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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

(DN) - António Seguro, Álvaro Beleza e José Junqueiro com António Arnaut

"António Arnaut defende um pacto em torno do SNS O antigo ministro dos Assuntos Socialista António Arnaut defendeu hoje um pacto em torno do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e afirmou esperar que um próximo Governo socialista reduza as taxas moderadoras para valores de 2010.
António Arnaut, fundador do PS, falava numa sessão de homenagem promovida pelo seu partido pelo 35º aniversário do SNS em Portugal, tendo ao seu lado o secretário-geral, António José Seguro, e a presidente dos socialistas, Maria de Belém Roseira.
Tendo a escutá-lo dezenas de elementos que fizeram parte do Laboratório de Ideias e Propostas para Portugal (LIPP), o secretário nacional do PS Álvaro Beleza e o vice-presidente da bancada socialista José Junqueiro, o antigo ministro de Mário Soares considerou que a sua presença na sede nacional do PS "tem um significado simbólico e político".
"Justifica-se que eu tenha vindo aqui, à matriz da lei de criação do SNS - o PS -, saudar o secretário-geral e todos os camaradas", referiu.
Depois, António Arnaut considerou "um bom augúrio" o facto de o atual Governo PSD/CDS estar a assinalar o aniversário do SNS, já que desta forma "reconhece que o SNS foi uma grande conquista social, o maior sucesso da democracia portuguesa".
"Tenho divergido em muitas coisas com o ministro da Saúde, mas estou de acordo com ele quando diz que há um grande consenso nacional e que é possível um pacto social sobre o SNS. Há 35 anos que defendo isso", salientou o antigo ministro de Mário Soares.
De acordo com Arnaut, a base para um acordo alargado na sociedade portuguesa em torno do SNS deverá ser Constituição da República, porque a lei fundamental define os princípios e valores do SNS, "que tem de ser universal e tendencialmente gratuito".
"Não pode ter taxas moderadoras tão elevadas, que dificultem ou impeçam o acesso à saúde. Um próximo Governo socialista deverá reduzir as taxas moderadoras, pelo menos para o limite que tinham no Governo anterior", advogou o antigo grão mestre do Grande Oriente Lusitano, numa intervenção em que disse "ter quase tantos anos de cidadão como de socialista".

"Nunca fui outra coisa. Nós defendemos condições de igualdade, porque sabemos que só assim se dará conteúdo à liberdade. A direita só sabe o que é a liberdade económica", acrescentou."

terça-feira, 16 de setembro de 2014

António Arnaut - Homenageado pelo LIPP Saúde que comemorou os 35 anos do SNS

Reuni ontem com o LIPP Saúde no Largo do Rato, a convite de Álvaro Beleza, e na qualidade de membro da comissão de Saúde na AR e vice-presidente da bancada para esta área. Tivemos como objetivo homenagear António Arnaut, celebrar os 35 anos do SNS e emitir um comunicado que exprimiu o nosso sentimento político em defesa do SNS. António José Seguro dirigiu uma  mensagem final depois da intervenção de António Arnaut que antes de se reunir com o ministro da Saúde quis deixar claro que o SNS é um legado do Partido Socialista.

Comunicado:
"O LIPP Saúde reuniu hoje para homenagear António Arnaut e celebrar assim os 35 anos do SNS.
O LIPP Saúde do PS considera que esta é uma justa homenagem ao histórico militante socialista António Arnaut pela coragem, grande determinação e inquebrantável vontade política que demonstrou no processo conturbado de criar um sistema de saúde do tipo Serviço Nacional de Saúde, previsto no artigo 64.º da CRP.
Consagrando na Lei de Bases n.º56/79, de 15 de setembro, os princípios de universalidade na cobertura da população, de generalidade das prestações de saúde e de gratuitidade no acesso aos cuidados de saúde, a lei Arnaut foi pioneira.
 Atribuiu ao Estado as funções relevantes no planeamento, financiamento, organização, prestação, gestão e na avaliação dos cuidados de saúde, garantindo a proteção à saúde como um direito de todos os cidadãos, conforme a matriz constitucional,
independentemente da sua condição económica e social.
 Importa lembrar que a Saúde é um pilar central do Estado Social e da coesão social, realidades inseparáveis da Democracia e Liberdade.
 O LIPP Saúde reafirma que a qualidade e competitividade de um país são diretamente proporcionais ao desenvolvimento e à capacidade de resposta do seu SNS.
 O LIPP Saúde não poupará esforços na defesa e revitalização permanentes do SNS, bem como na denúncia enérgica da destruição dos direitos sociais e das políticas públicas em desenvolvimento pela ação deste Governo".






domingo, 6 de abril de 2014

Serviço Nacional de Saúde - Um "salto civilizacional" que a direita quer diminuir aos portugueses

O SNS português é um dos mais prestigiados no mundo. 

