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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Os cartazes da ironia: "Só os estrangeiros felizes com o Governo"

Cá se afzem, cá se pagam - O problema são as redes sociais, em especial as dos socialistas, que demonstraram que as pessoas que ilustram as imagens da coligação são, na verdade, estrangeiras. Depois da polémica dos outdoors do PS é a vez de a Direita ver ser escrutinada a sua campanha.

A coligação PSD/CDS recorreu a um banco de imagens, prática regular em publicidade e comunicação, para os seus cartazes, que criaram uma narrativa dos últimos quatro anos, repleta de melhorias em diversas áreas, como a economia e as exportações. 
O problema são as redes sociais, em especial as dos socialistas, que demonstraram que as pessoas que ilustram as imagens da coligação são, na verdade, estrangeiras. Depois da polémica dos outdoors do PS é a vez de a Direita ver ser escrutinada a sua campanha.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Pesadelo das listas deixa PSD nervoso

Com a aproximação da escolha de candidatos a deputados, o PSD começa a fazer contas. Agora tem 108 deputados, resultante de uma votação de 38,6%. Aplicando as sondagens recentes (28%) a bancada do PSD leva uma razia. 
Integrando o CDS seria ainda pior. 
Uma sugestão: façam primárias!

"A bancada parlamentar do PSD e o partido começam a dar sinais de nervosismo. As sondagens, sobretudo as posteriores à vitória de António Costa para a liderança do PS, não são favoráveis aos sociais-democratas e a confirmarem-se os piores cenários apontam para uma razia no grupo parlamentar. 
Atualmente o partido conta com 108 deputados, resultado dos 38,6% que obteve nas eleições de 2011. Mas de acordo com os dados que têm sido divulgados já depois de António Costa ter ganho as primárias no PS, o PSD cai para os 28%% nas intenções de voto e os socialistas surgem até mesmo à beira de uma maioria absoluta nalgumas sondagens." (Sol)

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

O Governo, com três anos de atraso, admite as razões de Seguro

Finalmente, o governo admite as razões de sempre de António Seguro. Mas é fundamental comparar o que foi dito antes e o que Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque disseram agora na  Universidade de Verão. É mesmo decisivo relembrar:
"Há dois meses "qualquer renegociação de dívida (...) significaria simplesmente que Portugal deixaria de ter acesso aos mercados (...), seria um problema que o país não precisa de enfrentar (...), quem defende uma coisa dessas não sabe o que está a defender". Os argumentos eram de Pedro Passos Coelho. Aliás em linha com os de Maria Luís Albuquerque que tinha dito, tempos antes, numa reunião da OCDE: "O tema nem se coloca de todo (...) a dívida portuguesa é sustentável". 
No sábado, tudo parece ter mudado. "Penso que o Parlamento seria o local certo para fazer um debate sobre a dívida. Não lhe chamaria sobre a renegociação ou reestruturação, nem coisa nenhuma, seria sobre a dívida" disse a ministra das Finanças na Universidade de Verão do PSD."

quarta-feira, 26 de março de 2014

(video) TVI - José Junqueiro - Líder Parlamentar do PSD desmente 1º MInistro



O vice-presidente da bancada do PS José Junqueiro exigiu hoje ao Governo e ao PSD que "joguem limpo" e esclareçam quem fala verdade sobre a preparação de mais cortes
nos salários e pensões.
"Os factos estão aí, o líder parlamentar diz que não há cortes, o Governo diz que há cortes, diz até qual o montante previsível desses cortes, o comentador oficial do Governo na televisão, o doutor Marques Mendes, já tinha referido esses cortes alguns dias atrás. Jogo limpo tem de ser feito, mas é dentro do próprio Governo e do próprio PSD", afirmou José Junqueiro, em declarações aos jornalistas no Parlamento.
Reagindo às declarações do líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, que pediu a todos  os agentes políticos, em concreto ao PS, para "jogar limpo" no debate partidário, assinalando que "não é verdade que venham aí mais cortes de salários e pensões", o vice-presidente da bancada socialista devolveu o repto, desafiando os sociais-democratas e o executivo de maioria PSD/CDS-PP a esclarecerem "quem está a falar a verdade".
Pois, referiu, tanto o primeiro-ministro como a ministra das Finanças já disseram que vão fazer um ajustamento que variará entre 1.500 e 2 mil milhões de euros e que "até abril esses cortes vão ser feitos".
"Portanto, o que nós queremos é saber quem está a falar verdade, na justa medida em que o líder parlamentar do PSD vem dizer que esses cortes não vão acontecer, que não haverá cortes nos salários, nas pensões, nos rendimentos das pessoas e até pede
que se faça jogo limpo"
, sublinhou.
"Alguém está a faltar a verdade e o que nós queremos saber com clareza é quem é que fala verdade, é o líder parlamentar do PSD ou é o primeiro-ministro? Há cortes ou não há cortes?", questionou José Junqueiro, falando na existência de uma "divergência insanável" entre o Pedro Passos Coelho e Luís Montenegro.


