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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Paludismo e SIDA - Interessa ao mundo, interessa a Angola


 Estudo publicado no “New England Journal of Medicine”
Testada com êxito vacina contra o paludismo
O ensaio abrangeu 45 crianças de um e dois anos, que foram repartidas em três grupos. O primeiro recebeu uma dose de 15 microgramas da vacina designada MSP3, o segundo 30 microgramas e o terceiro uma vacina contra a hepatite B.
A frequência do paludismo foi três a quatro vezes menor nos bebés tratados com a nova vacina do que nos que receberam a profilaxia contra a hepatite B. Os resultados do teste clínico, publicados esta semana na revista “New England Journal of Medicine”, terão agora de ser confirmados em estudos mais abrangentes.
O paludismo, uma infecção provocada pelo parasita Plasmodium falciparum, transmitido por uma fêmea de um mosquito, foi responsável, em 2009, pela morte de cerca de 800 mil pessoas na África Subsariana, sobretudo menores de cinco anos.




Estudo abrange 24 jovens
Primeiro ensaio clínico de vacina contra o HIV em Moçambique
Segundo Alexandre Manguele, a pesquisa será realizada em seres humanos para “avaliar se a vacina é segura, ou seja, se não faz mal, e se (os voluntários) produzem uma resposta imune contra o HIV”.
“Este estudo vai incluir um total de 24 participantes HIV negativos, jovens saudáveis, que têm uma probabilidade muito baixa de contrair a infecção pelo HIV”, pelo que o objectivo é “verificar se as vacinas produzem ou não respostas de defesa contra o HIV” neste grupo.
No entanto, Alexandre Manguele lembrou que “as vacinas não curam”, mas apenas contêm informação sobre a estrutura do vírus e serão incapazes de causar a SIDA.
Os ensaios clínicos desenvolvem-se em quatros fases, mas em Moçambique irão desenvolver-se apenas ensaios das primeiras duas fases. Na primeira, far-se-á a avaliação dos efeitos adversos e da segurança dos voluntários, e, na última, determinar-se-á a força e o tipo de resposta imune que é produzida pelo corpo.
A nível mundial, vários candidatos estão a ser submetidos a estudos para produzir uma vacina contra o HIV e, em Moçambique, o ensaio clínico será liderado e conduzido pelo investigador Ilesh Jani do Instituto Nacional de Saúde e pela académica Nafissa Osman do Hospital Central de Maputo.
A pesquisa, avaliada em 1,9 milhões de dólares, conta com o financiamento do governo da Suécia e da European and Devoloping Countries Clinical Trials Partnership, e faz parte de uma iniciativa internacional denominada “Tanzania and Mozambique Vaccine Program”, que integra Moçambique, Tanzânia, Alemanha, Inglaterra e os Estados Unidos.
Moçambique é um dos 10 países do mundo mais afectados pelo HIV/Sida, com um índice de prevalência de 11,5% da população, estimada em 21 milhões de habitantes


Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 25 de abril de 2011

25 de Abril - Dia Mundial do Combate à Malária

Dia Mundial do Combate à Malária.
Malária, doença infecciosa, potencialmente grave, causada por parasitas protozarios do género Plasmodium, transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles.

Hoje é uma doença que está geograficamente localizada em bolsas.



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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Morre uma criança com malária a cada 30 segundos


Cientistas internacionais e a Organização Mundial da Saúde (OMS) dizem ter encontrado evidências de que o parasita que causa a malária está a tornar-se resistente aos medicamentos.
Os fármacos à base de artemesinina são os mais utilizadas no mundo contra a forma mais comum e mortífera da malária, conta a BBC, explicando que, normalmente, estes medicamentos são capazes de eliminar os parasitas da malária do sangue da pessoa infectada num prazo de dois a
três dias.
Mas agora dois grupos de cientistas, trabalhando em pesquisas separadas, dizem ter encontrado evidências de que a eliminação dos parasitas estaria a prolongar-se por entre quatro e cinco dias em doentes no Camboja. Este aumento do prazo para a eficácia do medicamento traduz um sinal de resistência ao medicamento.
Segundo os especialistas, isto é preocupante porque gerações anteriores de substâncias utilizadas contra a malária tiveram o seu uso inviabilizado por conta da resistência iniciada nesta mesma.
região do mundo.
Segundo a OMS, 1 milhão de pessoas morrem por ano devido à malária. Crianças, particularmente na África, são o maior grupo de risco, já que morre uma criança com a doença a cada 30 segundos.
Aproximadamente metade da população mundial, principalmente em países em desenvolvimento, estão expostas à doença, transmitida por picadas de mosquito.


