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5.9.11

R.I.P. Salvatore Licitra

Chegou hoje a notícia. O tenor Salvatore Licitra sucumbiu, após nove dias em coma provocado por um acidente de scooter na Sicília.
Licitra cantou no Teatro de São Carlos o papel de Manrico, de "Il Trovatore", em 2002.

Aqui, no Teatro alla Scala:

30.4.11

D'amor sull'ali rosee

Sondra Radvanovsky
Mais logo o Met vem novamente à Avenida de Berna. Canta-se "Il Trovatore".
D'amor sull'ali rosee
Vanne, sospir dolente:
Del prigioniero misero
Conforta l'egra mente...
Com'aura di speranza
Aleggia in quella stanza:
Lo desta alle memorie,
Ai sogni dell'amor!
Ma deh! non dirgli, improvvido,
Le pene del mio cor!
A estreia de Leontyne Price no Met, em 1961:


Caballé em Orange, 1972:


6.9.09

Gwyneth Jones - D'amor sull'ali rosee

Estava a ver uma entrevista de 1994 em que a magnífica Dame Gwyneth Jones conversava descontraidamente com o encenador August Everding sobre a sua carreira, maestros, encenadores, críticos e récitas. É em Alemão e não tem legendas, mas está ilustrada com alguns excertos preciosos de interpretações da cantora galesa.

E depois encontrei um vídeo que no-la mostra na sua estreia em Covent Garden, em 1964, como Leonora de "Il Trovatore", apanhada à pressa para substituir Leontyne Price. A encenação era de Visconti e Giulini dirigia a orquestra da Royal Opera House.

D'amor sull'ali rosee

(coloraturafan)

D'amor sull'ali rosee
Vanne, sospir dolente:
Del prigioniero misero
Conforta l'egra mente...
Com'aura di speranza
Aleggia in quella stanza:
Lo desta alle memorie,
Ai sogni dell'amor!
Ma deh! non dirgli, improvvido,
Le pene del mio cor!

9.7.09

D'amor sull'ali rosee



Vorrei donarti una rossa gerbera coi colori della passione
ed una rosa gialla densa di gelosia
ed una margherita pura come il tuo sorriso
ed un giacinto col profumo del sole
e avvolgerli tutti col colore del cielo.

Mara Zampieri, 1982


D'amor sull'ali rosee, de "Il Trovatore"
Mara Zampieri, Teatro Nacional de São Carlos, Abril de 1978

(Wolfcrag85)
D'amor sull'ali rosee
Vanne, sospir dolente:
Del prigioniero misero
Conforta l'egra mente...
Com'aura di speranza
Aleggia in quella stanza:
Lo desta alle memorie,
Ai sogni dell'amor!
Ma deh! non dirgli, improvvido,
Le pene del mio cor!

Quem esteve no Coliseu dos Recreios de Lisboa, terça-feira dia 11 de Abril de 1978, nunca esquecerá o que lá se passou. A seguir à ária do 4° Acto ("D'amor sull'ali rosee") explodiu uma ovação tal que a récita, pura e simplesmente, parou. Os gritos, as palmas - e que gritos, que palmas! Os minutos sucediam-se uns aos outros e a ovação não parava nem esmorecia de intensidade. De vez em quando, a Zampieri inclinava ligeiramente a cabeça, em gesto de agradecimento: era evidente que ela não queria sair da personagem. As palmas e os gritos redobravam. (*)

Frederico Lourenço, Amar Não Acaba