MUVAMBO-O chamado pau ferro.Excelente madeira empregue outrora para pontes e pontões pela sua resistência.O salale não ataca esta madeira. Região dos Nganguelas e Luchazes.
-MUVUMA- O pó da madeira desta arvore com o de munda, mupapala,muhonga,muhuma e outras, faz uma massa que è remédio magnifico para as doenças das crianças. Mete-se esta pomada dentro de um corno e esfrega-se com ele o corpo da criança. Era uma vez uma desinteria ou sarampo. Região das Lundas.
-MUXIKONJI- Com o cha das raízes desta planta curavam-se os nativos da região de Benguela a gonorreia .
-MUXIRI-(Eriosema muxiria , Welu) Usa-se como o puko e como o bundi. As raízes desta planta aplicam-se no fabrico de uma certa cerveja muito fresca e saborosa. Também è medicinal. Região do Pungo Andongo.
-MUXIXI-(Sterculia tomentosa,Pax-) Têxtil e alimentar.Tem propriedades medicinais. Esta arvore de um caule semelhante ao do plátano cresce mesmo nos terrenos a beira mar.Da frutos de 3 compartimentos que abrindo mostram 6 filas de sementes como feijões de um preto acinzentado. O seu pó ou antes a sua cinza amassada com óleo de palma cura o zagre. Os casulos são revestidos de uma espécie de pelo loiro que se introduz na pele e è muito incomodativo.
-MUZUMBA-(Milletia versicolor) Arvore pequena. O entre casco da boas correias . Bonita madeira muito rija, dela se fazem cavilhas. Região do Gulungo.
-MUZUMBA-(Brachystegia tamarindoides,Welv.) Serve para a indústria de cortumes e de fibras têxteis. Região do planalto central.



José Carlos dos Santos Almeida
(Coleccionador)
fotos retiradas da net












Pensar e Falar Angola

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

ALGODÃO







O algodoeiro é o nome vulgar dado a várias espécies do género botânico Gossypium, da família Malvaceae. Existem cerca de 40 espécies, arbustivas, nativas das regiões subtropicais e tropicais, algumas das quais são utilizadas para a produçãoda fibra têxtil conhecida como algodão.
Em estado selvagem, os arbustos do algodoeiro conseguem atingir até 7 m de altura. As folhas são grandes, com três, cinco (ou mesmo sete) lobos. As sementes estão contidas numa cápsula, estando cada uma envolvida numa fibra felpuda designada pelo vocábulo inglês lint (plural: linters).



As fibras são colhidas manualmente ou com a ajuda de máquinas. Sendo que a forma manual de coleta é feita normalmente nos arbórea e traz um produto muito mais livre de impurezas. De uma forma ou de outra, as fibras sempre contêm pequenas sementes negras e triangulares que precisam ser extraídas antes do processamento das fibras. As fibras são, de facto, pêlos originados da superfície das próprias sementes. Estas sementes ainda são aproveitadas na obtenção de um óleo comestível.
Nos primeiros 28 dias após a abertura da flor, as referidas células crescem rapidamente em comprimento, até 91% do comprimento final. Em seguida, o crescimento dos 9% finais torna-se lento e estabiliza-se em torno dos 47-51 dias do florescimento. Aos 21 dias, a parede da célula se resume, basicamente, em cutícula e camada, fina, de celulose.



Wiki


"A neve d' Angola"
A província do Kwanza Sul foi, antes da independência em 1975, a segunda maior produtora de algodão em Angola, a seguir de Malanje uma área produtiva estimada em 41.007 hectares, nos municípios do Sumbe, Seles, Libolo, Porto-Amboim, Kilenda, Kibala, Amboim, Mussende e Conda, tendo atingido 21.835 toneladas de algodão em 1973.

A última campanha agrícola do algodão aconteceu em 1999/2000 numa área de 3.650 hectares tendo resultado na colheita de 500 toneladas e abrangeu dois mil 193 associados.

O governador da província do Kwanza Sul, Serafim do Prado, considera que estão este ano criadas as premissas para o relançamento da produção do algodão em grande escala numa área estimada em cinco mil hectares de terra aráveis na comuna da Gangula, município do Sumbe.
Foto: Henrique Oliveira
Este projecto que vai empregar cerca de mil 914 famílias, bem como a construção de infra-estruturas de irrigação com a instalação de electro-bombas para bombagem de água e assistência técnica aos produtores, tem a duração de três anos, cujo reembolso do financiamento será feito em 30 anos, com um período de graça de 10 anos.

