31 dezembro 2009
A VZ-52
30 dezembro 2009
EU SOU A MORSA
I Am The Walrus quer dizer literalmente Eu sou a Morsa e é uma composição dos Beatles de 1967 que comprova a que limites de indulgência pode ir a crítica de um público quando o artista atinge o estatuto do estrelato máximo. Trata-se de uma canção sem sentido, que é resultante da agregação de três ideias distintas (quem quiser saber a sua história completa pode lê-la na Wikipedia) e porque o importante nestas coisas da promoção será ter um rótulo, deram-lho de rock psicadélico. E contudo, não me lembro de alguma vez ter ouvido alguém a descrevê-la quanto ela é horrível, que é o que, objectivamente, ela é...
I am he as you are he as you are me
and we are all together
See how they run like pigs from a gun
see how they fly
I'm crying
Sitting on a cornflake
Waiting for the van to come
Corporation T-shirt, stupid bloody Tuesday
Man you've been a naughty boy
you let your face grow long
I am the eggman
they are the eggmen
I am the walrus
Goo goo g' joob
Mr. city policeman sitting
pretty little policemen in a row
See how they fly like Lucy in the sky
See how they run
I'm crying
I'm crying, I'm crying
Yellow matter custard
Dripping from a dead dog's eye
Crabalocker fishwife
Pornographic priestess
Boy, you've been a naughty girl
you let your knickers down
I am the eggman
They are the eggmen
I am the walrus
Goo goo g' joob
Sitting in an English garden
waiting for the sun
If the sun don't come you get a tan
from standing in the English rain
I am the eggman
They are the eggmen
I am the walrus
Goo goo g' joob
Expert, texpert choking smokers
don't you think the joker laughs at you
See how they smile like pigs in a sty
See how they snide
I'm crying
Semolina pilchard
climbing up the Eiffel tower
Elementary penguin singing Hare Krishna
Man, you should have seen them kicking
Edgar Allan Poe
I am the eggman
They are the eggmen
I am the walrus
Goo goo g' joob
Goo goo g' joob
Goo goo g' goo
goo goo g' joob goo
juba juba juba
juba juba juba
juba juba juba juba
juba juba
and we are all together
See how they run like pigs from a gun
see how they fly
I'm crying
Sitting on a cornflake
Waiting for the van to come
Corporation T-shirt, stupid bloody Tuesday
Man you've been a naughty boy
you let your face grow long
I am the eggman
they are the eggmen
I am the walrus
Goo goo g' joob
Mr. city policeman sitting
pretty little policemen in a row
See how they fly like Lucy in the sky
See how they run
I'm crying
I'm crying, I'm crying
Yellow matter custard
Dripping from a dead dog's eye
Crabalocker fishwife
Pornographic priestess
Boy, you've been a naughty girl
you let your knickers down
I am the eggman
They are the eggmen
I am the walrus
Goo goo g' joob
Sitting in an English garden
waiting for the sun
If the sun don't come you get a tan
from standing in the English rain
I am the eggman
They are the eggmen
I am the walrus
Goo goo g' joob
Expert, texpert choking smokers
don't you think the joker laughs at you
See how they smile like pigs in a sty
See how they snide
I'm crying
Semolina pilchard
climbing up the Eiffel tower
Elementary penguin singing Hare Krishna
Man, you should have seen them kicking
Edgar Allan Poe
I am the eggman
They are the eggmen
I am the walrus
Goo goo g' joob
Goo goo g' joob
Goo goo g' goo
goo goo g' joob goo
juba juba juba
juba juba juba
juba juba juba juba
juba juba
O POLITÓLOGO
Antes de mais, vejam o vídeo acima onde chamo a atenção para a desenvoltura com que um dos convidados no estúdio se comporta em frente às câmaras… Depois de o terem visto, não posso resistir a confidenciar-vos que me ocorreu quanto este episódio poderá passar por uma bela metáfora do comportamento de alguns dos comentadores habituais (politólogos) que se passeiam pelas nossos canais informativos de TV. Só que em vez de se passearem pela mesa como ele, dissertam sobre o tudo e o nada e em vez de alçarem as patas traseiras para diante e se espremerem, assumem um ar espremidamente convicto. Mas o que sai, em vez de uma torcida, é muitas vezes um pensamento retorcido…
29 dezembro 2009
ROBERT NIVELLE
28 dezembro 2009
A PROSA DO VISCONDE
Tendo começado pelas novelas de terror, que eram a moda literária quando se iniciou na escrita no princípio da década de 1850, os livros de Ponson du Terrail evoluíram posteriormente para um estilo seu, muito próprio, fantasista, com um enredo repleto de peripécias. Mas, para alcançar o ritmo de produção desejado, Ponson du Terrail nem chegava a rever o que escrevera. Há frases retiradas de livros seus que se vieram a tornar clássicos: …as suas mãos estavam tão frias como as de uma serpente… ou então Com uma mão levantou o punhal enquanto com a outra lhe disse…
Mas, mesmo a imaginação delirante do visconde não conseguia acompanhar o ritmo da produção que lhe era exigido, e personagens que tinham morrido nos episódios iniciais da saga acabavam por vir a reaparecer quase idênticas uma ou duas dúzias de episódios mais adiante. Para controlar esses erros de ressurreição, Ponson du Terrail recorreu a um expediente tão imaginativo quanto ele: mandou fazer uns bonecos de cartão com as indumentárias correspondentes à descrição que fizera das personagens e adicionando-lhes em baixo uma etiqueta com o nome que lhes dera…
Hoje, embora ainda se empregue o adjectivo rocambolesco, praticamente ninguém terá ouvido falar de Ponson du Terrail, nem da sua obra, nem do enorme sucesso de popularidade de que gozou durante as duas décadas do Segundo Império francês. Num certo sentido, as aventuras que criou são um reflexo dos acontecimentos, também muitas vezes rocambolescos, da própria sociedade francesa sob o Segundo Império de Napoleão III. E quando olho para as capas dos livros dos nossos best sellers actuais, também me pergunto que imagem da nossa sociedade actual estaremos a transmitir para o futuro…
27 dezembro 2009
ROBERT McNAMARA
26 dezembro 2009
OUTRO PENSADOR
Etiquetas:
Escultura,
Estados Unidos,
Estratégia,
Fotografia
25 dezembro 2009
Feliz Natal para todos! Que o nascimento do Menino Jesus ilumine de alegria e paz os vossos lares e nações(*).
24 dezembro 2009
NOS TEMPOS EM QUE EU VIVIA OS NATAIS DE OUTRA MANEIRA
Já aqui havia parafraseado o poema Aniversário de Álvaro de Campos que começa assim:
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
No poema, é impar a inspiração de Fernando Pessoa a provar-nos que as datas permanecem imutáveis, são os presentes que morrem e os vivos que vão mudando a maneira de as viver, restando a estes últimos a memória de como as viviam. Tendo começado a evocar esses Natais passados pelos sons, como aconteceu no poste anterior, resolvi juntar mais dois dos sons desses Natais de outrora, que eu vivia de outra maneira…
22 dezembro 2009
A IMITAÇÃO DO CHAMPANHE AMERICANO
21 dezembro 2009
OSTTRUPPEN
20 dezembro 2009
À MESA DAS NEGOCIAÇÕES
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