Fundado por António Arnaut, ministro socialista que, não sendo médico, tudo realizou para a igualdade dos portugueses no acesso ao Serviço Nacional de Saúde, o qual deu um salto enorme na última década. 

É este SNS que a direita está a pôr em causa.

Médicos e enfermeiros por mil habitantes aumentaram Entre 2002 e 2012, o número de médicos inscritos na Ordem teve um saldo positivo de 10 mil profissionais 
O número de médicos por mil habitantes em Portugal aumentou de 3,2 para 4,2 numa década.  
Também o número de enfermeiros sofreu um aumento, com mais 23 mil neste período.  
Os dados foram ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) a propósito do Dia Mundial da Saúde, que se assinala segunda-feira. 



O atendimento em serviço de urgência quase duplicou numa década nos hospitais privados. Estes têm cada vez mais camas, ao contrário dos hospitais públicos que atendem 88% das urgências e perderam três mil camas em dez anos 

Para que se perceba a dimensão e importância do SNS para a população

sábado, 22 de setembro de 2012

SÁUDE - REGRESSO AO PASSADO - ESTADO OFERECE HOSPITAIS À IGREJA

O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE COMEÇA A SER DESMANTELADO - é inacreditável, mas tudo se processa inexoravelmente. Até agora todos entramos no hospital e somos atendidos e tratados. A partir de agora será como no tempo de Salazar. Os ricos primeiro. Os pobres vão espera e pagar. É o regresso ao assistencialismo. É maior luta de Obama nos Estados Unidos. Foi a maior conquista em Portugal. O PSD/CDS regressam ao antes do 25 de Abril.  ESTÃO A PEDIR MAIS POVO NA RUA. E VÃO TÊ-LO!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

SAÚDE CORTA MAIS 200 MILHÕES EM 2013


Síntese - MENOS MIL MILHÕES PARA A SAÚDE. Este ano o corte foi de 753 Milhões. Em 2013 será de mais 200 milhões. Hospitais e centros de saúde têm menos meios. Os doentes têm maiores dificuldades, os medicamentos faltam nas farmácias e as filas de espera aumentam. Fecham-se equipamentos públicos e abrem-se privados ao lado. O SNS está a ser desmantelado, a pouco e pouco, mas está a acontecer.
------------------------Paulo Macedo voltará a ter um orçamento mais curto no próximo ano. Nos últimos dois anos, o SNS tem vindo a sofrer cortes nas dotações orçamentais. O OE/12 deu menos 753 milhões de euros ao SNS, o que implicou uma política de contenção nos hospitais e centros de saúde. O financiamento dos hospitais - via contratos-programa - sofreu uma redução média de 8% e, ao mesmo tempo, as instituições de saúde do sector empresarial do Estado tiveram de apresentar planos de corte nos custos operacionais de 11%

segunda-feira, 28 de maio de 2012

EM PORTUGAL 250 000 SOBREVIVERAM AO CANCRO

A TAXA DE SOBREVIVÊNCIA ESTÁ A AUMENTAR. Nos próximos 5 ou 6 anos estima-se que 55% a 60% dos casos possam ser curados. Vencida a doença as pessoas confrontam-se com problemas de acesso à saúde e ao emprego. ESTE GOVERNO PODE SER O OUTRO FLAGELO.

domingo, 27 de maio de 2012

PAGAMOS MAIS POR REMÉDIOS MAIS BARATOS......ESPERTEZA ... PSD

FORAM 65 MILHÕES que pagámos pelos medicamentos que Passos Coelho garantiu que eram mais baratos. O truque é simples: desce o preço dos medicamentos, mas desce mais a comparticipação do estado. Portanto, PAGAMOS MAIS.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

A HERANÇA - PREÇO DOS MEDICAMENTOS DESCEU 20% ENTRE 2005 E 2011

É RECONHECIDO, agora, que o preço dos medicamentos desceu 20% com o governo PS de José Sócrates. Talvez já estejamos a dar conta que o SNS, a Escola Pública  ou a Segurança Social foram alvo de um investimento ímpar que qualificou a vida das pessoas. Este governo não tem nada no memorando da Troika que implique o contrário, muito menos os confisco dos subsídios aos trabalhadores e reformados ou o IVA máximo no gás, eletricidade e RESTAURAÇÃO.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

(Jornal "I")- GOVERNO IMPEDE TRATAMENTO INOVADOR NO CANCRO POR CAUSA DAS DESPESAS

"GOVERNO IMPEDE TRATAMENTO INOVADOR NO CANCRO POR CAUDAS DESPESAS.

