The Slipper and the Rose (Bryan Forbes, 1976)
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28.8.26
14.8.26
9.8.26
28.5.26
Insiang (Lino Brocka, 1976)
O ano cinematográfico não é marcado apenas pelas estreias de novos filmes, mas também pela reposição ou mesmo estreias absolutas de produções do passado. Insiang, do filipino Lino Brocka, é, juntamente com Belladona, a maior revelação do primeiro semestre de 2016. Suponho que seja um filme desconhecido da maioria dos cinéfilos. Foi recentemente restaurado. É um melodrama genial, que está à alturas dos melhores Fassbinder e Mizoguchi. É a história de uma adolescente muito bela, cobiçada pelos machos da favela paupérrima onde vive. Mas os seus carrascos são a mãe e o amante desta. O mais impressionante é este drama íntimo ecoar de forma implacável o estado moralmente deplorável da sociedade. Uma obra-prima. Paris 06.2016: 5/5
23.4.26
Nuts in May (Mike Leigh, 1976)
REALIZADOR Mike Leigh ARGUMENTO Mike Leigh PRODUÇÃO David Rose para a BBC, episódio da série televisiva Play for Today ESTREIA BBC 13.01.1976 ELENCO Roger Sloman, Alison Steadman VISTO Paris 06.04.2025 Cinémathèque NOTA 3.5/5
17.4.23
Nickelodeon (Peter Bogdanovich, 1976)
Uma curiosa comédia que homenageia o cinema dos primórdios, dos anos 1910s mais precisamente. Griffith, amplamente citado, era a referência artística da época, mas este filme aborda as comédias slapstick e os melodramas românticos e piegas. Paris 04.2023 Cinémathèque 2.5/5
13.7.17
Assalto à 13ª Esquadra (John Carpenter, 1976)
Uma esquadra que está a ser desafetada é assaltada por inúmeros indivíduos. Os poucos que defendem a esquadra vão travar uma batalha desigual e implacável. Os assaltantes não têm rosto, são silhuetas ameaçadoras que lembram os zombies de filmes posteriores e... os índios dos antigos westerns mais primários. Um filme de ação que é uma obra-prima. Paris 2017 Christine 21: 4,5/5
19.11.16
All the President's Men (Alan Jack Pakula, 1976)
Famoso filme sobre uma investigação jornalística que revelou o Watergate. Um filme típico dos anos 70, que alia os meios de Hollywood à ambição de denunciar os abusos do poder político. Sucesso comercial e crítico, nomeado para os principais prémios do ano. Jason Robards recebeu o óscar de melhor ator secundário. Um bom filme, modelo de vários filmes sobre a relação entre o jornalismo e o poder político. Em Portugal estreou a 18 de janeiro de 1977. Em Paris uma cópia nova foi colocada nas salas a 19 de outubro de 2016. No mês seguinte vi-o na Filmothèque 3.5/5
***
Passados 40 anos da estreia do filme, uma versão digital restaurada 4K é apresentada pela Filmothèque du Quartier Latin, a 26 de agosto de 2026.
28.1.14
Sebastiane (Derek Jarman, 1976)
Inimaginável uma Roma Antiga mais gay do que a Roma de Jarman. Quase invisível no circuito comercial francês, Sebastiane foi um sucesso no circuito de arte e ensaio inglês mas foi massacrado na estreia francesa, em 1976. Nunca saíra antes em França em vhs ou em dvd. Saiu agora como complemento de um ensaio dedicado ao filme, escrito por Didier Roth-Bettoni. Este autor apresentou o filme de Jarman na sessão do cineclube 7e Genre, ontem, terça-feira.
Sebastiane é o único filme totalmente falado em latim (mas com pronúncia britânica). É um filme singular que diz claramente ao que vem, propondo uma representação homossexual de episódios conhecidos da história de Roma. Com este primeiro filme, Jarman (1942-1994) iniciava uma obra não muito extensa mas coesa. O filme abre com uma cena de orgia carnavalesca colorida mas logo passamos para um espaço deserto, em que se reduz drasticamente a paleta de cores. Nesse deserto um grupo de soldados entregam-se a jogos homo-eróticos e progressivamente mais agressivos e sado-masoquistas. Este filme apropria-se de forma criativa de obras (como a de Pasolini, que Jarman idolatrava) e de géneros cinematográficos, como o peplum ou o soft porn. Singular. Paris, Le Brady Ciné-club Le 7e Genre 01.2014 (3/5)
30.11.13
Robin and Marian (Richard Lester, 1976)
Uma longa espera. Sempre ouvi falar deste filme em termos positivos, e queria muito vê-lo. Vi-o esta semana e confirmou-se a fama do filme. É um filme crepuscular, sobre o fim de Robin e da sua companheira Marian. Sempre com muito humor, assistimos às últimas aventuras de Robin dos Bosques e dos seus companheiros. Sean connery e Audrey Hepburn são impecáveis e assinam um dos grandes papéis das suas carreiras. A música é de John Barry e o argumento de James Goldman. Com Robert Shaw, Ian Holm, Nicol Williamson e Richard Harris. O filme foi apresentado na segunda edição do Festival du Film Médieval. Paris 2013 Le Desperado 4/5
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