A TRIBUTE TO AC/DC
Mostrando postagens com marcador AC/DC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador AC/DC. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
OI/OI - A TRIBUTE TO AC/DC (EP) (1999)
A TRIBUTE TO AC/DC
Marcadores:
AC/DC,
BLOODY SODS,
EP,
FAT SKINS,
MAIN STREET SAINTS,
TERMINUS CITY,
TRIBUTOS
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
domingo, 19 de novembro de 2017
segunda-feira, 18 de julho de 2011
ENTREVISTA : AC/DC
Mesmo que você não tenha nenhum de seus discos e mesmo que você não reconheça nenhum dos membros da banda, você reconheceria o logo AC/DC com o raio entre as letras.
Eles venderam mais de 200 milhões de álbuns, incluindo 42 milhões do álbum Back in Black, fazendo-o o segundo álbum mais vendido da história, perdendo apenas para Thriller de Michael Jackson.
Black Ice é o primeiro material desde Stiff Upper Lip em 2000 e um dos lançamentos mais esperados do ano.
Estou sentado no saguão do hotel com o compositor e guitarrista Angus Young, 53, e com alguma dificuldade em reconhecer a estrela nesse baixinho fumante serial. Isso devido, a) à espessa fumaça de cigarro, b) porque ele não está usando seu típico uniforme escolar.
“Aquele uniforme poderia andar sozinho no palco”, ri Angus com seu forte sotaque Australiano, acendendo seu sexto Benson & Hedges em alguns minutos.
“Ele tem vida própria e os fãs esperam me ver usando - o 24 horas por dia, mas como você pode ver eu não o uso. A vantagem é que eu posso andar despreocupado pelas ruas, pois as pessoas não me reconhecem. Elas estão a procura de alguém com um uniforme escolar”. A ideia de usá-lo veio da irmã de Angus, Margaret, que gostava da maneira como Angus chegava da escola e
praticava guitarra ainda com seu uniforme.
“Foi ela quem disse que eu deveria usá-lo e assim tudo começou. À primeira vista eu não sabia como isso iria rolar, especialmente em Oz. Ir para o pub usando o uniforme não era o plano. Lá eles eram bebedores hard core”.
Mas de qualquer maneira é uma das coisas que as pessoas mais associam ao AC/DC e seu MySpace está cheio de fotos de fãs vestidos como Angus.
Acendendo outro cigarro, ele diz: “Eu perdi a conta de quantos uniformes desse eu tenho. Mais ainda, agora muitas pessoas os dão para mim. Tem até alguns em museus”.
AC/DC foi formado em Sydney, Australia, em 1973 por Angus, seu irmão mais velho Malcolm nas guitarras rítmicas, além de Cliff Williams no baixo e Phil Rudd na bateria.
Em 1974 eles contrataram Bon Scott como vocalista, substituindo o original, Dave Evans. Mas em fevereiro de 1980 uma tragédia ocorreu. Scott foi encontrado morto no assento traseiro de um carro em Londres, depois de uma noite de bebedeira pesada. A autópsia mostrou que a causa da morte foi envenenamento pelo álcool.
A banda decidiu continuar e Brian Johnson, ex-vocalista da banda de Newcastle, Geordie, assumiu a posição de Scott.
O primeiro álbum com Brian foi Back in Black e o AC/DC se tornou uma estrela do rock. Esse álbum permanece como sua marca registrada.
Angus diz: “Era uma posição de responsabilidade, mas ele deu conta, embora ainda pensemos em Bon. As pessoas estão sempre me perguntando sobre ele, como ele era, de modo que a lenda ficou ainda maior. Ele provavelmente está adorando e fazendo a maior festa lá em cima”.
Angus admite que nunca compreendeu como tantas pessoas compraram Back in Black, depois de toda a luta da banda em seus primeiros anos de carreira.
“Ninguém nos comprou, as chances não estavam à nosso favor. Nós não tínhamos um som comercial. Simplesmente as pessoas estavam escutando música leve e amigável e eles olhavam para nós e diziam, ‘ O quê é isso?’. Eles se recusavam até mesmo a imprimir fotos nossas, pois Bon estava coberto de tatuagens e aquilo não era visto como respeitável”.
Black Ice tem a marca registrada da banda. Músicas sobre rock’n’roll, guitarras trovejantes e vocais poderosos. Os destaques são a visceral Rock 'n' Roll Train, Anything Goes, a canção título e Stormy May Day.
“Tinha que ser representativo de nosso estilo. Tínhamos outras músicas, mas elas não estavam soando bem. Sobre cada uma das músicas de Black Ice, você dirá, ‘isso é AC/DC.’”
Os dois albuns prévios, Ballbreaker em 1995 e Stiff Upper Lip em 2000 não foram bem recebidos por alguns críticos. Mas para gravar Black Ice eles se juntaram ao produtor Brendan O’Brien, que disse “Eu sentia falta do AC/DC e quis a banda de volta.”
Angus acrescenta: “Eu estava impressionado com ele, pois ele é, em primeiro lugar, um músico e tem grande habilidade como produtor. Dissemos a ele para ser brutal. Os críticos podem atirar flechas em nós mas eu não me preocupo com isso. Quando começamos nunca tivemos boas críticas. Posso lhe mostrar algumas, nunca foram boas. Fomos chamados de caipiras coloniais, o
Chunder From Down Under (expressão que traduzida quase literalmente quer dizer o vômito do fundo do poço), e nos disseram que deveríamos pegar o primeiro barco para casa.”
