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By Ferramentas Blog
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domingo, setembro 05, 2021

LEE ''SCRATCH'' PERRY-''Vision of Paradise''-documentário















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LEE ''SCRATCH'' PERRY-''Vision of Paradise''-documentário de Volker Schaner . O pau-pra-toda-obra,artista extravagante e imprevisível, o produtor e músico Jamaican Lee ''Scratch'' Perry,recentemente falecido aos 85 anos, é um monumento da música dub. Sua carreira, que começou em Kingston na década de 1950, é marcado por colaborações de prestígio: Bob Marley And The Wailers, Junior Murvin ou mesmo Max Romeo. Um retrato surpreendente de um personagem colorido. Documentário (2014) Formato Arte TV fR.''Vision of Paradise'',de Lee ''Scratch'' Perry é um projeto único em muitos aspectos. É a história da vida do lendário músico, mas não é uma biografia, é um documentário de conto de fadas! O diretor acompanhou Lee Perry por treze anos e descobriu uma história inacreditável, uma revelação, contada sobre e com um dos principais protagonistas da música contemporânea, a outra metade da história que nunca foi contada. O filme pode ser visto como um guia de como mudar o mundo com a música, com uma atitude positiva, mentalidade ou, como Lee Perry chamava, vibração...

 Diretor :Volker Schaner

 Escritor: Volker Schaner 

Estrelas: Lee ''Scratch'' Perry,Ashley Beedle ,Dennis Bovell, Jomo Charles.

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https://www.imdb.com/title/tt3100904/

quarta-feira, setembro 01, 2021

THE UPSETTER-: The Life and Music of Lee Scratch Perry

 













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The Upsetter: The Life and Music of Lee Scratch Perry  (The Upsetter: A Vida e a Música de Lee Scratch Perry) é um documentário sobre o ícone da música jamaicana ganhador do Grammy Lee "Scratch" Perry,recentemente falecido aos 85 anos . O filme é narrado pelo vencedor do Oscar Benicio Del Toro e dirigido pelos cineastas americanos Ethan Higbee e Adam Bhala Lough . O filme estreou no SXSW Film Festival em março de 2008 e teve seu lançamento nos cinemas em março de 2011, passando a ser exibido em mais de 80 cinemas em todo o mundo... The Upsetter representa 70 anos na vida de Lee Scratch Perry, em suas próprias palavras, por meio de uma entrevista exclusiva concedida aos cineastas americanos Ethan Higbee e Adam Bhala Lough na Suíça. É igualmente uma documentação de 30 anos de música e cultura jamaicana e um estudo do caráter de um dos seres humanos mais criativos e inspiradores que viveu no planeta terra..

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https://www.youtube.com/watch?v=KmgaYCLKE6I

https://en.m.wikipedia.org/wiki/The_Upsetter_(film)


The Upsetter
Dirigido porEthan Higbee
Adam Bhala Lough
Produzido porEthan Higbee
Adam Bhala Lough
EstrelandoLee Scratch Perry
Bob Marley
Paul McCartney
Marcus Garvey
The Clash
Haile Selassie
Beastie Boys
Peter Tosh
Carl Bradshaw
Narrado porBenicio Del Toro
Distribuído porThe Upsetter Films
Data de lançamento
  • Março de 2008 (SXSW)
  • 1 de março de 2011 (Estados Unidos)
Tempo de execução
93 minutos
PaísEstados Unidos
Línguainglês

quarta-feira, maio 27, 2020

REGGAE JAM-Bring Back The Culture-documentário


























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Os Bad Boys do Reggae INNER CIRCLE estão de volta com algo realmente legal! Um pequeno documentário de 16 minutos e meio chamado "Reggae Jam - Bringing Back The Culture"("Reggae Jam - Trazendo de volta a cultura"). Apresentado por Inner Circle, com Steel Pulse, Skip Marley, Mykal Rose e muito mais! O vídeo foi filmado no Reggae Jam Festival, do Inner Circle, em Miami...
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http://campaign.r20.constantcontact.com/r
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sábado, outubro 26, 2019

DREADLOCKS STORY (Documentário)
























