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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Celso Blues Boy - Acústico [2015]

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Gravado em Itaipava/RJ no fim do milênio passado e lançado somente em formato digital como homenagem póstuma em 2015, aqui encontramos Celso ao violão revivendo alguns dos seu clássicos e a inédita As Histórias Que Eu Tenho Para Contar. O álbum ainda abre com uma versão da lendária Fusão Preto, sucesso em tantas outras vozes.

Há somente dez canções nesse álbum, talvez por não haver na época da gravação o interesse em se lançar  um álbum inteiramente acústico.

domingo, 19 de agosto de 2012

Celso Blues Boy - Quem Foi Que Falou Que O Rock'N'Roll Acabou? - Ao Vivo [2008]

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Descrição

No ano de 2007 Celso Blues Boy fez show no Circo Voador gravando as faixas para o CD e DVD "Quem foi que falou que acabou o rock'n' roll?", nos quais compilou seus maiores sucessos: "Blues motel", "Fumando na escuridão", "Marginal", "Aumenta que isso aí é rock'n' roll" e "Tempos difíceis", além da faixa inédita que dá nome ao disco. O DVD e CD foram lançados em show na casa carioca Canecão no ano seguinte, em 2008. Retirou seu nome Blues Boy de B. B. King, por quem tem grande admiração: "Desde pequeno ouço B. B., que funciona para mim como um ponto de referência. Clapton, meu ídolo, entra como um ponto de equilíbrio e Hendrix como desabafo". Aos 17 anos, já acompanhava Raul Seixas (com quem atuou na faixa 'O diabo é o pai do rock') e a dupla Sá e Guarabira.


1 - Onze Horas Da Manhã
2 - Damas Da Noite
3 - Casa Da Luz Vermelha
4 - Sempre Brilhará
5 - Tempos Difíceis
6 - Marginal
7 - Fumando Na Escuridão
8 - Brilho Da Noite
9 - Quem Foi Que Falou Que O Rock N Roll Acabou?
10 - Amor Vazio
11 - Hino Nacional Brasileiro (Instrumental)
12 - Aumenta Que Isso Aí É Rock N Roll

Celso Blues Boy - Quando A Noite Cai [1989]

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Quinto álbum do Celso Blues Boy. Era o qual faltava para eu completar a discografia disponibilizada nesse blog.

Celso Blues Boy - Vagabundo Errante [1999]

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Último álbum lançado pelo Celso Blues Boy no século passado. Após essa álbum houve um hiato de 10 anos até o lançamento do próximo álbum, Quem Foi Que Falou Que o Rock 'N'Roll Acabou ? de 2008.

sábado, 11 de agosto de 2012

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Celso Blues Boy - Indiana Blues [1996]

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Por Rodrigo Ribeiro Freitas em RockOut

É estranho como alguns fatos se conectam aos outros. Hoje pela manhã estava ouvindo o disco Indiana Blues, do Celso Blues Boy - fazia alguns meses que não o ouvia e, poucas horas depois, recebo a notícia de seu falecimento. Não sou o tipo de pessoa que lamenta sobre a morte, mas o que aconteceu hoje me fez pensar na influência que o trabalho citado acima exerceu na minha vida.

Meu pai sempre gostou de rock n' roll e foi através dele que tive os primeiros contatos com esse mundo, e mesmo quando ele e minha mãe se divorciaram, continuou tendo importante influência sobre meus gostos musicais, mesmo que alguns deles só tenham aflorado mais tarde.

Indiana Blues - 25 anos, foi me apresentado pela minha irmã, Denise, em 1997, mas minha memória relaciona esse álbum com meu pai de uma maneira muito forte. Lembro-me de quando ficavamos nós dois ouvindo esse disco enquanto ele cuidava da churrasqueira e brincávamos com o saudoso Angus, nosso cachorro boxer. Indiana Blues também foi a trilha de uma viagem para Santa Catarina que meu pai não deve ter boas memórias, assim como quando fomos à Jandaia do Sul com minha irmã. Eram "tempos difíceis", no que diz respeito à minha personalidade e a da Denise.

