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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

III Encontro de Educação Médica



Universidade Agostinho Neto
Gabinete de Informação Científica e Documentação

NOTA DE IMPRENSA
III Encontro de Educação Médica
 (Dia 07 de Novembro, no Centro de Convenções de Talatona)

O Centro de Estudos Avançados em Educação e Formação Médica (CEDUMED), realiza no dia 07 de Novembro, o III Encontro de Educação Médica, no Centro de Convenções de Talatona (CCTA), Sala de Imprensa,  a partir das 08h00, subordinado ao tema: Habilidades Clínicas e Educação Médica: Estado Actual e Perspectivas.
A actividade tem como objectivo: Debater o processo de ensino-aprendizagem médica almejando a formação de habilidades clínicas, incluindo a simulação médica, no contexto de Angola, à luz da experiência e das recomendações internacionais.
Com a realização do III Encontro de Educação Médica (IIIEEM), espera-se produzir inputs para melhorar o processo de desenvolvimento de habilidades clínicas visando a competência profissional, disponibilizando-os à academia, aos serviços de saúde e aos decisores nessa matéria.
O processo de ensino e aprendizagem na educação médica básica (e na especialização) é direccionado para o desenvolvimento das competências que o profissional deve ter, envolvendo (i) Conhecimentos, (ii) Aptidões e Habilidades, e (iii) Atitudes, Comportamentos e Valores. Este III Encontro de Educação Médica é dedicado às habilidades clínicas, entendendo por habilidades o que o graduado (ou especialista) deve saber fazer ou realizar, isto é, as capacidades para executar certos actos, resolver determinados problemas ou exercer determinadas funções que deve demonstrar (Perfil do Médico em Angola, 2009).
Os interessados em participar no  IIIEEM devem inscrever-se para o efeito, na Clínica Multiperfil.
Atendendo a importância do aludido evento, solicitamos ao Vosso Órgão de Comunicação Social a proceder à divulgação e cobertura do referido acto.

Gabinete de Informação Científica e Documentação da Universidade Agostinho Neto, em Camama, 19 de Outubro  de 2017.
   O Director

                                                           Arlindo Isabel




Pensar e Falar Angola

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Primeiro Encontro de Mulheres Angolanas na Diáspora Portuguesa

Convite/Informação/Divulgação
Primeiro Encontro de Mulheres Angolanas na Diáspora Portuguesa

“Uma reflexão sobre a sua Saúde Materna – infantil, através de Terapias da Medicina Tradicional de Angola – “Mwalakaji ou Kivwadi”
Partilhas entre mulheres de outras comunidades e o contributo saudável na integração transnacional”

Local e Data: Câmara Municipal de Odivelas
Dia: 15 de Fevereiro de 2014 das 9 às 20horas
Com o Alto Patrocínio: Da Câmara Municipal de Odivelas

Queridas
Concidadãs, Irmãs de Pátria, Camaradas e seus Companheiros
Mulheres  e Homens de Angola no País e na Diáspora
Queridas (os) Amigas (os)

Bom dia- Boa tarde-Boa noite

Em representação do Secretariado Executivo de Mulheres, Imigrantes em Portugal,
venho respeitosamente, apelar a todas as Mulheres Angolanas e seus companheiros, e aos Amigos dos Angolanos, que estejamos unidas (os) e que participemos na Encontro em epígrafe, para em conjunto analisarmos e discutirmos sobre esta matéria, tão importante para a vida de todas Nós e nossas Famílias.
A mulher Angolana sempre soube cuidar da sua Maternidade, da dos seus Filhos (as) e Netos (as). Esta forma de cuidar dos seus, foi-nos dada como herança pelos nossos antepassados.
Preocupa-nos as dificuldades que muitas das nossas Concidadãs têm vindo a sofrer nesta área, fruto das vicissitudes, como as guerras, que a nossa Pátria atravessou e claro com consequências, que afectam a todos, mas gravemente a todas as Mulheres de Angola.
Somos a maioria em número, e também, as que sempre tiveram a responsabilidade social, política e económica do País, ao longo dos séculos, claro ao lado dos nossos maridos e famílias.
Numa altura em que a humanidade vai perdendo valores Superiores fundamentais da sua Identidade, urge unirmo-nos e ajudarmos também o nosso Governo, no sentido de ultrapassarmos esta dificuldade na área da Maternidade da Mulher Angolana e que melhor que ninguém,  saberá o que melhor e humanamente lhe serve.
Compete a Nós, decidirmos, como ter os nossos Filhos, e como cuidá-los, pois são, o futuro do nosso País.