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Um documentário: Dreadlocks Story..
O novo documentário da cineasta independente Linda Aïnouche, intitulado Dreadlocks Story, é o primeiro e único documentário a explorar os laços espirituais entre as Rastas jamaicanas e os Sadhus indianos. Uma forma de auto-expressão nascida da opressão colonialista, os dreadlocks são um símbolo de perseverança de um movimento cultural muitas vezes incompreendido. A história de Dreadlocks não apenas lembra o público da rica herança cultural e étnica do povo da Jamaica, mas também fala das semelhanças entre as experiências dos africanos no comércio transatlântico de escravos e os trabalhadores indianos forçados à servidão. Uma mistura diversificada de world music e entrevistas que afetam, o Dreadlocks Story homenageia a cultura Rasta e suas influências globais.  O filme aborda uma questão de justiça social (deturpação da comunidade Rasta) que é altamente controversa na Jamaica e em todo o mundo. Ele também usa uma trilha sonora de música mundial vibrante e inclui entrevistas do lendário reggae David Hinds, do Steel Pulse.
 Dreadlocks Story é uma seleção oficial do Festival Internacional de Cinema de Belize e foi exibido no Rototom Sunsplash na Espanha em 18 de agosto de 2015..

terça-feira, maio 07, 2019

GRASS IS GREENER (Documentário)