Pouco tempo depois, no auge da rebeldia adolescente, acabei deixando esse album de lado, e só voltei a ouvi-lo a uns 5 anos atrás, e posso afirmar que é o melhor disco de blues já produzido no Brasil. Independente das memórias afetivas que tenho, "Mississipi" (com participação do mestre B.B. King), "Liberdade", "Apenas Outro Blues" e tantas outras, mereciam ser clássicos eternos da nossa música popular. Indiana Blues é repleto de interpretações fortes, carregadas a cabo por Celso, que dá a dose necessária de sentimento que sua música necessita.

Saber que Celso se foi tão cedo e sem ter o devido reconhecimento é muito triste, mas não acho que ele tenha partido com alguma mágoa, pois ele sempre viveu o Blues, e quem se dedica a esse estilo não busca o estrelato, e sim uma forma de expressar suas angústias. Mas falando por mim, fui pego pelo Indiana Blues duas vezes, de formas diferentes.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Celso Blues Boy - Blues Forever [1988]

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Esse é o quarto álbum do Celso. Aqui ele decidi por regravar vários clássicos dos blues gringo.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Celso Blues Boy - 3 [1987]

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Seguindo as homenagens, vai o terceiro álbum solo do Celso.

Celso Blues Boy - Marginal Blues [1986]

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Por 45 rpm

Lançado em 1986 pela Philips, o álbum “Marginal Blues” foi um dos discos mais emblemáticos da carreira de Celso Blues Boy. Apesar da qualidade musical incrível, foi um artista pouco entendido no país.

O artista ainda estava colhendo os frutos do seu disco anterior “Som Na Guitarra” (trabalho de estreia), quando as rádios começaram a tocar “Marginal”, um rock de letra forte, com um excelente refrão. Sucesso automático. A canção, tinha também o charme de ter Cazuza , num dueto sensacional.

Logo depois, “Só Resta Um Blues” começou a tocar e ” Forasteiro”, com participação especial da dupla Sá e Guarabira. Falando na dupla, Celso já havia tocado com eles nos anos 70 e começo dos 80.

Um dos primeiros a cantar blues em português, escolheu o nome artístico em homenagem ao ídolo B. B. King. Blues Boy, iniciou sua carreira acompanhando Raul Seixas e Sá e Guarabyra. Montou a banda Legião Estrangeira em 1976, com a qual se apresentava em bares e casas de show. Passou a ser mais conhecido a partir de 1980, quando mandou uma fita para a Rádio Fluminense, no Rio, voltada para o repertório roqueiro.


A1 - Marginal
A2 - So Resta Um Blues
A3 - Quem Entende (I Can't Stand It)
A4 - Nao Me Espere
A5 - A Velha Musica
B1 - Forasteiro
B2 - Isso E Nada Mais
B3 - Alyne
B4 - Dry Blues Gin

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Celso Blues Boy - Vivo [1991]

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Acabei de adquirir esse álbum para minha modesta coleção. Um viva aos sebos: VIVA !

sábado, 21 de janeiro de 2012

Celso Blues Boy - Som Na Guitarra [1984]

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Álbum de estréia do sempre fantástico Celso Blues Boy. Ouça também seu último trabalho Por Um Monte de Cerveja.

Achei um vídeo de 2009 com ele tocando Aumenta Que Isso Aí É Rock And Roll onde os desinformados podem ter uma prévia noção de como o cara manda muito bem. Detalhe importante, ele é o cabeça branca que canta e arrasa na guitarra e para completar Jefferson Gonçalves dá aquela palhinha espetacular na gaita.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Celso Blues Boy - Por Um Monte de Cerveja [2011]

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Mais uma vez admiro uma atitude de Tico Santa Cruz. Há pouco tempo ele ajudou no regresso do Raimundos e agora incentiva e auxília a volta do Celso. Tico está para o resgate do rock nacional assim como Charles Gavin e Marcelo Froés. Minhas deferências.

Sobre o álbum posso dizer que é fantástico. O Celso só melhorou com o tempo. Para quem não conhece o belo trabalho desse grande bluesman está aí uma boa pedida que é tão bom ou melhor que o "Onde Os Anjos Não Ousam Pisar" do Nasi.

