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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Birth Control - Operation (1971)







Operation é o segundo álbum da Birth Control e a banda continuou com seu hard-prog (se não existe, inventei agora) ora clássico, ora psicodélico. Apesar de mais convencional na forma que seu antecessor, ele é coeso e coerente. São ótimas melodias e riffs executados por músicos que estão num nível superior. O órgão é dominante e usa o sistema de alto-falantes rotativos Leslie — que a Hammond detestava, mas acabou incorporando.
Operation também continuou querendo a controvérsia, a começar pela capa. 
Bernd Noske foi assumindo um papel dominante nos vocais. Sua voz é mais complexa e num tom mais alto em comparação com suavidade bluesy da voz do Frenzel.
Além desse álbum ela lançou vários singles com diferentes orientações nesse período. Isso pode ser entendido como uma grande liberdade criativa dada pelo selo Ohr. 




Bruno Frenzel - guitarra, vocal
Reinhold "Booboo" Sobotta - órgão, teclados
Bernd "Koschi" Koschmidder - baixo
Bernd "Nossie" Noske  - bateria, vocal




1   Stop Little Lady
2   Just Before The Sun Will Rise
3   The Work Is Done
4   Flesh And Blood
5   Pandemonium
6   Let Us Do It Now
7   Hope (Single Version)
8   Rollin' (Single Version)
9   The Work Is Done (Single Version)
10 What's Your Name (Single Version)
11 Believe In The Pill (Single Version)


segunda-feira, 15 de abril de 2019

Birth Control - Birth Control (1970)






A Birth Control foi uma das primeiras bandas de rock da Alemanha. Seu nome foi escolhido para ser um ataque à campanha contra o controle de natalidade do Papa Paulo VI. Era uma banda estudantil que não se mantinha estável por conta do serviço militar e pelas diferenças ideológicas entre os membros. Quando conseguiram gravar o primeiro single, apenas dois dos membros originais permaneciam.
Nessa época seu som era uma mistura de influências das quais se destacavam a The Nice e a The Doors — e aí está um cover de Light My Fire. Mas também há traços da Deep Purple e da Vanilla Fudge. Isso não quer dizer que seu som não era original, muito pelo contrário. Eles eram bastante criativos e muito progressivos, à sua própria maneira. 
Esse é o seu álbum de estréia e traz basicamente um hard-rock com uso extensivo do órgão. Frenzel e Noske se revezam nos vocais com timbres bem distintos.




Bruno Frenzel - guitarra, vocal
Reinhold Sobotta - órgão
Bernd Koschmidder - baixo
Bernd "Nossi" Noske - bateria, vocal




1   No Drugs
2   Recollection
3   Deep Inside
4   Foolish Action
5   Sundown
6   Change Of Mind
7   Light My Fire
Bonus:
8   No Drugs (Mono Single Mix)
9   All I Want Is You
Special Bonus, First Single:
10 October
11 Freedom