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A legalização da maconha somente será efetiva se considerar a justiça social para os grupos perseguidos pela proibição, como os negros e latinos. Entenda sobre o assunto no texto do historiador Henrique Oliveira* para a Smoke Buddies. Estreou no sábado (20), na Netflix, na data em que se celebra no mundo todo “O dia da maconha”, o documentário “Grass in Greener”, que para a versão em português ganhou a estratégica tradução de “Baseado em fatos raciais”. A produção é dirigida e narrada por Fred Brathwaite, que ficou conhecido como Fab5 Freddy, o primeiro apresentador de um programa de Rap na MTV. O documentário tem entrevistas com grandes nomes da música, que se envolveram durante a sua carreira com a bandeira da legalização da maconha, tais como Snoop Dogg, Cypress Hill, Run DMC , Damian Marley e Bunny Wailer.  O documentário começa a ser construído a partir de um questionamento: Por que a maconha foi proibida nos EUA e por que agora ela está sendo aceita? Tendo uso medicinal regulamentado em 36 estados e o recreativo em 10. Segundo a pesquisa CBS News, que é realizada desde 1987, 65% dos norte americanos apoiam a legalização da maconha.  A história da maconha nos EUA guarda uma relação muito íntima com a história da música, sobretudo a música negra. Os primeiros defensores do uso legal de maconha nos EUA foram os músicos de Jazz, o cantor Cab Calloway inventou o termo “Reefer Man”, que dá nome a uma de suas músicas, que fala de tocar Jazz sob o efeito de maconha. “Erva, bagulho, baseado e fumo” eram gírias usadas pelos músicos de Jazz, quando estavam cantando sobre maconha, esses termos acabaram se transformando nas gírias que utilizamos até hoje em dia. Os artistas de Jazz consideravam que o uso de maconha deixava a música mais lenta, permitindo a improvisação, músicos como Fasts Wallace e o consagrado pianista Duke Ellington utilizavam maconha como forma de estimular a criatividade.  Nos EUA, a maconha estava associada a dois grupos minoritários e marginalizados: afro-americanos e a cultura do Jazz em Nova Orleans, e aos mexicanos, ao ponto de deixarem de utilizar o nome cannabis, para popularizarem o nome “Marijuana”, porque era mais facilmente relacionado com os mexicanos. Um dos grandes medos propagados pelos brancos norte-americanos era que a maconha fosse utilizada para seduzir mulheres brancas, principalmente da região norte do país.  O cantor e instrumentista Louis Armstrong, nascido em James Alley, Nova Orleans, é uma das figuras mais importantes para o desenvolvimento do Jazz. Nos início da década de 1920, a maconha começou a ser proibida nos estados norte-americanos, no ano de 1930, Louis foi preso enquanto tocava no Cotton Club, na Califórnia, por fumar um baseado no lado de fora do local, durante o intervalo, juntamente com o seu baterista Vic Berton. Na década de 1950, o Departamento de Estado dos Estados Unidos, a fim de limpar a imagem do país frente às acusações de racismo e segregação racial, passou a promover artistas e atletas negros a Embaixadores da Boa Vontade, com status de diplomata, que deveriam viajar pelo mundo defendendo a liberdade e os valores norte-americanos, sobretudo para fazer frente à União Soviética, num contexto de “Guerra Fria”.  lazy placeholder Baseado em fatos raciais: doc. da Netflix aborda legalização da maconha e reparação racial #PraCegoVer: fotografia em preto e branco, frontal e em primeiro plano de Louis Armstrong (à direita da foto) enxugando o suor da face com um lenço de cor clara e uma parte do trompete que segura; com um fundo de luzes e sombras.  Ao voltar das viagens, Louis Armstrong sempre era dispensado da fiscalização na alfândega, mas em 1958 os agentes haviam sido alertados sobre a chegada de produtos contrabandeados, o que fez Louis Armstrong entrar na fila para ter a bagagem inspecionada, só que tinha um grande problema, uma mala com 1,3 quilos de maconha. Foi então que apareceu nada mais, nada menos do que Richard Nixon, futuro presidente dos EUA, conhecido na década de 70 por declarar “guerra às drogas”, elegendo o consumo de drogas como inimigo público número 1 da nação. Ao reconhecer que Armstrong estava na fila, Nixon, que na época era vice-presidente, falou que embaixadores não precisavam ser fiscalizados pela alfândega, e que ele mesmo iria carregar a mala do cantor, dessa forma Nixon carregou uma mala de maconha para Armstrong. Louis chamava a maconha de “Gage”, para saber mais sobre a relação do cantor com a erva, leia aqui.  O grande arquiteto da proibição da maconha nos EUA chama-se Harry Ansliger, que foi comissário de narcóticos do Departamento de Tesouro dos Estados Unidos, que alinhou o “vício” às pessoas negras. Em sua análise, os ditos “viciados” em maconha eram encontrados nas cidades de Nova York, Filadélfia, Pittsburgh, Detroit e Chicago, cidades com uma maioria da população negra. A partir de então, se iniciou uma produção de informações negativas, com narrativas assustadoras sobre o uso de maconha, associando maconha, loucura e crime, como o filme “Reefer Madness”.  lazy placeholder Baseado em fatos raciais: doc. da Netflix aborda legalização da maconha e reparação racial #PraCegoVer: ilustrações, lado a lado, de dois filmes lançados décadas atrás que demonizavam a maconha. Neles lemos em destaque os títulos: “Devil’s Harvest” e “Reefer Madness”.  A proibição da maconha nos EUA se relacionou com a estigmatização do Jazz, em lugares como Harlem em Nova York os eventos de Jazz possibilitavam uma integração entre negros e brancos, num momento em que o racismo era amplamente difundido e endêmico na sociedade norte-americana. A ciência passou a ser utilizada para contra atacar, através da demonização dos efeitos da maconha, por exemplo, a alteração na percepção da passagem do tempo. Artistas como Billie Holiday, Monk e Charlie Parker foram perseguidos. Se quiserem saber mais sobre guerra às drogas e o Jazz, vou deixar essa referência que, no entanto, está em inglês “Racismo, Maconha e Jazz: A verdadeira origem da guerra às drogas”. A ascensão do movimento Hippie e da contracultura levou ao endurecimento da política de drogas, quando, em 1971, o presidente Richard Nixon declara “guerra às drogas”, e a partir daí foi possível não só prender pessoas que vendiam e consumiam maconha, mas também prender os opositores da política: hippies e negros. Ao colocar as drogas na mira da política repressiva, a guerra também se tornou contra as pessoas. Em 2016, a revista Harper’s publicou um artigo baseado numa entrevista com John Ehrlichman, ex-conselheiro para assuntos internos do presidente Nixon, dizendo que a “guerra às drogas” foi uma mentira inventada para se perseguir os movimentos antiguerra do Vietnã e os direitos da população negra: “A campanha Nixon em 1968, e depois a administração Nixon na Casa Branca, tinham dois inimigos: a esquerda antiguerra e a população negra. Compreende? Sabíamos que não podíamos ilegalizar o ser-se contra a guerra ou negro, mas ao associarmos os hippies com a marijuana e os negros com a heroína, e criminalizando-os duramente em seguida, poderíamos desfazer essas comunidades. Podíamos prender os seus líderes, fazer buscas às suas casas, interromper as suas reuniões e difamá-los todas as noites nos noticiários. Se sabíamos que estávamos a mentir sobre as drogas? Claro que sabíamos”.  