Abaixo vai uma release que encontrei no site do Celso. E aqui está o link para os mais curiosos.

por Rubens Herbst

"Muita coisa mudou desde 1998, ano em que Celso Blues Boy lançou Nuvens Negras Choram. Em se tratando apenas de música, vimos o surgimento e a morte de modismos; o descarrilhar das gravadoras; o anúncio do fim do CD; a ressurreição do vinil como objeto cult; o alastramento da pirataria, assim como o de downloads gratuitos; MySpace, YouTube, iTunes, Facebook e outras plataformas vieram pra facilitar a divulgação de novos artistas; e, ainda, a instituição do Brasil como caminho obrigatório pra shows de artistas estrangeiros. Parecem décadas espremidas e pouco mais de uma só.


Enquanto tudo isso transcorria, a vida de Celso Blues Boy também mudava, e radicalmente. Ele concretizou a transferência domiciliar pra um tranquilo bairro em Joinville (SC), onde se refugiou pra ficar longe de tudo - gravadora, imprensa, assédio -, mas não da música. Na verdade, Celso foi justamente atrás do som que vive nele, mas que as pressões que abundavam no Rio de Janeiro o impediam de burilar.


O abrigo verde do maior nome do blues rock nacional lhe proporcionou a chance de experimentar a mesma sensação vivida na hora de gravar seu LP de estreia, Som na Guitarra (1984). Ou seja, a calmaria e ausência de pressão por um novo disco lhe permitiram compor, testar sonoridades, pensar arranjos e, principalmente, debulhar emoções e opiniões. Foram 12 anos nesse intenso processo de empilhar canções e mais canções. No entanto, os shows não foram deixados de lado, tanto é que ele lançou um disco ao vivo em 2008. E, afinal de contas, a estrada lhe deu um grande presente.


Um encontro ocasional com Tico Santa Cruz, vocalista dos Detonautas, foi o empurrão que faltava pra Blues Boy encerrar o jejum discográfico. Fã confesso, Tico ofereceu sua banda pra lhe dar suporte no estúdio. No Mobília Space (RJ), durante a "tempestade de 2010", Celso, o baixista e produtor Roberto Lly e os Detonautas Renato Rocha (guitarra) e Fabio Brasil (bateria), mais os teclados pontuais de Sergio Villarim, registram as 13 faixas que dariam no 11º álbum de Celso, Por um Monte de Cerveja - possivelmente, um dos melhores e mais pessoais de sua extensa carreira.


Celso gosta de dizer a sua vida está nesse novo disco, e também que ele refaz, de certo modo, o caminho até o primeiro álbum, também composto por músicas acumuladas durante um longo período. Enfim, quem quer conhecer Celso Blues Boy na intimidade por meio de sua obra, sinta-se bem-vindo. Do apreciador do malte que intitula o trabalho ao orgulho do carro em sua garagem (Beth Carvalho quer Comprar o meu Fuscão), passando pela ironia de A Vida Faz Mal à Saúde e Odeio Rock'n Roll (a única com o Detonautas completo) e uma ode à vida na estrada (Vim Tocar na sua Cidade), eis aqui o sujeito bem-humorado e bom de conversa. Por outro lado, a melancolia do bluesman transborda em Toneladas de Solidão e Conversando com Horácio Braun, uma nostálgica referência ao berço de sua infância, Blumenau. Sem contar Aprenda a Dar o Troco, um rock vigoroso no qual um Celso escaldado rosna pelo direito de defender-se da violência cotidiana.


Por um Monte de Cerveja exala frescor, energia, coesão, melodias fortes e, não raro, refrões retumbantes. É a mais portentosa coleção de canções que Celso reuniu desde que tornou-se uma referência de blues e guitarra no Brasil. O tempo e o sossego lhe permitiram vislumbrar seus melhores dias e resgatar o grande compositor que habita dentro dele. Há algo do passado aqui, sim, mas transmutado em intensa sinceridade. E, como não poderia deixar de ser, num emocionante som de guitarra."


Por um Monte de Cerveja - "Lembra 'Um punhado de Dólares'? É o Celso Eastwood (risos). Não há muito o que falar. O mais curioso é que na música não tem nenhum solo de guitarra. É uma novidade uma música minha começar com um solo de piano."  - Celso Blues Boy