terça-feira, 25 de março de 2014

PSD - Jornadas - Teodora Cardoso propõe novo imposto sobre a poupança

Luís Montenegro e Passos concordam com Teodora Cardoso?  
A presidente do Conselho de Finanças Públicas nas jornadas do PSD, defendeu um novo imposto. Seria aplicado  o levantamento das contas poupança! 
Isto vai ao ponto de, na vida, um cidadão, remediado, com sacrifício, que conseguir colocar de lado alguns euros em poupança, para qualquer eventualidade, uma doença, por exemplo, quando esta surgir terá de pagar imposto sobre o seu próprio esforço. 
Seria, ironizando, uma espécie de nova taxa moderadora, um castigo. O curioso é não ter proposto que os dirigentes do novo Banco do Fomento que ganham até 13500 euros, durante catorze meses, ficassem subordinados aos vencimentos dos quadros da administração e que nenhum deles pudesse ganhar mais do que o primeiro-ministro. 




quarta-feira, 3 de abril de 2013

PSD à margem da lei - Moreira da Silva - Lembrou-se do PS, mas esqueceu-se do PR. Ou não?

"Lata", no dizer do povo, é atrevimento, na versão mais suave. Vejamos: O PSD, através do porta-voz partidário de Passos Coelho, Jorge Moreira da Silva, defendeu que "aqueles" que suscitaram a fiscalização da constitucionalidade de medidas do Orçamento do Estado para 2013, referindo-se, em especial aos socialistas, têm de apresentar alternativas para responder ao seu eventual chumbo pelo Tribunal Constitucional. 
Bom, acontece que foi o senhor Presidente da República que suscitou a verificação da constitucionalidade, atitude que o PS também assumiu. A invetiva do PSD pretende "ESCONDER" a decisão do PR e mostra apenas a do PS. E isso só acontece, porque nem o PR já confia no que faz governo. 
Pergunta-se: não seria melhor que o governo dedicasse as suas energias a fazer orçamentos constitucionais em vez de preferir atuar, sempre que pode, à margem da lei?

quarta-feira, 20 de março de 2013

TVI - Constança - Em que ficamos? Catroga e o PSD diziam que o memorando era bom!

Outra coisa extraordinária, é o Ministro das Finanças dizer que o programa da troika foi mal desenhado, perguntando-se como é possível dizer isto 2 anos depois; é uma tentativa inútil do MF em disfarçar o falhanço das suas políticas. 
Recorda que Eduardo Catroga disse que o programa era muito bom, que o PSD disse que o programa da troika era o seu programa e que até era modesto e queria ir mais além; o próprio MF e o PM vieram dizer que estávamos no caminho certo, o que mostra que o governo não tem caminho nenhum. 
Estamos a assistir, sub-repticiamente, a uma troca de acusações entre o governo e a troika; o governo tem grandes responsabilidades no caminho por que levou Portugal e o MF não tem, neste momento, credibilidade absolutamente nenhuma. O governo já não tem condições para continuar, chegámos ao fim do caminho.

domingo, 2 de dezembro de 2012

(Público) PSD e CDS QUEREM EXTINGUIR MUNICÍPIOS?