Enquanto o presidente Nixon declarava sua guerra às drogas, outro ritmo musical negro estava em ascensão: o Reggae. Assim como os músicos de Jazz, o movimento rastafári também empunhou a bandeira pela legalização da maconha, Bunny Wailler, Bob Marley e Peter Tosh foram os precursores da popularização da maconha por meio do estilo surgido na Jamaica e que rapidamente se espalhou pelo mundo, com músicas como “Kaya”, em que Bob Marley diz “tenho que ter kaya(erva) agora”, e Peter Tosh, na música “Legalize It”, reivindicando de forma pioneira o uso medicinal, “faz bem para o resfriado, faz bem para asma, para tuberculose e até cura o glaucoma”.  Na década de 80, o movimento Hip Hop se tornou o novo porta-voz em defesa da legalização da maconha no seio da comunidade negra norte-americana. Na década de 90, vários artistas do Rap apareceram na capa da revista High Time. Em 1993, o grupo Cypress Hill, um dos grupos responsáveis por defender o uso de maconha na cultura Hip Hop, desafiou a proibição e fumou maconha durante a apresentação no Saturday Night Live Stage, o que fez com o que o grupo nunca mais voltasse ao programa. O primeiro álbum do MC e produtor Dr Dre se chamou “The Chronic” (1992), para fazer referência ao nome pelo qual a maconha era conhecida nas ruas de Los Angeles. Inclusive, “The Chronic” está nas listas dos 500 melhores álbuns de todos os tempos, segundo a revista Rolling Stones.  Legalização da maconha e reparação racial: Uma questão de justiça social  Atualmente nos EUA, o uso de maconha para fins medicinais e recreativos já está regulamentado para mais de 62% da população, são mais de 30 estados com uso medicinal e 10 com uso recreativo. Segundo o relatório do grupo financeiro RBC Capital Markets, em 10 anos as vendas legais de maconha podem chegar aos 47 bilhões de dólares. Em 2018, a indústria legal da maconha movimentou 10,4 bilhões de dólares. O relatório da consultoria Whitney Economics demonstrou que, no ano passado, o mercado de trabalho na indústria da maconha aumentou 44%, com mais de 210 mil pessoas empregadas diretamente. A quantidade de trabalhadores na indústria da maconha supera, por exemplo, os setores de carvão com 52 mil trabalhadores e do álcool com 69 mil.  Porém, esse crescimento econômico não tem atingido a população negra, da mesma forma em que ela foi atingida com mais de 50 anos de proibição. Os EUA tem a maior população carcerária do mundo, das 2,2005 milhões de pessoas presas, 1,632 milhões estão presas pela lei de drogas. A maioria das pessoas presas nos EUA são negras, 659 mil presidiários, hoje tem mais negros nas prisões dos EUA do que escravos em 1850.  Entre os anos de 2000 e 2010, 7,6 milhões de pessoas foram presas por posse de maconha, e apesar dos estudos demonstrarem que não há diferença no consumo de maconha entre negros e brancos nos EUA, uma pessoa negra tem 375% mais chance de ser presa. Se o número de pessoas negras fosse o mesmo número de pessoas brancas presas, a população carcerária norte-americana diminuiria em 40%. Mesmo com o avanço na política de legalização e descriminalização, negros e latinos, os considerados não brancos, continuam sendo presos por posse de droga. Sobre a política de encarceramento em massa nos EUA é só assistir o documentário a 13ª Emenda, na própria Netflix.  lazy placeholder Baseado em fatos raciais: doc. da Netflix aborda legalização da maconha e reparação racial #PraCegoVer: imagem mostra diversas fotos recortadas de pés e flores de maconha, entre outras, e desenhos como as faces de Snoop Dogg e outros artistas esculpidas numa montanha vermelha (em alusão ao Monte Rushmore), bongs e outros; com o espaço sideral podendo ser visto acima das montanhas.  As pessoas negras são donas de apenas 1% dos depósitos de maconha, a indústria da maconha vem crescendo, mas não está absorvendo pessoas negras, principalmente se elas tiverem algum tipo de acusação ou condenação por posse de maconha. Kassandra Frederique, diretora da Drug Policy Alliance (Aliança de Políticas de Drogas), uma organização fundada no início da década de 1980, que defende uma reforma e mudanças na política de drogas, aborda no documentário que antes de discutirmos sobre como será a estrutura de produção, cobrança de impostos e modelos regulatórios da maconha, nós precisamos resolver como sairemos dos problemas criados pela proibição, porque os danos foram abrangentes, por isso as soluções têm que ser mais profundas ainda.  O ativismo negro que luta contra a proibição da maconha nos EUA está discutindo a nível nacional a necessidade da legalização vir acompanhada de medidas com reparação racial à comunidade negra. Em Nova York, deputados negros estão travando a votação da legalização da maconha até que se incorporem propostas que visem repassar parte do dinheiro da venda para programas de treinamento profissional e que os empreendedores negros recebam licenças para cultivar ou vender maconha de forma mais simples. A deputada federal Alexandria Ocasio Cortez defendeu uma espécie de “ação afirmativa” para o licenciamento de produtores negros e citou os estados do Colorado e Washington, em que 81% dos comerciantes de maconha são brancos. Em Nova Jersey também há uma pressão, para que seja criado um fundo que reinvista parte do dinheiro da venda nas comunidades negras, com a intenção de promover uma justiça racial.  Esse é um debate que nós teremos que fazer também aqui no Brasil, pois, assim como nos EUA, é a comunidade negra brasileira a principal impactada pela política de drogas, enquanto a favela e as pessoas negras são apontadas como as principais responsáveis pela violência do tráfico de drogas. A verdade é que a comunidade negra fica com o ônus da morte e encarceramento provocado pela política de guerra às drogas, pois a quantidade de dinheiro que o mercado proibido de drogas movimenta não é embolsada pela comunidade negra, que participa apenas no varejo, na ponta do comércio. Uma fotografia mostra o momento em que um caminhão do exército transporta em sua caçamba três pessoas negras, juntas a um pé de maconha e escoltadas por cinco militares igualmente negros. Uma ocorrência durante a intervenção federal no Rio de Janeiro.  A política de drogas promove um verdadeiro massacre negro, ao mesmo tempo em que sabemos que são as pessoas brancas, agentes públicos e privados, que se beneficiam com o atual modelo de proibição das drogas, financiando campanha para partidos políticos e lavando dinheiro. Em tempo, indico a leitura do recente livro de Daniela Ferrugem, “Guerra às drogas e a manutenção da hierarquia racial”.  O documentário “Baseado em fatos raciais” faz um convite para que pensemos numa legalização da maconha antirracista, pois se a política de proibição das drogas colocou as pessoas negras no centro, alvo prioritário da repressão, da mesma forma precisamos colocar as pessoas negras como as que precisam ser as principais beneficiadas do seu desmoronamento, porque, se não, poderemos até atacar o proibicionismo mas deixaremos intacto o seu pilar fundamental: o racismo. 
*Henrique Oliveira é historiador e militante antirracista contra a proibição das drogas. 
Fotografia (de capa) em primeiro plano de Fred Brathwaite, que ficou conhecido como Fab5 Freddy, usando óculos escuros e chapéu redondo de cor marrom, e soltando uma densa nuvem de fumaça branca...
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http://www.smokebuddies.com.br/baseado-em-fatos-raciais-netflix-aborda-legalizacao-da-maconha-e-reparacao-racial/?fbclid=IwAR2DgQcAFNokYcG3mo80V7qC3r54RWu3KgGLKFnH1NHJQTU7PDSy586vo_M

