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25.8.26

Everyone Says I Love You (Woody Allen, 1996)

A única comédia musical de Woody Allen é um dos seus melhores e mais sedutores filmes. Por que não fez ele mais comédias musicais? As suas personagens são muitas vezes apanhadas nos seus sonhos, anseios, dúvidas, expressos pela voz-off cara ao realizador ou pelas suas confissões ou desabafos frente a um amigo. A via da canção para exprimir esse mundo interior é exemplar. Neste filme muitos cantam: Julia Roberts, Tim Roth, Edward Norton (NBR Best Actor), Drew Barrimore, Natalie Portman, Goldie Hawn, o próprio Woody Allen. Alguns dançam também. Os cenários naturais são os mais musicais que se possa imaginar : Paris, Nova Iorque, Veneza. Cidades com tradição musical que ultrapassou as respetivas fronteiras. Por mais sérios que sejam os assuntos que preocupam as personagens de Woody Allen, sempre à beira da neurose, prevalece no final um estado de felicidade nuanceada de melancolia, espírito que cai que nem uma luva no molde da comédia musical. Porto 1997 Charlot & Paris 03.2019:  4,5/5 

Everyone Says I Love You (1996), musical, escrito por Woody Allen, produzido por Robert Greenhut, com Woody Allen, Julia Roberts, Alan Alda, Edward Norton, Drew Barrymore, Gaby Hoffmann, Tim Roth, Goldie Hawn, Natasha Lyonne, Natalie Portman. Toda a Gente Diz que Te Amo (Portugal). 

AS CANÇÕES
"Just You, Just Me" (Jesse Greer, Raymond Klages) 
Edward Norton  
"My Baby Just Cares For Me" (Walter Donaldson, Gus Kahn)
Edward Norton/Natasha Lyonne  
"Recurrence/I'm a Dreamer, Aren't We All" (Ray Henderson, Lew Brown, B.G. DeSylva)  Dick Hyman/Olivia Hayman  
"Makin' Whoopee" (Donaldson, Kahn) 
Tim Jerome  
"Venetian Scenes/I'm Through With Love" (Kahn, Matt Malneck, Fud Livingston)  
Dick Hyman/Woody Allen 
 "All My Life" (Sam Stept, Sidney Mitchell) 
Julia Roberts  
"Just You, Just Me" (Salsa Version) (Greer, Klages)  
Dick Hyman and the New York Studio Players  
"Cuddle Up a Little Closer" (Karl Hoschna, Otto Harbach)  
Billy Crudup/Sanjeev Ramabhadran "Looking at You" (Cole Porter) 
Alan Alda  
"Recurrence/If I Had You" (Ted Shapiro, Jimmy Campbell, Reg Connelly) 
Dick Hyman/Tim Roth 
"Enjoy Yourself (It's Later than You Think)" (Carl Sigman, Herb Magidson) 
Patrick Crenshaw  
"Chiquita Banana" (Leonard McKenzie, Garth Montgomery, William Wirges)  
Christy Carlson Romano  
"Hooray for Captain Spaulding/Vive Le Capitaine Spaulding" (Bert Kalmar, Harry Ruby, Philippe Videcoq) 
The Helen Miles Singers  
"I'm Through with Love" (Kahn, Malneck, Livingston) 
Goldie Hawn/Edward Norton  "Everyone Says I Love You" (Kalmar, Ruby) 
The Helen Miles Singers

9.8.26

Interiors (Woody Allen, 1978)

Coleção Jorge Tomé Santos

A première foi em NY a 2 de agosto de 1978, em Portugal (Lisboa) a 5 de julho de 1979. No Porto foi apresentado a 25 de haneiro de 1980 e o Cineclube do Porto programou-o no dia 7 de junho de 1981.
Coleção Jorge Tomé Santos

10.4.26

Whatever Works (Woody Allen, 2009)