NÃO É A TROIKA QUE EXIGE, confessa o PSD através do seu vice Carlos Abreu Amorim. Disse que a futura lei "já nada tem a ver com o memorando".
Ouvi-o justificar, com muita convicção, em Aveiro, num debate em que participei, que o problema da extinção de autarquias só se aplicava às freguesias e não aos municípios.
Estes não eram demais e estavam bem estruturados, complementou. Esta nova frente de instabilidade política só confirma que Passos Coelho quer ir-se embora rapidamente. Também prova que para a extinção acéfala de freguesias apenas existiu a responsabilidade do governo.
Não possuía um único documento ou proposta do governo anterior. E nunca justificou por que razão a extinção de 1165 é um número significativo e 700, 600 ou 500 nada significam. Como o critério foi matemático era fácil chegar a qualquer meta.
Ouvir dar o dito por não dito no PSD é tão vulgar como o falhanço sistemático das previsões do governo. É o que Cesário Verde diria a um partido como o PSD "ADEUS Ó TROCA-TINTAS".

domingo, 16 de setembro de 2012

PSD DESVALORIZA MANIFESTAÇÕES - "NEM SEQUER EXISTIU PERDA DE ELEITORADO


Natália Carvalho

DISSE MESMO QUE "PERDER 3% NUMA SONDAGEM É POUCO" - O Partido Social Democrata reagiu com naturalidade às manifestações que se realizaram este sábado por todo o país, e que, segundo número da organização, juntaram cerca de 500 mil pessoas só em Lisboa. Um dos dirigentes do partido disse mesmo disse mesmo que as sondagens são confortáveis, sublinhando que uma perda de três pontos no pico da contestação é pouco, não se considerando sequer que existiu perda de eleitorado. PORTANTO, SE É POUCO, O POVO QUE SAIU À RUA SABE O QUE FAZER!

sábado, 19 de maio de 2012

"O POLVO POLÍTICO", EMPRESARIAL E ASSOCIAÇÕES SECRETAS DE TODAS AS ORIGENS

A"elite" do PSD, a pouco e pouco, vai dando à costa. Para quem tem memória, sabe que se fala dos donos das NOVAS EMPRESAS que nasceram como cogumelos, com os dinheiros da CEE, dos enriquecimentos telúricos, da fundação do BPN, do dinheiro "emprestaDADO"... isto mete líder parlamentar, conselheiro de estado, press, ministros, secretários de estado ... não se fala de ratos, de pequenos ladrões  ... nem de "isaltinos" ... do topo das empresas.... nem de associações secretas, de TODAS as origens, que se sentem bem neste pântano. APENAS DOS GRAÚDOS, A SÉRIO!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

PSD RECONHECEU E LAMENTOU ERRO DO GOVERNO NA APRESENTAÇÃO DO DOCUMENTO DE ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL (DEO)

Síntese - PSD - LUIS MONTENEGRO,  líder parlamentar dá razão ao PS, lamenta o facto do governo não ter entregue o "anexo" do DEO/PEC, mas não pede desculpa. Diz que quer dialogar, mas até hoje esse desejo tem-se resumido a ataques. Portanto, como diz Carlos Zorrinho, são preciso atos e não palavras. O PSD e governo estão preocupados pela reação enérgica do PS. E BEM PODEM ESTAR!

"O líder parlamentar do Partido Social Democrata lamentou esta quinta-feira a forma como decorreu a apresentação do Documento de Estratégia Orçamental, mas considerou que tal não é motivo para o Partido Socialista falar em "quebra de consenso".
Foi no final de uma reunião da bancada do PSD que Luís Montenegro foi questionado sobre o processo de apresentação do Documento de Estratégia Orçamental e sobre o facto de este documento ter sido entregue aos deputados sem um anexo com projeções para o desemprego que foi enviado à Comissão Europeia.
O líder parlamentar do PSD respondeu que era melhor que tal não tivesse acontecido e que "agora, isso não é razão para que o PS possa dizer que está em causa o consenso relativamente à relação com o Governo e com a maioria parlamentar".
Luís Montenegro reforçou que, no seu entender, "com as explicações que o Governo deu e com o enquadramento que a matéria merece, não é razão para suscitar essa reação do PS".
De acordo com o líder parlamentar dos sociais democratas, "o PS tem todas as condições para colaborar com o Governo e com a maioria nacional no sentido de encontrar as melhores soluções para as grandes questões nacionais".
Luís Montenegro acrescentou ainda que o PSD tem feito "um grande esforço para manter o PS no centro das grandes reformas que o país está a empreender" e que tem feito "um apelo muito grande de disponibilidade" e "até alguma contenção verbal, que não é acompanhada da parte do PS".

