GOVERNO DÁ MAIS UMA "TRINCA" DE MILHÕES NO BANCO PÚBLICO: VENDEU A SAÚDE - o presidente da CGD confirmou o negócio. Apenas se vende o que dá lucro. Alguns ficarão com mais. O banco público ficou com menos. Não sabemos exatamente os números. Mas o PSD e o CDS sabem. Apenas é certo que o dinheiro vai para "disfarçar" para o aumento diário do défice, tal como aconteceu com a venda de todos os outros setores estratégicos. MAS NEM UM CÊNTIMO É PARA ABATER À DÍVIDA. FICAMOS PIOR!
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
VITOR GASPAR TEVE RAZÃO UMA ÚNICA VEZ!
"É MAIS FÁCIL DIZER DO QUE FAZER" - foi assim que respondeu, há alguns meses, quando uma jornalista questionou o ministro das Finanças sobre os cortes nas tais "gorduras do Estado". É que na campanha o PSD não falou de outra coisa, mas no governo os resultados são fracos, muito fracos. A noticia é a de que os "transportes abrem novo "buraco" de 2,2 mil milhões. Diz-se que é da Euribor. Pois, antigamente não havia Euribor .... ERA SÓ PS!
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
PASSOS COELHO CONFESSA O SEU FALHANÇO À TROIKA
VÍTOR GASPAR TAMBÉM FALHOU - Fica demonstrado que o ministro das Finanças passou uma receita que fez o doente morrer da cura. Arrasou a economia e criou um desemprego inimaginável. Mesmo que a teoria fosse a do "careca", rapar o cabelo à máquina zero, para depois dizer que cada pelo era um ganho, mesmo assim, o homem que fala a 10 à hora, estampou-se. Adianta um défice de 5,3%? O ano passado foi de 4,2. Esta ano deveria ser menor. Para quê tantos sacrifícios? Por que motivo chumbou 90% das 356 propostas alternativas do PS. PASSOS COELHO FALHOU, SÓ OS PORTUGUESES CUMPRIRAM.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
CRESCIMENTO EM BAIXA - BANCO DE PORTUGAL
Banco de Portugal revê crescimento em baixa
A queda prevista do PIB para 2012 era de 2,2% mas o Banco de Portugal garante que vai ser de 3,1%. Para 2013 já haverá crescimento, mas apenas apenas 0,3%, menos do que o governo esperava.
A instituição liderada por Carlos Costa é mais pessimista nas previsões do que o Governo
Mário Cruz/Lusa
O Banco de Portugal garante que em 2011 a queda do PIB vai ser ser menor do que o esperado - em vez de -1,95 será de -1,6%.
Estas previsões correm o risco de piorarem, explicam ainda os analistas dos o Banco de Portugal.
Do exterior popdem vir ainda mais efeitos nefastos gerados pela crise da dívida soberana e por uma eventual recessão na Zona Euro.
Internamente, os dados agora apresentados podem variar devido e eventuais novas medidas de austeridade tomadas pelo governo.
domingo, 24 de abril de 2011
AS CONTAS ESTÃO CERTAS E A PREVISÃO DO DÉFICE PARA 2011 MANTÉM-SE EM 4,6%
Ministro da Economia garante que revisão em alta do défice não prejudica negociações
O ministro da Economia, Vieira da Silva, afirmou hoje que a revisão em alta do défice agora anunciada pelo INE, de 8,6% para 9,1%, "não arrasta responsabilidade adicional futura" para as contas do país.
Comentando os dados hoje revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), Vieira da Silva sublinhou que a "forma diferente de contabilizar" o défice não terá implicações negativas para o futuro do país, e apontou o dedo a quem fez "aproveitamento político" de forma "pouco séria e rigorosa" sobre o assunto, numa altura em que a 'troika' se encontra em Portugal a negociar a ajuda externa a disponibilizar ao país.
"Não há despesa oculta nas contas públicas portugueses", declarou o governante, que falava aos jornalistas no Ministério da Economia, em Lisboa.
"Aconselhava alguma moderação e um pouco mais de cuidado na análise desta alteração", recomendou o ministro socialista.
"Não se descobriu nada de novo. (...) Não se fizeram mais estradas, não se gastou mais dinheiro, não tivemos mais responsabilidades": há, ao invés, uma "nova forma de contabilizar" o défice, que "não arrasta responsabilidade adicional futura", diz Vieira da Silva.
O ministro com a tutela da Economia realçou ainda que estes novos números "não afetam a credibilidade" do país nas negociações com a 'troika': "o que fragilizaria a posição portuguesa era se não tivéssemos a disponibilidade para trabalhar em conjunto com as instituições europeias para que as normas (...) fossem aplicadas rapidamente", defendeu.
O que "pode fragilizar" a situação portuguesa, reforçou Vieira da Silva, é transformar estas alterações em fatores que "valorizem uma suposta falta de credibilidade" das contas portuguesas.
A nova revisão do défice hoje conhecida surge na sequência do pedido de ajuda externa recentemente apresentado por Portugal e da "necessidade de antecipar" o calendário definido pelo Eurostat "com o objetivo de compilar dados estáveis para 2010, que constituíssem o ponto de partida para as negociações" em curso.
"O INE e o Eurostat procederam a uma análise urgente daquelas questões, tendo sido todas elas clarificadas sem haver necessidade de se proceder a revisões com a exceção do tratamento a dar a contratos envolvendo parcerias públicas privadas (PPP)", diz o INE.
"Após análise detalhada de um elevado número de contratos de grande complexidade, concluiu-se que três deles (dois dos quais correspondendo a contratos renegociados de ex-SCUT) não têm a natureza de contratos PPP em que o investimento realizado é registado no ativo do parceiro privado", prosseguiu o INE.
O Governo prevê para 2011 um défice de 4,6% do PIB.
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