Dois dias mais tarde, conversei com o vocalista Brian Johnson ao telefone, pois o havia perdido na Alemanha quando seu vôo vindo de Sarasota, Flórida, se atrasou.
Ele não perdeu seu sotaque dos tempos do Geordie e é alegre e otimista, foi mais como falar com um velho tio do que com o vocalista da maior banda de rock do mundo.
“Oh querida, me desculpe, nos desencontramos outro dia. Eu acho que teria sido mais rápido voar para a lua. Eu espero que você não tenha pensado que eu era algum velhote gagá.”
Brian acredita que trabalhar com Brendan foi um fator importante na criação desse álbum. Ele diz: “Brendan foi fantástico. Nós não o tínhamos encontrado antes, assim rola certa estranheza quando você entra no estúdio pela primeira vez, com um cara novo, porque ele está se metendo em sua pequena turma. Mas, depois de cinco minutos com ele nós pudemos ver quão maravilhoso ele era.”
“Ele jamais o chamaria apenas pelo primeiro nome, mas por ambos. Ele dizia (imitando sotaque americano) ‘Bem, yeah, claro que sou Brendan’ e ‘OK, vamos descer e ver o que você tem para nós garotão’”.
“Então, olhando para mim, ele disse, ‘Brian Johnson, você não gosta de cantar em estúdios, não é mesmo?’ e eu disse a ele ‘Não, eu absolutamente detesto’. Ele disse, ‘O quê há de errado?’ eu disse, ‘São os botões, o microfone pendurado, os fones de ouvido e o 123... cantando’.
“Então, ele disse, ‘Apenas me dê uma noite para pensar sobre isso’. No dia seguinte eu cheguei e ele disse, ‘OK, esse é o salão em que você vai cantar’. E eu, ‘Mas isso é o escritório atrás da mesa da recepcionista do estúdio’. Ele disse, ‘Yeah, bem você disse que não gosta estar sozinho’.
“Daí ele colocou lá alguns alto falantes e uma pequena mesa de mixagem e me deu um microfone enorme, um velho e grande Shure 56, que pesava quase sete libras (3,17 quilos) e ele disse, ‘OK, let’s rock’. Ele tocou a gravação que os garotos haviam feito na noite anterior e eu comecei a cantar... a recepcionista pediu demissão imediatamente.
“A recepcionista, pobre garota, teve o susto de sua vida e ela tinha um pastor alemão que começou a uivar. Eu ainda não sei se ele estava protestando ou se ele estava curtindo tudo aquilo.”
“Mas quando escutei o álbum, eu fiquei impressionado, era quase como escutar a mim mesmo 30 anos atrás.”
“Soava, honestamente, como uma banda nova que somente acabou de entrar em cena”.
“Recebi um email de minha filha mais nova outro dia e ela havia acabado de escutar Rock 'N' Roll Train na Radio 1. Foi o maior barato de sua vida, pois a radio 1 jamais havia tocado AC/DC.”
“Angus e Brian acreditam que o sucesso do AC/DC se deve ao fato de que fizeram música da maneira que mais gostam, além de evitar completamente a vida de celebridade.”
Brian diz: “Ai, Jacqui, minha querida, não existem celebridades nessa banda. Uma coisa que o AC/DC realmente não gosta é esse papo de celebridade. Nós não vamos ao Brit Awards ou qualquer outro. Nossa banda tem realmente os pés no chão.”
No fim do mês, AC/DC volta à estrada, vindo para a Inglaterra pela primeira vez depois de sete anos.
Como Brian está se preparando para esse cronograma esgotante?
“Tenho 61 anos de idade, tenho me exercitado e temos um treinador da fórmula 1 que virá e nos colocará em forma em algumas semanas. Estou assustado. Ele é durão. Mas você sabe com é, eu me exercito três vezes por semana e corro seis dias por semana para tentar me manter em forma.”
“E aqueles palcos, eles são enormes. Estão ficando maiores, mas o equipamento que temos é espetacular. Eu acho que a produção, dessa vez, é a mais cara da história do rock’n’roll. É fantástico.”
“Eu acabei de ver os esboços, minha querida Jacqui, e a primeira música, Rock 'N' Roll Train. Bem, imagine um trem em algum lugar, no início do show. Vai assustar todo mundo. Mas será impressionante e se não for eu quero meu dinheiro de volta.”
E enquanto Brian diz tchau, eu pergunto a ele se esses são a última turnê e o último álbum da banda.
“Nós não pensamos assim, mas vamos indo na medida em que as coisas rolam. Não estamos ficando mais jovens, mas o que importa é como você se sente e eu me sinto muito bem. Estou entusiasmado pela turnê.”
E Angus diz: “Somos jovens presos em corpos velhos e que precisam parar de contar os aniversários.”
domingo, 27 de fevereiro de 2011
AC/DC - DIRTY DEEDS DOWN UNDER BOOTLEG (1976)
AUSTRÁLIA
ESTILO : HEAVY METAL
01. Love Song - Dirty Deeds Done Dirt Cheap
02. She's Got Balls
03. Problem Child
04. Live Wire
05. Jailbreak
06. The Jack
07. TNT
08. High Voltage
09. Baby Please Don't Go
Marcadores:
AC/DC,
AO VIVO,
BOOTLEG,
HEAVY METAL
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
AC/DC - ROCK 'N' ROLL TRAIN SINGLE (2008)
Assinar:
Postagens (Atom)