segunda-feira, julho 23, 2018

THIRD WORLD-''Prisoner in the Street'' (Filme de 1980)










































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Third World: Prisoner in the Street .Filme de 1980. Direção do cineasta francês Jérôme Laperrousaz..
Filme documentário baseado na banda jamaicana "Third World", incluindo inúmeras entrevistas, trechos de sequências filmadas ao vivo, além de cenas gravadas em estúdios...
Vale a pena conhecer lugares paradisíacos da Jamaica que aparecem no filme como as famosas cachoeiras Dunn's River Falls,e as belas praias incluindo French Man's Cove em Portland..
Considerada a sua melhor formação,o Third World contava na época com William ''Bunny Rugs'' Clarke nos vocais e guitarra,Stephen ''Cat'' Coore na guitarra solo e vocais,Michael ''Ibo'' Cooper nos teclados,William ''Willie'' Stewart na bateria,Richard ''Richie'' Daley no baixo e Irvin ''Carrot'' Jarrett na percussão..
Participam igualmente do filme outras grandes estrelas do reggae como Winston Rodney aka Burning Spear,o guitarrista Junior Marvin (Bob Marley And The Wailers) e Oku Onuora..
O filme dura 73 minutos e foi lançado na época também um LP ''Prisoner in the Street'',com as faixas: Now that We Found Love , Prisoner In The Street ,Third World Man , Cold Sweat,96° In The Shade African Woman , Irie Ites e Street Fighting...
O tecladista Ibo Cooper foi retratado na bela arte da capa..
No filme aparecem os integrantes do grupo Third World em suas atividades cotidianas como shows,ensaios,passeios pela Jamaica,pelos mercados de Kingston,curtindo os sound-systems nativos, praticando esportes como futebol e ginástica,ou apenas relaxando e desfrutando da sagrada ganja..

domingo, junho 03, 2018

LIVICATED (Documentário)














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O Documentário Livicated foi realizado com alguns arquivos de Reggae do historiador,colecionador e escritor norte-americano Roger Steffens  ..
A busca de um homem para preservar o patrimônio musical de um país .Se a música é uma arma, bem-vindo ao arsenal!
Estrelando Roger Steffens, Carlos Santana, Ben Harper, David Hinds, Doctor Dread, Dermot Hussey, Jimmy Cliff, Neville Garrick, Earl "Chinna" Smith, Cindy Breakspere, Mutabaruka, Bruno Blum, Freddie McGregor, Bob Marley, Peter Tosh, Fela Kuti e Miriam Makeba....
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http://www.livicated.com/

sexta-feira, março 02, 2018

LISTEN TO THE OCEAN Starring COUNTRYMAN (Documentário)
