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sábado, 25 de abril de 2009

Sábado Musical - Dia Mundial da Luta contra a Malária


Assinala-se hoje o Dia Mundial de Luta Contra a Malária, numa altura em que a África a Sul do Sahara continua a ser a mais afectada no mundo. Em 2008, 86% dos 247 milhões de episódios ocorreram nessa região de África.

A malária está presente nas regiões tropicais e subtropicais do planeta. O maior foco de transmissão é a África Sub-Sahariana onde ocorrem 90% dos casos no mundo. A malária é endêmica 53 países na África (incluindo 8 países ao sul), em 21 países nas Américas e 14 na região leste do Mediterrâneo, e no sudeste Asiático. A cada ano ocorrem, ocorrem 300 a 500 milhões de casos, com cerca de 1 milhão de óbitos.



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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Huíla e Malária

Novecentos e 97 pessoas morreram, de Janeiro a Novembro deste ano, vítimas de malária, dos 128 mil e 902 casos da doença registados pelas autoridades sanitárias da província da Huíla, soube sexta-feira à Angop, no Lubango (Huíla).
Bernabé Lemos, chefe de departamento de saúde pública e controlo de endemias, disse que as mortes ocorreram nas 354 unidades hospitalares existentes na província, tendo sido observado um aumento de 327 casos em relação a igual período de 2007.
Acrescentou que, nos últimos 11 meses, o seu sector notificou 252 mil 479 consultas gerais, 425 mil 573 casos clínicos de malária, dentre os quais 13 mil 566 foram considerados graves e que afectaram principalmente mulheres grávidas e menores de cinco anos.
Entretanto, o responsável disse que, para conter a doença, a direcção provincial de saúde tem vindo a distribuir gratuitamente, através dos postos e centros médicos, doses combinadas de anti-palúdicos como "coartem" e "facidar", além de acções de sensibilização das comunidades nos cuidados a observar para prevenir a doença, incluindo a entrega de mosquiteiros impregnados.

Neste caso, Bernabé Lemos destacou o engajamento das autoridades sanitárias da província, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), na execução de um plano de distribuição de mosquiteiros impregnados as populações, particularmente nas áreas consideradas de maior risco, e outros utensílios nas unidades hospitalares, nomeadamente maternidades e o hospital pediátrico do Lubango.

A fonte lamentou, por outro lado, a falta de meios como microscópios, reagentes laboratoriais, laminas e óleo de imersão nas unidades hospitalares, sobretudo naquelas localizadas no interior da província da Huíla, o que em grande parte tem dificultado o desempenho dos técnicos no combate a doença.

No ano passado, os serviços de saúde notificaram 670 óbitos em 108 mil e 435 casos de malária diagnosticados.


de ANGOP

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Falando de Saúde ou da falta de



Quatro organismos africanos dedicados à pesquisa da malária - paludismo - foram distinguidos este ano com o Prémio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional.


A cerimónia de entrega dos prémios realizou-se em Oviedo e os vencedores receberam 50 mil euros.