Fonte: angop 16/01/08

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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Pitanga



Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Myrtales
Família: Myrtaceae
Género: Eugenia
Espécie: E. uniflora
Nutrientes: Vitamina A, Vitaminas do complexo B (B2 e B3), Vitamina C, Cálcio, Ferro e Fósforo





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segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Imbondeiro


Dizer que as sementes do imbondeiro são sementes terríveis, só por uma influência ocidental, perdoa-se a Saint Exupéry. Para os africanos é praticamente uma árvore sagrada.
O imbomdeiro, Adansonia digitata, L., da família das bombaceae, a mesma das ceibas.

Esta planta tem dois tipos de folhas conforme a idade.
Justificação para que no princípio do século passado fosse uma árvore considerada em vias de extinção e árvore fóssil por não se conhecer este facto e não se verem exemplares jovens com as folhas do exemplar adulto. Falta de comunicação também um pouco aqui.
Em África ouvi um nativo dizer, que o imbomdeiro só dava fruto quando mudava de roupa. Pelas populações locais esta árvore é uma árvore protegida e muitas vezes se lhe ligam sentimentos religiosos.

Nalguns locais é tido como um intermediário entre Deus e os homens. E percebe-se, pelo elevado número de utilizações que as populações locais fazem dele. As crateras que se abrem no interior do tronco, para além de poderem armazenar água, servem muitas vezes de celeiros de cereais e até de sepulturas.

As raízes algumas vezes são desenterradas para se tirar parte delas e produzir um corante vermelho, que se usa para corar olaria, madeiras e tecidos. Do entrecasco extraem-se fibras grosseiras que servem para a confecção de cordas e tecidos grosseiros.

A polpa dos frutos seca dá origem a uma farinha de sabor agradável. A farinha é rica em vitaminas C e do complexo B, de enorme valor nutricional.



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domingo, 9 de setembro de 2007

Frutos de Angola - Maboque

Ordem: Gentinales
Família: Loganiaceae
Género: Strychnos
Espécie: Spinosa do S.


O MABOQUE, Strychnos spinosa, Lam. , é uma planta indígena da África tropical e subtropical e produz excelentemente nos planaltos do sul de África. Produz fruta suculenta, doce, de cor amarela-alaranjada que contem sementes acastanhadas, duras e bastante numerosas. As flores brancas-esverdeadas crescem nas extremidades dos ramos florais (Setembro/Fevereiro). Os frutos estão maduros da época chuvosa. O fruto é esférico, liso, duro, é grande e verde (antes da maturação), tornando-se amarelo-alaranjado quando maduro. No interior do fruto estão as sementes firmemente embaladas cercadas por uma cobertura carnuda, comestível.

Nasce espontaneamente na zona de planaltos e suporta geadas ligeiras.

Os animais comem a fruta e as folhas são uma fonte de alimentação para animais de grande porte.



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sexta-feira, 27 de julho de 2007

Frutos de Angola - Maracujá

Maracujá


















Nome Botânico: Passiflora caeurulea
Um Maracujá tem um valor energético de:
78 calorias
,2.4 gr de hidratos de carbono,
5 mg de Cálcio,17 mg de Fósforo,
0.3 mg de Ferro,
684 mg de vitamina A activada,
vitaminas B2 e B5
20mg. de Vitamina C.
O maracujá é uma fruta de alto valor nutritivo. Rico em vitamina C e vitaminas do Complexo B (B2 e B5), contém também quantidades razoáveis de sais minerais como Ferro, Cálcio e Fósforo.
Os poderes sedativos do maracujá são bastante conhecidos. Ele funciona no organismo como um suave calmante. As sementes do maracujá são um poderoso vermífugo.

Receitas
(Clique em Ler Mais para ter acesso a Receitas)
<---Segunda parte do texto --->


Mousse de maracujá


Junte 70 g de polpa de maracujá concentrado e 70 g de polpa de maracujá fresco a 200 g de merengue italiano com muita suavidade. Junte depois 200 g de leite condensado a 3/4 ponto, misturando bem. Deixe arrefecer, coloque em taças e decore com caramelo ou línguas de gato.