TÍTULO: Whatever Works (US) Tudo Pode Dar Certo (Portugal) REALIZAÇÃO: Woody Allen ARGUMENTO: Woody Allen PRODUÇÃO:Letty Aronson Stephen Tenenbaum / Perdido Productions, Gravier Productions, Wild Bunch GÉNERO: Comédia ESTREIA: 19.06.2009 (EUA) TUDO PODE DAR CERTO 04.02.2010 (Portugal) ELENCO: Larry David, Evan Rachel Wood, Patricia Clarkson, Ed Begley Jr., Michael McKean, Henry Cavill VISTO: Paris 2009 Danton & Paris 2009 Bastille 4/5
DVDTECA

8.9.23

Rifkin's Festival (Woody Allen, 2020)


Woody Allen não sai por um minuto da sua bolha. Neuroses de artistas e intelectuais, obsessão pelos grandes mestres Bergman, Bunuel, Godard, Welles (que são citados nas sequências a preto e branco). Paris 07.2022 Bibliothèque 3/5

16.2.20

Celebrety (Woody Allen, 1998)

Em Celebrity, Woody Allen reuniu de facto várias celebridades do cinema mais mainstream (Kenneth Branagh, Leonardo DiCaprio, Melanie Griffith, Winona Ryder), mas para mim a que mais brilha é uma novata, Charlize Theron. De resto Judy Davis, uma habitual dos filmes do realizador, volta a fazer o papel de mulher hipernervosa, e ela como outros acabam por espelhar a personalidade de Allen. Não é dos filmes do realizador que revi com mais interesse. Vila do Conde 2020: 3/5

3.9.19

Deconstructing Harry (Woody Allen, 1997)

As Faces de Harry é mais uma comédia inteligente de Woody Allen, que explora o trabalho problemático do autor, neste caso de um escritor que se vê em apuros quando expõe a intimidade e os segredos da família no seu novo romance. Além disso, várias das suas histórias e personagens ganham vida, tornando este filme um dos mais povoados do realizador. A exaustão provocada no espectador não está longe. Por isso, a revisão do filme não foi das mais gratificantes. Depois dele (vi-o no Nun'Alvares, no Porto, em 1998) Allen fez pelo menos mais 20 filmes... Vila do Conde 3/5

20.7.18

Melinda and Melinda (Woody Allen, 2004)

Melinda e Melinda apresenta duas histórias semelhantes (mesma protagonista, Melinda, mesma situação de partida, Melinda aparece de surpresa no apartamento de uns amigos em Nova Iorque vinda da província, onde deixou marido e filhos) apresentadas sob o tom alternativo da comédia e da tragédia. Quem narra as duas histórias são dois amigos que estão a jantar num restaurante. Ficção dentro da ficção. Todo o charme de Woody Allen encontra-se aqui: o grave e o cómico, o experimental e o clássico, a presença de Woody Allen com um corpo emprestado (o de Will Ferrell, brilhante ideia). Não me canso deste universo, sempre renovado pelo incrível elenco que Woody reúne a cada filme. Lisboa 1995 Monumental 1995 & VC 2018:  3,5/5 DVDteca
Elenco: Radha Mitchell (Melinda), Chloë Sevigny, Jonny Lee Miller, Chiwetel Ejiofor, Will Ferrell, Amanda Peet, Steve Carell, Wallace Shawn, Larry Pine, Brooke Smith.

31.5.18

Cassandra`s Dream (Woody Allen, 2007)

Cassandra`s Dream (Woody Allen, 2007)
Dois irmãos (Colin Farrell e Ewan McGregor), dois loosers, cometem o crime dos crimes (matar uma pessoa) para dar a volta por cima e apagar dívidas de jogo, conquistar a rapariga de sonho, fechar o negócio desejado, não desiludir os pais. Mas o sentimento de culpa vai depressa afundar os seus planos. Um dos filmes mais sombrios e graves de Allen. Nem a fotografia de Vilmos Zsigmond nem a música de Philip Glass conseguem fazer do filme um dos melhores do realizador. Para mim é um dos menos interessantes. Paris 2007 Les Halles & 2018 (visto em 35mm no Woody Club, cineclube dedicado à obra de Woody Alen) 3/5

