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sábado, 22 de junho de 2019

Summertime

É sempre uma enorme tentação de cada vez que chega o Verão - recordar a lendária canção «Summertime» que integra a ópera «Porgy and Bess» escrita por G. Gershwin nos anos 30 do século passado. 

As bandas de jazz trataram-na, adaptaram-na e logo se tornou um enorme sucesso. Como melhor a conhecemos é pelo saxofone de  Louis Armstrong e na voz da Ella Fitzgerald.

Mas hoje vou deixá-la aqui nesta versão anterior.



Se bem que o original na peça de teatro era este - que é uma verdadeira delícia.

Ora deliciem-se!




domingo, 14 de abril de 2019

Domingo de Ramos

E uma vez mais, um trecho de um dos filmes da minha vida, hoje que a Igreja celebra o Domingo de Ramos.

(pena a má qualidade da imagem...) 





quinta-feira, 19 de julho de 2018

O livro da minha vida

Não gosto de usar o superlativo relativo de superioridade. Conscientemente, raramente o uso.

Eximo-me sempre que posso de responder quando me perguntam por exemplo «qual foi o filme de que mais gostaste?», ou o livro, ou seja o que for. É que num dia posso lembrar-me de um filme, ou livro, ou música de que gostei muito e noutra altura, lembrar-me de outro(s). Tudo depende das circunstâncias e da(s) memória(s).

Aqui há dias, a nossa amiga Rosa dos Ventos - lembram-se? - desafiou-me para publicar durante sete dias no facebook capas de livros que li e que por algum motivo, me marcaram.

Atendendo a quem me lançou o desafio, acedi e lá fui lançando os títulos e as capas dos livros de que me fui lembrando terem feito as minhas delícias.

Hoje foi o sétimo e último dia de publicações para o qual guardei o livro que eu considero ser o livro da minha vida: O Monte dos Vendavais de Emily Brontë. Li-o na minha juventude em português e adorei, vi mais do que uma versão em filme e depois escolhi-o para analisar do ponto de vista linguístico na última cadeira da minha licenciatura, que se chamava Seminário e que funcionava como preparação para a tese. Aí tive de o ler e reler na versão original - The Wuthering Heights - que é, naturalmente, ainda mais poderosa, mais avassaladora.



Será que os meus amigos serão capazes de escolher um livro que tenha sido o livro das vossas vidas?

Vamos ver. Ficamos à espera...

sábado, 3 de março de 2018

Aos meus amigos vegan...

Pizza de frutos.


Que tal?

Fresco. Bonito... Cá por mim, prefiro um bom bife da vazia... :))

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Parabéns, Elvis!

Mais um ano que passa sobre o nascimento de Elvis Presley e mais uma vez - como de costume neste espaço - aqui fica a lembrança daquele que revolucionou a música rock e a prestação dos seus cantores em palco. Mais uma vez aqui fica a lembrança de uma das vozes mais bonitas (e dos homens mais bonitos) da música norte americana. 


Este era o "meu Elvis".




Mas esta era, sem dúvida, a minha canção do Elvis! A mais bela. A mais romântica. A mais bem interpretada. A que mais me dizia...




Faria hoje 83 anos.

Partiu há quase 41 anos


domingo, 24 de setembro de 2017

Exposição de animais

Foi já há algum tempo, mas vale sempre a pena recordar e mostrar. Visita à exposição e feira de animais na vetusta vila de Belmonte. 

Cães Serra da Estrela.











Ó p'ra mim tão bem acompanhada!...



Mochos, corujas e falcões

Coruja

Falcão

Falcões

Mocho

Outro mocho

E os garbosos cavalos






Claro que as minha preferências recaíram sobre os cães! Se bem que tenha gostado bastante da corujinha...

E para vós?

sábado, 26 de agosto de 2017

Peixinhos da horta




Dou-me conta, não sem alguma ironia, dos acepipes que hoje em dia estão em alta nos restaurantes “de elite” em Lisboa e por esse país fora.