sexta-feira, 30 de março de 2012

É PARA ISTO QUE SERVE UM CONGRESSO? (hoje, in Diário de Viseu)

Durante o fim de semana assistimos ao congresso do PSD. A liderança de Passos Coelho era inquestionável, não havia e não houve disputas. Foi um momento único, nos últimos anos, para aquele partido se concentrar no país e na resolução dos seus problemas.
Fez tudo ao contrário. Dedicou-se a criticar o PS. Como eu os compreendo! Quem nada tem a dizer sobre o futuro fala sobre o passado, mesmo que este já tinha sido julgado e sancionado pelo povo nas últimas eleições, há menos de um ano. Cada um segue o caminho que entende, mesmo que no momento da assinatura do acordo entre o PSD e o CDS, em Junho de 2011, o primeiro ministro tivesse dito que “nunca se desculparia com o passado para fazer o tinha de ser feito”. Viu-se!
E no congresso, ou fora dele, falam sobretudo os que estão “falidos politicamente”. Vejamos: Marques Mendes não se aguentou na liderança do PSD, Luis Filipe Menezes saiu ao fim de curtos meses -  a chorar e descompensado - Paulo Rangel perdeu a luta da presidência  para Passos, Marcelo não se aguentou na presidência do partido e perdeu a câmara de Lisboa para Jorge Sampaio. Mergulhou no Tejo e nunca mais foi o mesmo! Manuela Ferreira Leite também abandonou a presidência do PSD, foi-se embora. Capucho inventou uma saída de Cascais com outras ideias, mas foi dispensado do Conselho de Estado e, agora, do partido. Amuado entregou o cartão! E ouvimos - NÓS - estes sábios a dar "palpites", apesar de incapazes de fazer e apenas de falar!
Valeu o discurso final de Passos Coelho, uma espécie de ato de contrição, palavra que em matéria religiosa significa “dor sincera por ter ofendido a Deus, acompanhada do propósito firme de não mais pecar”. Para os não crentes trata-se apenas de “arrependimento ou remorso”. Seja qual for a interpretação, há uma ilação simples: o presidente do PSD, que também é primeiro-ministro, sabe que precisa do PS para poder vencer o desafio que está colocado ao país.
A hora da verdade está a chegar. Com desemprego máximo – a crescer – e a economia parada, em breve, muito em breve, algo terá de acontecer. O mais certo é que tenhamos necessidade de mais tempo e mais dinheiro, porque o que o governo está a fazer é muito parecido com quem está desempregado: reduz nas despesas, gasta menos, mas não ganha “nenhum” para poder pagar as dívidas. Acontece que o governo não conseguiu reduzir nas despesas, nem aumentou as receitas, apenas criou um desemprego devastador.
Neste contexto, Passos Coelho, como quem bebe um copo de água, desautorizou os congressistas, as críticas e tentou apaziguar os estragos que a “turba” fez. Foi uma boa tentativa, mas talvez já não tenha chegado a tempo, talvez! É para isto que serve um congresso?
DV 2012-03-28

segunda-feira, 4 de abril de 2011

CALÚNIA E FALTA DE CORAGEM DE PASSOS COELHO - ESCONDE-SE ATRÁS DA JSD

Mentira sobre nomeações - Gente sem escrúpulos

Pedro Passos Coelho põe a JSD à frente para avançar com a calúnia e tentar inculcar na opinião pública a ideia de que o Governo estaria a fazer nomeações, já em período de gestão.

Não, o Governo não fez aquilo que o PSD costuma fazer, bastando um olhar para a fase final dos governos PSD/CDS 2002/2005
O Coordenador Nacional de Saúde Mental foi, a título gratuito, o único nomeado do Governo por razões que se prendem com a sensibilidade do sector.

E, talvez, o ser a título gratuito é que o PSD estranhou, porque para aqueles lados isso é coisa que não existe.