29.1.18

Manhattan (Woody Allen, 1978)

George Gershwin. Dianne, Meryl & Mariel. Brooklyn Bridge. Aurora & tempestade. Manhattan. New York Planetarium. Central Park. Black & White Cinemascope. Elaine's neon. Porsche ("I hate cars"). and so on. Paris 05.2017 FQL 5/5

Manhattan é um filme a que eu volto sempre com prazer. E um dos Woody Allen vintage, que capturou como ninguém os intelectuais de Nova Iorque dos anos 1970. Neste filme aparecem três atrizes que marcaram esses anos: Diane Keaton, Meryl Streep e Mariel Hemingway. São elas o centro do filme, são elas a obsessão da personagem de Woody Allen. Não se trata de um retrato de grupo, apesar das muitas cenas de grupo, mas da instável vida amorosa do protagonista. Tudo banhado pelo som de Gershwin. Paris 06.2015 Le Desperado 5/5

Manhattan (Woody Allen, 1978), produzido por Charles H. Joffe, argumento (nomeado ao Oscar) de Allen e Marshall Brickman, com Woody Allen, Mariel Hemingway (nomeada ao Oscar), Michael Murphy, Diane Keaton, Meryl Streep, Anne Byrne, músicas de George Gershwin, *BAFTA Award for Best Film.






15.1.18

You Will Meet a Tall Dark Stranger (Woody Allen, 2010)

Woody Allen é uma espécie de Sherazade da classe média intelectual de Nova Iorque e de outras cidades europeias semelhantes. You Will Meet a Tall Dark Stranger foi filmado em Londres e conta uma enésima história de pessoas privilegiadas que estão enredadas em ambições com frustração à vista, infidelidades, traições e crimes, pânico de consciência, medo do envelhecimento e da morte. Como quase sempre em Allen, o tom mescla o sério e o cómico o que, juntamente com os atores ideais, torna o visionamento do filme um prazer do princípio ao fim. Paris: 2010 Odéon & 2018 Filmothèque 4/5
You Will Meet a Tall Dark Stranger (2010), escrito por Woody Allen, com Antonio Banderas, Josh Brolin, Anthony Hopkins, Gemma Jones, Freida Pinto, Lucy Punch, Naomi Watts, Roger Ashton-Griffiths e Pauline Collins, co-produzido pelos EUA (Gravier Productions) e Espanha (Antena 3 e Mediapro), Vais Conhecer o Homem dos Teus Sonhos (Portugal).

14.10.15

Woody ALLEN 2010s

A RAINY DAY IN NEW YORK (2019)
A Rainy Day in New York não é um dos melhores filmes de Woody Allen mesmo considerando apenas os últimos que fez. Mas tudo isto é muito sujetivo, cada fã prefere este ou aquele filme, parece não haver consenso como há em relação aos seus clássicos dos anos 70 e 80. Timothée Chalamet e Elle Fanning formam um casal de namorados universitários que vão passar uns dias a Nova Iorque, terra do rapaz. Ele apresenta a mítica cidade à namorada do Arizona e esta diferença regional é fonte de muitas piadas. Mas a moça vai conhecer muito mais do que o namorado espera mostrar-lhe, pouco a pouco afastando-se dele para seguir um escritor e depois um ator mais velhos mas célebres... Também com Selena Gomez, Jude Law, Diego Luna, Liev Schreiber. Paris 09.2019 Le Grand Action 3/5