A moda agora virou-se para os peixinhos da horta tal como há anos, poucos, se virara para as pataniscas, para os “jaquinzinhos”, para as petinguinhas enroladas em polme.

Agora tudo o que se diz ser “gente fina” morre por umas pataniscas de bacalhau ou, mais atualmente, por uns peixinhos da horta…

A minha ironia vem exatamente do facto de, na minha meninice, eu ter de “gramar” esses acepipes ao almoço, ao jantar.

Os anos 50 do século no nosso país não foram de todo os mais fáceis de viver em termos sociais (e não só). Passei-os em casa da minha avó espanhola, em Algés, onde não havia falta de boa comida, mas onde o dinheiro não abundava.

Todos os dias acompanhava a minha avó à praça para comprarmos os alimentos para o dia-a-dia, já que não tínhamos frigorífico – apenas no Verão se compravam na carvoaria da esquina umas enormes barras de gelo que se guardavam na despensa junto de algum peixe, carne, leite.

Da praça trazíamos mais peixe do que carne porque era bem mais barato, ameijoas e berbigão apanhados ali no Tejo e vendidos à pá, verduras e alguma fruta. Porém, imaginar e confecionar almoço e jantar diariamente para uma casa de família – os meus avós, a minha mãe e o meu tio, que iam lá almoçar, eu e alguns hóspedes que alugavam os quartos vagos da casa – e com pouco dinheiro era uma quebra-cabeças para a minha avó. Por isso, muitas vezes, ela lançava mão dos restinhos de bacalhau para fazer as ditas pataniscas ou um arroz de bacalhau, ou ainda um pisto – lembrar que ela era espanhola – que eu simplesmente abominava... 

Outras vezes, metia no polme de farinha umas petinguinhas e lá vinham os “abençoados” peixinhos da horta feitos com feijão-verde e uns ovos da vizinha da cave que tinha um grande quintal.

Tudo isto acompanhado do inefável arroz de tomate ou de espigos de couve… O que eu detestava estas comidinhas!

E saber que agora estão no pico da moda dá-me cá uma volta ao miolo! Ai as modas, as modas!


E – tal como as calças rotas nos joelhos que são vendidas a preços indecentes pelas casas de marca – essas "comidinhas de pobre" dos tristes idos de 50 são agora vendidas nos restaurantes “finos” a preços de igual forma imódicos.


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Diminutivos

Fiquei a saber ainda há pouco que se podem registar os bebés dando-lhes nomes nos seus graus diminutivos. Do estilo “Rosarinho”, “Carminho” e assim. Tive uma colega que se chama Teresinha, nome que “ganhou” fora de Portugal. Mas pensei que os nossos Cartórios não aceitassem diminutivos.

[Sempre lamentei muito as pessoas que têm de carregar o resto da vida com um nome daqueles que são de fugir, apenas porque os paizinhos se apaixonaram por determinada personagem de filme, de livro, de novela, de artista da atualidade. E, pior ainda, porque era o nome do padrinho ou da madrinha. Mas isso é outro assunto, além de que os gostos são muito discutíveis.]

Mas a propósito das Rosarinhos, das Carminhos e das Teresinhas, lembrei-me de uma anedota muito antiga que o meu pai contava. Era assim:

«Era o primeiro dia de escola de uma turma da 1ª classe e a professora começou a perguntar o nome aos seus novos alunos. E começou pelos da primeira fila:

- Então como te chamas?

- Eu sou o Zezinho…

- Zezinho, não. O teu nome é José. E esta menina aqui, como te chamas?

- Eu chamo-me Mariazinha…

E a professora, cheia de paciência, lá a emendou: - Mariazinha, não. És a Maria.

- E tu, a seguir, como te chamas?

- A minha mamã chama-me Manelinho.