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Listen to the Ocean starring Countryman:
Metragem natural feita por Sugarcane,fotógrafo e repórter de Nova Iorque do verdadeiro Countryman em sua casa em Hellshire Beach, Jamaica. Ele foi a estrela do filme de 1982  de Dickie Jobson, "Countryman",e faleceu em 2016.
Este filme documenta como ele vivia em Hellshire Beach,Jamaica. Música de Countryman, East Village Pharmacy, e Hempress Sativa...
Resumo da trama:
Um diretor de cinema de Nova Iorque conhece a estrela do filme Edwin “Countryman” Lothan ,enquanto eles vão para sua casa na praia encontrando sua família e amigos. Juntos, eles cozinham, cantam,fumam a ganja, falam sobre a vida na praia, relembram o filme de sucesso do Countryman e pensam em coisas boas que virão. Countryman mais uma vez brilha como a mesma estrela que ele estava no filme de 1982 da Island Pictures ,o clássico "Countryman". Música de Countryman, East Village Pharmacy ft. Hempress Sativa, e Daddyman.
Documentário destacado com Countryman, com sua esposa Mama Delsey, seu filho Posha Lothan (Countryman Jr), e o vizinho Daddyman entre outros. O filme mostra uma fatia de sua vida em Hellshire Beach, com música de Countryman, Daddy Man,East Village Pharmacy e Hempress Sativa. "Countryman falou por si mesmo. Ele falou em uma rima". -Rolling Stone..
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https://www.facebook.com/ListenToTheOcean/
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quarta-feira, fevereiro 28, 2018

BONGO MAN (filme documentário de Jimmy Cliff,1980)
























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Bongo Man é um documentário alemão de 1980,estrelado por Jimmy Cliff,e dirigido e escrito por Stefan Paul..
Algumas das mais sangrentas violências da história da Jamaica aconteceram na disputa das eleições do país em 1980. A batalha pela liderança política entre o Partido Nacional dos Povos do Primeiro Ministro socialista Michael Manley e o Partido Trabalhista Jamaicano de Edward Seaga levou o país à beira da guerra civil. O conflito começou em 1976, e surgiu do plano do PNP para formar vínculos mais estreitos com Cuba. O JLP queria vincular Jamaica mais perto dos EUA e um mercado livre. Ambas as partes usaram gangues (posses) para impor sua vontade dentro do Kingston - Seaga acessando armas através da América. Esta violência culminou nas eleições de 1980 que deixaram 800 jamaicanos mortos, já que Edward Seaga foi eleito Primeiro Ministro.  Foi nesse contexto que o documentário Bongo Man foi filmado. Bongo Man contou a história de Jimmy Cliff , enquanto viajava pela Jamaica para Kingston, na tentativa de unir o país através do poder do Reggae. A filosofia de Cliff era simples: "A divisão da política, a música se une". O lendário Jimmy Cliff é um personagem fascinante e este é um documentário excepcional e atraente, que contém excelentes metragens de concertos e algumas das melhores músicas de Cliff ...
Participação de outros astros do reggae jamaicano,como Earl ''Chinna'' Smith,que tocou na banda de Cliff,''Oneness'',Mutabaruka e Barbara Jones..
 Jimmy Cliff tocou o cantor de reggae e pistoleiro Ivan em 'The Harder They Come' ', que trouxe o reggae e Mr. Cliff para a atenção internacional em 1973. Com' 'Bongo Man' ', um documentário, Mr. Cliff tenta mudar sua imagem. Agora, a narração adorativa do filme insiste que ele é um "homem de raízes".  '' Bongo Man '' foi filmado ao longo da turnê mundial do Mr. Cliff em 1980, na Jamaica, África do Sul, Alemanha do Oeste e Suíça. Em 1980, a Jamaica estava envolvida em violência antes das eleições que substituíram Michael Manley por Edward Seaga , a narração o chama de "CIAGRA" , como primeiro-ministro.  O Mr. Cliff exorta os jamaicanos a ignorar a política e os "truques de políticos" em favor do reggae e do rastafarianismo. Como muitos caminhos de campanha, "Bongo Man" posiciona o Mr. Cliff como um devoto homem do povo. Ele encontra um pregador rastafari, endossa a libertação das mulheres, e visita os povos Maroons da Jamaica, que mantém maneiras africanas . Ele também realiza um show gratuito em sua cidade natal Sommerton  "sem turistas, mon" - exceto a equipe de câmera alemã.  Os motivos do Mr. Cliff de lado, sua música tem força genuína, e a maioria de "Bongo Man" são metragens de concertos. Seu canto ganhou um pouco de areia, e enquanto ele é todo um animador profissional, os shows ao vivo em '' Bongo Man '' têm bons e maus atributos...
BONGO MAN, escrito e dirigido por Stefan Paul; fotografia de Heinz Rexer, Mike Conde, Christian Stefanovic e Herbert Schuster; assistentes de câmera, Georg Weiss e Hans Warth; som de Axel Thomae, Mr. Warth e Jack Breyer; roteiro e edição por Hildegard Schroder; produzido pelos Drs. Gerd Unger e Gerd Deplewski; produtor associado, Jimmy Cliff; lançado pela Arsenal Films. Tempo do filme: 95 minutos....
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https://dangerousminds.net/comments/bongo_man_superlative_documentary_on_jimmy_cliff
http://www.nytimes.com/movie/review?res=980CE4D71038F937A15753C1A964948260
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domingo, janeiro 29, 2017