WONDER WHEEL (2017)
Woody Allen sempre em boa forma, seja na comédia seja no drama. Wonder Wheel é um daqueles dramas típicos de Allen sobre as classes trabalhadoras no limite da sobrevivência, com personagens tão frustradas e complexadas quanto os intelectuais de Nova Iorque a que Allen dedicou boa parte da sua obra. Na verdade, a protagonista, Ginny (assombrosa Kate Winslet), é uma empregada de mesa, assim como uma atriz e intelectual frustrada, que expia faltas do passado: a tentativa de suicídio do primeiro marido, o comportamente literalmente incendiário do filho. Ginny lembra outras personagens, interpretadas pelo próprio Woody Allen ou por outros atores, que contaminam o filme com o seu nervosismo, insatisfação e falar constante. Os atores são excelentes, como acontece sempre com Allen: Kate Winslet, Juno Temple, Justin Timberlake, Jim Belushi. Paris 02.2018 Odéon 4/5
Wonder Wheel (2017), escrito por Woody Allen, com Kate Winslet, Juno Temple, Justin Timberlake, Jim Belushi, pt Roda Gigante 14122017, , produzido por Perdido Productions e Gravier Productions. A Roda Gigante (em Portugal). Foi uma box office bomb.

IRRATIONAL MAN (2015)
Woody Allen, em Irrational Man, repisa terreno já desbravado por ele em Crimes e Escapadelas, por exemplo. Um professor de Filosofia sai da depressão em que se afunda cada vez mais quando comete o crime perfeito, matando um juiz por motivo não pessoal (para livrar seres inocentes da ação duvidosa do juiz). Protagonizam a trama Joaquin Phoenix e Emma Stone, que não são atores que aprecie. Enfim, trata-se de um filme requentado em que Woody Allen se diverte fazendo de Deus. Paris 10.2015 Odeon 5/10

DVDTECA

MAGIC IN THE MOONLIGHT (2014)

Depois de um Blue Jasmine tão revigorante, Woody Allen bate no fundo com este Magic in Moonlight, que só tem de bom mesmo os atores Colin Firth e Emma Stone. O argumento está gasto, Allen repete-se sem vergonha e é das raras vezes em que eu encaro não rever tão cedo um filme de Allen. Venha o próximo. Paris 11.2014 Odéon  2,5/5
Magic in the Moonlight (2014), escrito por Woody Allen, com Emma Stone, Colin Firth, Hamish Linklater, Marcia Gay Harden, Jacki Weaver, Erica Leerhsen, Eileen Atkins e Simon McBurney.
DVDTECA



Em pouco tempo vi três filmes sobre Hollywood e os seus bastidores. Depois de Ave César e Trumbo, Café Society de Woody Allen propõe uma história requentada de amor e infidelidade entre dois jovens que trabalham para a máquina de estrelas que é Hollywood. Já vimos tudo isto em outros filmes de Allen, assim como a voz-off e o jazz dos anos 30 que banham as cenas glamorosas da high-Society e as cenas nada glamorosas dos judeus de classe média a que pertence o protagonista. Quando Allen escolhe grandes atores para encarnar grandes personagens como aconteceu há pouco com a Blue Jasmine de Cate Blanchett, os filmes são memoráveis, mas no caso de Café Society, apenas gostei de Steve Carell, e achei insosso o par protagonista constituído por Jesse Eisenberg e Kristen Stewart. É engraçado constatar como Eisenberg faz de alter-ego do próprio realizador e através deste ator (e de outros no passado) Allen retoma ad infinitum os seus papéis nos seus filmes dos anos 70. Foi um prazer ver esta nova comédia de Woody Allen, apesar dos seus vários limites. Paris 2016 & PV 2016 Cine-Teatro Garrett 3/5
Café Society (2016), escrito por Woody Allen, com Jeannie Berlin, Steve Carell, Jesse Eisenberg, Blake Lively, Parker Posey, Kristen Stewart, Corey Stoll e Ken Stott, produzido por FilmNation Entertainment, Perdido Productions e Gravier Productions.

CAFÉ SOCIETY (2016)
Esta incursão cómica de Woody Allen pela Hollywood dos anos 30 resiste bem, como eu já esperava, a um segundo visionamento. Não é dos melhores filmes de Allen, mas é muito divertido, mesmo quando temos a impressão de que já ouvimos algumas piadas noutros filmes. PV 3/5 Paris 2016 & PV 2016 Cine-Teatro Garrett 3/5  
Café Society (2016), escrito por Woody Allen, com Jeannie Berlin, Steve Carell, Jesse Eisenberg, Blake Lively, Parker Posey, Kristen Stewart, Corey Stoll e Ken Stott, produzido por FilmNation Entertainment, Perdido Productions e Gravier Productions.