E lá voltou a professora a emendar:

- Aqui és o Manuel. Aqui na escola não há –inhos…

E todos os meninos iam desfiando os seus «petit noms» enquanto iam ficando a saber que a professora não os ia tratar pelos seus diminutivos.

Quando chegou a vez do último aluno dizer o seu nome, o pobre miúdo disse muito embaraçado:

- Eu chamo-me Agosto, senhora professora…

- Agosto?! – responde-lhe a senhora. – Mas ninguém se chama Agosto, meu querido!


- Eu chamo-me Agostinho… mas a senhora professora diz que aqui não há –inhos…»




sábado, 15 de abril de 2017

Stayin' alive!

Que me desculpem os amantes e cultores do Cohen, do Bob Dylan, do Nick Cave e de outros baladeiros tão apreciados e tão cultivados, mas eu cá é mais rock e seus derivados...

Feitios!

E hoje, que [sem qualquer tipo de pensamento herético]  até é dia de "continuar vivo", lembrei-me desta maravilha dos anos 70! Quem não se lembra?!

Maravilha!!


Então, enjoy and stay alive!!

segunda-feira, 27 de março de 2017

No Dia Mundial do Teatro

«Vocês, artistas que fazem teatro
Em grandes casas, sob sóis artificiais
Diante da multidão calada, procurem de vez em quando
O teatro que é encenado na rua.
Quotidiano, vário e anónimo, mas
Tão vívido, terreno, nutrido da convivência
Dos homens, o teatro que se passa na rua.»

Bertolt Brecht


«A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.»

De autor desconhecido

«Então sonhei um sonho tão bom: sonhei assim: na vida nós somos artistas de uma peça de teatro absurdo escrita por um Deus absurdo. Nós somos todos os participantes desse teatro: na verdade nunca morreremos quando acontece a morte. Só morremos como artistas. Isso seria a eternidade?»

Clarice Lispector


Esta é que é a minha noção de teatro. Do outro, do que passa nos palcos gosto pouco... Que se há de fazer?




terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Fascinação

Das mais belas canções de amor - já que estamos no mês do amor.

E que me desculpe o meu querido Nat King Cole, mas aqui terá de ficar em 2º lugar. Prefiro a versão Elis Regina...

E os meus amigos?







(Era esta a canção do genérico da novela Casarão que veio do Brasil a seguir à Gabriela e que representava uma intensa história de amor. Dá para se lembrarem? Uma maravilha!)


Mas esta foi a versão em que conheci esta linda canção aí pelos meus treze anos. Fiquei apaixonada . Foi uma verdadeira fascinação...





sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Moda ou sujeição?

Sempre que foi preciso facilmente encontrei camisolas – agora chamadas básicas – de golinha alta para os miúdos usarem por baixo das camisas, das camisolas – agora chamadas sweats – ou dos casacos, para irem mais aconchegados para a escola.
Este outono, já corri todas as lojas desde as franchising tipo Zara, Benneton, Tiffosi,  Mo, etc. e tal, até às do chamado comércio tradicional onde as respetivas empregadas – agora diz-se colaboradoras – põem os olhos em alvo, como se não soubessem do que falo e dizem «Não temos.»; «Este ano, não se usam.»; «Sabe: fazem muito calor aos miúdos e eles constipam-se…»

Quer queiramos, quer não, temos de vestir aquilo que os ditos prontos-a-vestir mandam e, mesmo que desejemos manter o nosso estilo, os nossos gostos, as nossas formas de conforto, dificilmente o conseguimos porque as roupas e os chamados assessórios são exatamente iguais em tudo quanto é loja.

Eu que, por gosto próprio, raramente uso calças, andei, nos últimos cinco ou dez anos, a fazer figura de parva a perguntar por saias aí pelas lojas e a ver o ar de pena ou condescendência ou sei lá de quê das empregadas, que agora se chamam colaboradoras, para cima de mim como se eu fosse uma extraterrestre ou perguntasse por uma peça do século XIII. Saias! Que disparate! Agora saias!...