HAVANA MEETS KINGSTON: O Álbum e Documentário















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HAVANA MEETS  KINGSTON: O Álbum e Documentário . O principal produtor de reggae e dancehall da Austrália, Mista Savona (também conhecido como Jake Savona), reuniu alguns dos mais influentes músicos de Cuba e da Jamaica no estúdio de gravação para criar um primeiro álbum mundial.  Apesar de seu enorme apelo global e proximidade geográfica, nunca houve um álbum completo que unisse os sons únicos da música jamaicana e cubana , até agora. Este é um recorde e um projeto verdadeiramente inovador que honra as incríveis bases e legados musicais de ambas as ilhas enquanto inspira e cria algo inteiramente novo. No desenho dos estilos que as ilhas são mais conhecidas , roots reggae, dub e dancehall por um lado, e  salsa, rumba e afro-cubano por outro - 'Havana Meets Kingston' vê uma incrível equipe de músicos se juntar para dobrar e torcer gêneros sem esforço, e os resultados são excepcionais.  A principal intenção de Savona é trazer a cultura do som e do baixo jamaicano junto com as elétricas e virtuosas tradições cubanas e jazzísticas de Cuba, e é aqui que o álbum se destaca e é único na história musical. Vozes energéticas e apaixonadas em espanhol, inglês e patois jamaicano, e viram os ritmos e melodias claramente cubanos, enquanto as linhas de baixo profundo por qual a Jamaica é mais conhecida por pulsar por baixo, unificando a música de ambas as culturas e criando algo fresco, ousado e emocionante.  'Havana Meets Kingston' reúne músicos cubanos e jamaicanos já estabelecidos e emergentes em um álbum de canções principalmente originais, bem como covers de material cubano clássico. As principais sessões de gravação aconteceram durante 10 dias em junho de 2015 no famoso Egrem Studio em Havana, Cuba. Savona pessoalmente voou sete jamaicanos para Havana para estas sessões, incluindo Sly and Robbie e Bongo Herman entre outros grandes. Desde então, viajou para a Jamaica, Cuba e o Reino Unido diversas vezes para completar as gravações. O calibre de artistas neste projeto de álbum de duas partes e volumes.  O álbum completo deve ser lançado em abril de 2017.  Para adicionar a este projeto já grande, os aclamados cineastas Rick Mereki (do famoso Move, Eat, Learn ),a produtora Lauren Rosa Beck e a fotógrafa Lara Merrington viajaram a Cuba e Jamaica para capturar cada momento no filme. Eles estarão fornecendo um documentário independente que vai comemorar a música e histórias dos artistas envolvidos no contexto de três nações diferentes. ..
 EPK de Lauren Beck
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http://www.havanameetskingston.com/