O Naipe de Oradores que vos apresentamos, no Programa em anexo, entre Filhos (as) e Amigos (as) de Angola, Diplomatas, Governantes Autárquicos, Terapeutas - Especialistas Parteiras Tradicionais, Médicos, Professores, Investigadores, Alunos, Mestres, Doutores, Políticos, Ex-Deputados, Humanistas e Defensores da Integração Social, quadros qualificados, todos altamente especializados, nas mais diversas áreas Científicas, dispuseram-se em doar do seu tempo, acolhendo este evento da Mulher Angolana e suas Amigas.

Esta atitude, só pode ser motivo mais que suficiente, para estarmos presentes no dia 15 de Fevereiro, para ouvi-los falar, sobre o que de mais novo há, na Ciência, para o nosso contributo e dos nossos filhos (as).

Queridas e Queridos Concidadãos e Amigos (as):
As Mulheres e os (as) Jovens Angolanos (as) e Portugueses, que prepararam este evento ao longo de quase um ano, merecem o nosso maior respeito e gratidão, pois, a vida de Imigrante não é fácil para ninguém, muito menos a de uma Mulher Africana e de seus descendentes.

Contamos com todas(os),  este é o início de muitos outros encontros, que se seguirão, em prol da nossa união, de forma a ajudarmos todas (os), sem excepção, o desenvolvimento do nosso País, e sempre com os amigos (as) de bem, que estiverem disponíveis em ajudar-nos.

Nós  (as) Filhos (as) de Angola, precisamos urgentemente de reencontrar o caminho da União entre todos, para levarmos a “bom porto” os destinos do País, zelar pela saúde materna- infantil é a demonstração da nossa preocupação e vontade de mudança, na salvaguarda das Futuras Gerações. Um Apelo também das NAÇÕES UNIDAS, onde a maioria dos Governos no mundo têm assento.

Será pois, uma Honra estarmos juntas (as). O Futuro do País depende de todos, mas especialmente, da Mulher Angolana, é ela quem gera os Petizes, que um dia serão Homens e Mulheres do Futuro, que queremos sejam saudáveis e equilibrados. É Nossa Responsabilidade, é responsabilidade de todos os autores sociais Homens e Mulheres.

Aguardamos com Carinho, pela Vossa presença. Obrigada

Kandando Angolano, e desejos de um ano de 2014 Muito Feliz e Próspero.                                                                  Odivelas, 26 de Janeiro de 2014


Zinha Dombele Vemba
(Coordenadora do Secretariado Executivo)



P.S.: Em Anexo Programa.



Sábado: 15 de Fevereiro de 2014
Horário: Das 09 às 20 horas
Local: Auditório da Câmara Municipal de Odivelas

Inscreva-se já, participe e divulgue. Obrigada.

Contacte o nosso Secretariado.
Contactos:
Telemóveis: (965550939; 967916689; 927551758).
Organização /Coordenadora Executiva: Zinha Dombele Vemba
Emília Massaqui, Júlia Lopes, Filipa de Carvalho de Andrade; Rosa Mayunga, Anaelisa Costa Reis.



Pensar e Falar Angola

quinta-feira, 1 de julho de 2010

A Malária - impacto económico em Luanda


A governadora de Luanda, Francisca do Espírito Santo, afirmou na Faculdade de Medicina, em Luanda, que a malária é um fardo para a economia do país, por causar absentismo laboral e escolar.
A governadora Francisca do Espírito Santo, que discursava na abertura do Fórum Nacional de Parceiros na Luta contra a Malária, organizada pela Rede Nacional de Jornalistas, afirmou que a malária é responsável pela perda, em média, de 25 a 27 dias úteis por ano provocada por cada cidadão angolano, por razões de saúde.
Francisca do Espírito Santo, citando fontes ligadas ao Ministério da Saúde, informou que um estudo feito em 1995 sobre o impacto económico da malária em Angola estimou um custo global anual em torno dos 125 milhões de dólares.
A governadora referiu que a província de Luanda tem implementado um programa integrado de controlo da malária que contempla o combate às larvas e ao mosquito adulto através da fumigação intra e extra-domiciliar.
“E para que essas medidas surtam efeito, são utilizadas viaturas, equipadas com pulverizadores manuais, distribuídas biolarvecidas às famílias, mosquiteiros impregnados com insecticidas a crianças e mulheres grávidas e feito tratamento dos charcos de mosquiteiros”, afirmou.
A governadora de Luanda reconheceu a importância do envolvimento dos jornalistas na luta contra a malária, daí que tenha elogiado a classe. O vice-ministro da Comunicação Social, Manuel de Carvalho “Wadijimbi”, defendeu, na ocasião, uma maior especialização dos jornalistas que frequentemente trabalham com matérias ligadas à saúde pública, para que possam divulgar as informações com mais profundidade e eficácia.
Manuel de Carvalho disse que, uma vez que os media exercem um papel importante no combate à malária e grandes endemias, deve-se impor o reforço da aposta na formação e superação técnico-profissional dos jornalistas sobre saúde pública, para que abordem com profissionalismo e rigor o assunto.
“Esse profissionalismo vai contribuir grandemente para a mudança de comportamento e de atitude e na melhoria da qualidade de vida das populações e dos cuidados de saúde”, sublinhou Miguel de Carvalho “Wadjimbi”, na abertura do encontro sobre a malária, que terminou no mesmo dia. Manuel de Carvalho salientou que o Ministério da Comunicação Social está a envidar esforços para expandir o sinal da rádio, da televisão e a presença da imprensa pública em todo o território nacional, para que toda a população possa estar bem informada sobre os cuidados a ter na prevenção e combate à malária. Quem também discursou foi o embaixador dos Estados Unidos da América, Dan Mozena, para quem os angolanos não devem aceitar a morte por malária como sendo o ciclo natural da vida, porque a doença pode e deve ser evitada, assim como erradicada como fizeram países do continente africano.
Dan Mozena revelou que, para este ano, a Assistência Americana para o Combate à Malária aumentou de 18 milhões para 32 milhões por ano a ajuda a Angola.