Eu cá gosto da moda e das modas, mas, por favor, dêem-me algum espaço de liberdade! Gosto especialmente de fazer a minha vontade e de me sentir confortável com o que visto. Não sou, nem pouco mais ou menos, escrava da moda.

Tive um colega na Faculdade, nos idos de 60, a quem chamávamos «o pusilânime» porque aplicava essa palavra a tudo e a todos – que dizia que em Letras os rapazes teriam mais saída junto dos professores porque eram poucos, enquanto as raparigas eram muitas e eram todas iguais: os mesmos penteados, as mesmas roupas, o mesmo estilo. Teria alguma razão. Imagino o que ele pensará hoje com as lojas a exibirem tudo igual – cores, cortes, modelos, padrões – e sem o hábito que se perdeu de ter uma costureira, uma modista de confiança que nos talhe e costure modelos a nosso gosto.

A propósito, já leram o livro «O Tempo entre Costuras» da espanhola Maria Dueñas? É interessante: passa-se no tempo da Guerra Civil de Espanha, mas lê-se muito bem e sem grandes exigências literárias. Não sou grande admiradora de best-sellers, mas gostei de ler este.




domingo, 13 de novembro de 2016

«You make me feel brand new»

E depois de tanto falarmos ontem em música e em gostos, hoje deixo-vos com uma daquelas de que eu gosto.

Espero que possa ser do vosso agrado e que possa servir para encararem a semana com otimismo. 

Nada como uma canção de amor para ficarmos bem dispostos...




Boa semana!

sábado, 12 de novembro de 2016

Como a formiga «vou em sentido contrário»...

Não sei o que pensar de mim nestas alturas. Sinto-me ao contrário de toda a gente e o pior é que nem me importo nada. Assim mais ou menos como «a formiga no carreiro» [quando] «ia em sentido contrário»…

Isto a propósito da morte do cantor Leonard Cohen. Xi!!! O que aí vai de tristeza e de lamentos pelo passamento do senhor. Atenção: não estou a criticar! Era só o que mais faltava, não tenho – nem eu nem ninguém – esse direito. De «morreu o pai», ou «até hoje nunca entendi o que era chorar por um cantor», li de tudo no facebook  A questão é que – tal como como com o Dylan – nunca me atraiu, nunca me «disse nada». Não gosto de baladas – é só! (Quando falo em baladas, lembro-me sempre de uma das edições do extraordinário Zip-Zip, nos anos de 69 do século passado, em que o inimitável Raul Solnado “cantava” uma balada “cheia de significado” que dizia: «a minha linha, a tua linha, a nossa linha não alinha…» E é isto que eu sinto em relação à baladas.




Também desse tempo relembro muitas vezes, as declarações do então (e sempre) irreverente Miguel Graça Moura, cultíssimo maestro português, quando lhe perguntaram o que achava ele da renovação da música (ligeira, popular) portuguesa, ele respondeu apenas: «Olhe, eu estou-me nas tintas para a renovação da música portuguesa!» Ó como rejubilei (eu, púbere menina) com essa declaração!

Da mesma forma, quando foi a moda dos Madredeus nos anos 80/90, eu dizia muitas vezes que devia ser a única pessoa em Portugal que não gostava de os ouvir. Uma vez, vieram atuar aqui ao Mosteiro da Batalha e, naturalmente, despovoou-se Leiria para os ir ver atuar. Nós também fomos. Foi numa noite de Inverno em que chovia copiosamente: fizemos o caminho debaixo de uma verdadeira tromba de água e, do estacionamento até ao Mosteiro, apanhámos uma valente molha. À época, andava eu “carregada” de antidepressivos… Começou os espetáculo e aquela lindíssima, finíssima, cristalina voz da Teresa Salgueiro a ecoar pelos claustros naquela toada que se situava ali entre o fado e a balada… bom, nem queiram saber: adormeci que nem um anjo encostada ao sobretudo (húmido, mas quentinho) do meu amigo ZF e foi um regalo!