Pedro Alonso afirmou que a malária «é o paradigma da pobreza», fruto do subdesenvolvimento que caracteriza muitos dos países afectados. Alonso dirige o Centro de Investigação em Saúde de Manhiça (Moçambique), que foi distinguido pelo Prémio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional, assim como o Ifakara Health Research and Development Centre (Tânzania), o The Malaria Research and Training Centre (Mali) e o Kintampo Health Research Centre (Gana).
Pedro Alonso defendeu que a malária e a pobreza têm de ser combatidas em conjunto de forma a contribuir para o progresso dos países afectados. Alonso acredita que em 2011 estará disponível uma vacina de primeira geração contra a malária, podendo vir a ser eficaz para entre 30 a 50 por cento dos casos.


Os directores dos centros de investigação consideram que a instabilidade em alguns países africanos é também um dos desafios a enfrentar para a erradicação da malária. Além disso, os parasitas que transmitem a doença desenvolvem resistência aos medicamentos utilizados, o que tem vindo a dificultar o combate. A malária ameaça 40 por cento da população mundial, ocorrendo a maioria dos casos na África Sub-sahariana, onde em cada 30 segundos morre uma criança com menos de 5 anos de idade. A malária é considerada uma doença endémica em 109 países, dos quais 45 localizam-se no continente africano. O relatório anual sobre a malária, apresentado pela OMS (Organização Mundial de Sáude), tem sido objecto de controvérsia. A OMS afirma que o número de casos de malária é menor do que se calculava. Contudo, há quem defenda que os casos em África, onde ocorrem cerca de 91 por centos das mortes por malária, não sofreram alterações significativas. A diminuição dos casos terá ocorrido na Índia, Indónesia, Paquistão e outros países asiáticos, onde há muitos casos de uma variação menos mortal de malária.
Críticas ao relatório da OMS notam que os casos na Ásia terão sido calculados com base em mapas da população e vegetação da década de 1960, sem levar em conta as migrações para as cidades, o desmatamento de consideráveis áreas, o melhoramento na assitência médica e o controlo do mosquito.



Quando a Malária 'regressar' ao continente europeu e a algumas regiões das Americas, em grande parte devido às alterações climáticas, talvez o pensamento do mundo seja outro
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sexta-feira, 25 de abril de 2008

DIA MUNDIAL DO COMBATE CONTRA A MALÁRIA


A vice-ministra da Saúde para área hospitalar, Evelize Fresta, visita a cidade do Luena, província do Moxico, para presidir ao acto central nacional alusivo ao Dia da Africa e Mundial de Combate à Malária, que hoje se assinala.

A governante viaja na companhia de alguns embaixadores creditados em Angola, altos funcionários das agências das Nações Unidas, músicos e outras individualidades convidadas.

No Luena, para além de presidir o acto das celebrações de 25 de Abril, Evelize Fresta vai inaugurar uma Feira de Produtos e Medicamentos de Combate à Malária, bem como lançará a campanha de pulverização automóvel intra-domiciliar na povoação de Sacassange (14 quilómetros a sul do Luena).

O coordenador nacional adjunto do Programa de Controlo da Malária, Nilton Saraiva, disse quinta-feira última que cerca de dois milhões de casos clínicos, com 10 a 15 mil óbitos por ano, são registados em Angola.

O responsável apontou que, apesar do país ser endémico, nos dois últimos anos a cifra diminui para cinco mil óbitos anuais.

Apontou que a diminuição significativa de casos de malária é fruto do reforço no diagnóstico e manejo dos assintomáticos, aumento da cobertura com mosquiteiros impregnados e a pulverização intra e extra domiciliar.

O aumento da educação, informação e comunicação das medidas de prevenção da doença e a introdução do novo fármaco combinado com base a CORTEM e CO – ARTESIANE são outras razões do êxito no combate à doença


Pensar e Falar Angola

terça-feira, 8 de abril de 2008

Juntar o útil ao agradável

Os cacussos, como são conhecidos em Angola estes peixes de água doce, além de serem um saborosíssimo pitéu, são também uma preciosa ajuda para combater a malária.
Nos lagos e rios onde vivem, comem as larvas do mosquito portador da doença.

Brilhante ideia seria fazer uma repovoamento em todos os rios e lagoas deste piteu!

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foto daqui
ideia daqui

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...