Gelatina de Maracujá
Ingredientes:
• 30 gr de gelatina• 1 taça de agua fria• 1 lata de leite evaporado• 1 lata de leite condensado• 500 ml de leite • 1 colher de essência de maracujá• Polpa de maracujá a gosto
• Forma alta com capacidade de 1 litro
Maneira de Preparar:
1. Hidrata a gelatina em água durante 5 minutos e dissolve em banho Maria o no forno microondas.

2. Mistura e ferve os leites junto com a essência e a polpa. Retira ao iniciar a fervura e junta a gelatina até dissolver perfeitamente.

3. Verte para a forma e põe na geleira para que solidifique.

Bolo de Maracujá





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quarta-feira, 25 de julho de 2007

Frutos de Angola - Sape-Sape








SAPE-SAPE

ETIM. termo de origem Santomense.

Nome botânico - Annona spp.

Árvore da fam. das Anonáceas, também conhecida por anona ou anoneira, ou o seu fruto. A árvore pode atingir 15 m de a. As folhas, alternas, são perenes e de cor verde-escura. O fruto, cordiforme e coberto de saliências espinhosas, é segmentado, com um d. de 10-12cm, coloração exterior variando do amarelo-esverdeado ao vermelho quando o fruto está amadurecido e polpa branca de sabor adocicado. As folhas são utilizadas na medicina tradicional.


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segunda-feira, 23 de julho de 2007

Frutos de Angola - Tamarindo


O tamarindo ou tambarindo (Tamarindus indica): é rico em ácido tartárico e vitamina B1.
É uma vagem, classificada como legume, que tem casca cor de terra, dura e quebradiça. A sua polpa avermelhada e escura, fibrosa, de gosto agridoce, com alto teor de ácido tartárico (um estimulante das glândulas salivares). É rico em sais minerais, como cálcio, fósforo, ferro e cloro. Possui propriedades laxantes, porque estimula o funcionamento dos intestinos.
Para usar a polpa é preciso abrir a vagem, retirar as fibras do interior e deixar de molho em água. Depois, levar ao fogo para cozinhar durante 30 minutos e passar por uma peneira. As folhas e as flores também são comestíveis.

Receitas


(Clique em Ler Mais para ver todas a s receitas)
<---Segunda parte do texto --->




Sumo de Tamarindo

Ingredientes:• 200 gr de tamarindo,• 2 limões,• 1 ½ litros de agua,• 3 colheres de açúcar ou mel,• 3 colheres de gengibre fresco finamente ralado,• 2 colheres de cominho moído e tostado,• Folhas de hortelã.

Elaboração
Ferve o tamarindo em meio litro de agua durante 15 minutos. Extrai o sumo e a polpa através de um coador. Junta os outros ingredientes a este suco, mistura e deixa repousar 15 minutos. Filtra o suco através dum pano e dilui em 1 litro de água, juntando o sumo dos dois limões.


Flor de Tamarindo
Ingredientes:
3 folhas de gelatina½ taça de agua700 ml de agua300 gr de açúcar branco200 gr de polpa de tamarindo
Formas individuais em forma de flor
Maneira de preparar:1 Hidrata a gelatina em água e dissolve em banho María ou no forno de microondas.
2 Ferve a água com o açúcar e a polpa até os ingredientes estarem bem dissolvidos
3 Retira do fogo, deixa arrefecer e incorpora a gelatina hidratada.
4 Despeja nas formas e refrigera até que
5 Desenforma e decora com tamarindos.

Exótica de Tamarindo
Ingredientes:
Para a gelatina de tequilla:
40 gr de gelatina
100 ml de água fria1 litro de água
250 gr de açúcar refinada
3 limões,
100 ml de tequilla
Para a gelatina de tamarindo:
1 litro de água
250 gr de açúcar
40 gr de gelatina
300 ml de polpa de tamarindo
Utensilios:
1 forma com capacidade para 2 litros, previamente engordurado
Maneira de preparar:
1. Para a gelatina de tequila
hidrata a gelatina em água fria dissolve em banho Maria ou em forno de microondas.
2. Aquece a água restante com o açúcar, retira ao começar a ferver e deixa arrefecer. Junta o sumo de limão, a tequilla e a gelatina hidratada. Verte na forma e leva ao frigorifico até solidificar.
3. Para la gelatina de tamarindo
Ferve a água com o açúcar e junta a gelatina sem deixar de mexer até ficar sem grumos.
4. Junta a polpa do tamarindo, mexe bem, deixa arrefecer e deita sobre a gelatina de tequilla. Deixa na geleira até solidificar totalmente.
5. Desenforma e decora a gosto.




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RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...