Já para não falar do fado – que desde há uns anitos para cá subiu de categoria e, mesmo assim (ou até também por isso, sei lá!) não consegue entrar nos meus gostos.


(Sempre –  Ai de mim! – como a formiga no carreiro mas em sentido contrário.)


(daqui)

sábado, 1 de outubro de 2016

Dia Mundial da Música

Para celebrar a música, hoje escolhi um compositor extraordinário desempenhado por um orquestrador de encher a alma!

Espero que gostem. Para mim é do melhor!



quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Anunciando o fim do Verão

(Pressuposto: para mim, Verão é praia e dias longos. De modo que, quando chega o fim de Agosto, chega o fim do Verão, mesmo sabendo como o Setembro é quente aqui em Leiria.)

Oiçam bem (relembrando, naturalmente...) esta canção maravilhosa e vejam se não é mesmo um anúncio ou prenúncio do fim do Verão...




Este prodígio da canção americana gravou um único LP porque não viveu o suficiente para escrever e cantar mais (1941-1967) Morreu, aos 26 anos, num acidente aéreo durante uma tournée pelo espaço americano. Uma pena.

Gosto de todas as suas interpretações, mas a mais, mais de todas é «These arms of mine» (they are yearning of wanting you...) Muito sensual.




sábado, 27 de agosto de 2016

Música para o fim de semana

Oh como eu gosto de «dar música ao pessoal»!! Esta é dos anos 50 e serviu de tema musical ao filme «A Volta ao Mundo em 80 Dias».

Gosto especialmente desta interpretação na voz do doce Nat King Cole de 1950. Mas não posso deixar de trazer aqui a versão de Frank Sinatra. (1958)

É que ... gostos não se discutem!







Ambos canta(va)m maravilhosamente, mas eu cá... prefiro o Cole. E os meus amigos?


sexta-feira, 15 de abril de 2016

Há que preservar os amigos

Os meus amigos que me dão a honra de passar por este meu espaço hão de estar um bocado baralhados com o «põe e tira e tira e põe» que aconteceu aqui nestes últimos dias.

Encontros e desencontros de opiniões e de mundividências levaram-me a retirar a reportagem (que com tanto gosto montei) sobre o encontro de bloggers do passado domingo no Porto. Do facto devo pedir desculpas aos simpáticos comentadores dessa publicação.

Quanto ao texto publicado ontem (coisas de Carneiro, sabem como é…) foi ontem mesmo retirado, ainda sem quaisquer comentários – porque há que preservar os amigos.

O título «O programa segue dentro de momentos» a fazer lembrar a RTP dos anos 60, ainda levou alguns dos meus seguidores a pensar que eu iria fazer uma pausa, mas não se livram de mim assim tão facilmente…

(Isto até parece um daqueles enigmas do Rui da Fonte…)

Mas o assunto é esse mesmo – preservar os amigos. E por isso aqui fica um belo hino aos amigos pelos meu muito queridos Queen – a 2ª melhor banda inglesa a seguir aos Beatles –  digo eu...


quarta-feira, 30 de março de 2016

Aurea

Gosto mesmo desta «pequena»... Das suas canções. Da sua forma de cantar.

Que me dizem?

domingo, 20 de março de 2016

Primavera

Este ano a Primavera chegou cheia de pressa: às 4 da manhã do dia 20, quando na escola aprendi que era no dia 21 que ela chegava. Enfim, modernices...

Mas não entrou lá muito bem: choveu que se fartou e esteve cá um frio!! Mas como a Primavera é a estação das coisas belas, deixo aqui imagens dos belos arcos-íris que se formaram aqui por Leiria.



  


Simplesmente adoro arcos-íris!!




(fotografias de Fernando Rodrigues e Fernanda Sal retiradas do facebook)