É este um dos destaques do jornal I. Acrescenta que com os cortes introduzidos já há doentes com cancro a passar fome."

Se a isto acrescentarmos MANUELA FERREIRA LEITE que para os MAIORES DE 70 só há hemodiálise para quem puder pagar, AS PESSOAS SÓ TERÃO MAIS UMA SEMANA DE VIDA.

SE A TERRA NÃO GIRASSE HAVERIA MENOS TONTOS?

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Governo deixa de apoiar os tratamentos termais e suspende outros pagamentos

Tratamentos apoiados nas termas terminaram e ficam suspensos os reembolsos nas próteses, consultas de estomatologia, óculos, calçado ortopédico, entre outros.

Os empresários cuja actividade está ligada à actividade termal, nomeadamente em S.Pedro do SUl, com o maior número de aquistas, cerca de 19 000, reivindicavam exactamente o contrário.

domingo, 29 de maio de 2011

ANTÓNIO ARNAUT NOS NOVOS HORIZONTES

Fernando Gonçalves
António Arnaut esteve em Viseu a convite do clube de política Novos Horizontes. Veio falar sobre o Serviço Nacional de Saúde, Desafios do Futuro, ao auditório do Hospital Central de S. Teotónio.
Os que assistiram tiveram uma oportunidade irrepetível para ouvir o "pai" do SNS fazer a sua história e defender a sua consolidação.
O clube de política Novos Horizontes é uma organização jovem, criada por jovens, com o enquadramento estatutário do PS. Não aspirando a outro objectivo que não seja o de abrir o debate político à sociedade civil, tem a liberdade de convidar quem entender, mesmo de famílias políticas adversárias, as personalidades que pela sua vida fazem a diferença no pensamento e na acção.
António Arnaut
Fernando Gonçalves, jovem advogado, ex-Presidente da Associação Académica de Coimbra, é o rosto que o Novos Horizontes apresentou para introduzir e justificar a conferência. Fez a sua misssão com sabedoria e talento perante um público para além do PS, ora à sua esquerda, ora à sua direita.
Cílio Correia, Director Clínico do Hospital, foi o moderador, função que exerceu com distinção e a capacidade de quem dá à cultura e às coisas da leitura.
O tema foi de grande oportunidade ou não se discutisse "hoje", na praça pública, em momento de viva campanha eleitoral, a sua gratuitidade constitucional e sustentabilidade financeira por parte do Estado. António Arnaut defendeu a sua "dama" no contexto ético que decorre de um pensamento livre. Afirmou a unanimidade do direito à saúde afirmada e vestida de lei pelos Deputados Constituintes. Recordou a aprovação, por proposta sua, enquanto ministro da república, do SNS com os votos do PS e da esquerda contra a vontade da direita. Revelou a tentativa da sua revogação por Pinto Balsemão e alguns "pecadilhos" do próprio PS.
Numa linguagem desassombrada, que não foi parca no apontar do dedo em todas as direcções, ressalvou que o SNS não deve ter paternidades especiais, porque de todos quadrantes ideológicos surgem vozes que estiveram na sua origem e na sua defesa. Explicou mesmo porque de Paulo Mendo a Adriano Moreira, da social democracia à democracia cristã, tinha e tem vozes que o defendem. E disse, com ironia, que tal como no PSD há social-democratas, no PS também há socialistas que se mantêm fieis ao seu pensamento original.
Ética, solidariedade, igualdade no acesso, gratuitidade sustentável, foram valores que António Arnaut sustentou e que a plateia aplaudiu.
Pela minha parte, entre pequenos apontamentos, lembrei que o Hospital Central de S.Teotónio era considerado ao longo dos últimos anos o 4º com melhor desempenho a nível nacional e que isso acontecia com resultados financeiros positivos.
Esse facto, enfatizei, demonstra que o SNS pode funcionar com qualidade e sustentabilidade.
O 4ª com MELHOR DESEMPENHO
A NÍVEL NACIONAL E COM SUS
TENTABILIDADE FINANCEIRA
Esse desempenho apenas depende da capacidade que todos os profissionais lhe emprestam e que aquele era o momento de lhes tributar um reconhecimento público que tantas vezes tarda em chegar.