Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

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segunda-feira, 20 de março de 2017

Reconstruação do Pavilhão Carlos Lopes

Antes: “Os Abandonados foram conhecer a história.”

E este tem uma história de antes e depois do 25 de Abril. Erigido no Brasil, quando da Exposição Universal do Rio de Janeiro em 1922.
Não são saudosismos, são História de Portugal, mais Respeito por ela !!!


Depois: Reconstrução do Pavilhão Carlos Lopes e sua inauguração

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Humor – Canção de Lisboa – Fado com Vasco Santana

Humor – Canção de Lisboa – Fado com Vasco Santana


Humor – A Menina da Rádio – O Rádio com António Silva

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Humor – O Pátio das Cantigas – Vinho / Ò Evaristo tens cá disto ?

Sem querer aqui polemizar as recentes produções de “A Canção de Lisboa” e “O Pátio das Cantigas”, penso que com a riqueza literária do nosso País, talvez fosse bom fazer bom cinema, baseado na nossa literatura humorística que a há, em vez de repetições de filmes que foram magistralmente interpretados por grande actores cómicos da nossa cena teatral e cinematográfica. Sigam, os exemplos, de filmes originais e com guiões bem escritos, como foram os casos da “Gaiola Dourada” e do “Filme da Treta”.