BLUE JASMINE (2013)
Woody em grande forma, dizem todos, quem sou eu para discordar? E que atrizes! Cate Blanchett interpreta a protagonista, que demonstra uma evidente inapacidade de se afirmar socialmente como desejaria e nesse sentido se esforça em vão. Blanchett venceu o trio de ouro (Óscar, Golden Globe e BAFTA) e Sally Hawkins foi igualmente multinomeada. Paris 4/5
Em pouco tempo vi três filmes sobre Hollywood e os seus bastidores. Depois de Ave César e Trumbo, Café Society de Woody Allen propõe uma história requentada de amor e infidelidade entre dois jovens que trabalham para a máquina de estrelas que é Hollywood. Já vimos tudo isto em outros filmes de Allen, assim como a voz-off e o jazz dos anos 30 que banham as cenas glamorosas da high-Society e as cenas nada glamorosas dos judeus de classe média a que pertence o protagonista. Quando Allen escolhe grandes atores para encarnar grandes personagens como aconteceu há pouco com a Blue Jasmine de Cate Blanchett, os filmes são memoráveis, mas no caso de Café Society, apenas gostei de Steve Carell, e achei insosso o par protagonista constituído por Jesse Eisenberg e Kristen Stewart. É engraçado constatar como Eisenberg faz de alter-ego do próprio realizador e através deste ator (e de outros no passado) Allen retoma ad infinitum os seus papéis nos seus filmes dos anos 70. Foi um prazer ver esta nova comédia de Woody Allen, apesar dos seus vários limites. Paris 2016 & PV 2016 Cine-Teatro Garrett 3/5
Café Society (2016), escrito por Woody Allen, com Jeannie Berlin, Steve Carell, Jesse Eisenberg, Blake Lively, Parker Posey, Kristen Stewart, Corey Stoll e Ken Stott, produzido por FilmNation Entertainment, Perdido Productions e Gravier Productions.

CAFÉ SOCIETY (2016)
Esta incursão cómica de Woody Allen pela Hollywood dos anos 30 resiste bem, como eu já esperava, a um segundo visionamento. Não é dos melhores filmes de Allen, mas é muito divertido, mesmo quando temos a impressão de que já ouvimos algumas piadas noutros filmes. PV 3/5 Paris 2016 & PV 2016 Cine-Teatro Garrett 3/5  
Café Society (2016), escrito por Woody Allen, com Jeannie Berlin, Steve Carell, Jesse Eisenberg, Blake Lively, Parker Posey, Kristen Stewart, Corey Stoll e Ken Stott, produzido por FilmNation Entertainment, Perdido Productions e Gravier Productions.

1.10.15

Sombras e Nevoeiro (Woody Allen, 1991)

Vi este filme em 1993 no cineclube Octopus. Revi-o agora, passados tantos anos, e a minha apreciação mantém-se a mesma: é um Woody Allen menor. Ele homenageia o cinema expressionista alemão, havendo nomeadamente referências a M. de Fritz Lang. Mas é um filme que foge ao universo contemporâneo, nova-iorquino, sobre o qual Allen assinou memoráveis obras. Shadows and Fog é um pastiche e também por isso tem um lado artificial que me desagrada. E, ao contrário do que acontece com tantos filmes do realizador, nenhum ator ou atriz marca esta obra, apesar do numeroso elenco de prestígio: Mia Farrow, Madonna, Kathy Bates, John Malkovitch, Jodie Foster, entre outros. PV 1993 Octopus & Paris 2015 Le Grand Action 2,5/5
Shadows and Fog (1991), escrito por Woody Allen (adapta a sua peça Death), com Woody Allen, Mia Farrow, John Malkovich, John Cusack, Madonna e Kenneth Mars. Produzido pela Orion Pictures. Sombras e Nevoeiro (Portugal).