Lusa: "O Secretario de Estado da Presidencia do Conselho de Ministros disse hoje que apenas uma nomação foi feita após a demissão do primeiro-ministro, explicando que todas as 156 publicadas, após essa data, foram assinadas antes", dentro do normal funcionamento.

"É completamente falso" que tenham sido feitas 156 nomeacoes depois de 23 de Março, disse à Lusa o Secretario de Estado Joao Tiago Silveira, negando que, apesar de demissionário, o Executivo de José Socrates tenha contratado e promovido aqueles 156 funcionarios.

segunda-feira, 28 de março de 2011

VISEU - O DESNORTE DO PSD EM ANÁLISE

Ontem reuniu a Comissão política Distrital do PS Viseu com o objectivo de fazer a análise da situação política nacional e distrital. Presidi aos trabalhos, conjuntamente com o Presidente da Federação Distrital, João Azevedo, e Maria Olimpia.
Das muitas intervenções da Comissão Política, ressalta um espírito forte para o combate político que já está no terreno.



O texto seguinte resume o teor das intervenções no que concerne ao liberalismo do P PSD e ao desnorte do seu líder:

"Pedro Passos Coelho acaba de anunciar a intenção de privatizar a Caixa Geral de Depósitos, admitindo, imagine-se, que o Estado possa manter uma posição maioritária – DEVE INTERPRETAR ISSO COMO UM FAVOR!

Anuncia que em matéria de Saúde e Seguros a Caixa Geral de Depósitos deixará de ter qualquer poder e tudo será privatizado a 100%.
 
Se nos lembrarmos que nesta crise que vivemos foi a Caixa que permitiu conferir estabilidade ao sistema financeiro perceberemos, rapidamente, o que o "privado" Eduardo Carroga - o suposto responsável pela elaboração do programa do PSD - está a fazer com um sorriso nos lábios.
Ir ao "pote" - essa infeliz imagem inventada por Passos Coelho - continua a ganhar sentido. Sob a capa de "pequenos aforradores" poderem comprar "pequenas acções" tudo se prepara - com anúncio prévio, tudo "transparente"- tudo de prepara, repito, para ser alienado com a assinatura de Pedro Passos Coelho e do PSD.

Os mesmos que inventaram o BPN ou o BPP têm agora uma nova oportunidade com a Caixa Geral de Depósitos. Portanto, até 49% do capital da Caixa e 100% da sua Saúde e Seguros passam o seu destino para as mãos e canetas do PSD e de Pedro Passos Coelho.

OS PORTUGUESES É QUE VÃO DECIDIR! MAS VÃO MESMO!"

domingo, 27 de março de 2011

ADEUS CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS - PASSOS COELHO PÕE À VENDA

Pedro Passos Coelho acaba de anunciar a intenção de privatizar a Caixa Geral de Depósitos, admitindo, imagine-se, que o Estado possa manter uma posição maioritária – DEVE INTERPRETAR ISSO COMO UM FAVOR!

Anuncia que em matéria de Saúde e Seguros a Caixa Geral de Depósitos deixará de ter qualquer poder e tudo será privatizado a 100%.Se nos lembrarmos que nesta crise que vivemos foi a Caixa que permitiu conferir estabilidade ao sistema financeiro perceberemos, rapidamente, o que o "privado" Eduardo Catroga - o suposto responsável pela elaboração do programa do PSD - está a fazer com um sorriso nos lábios.
Ir ao "pote" - essa infeliz imagem inventada por Passos Coelho - continua a ganhar sentido.
Sob a capa de "pequenos aforradores" poderem comprar "pequenas acções" tudo se prepara - com anúncio prévio, tudo "transparente"- tudo de prepara, repito, para ser alienado com a assinatura de Pedro Passos Coelho e do PSD.

Os mesmos que inventaram o BPN ou o BPP têm agora uma nova oportunidade com a Caixa Geral de Depósitos. Portanto, até 49% do capital da Caixa e 100% da sua Saúde e Seguros passam o seu destino para as mãos e canetas do PSD e de Pedro Passos Coelho.

OS PORTUGUESES É QUE VÃO DECIDIR! MAS VÃO MESMO!