Pensar e Falar Angola

quarta-feira, 28 de maio de 2008

MEDICINA TRADICIONAL ANGOLANA



A medicina tradicional angolana (MTA) tem aproximadamente cerca de 4000 anos de existência e tem origem na cultura dos Sam (hotentes) e bantu maioritariamente. Remonta às comunidades tribais da sociedade primitiva angolana. A sua teoria básica surgiu da observação empírica das relações do homem com o meio ambiente. O homem primitivo, observando os fenômenos que ocorrem na natureza conseguiu criar uma estrutura conceitual filosófica, que permeia até aos dias actuais a cultura angolana. Todo esse conteúdo filosófico foi transposto para o corpo humano, dando origem aos conceitos filosóficos da teoria básica da medicina tradicional angolana (MTA).


Antes da chegada dos europeus, ao território que, passou formalmente a chamar-se Angola, depois da Conferência de Berlim de 1884-85, que ocorreu (8 séculos depois da chegada dos bantu e quatro séculos depois da chegada de Diogo Cão), já habitavam ali vários povos: hotentotes, bantu entre outros. Esses povos, como todos os outros povos do mundo, também tinham problemas de saúde, desde pestes, epidemias, doenças incuráveis, doenças espirituais e emocionais, bem como tantas outras, que surgiam nas comunidades, pelo contacto com os estrangeiros que ali aportavam para melhorar as suas economias, com as riquezas de Angola.


Sem contar com apoio da ciência, da medicina ocidental e suas estruturas, fundos internacionais, formação universitária e sem pretensão ao exercício da medicina, os Imbanda (curandeiros), eram capazes de diagnosticar, prevenir, tratar e curar as doenças próprias da época, hereditárias ou não. Era obrigatória após o parto, a conservação do cordão umbilical na almofada do bebê, para mais tarde ser usado em tratamentos, caso surgisse alguma doença inesperada.


Através do naturalismo e a troco de quase nada, os Imbanda, asseguraram no passado, a saúde pública das várias gerações de famílias angolanas, com seus conhecimentos e experiência em terapêuticas organizadas a partir dos recursos naturais agrícolas, florestais, hídricos, e minerais de Angola.

Uma das grandes dificuldades do modelo da medicina tradicional angolana (MTA) é a pobreza de literatura e falta de testemunho entre gerações. Existe pouca literatura nas línguas nacionais, para complicar um pouco mais. Os trabalhos existentes são fracos e confusos, muitas vezes permeados de interpretação pessoal.


Obs: a palavra Imbamda, singular quimbanda, otyimbanda, significa curandeiros.

Para os desinformados, os Imbanda, não são feiticeiros. A diferença entre feiticeiros e Imbanda: os primeiros lidam com forças do mal que eles mesmo manipulam contra suas vítimas e são uma constante ameaça à população. Os segundos, são chamados de Nzambi (Deus) para salvar as vítimas dos feiticeiros e cuidar da saúde pública, através de métodos naturais e sobrenaturais, orientados pelos ancestrais divinizados. Durante 300 anos a maioria foi levada para a escravatura em vários países do mundo, e ali, dedicadamente, asseguraram a saúde aos escravos nas sanzalas, no Brasil e pelo mundo fora, onde os angolanos serviram como escravos.

Kwzola dya Nzambi
Pensar e Falar Angola

terça-feira, 8 de abril de 2008

Juntar o útil ao agradável

Os cacussos, como são conhecidos em Angola estes peixes de água doce, além de serem um saborosíssimo pitéu, são também uma preciosa ajuda para combater a malária.
Nos lagos e rios onde vivem, comem as larvas do mosquito portador da doença.

Brilhante ideia seria fazer uma repovoamento em todos os rios e lagoas deste piteu!

Pensar e Falar Angola









foto daqui
ideia daqui

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...