quinta-feira, outubro 13, 2016

DREADTOWN-A HISTÓRIA DO STEEL PULSE





















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 Boas notícias para os fãs do Steel Pulse. David Hinds juntou-se ao diretor de cinema Yoni Gal e  ao produtor nomeado ao Oscar, Mike Lerner, para pedir ajuda para terminar o filme sobre o legado de 40 anos do legendário grupo inglês do reggae Steel Pulse.
O projeto de DREADTOWN está em desenvolvimento desde há vários anos e os fãs têm esperado ansiosamente sua liberação. ..
Horas de arquivo ´invisíveis´ e filmagens raras foram descobertas, e proveniente de amigos, familiares e fãs de Steel Pulse.  Eles estão prestes a passar por cima da linha de chegada, para colocar o filme nos cinemas em 2016. Mas eles precisam de seu apoio para fazer isso...
Quando você tiver em torno de 40 anos atuando como um grupo de roots reggae-rock icônico, como Steel Pulse, então não é surpreendente que há uma história lá para ser contada. Essa história está aqui com Dreadtown, o primeiro documentário oficial para contar a história de como Steel Pulse levou a experiência britânica Preta para o mundo através de seu som reggae único.  Nós, da The Pier ainda temos de ver o filme, mas como o comunicado de imprensa descreve-nos: A primeira metade do filme explora o contexto britânico a música reggae influente da Steel Pulse. Vindo de Handsworth em Birmingham , Inglaterra, o Steel Pulse testemunhou a borda dura de vida da classe trabalhadora britânica durante os anos 1970, uma época de agitação política e tensão racial. Canções como "Handsworth Revolution" e "Ku Klux Klan" parecia a música para enfrentar a exploração e  a violência enfrentada pelas comunidades migrantes das Caraíbas e indianos no U.K.Steel Pulse respondeu à ascensão da extrema direita na Grã-Bretanha através de batidas de reggae cativantes. Dreadtown,  também explora como Steel Pulse se relacionou com o público nos EUA, agora,a segunda casa da banda. Subiram a escada da obscuridade nos EUA através da década de 1980 e em 1993 eles estavam tocando nas festividades inaugurais em Washington DC, a pedido pessoal de um fã improvável, o presidente Bill Clinton. Uma rica mistura de performance contemporânea, entrevista e arquivo exclusivo vai enquadrar as questões incendiárias sobre raça e e relações da  polícia com minoritários de 1970 da Grã-Bretanha, para os dias de hoje na América.
Narrado pelo renomado ator de Hollywood e ativista Danny Glover, o documentário está sendo dirigido por Yoni Gal e produzido pelo produtor indicado ao Oscar, Mike Lerner. Fãs estão sendo convidados para ajudar com o seu lançamento doando para a sua campanha Indiegogo. Todos os fãs que contribuírem para a campanha terão acesso a regalias emocionantes e limitadas, como assistir  cenas de ensaios, originais de filmes assinados cartazes e DVD, uma chance de ver o filme antes de mais ninguém, uma t-shirt legal do Dreadtown e até mesmo uma triagem VIP com os membros David Hinds e Selwyn Brown no atendimento em quatro cidades do mundo.  O filme não só explora as forças que fizeram Steel Pulse, mas também a sua importância para as comunidades dentro e fora do mundo da música. Dreadtown contará com entrevistas com estrelas como Snoop Lion, Rita Marley, Gwen Stefani, Matt Groening (criador de Os Simpsons), Lennox Lewis (World Heavyweight Champion Boxing), Alpha Blondy (Embaixador das Nações Unidas da Paz), Burning Spear, UB40, John Lydon (Sex Pistols), Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), Chris Blackwell (fundador, Island Records), Aswad, Billy Idol, Jason Mraz, e muitos mais.  Fique ligado para mais detalhes sobre este lançamento como nós olhamos para falar com a banda em uma entrevista para obter mais informações ..
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http://www.thepier.org/dreadtown-a-documentary-about-steel-pulse/
http://midnightraverblog.com/2016/06/dreadtown-steel-pulse-story-teaser/

segunda-feira, junho 13, 2016

ROOTS And CHALICE


























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Na sequência da primeira mixtape de Chronixx ´´Start A Fire´´ em colaboração com Walshy Fire (Major Lazer) de volta em 2012, Roots And Chalice vai aliviar a espera do primeiro álbum do cantor de Spanish Town previsto para o Verão de 2016. Max Glazer e Kenny Meez da  Federation Sound  compilaram mais de 20 faixas e estilo livre juntos com Chronixx ,que foi entregando as letras e o fluxo em uma seleção muito eclética de batidas sobre Roots and Chalice.
 A mixtape apresenta faixas de projetos anteriores revisitados em diferentes batidas, músicas atuais que não têm sido parte de qualquer projeto e novas canções originais exclusivas para este projeto que foram obtidas pela equipe de produção In-House (Zincfence Records / Special Delivery Music) ou em instrumentais clássicos. A primeira faixa tomada de Roots and Chalice é intitulada Majesty - Nova canção gravada para o mixtape na versão original de Otis Gayle  I'll Be Around  (Sound Dimension / Studio One) com algum guitarra adicionada a partir de Namdi da Zincfence Redemption. A segunda faixa é Spanish Town Rockin, um futuro clássico, e a terceira faixa é intitulada ´Sell My Gun´ ,produzida por Teflon da Zincfence Records..
Participação de artistas como Chronixx,Dre Island,Eesah,Kelissa ,Kabaka Pyramid...
Alé do CD Mixtape ,´´Roots and Chalice ´´ virou um documentário e videoclips,com algumas partes disponíveis no youtube..
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sexta-feira, dezembro 18, 2015

DREADTOWN (Documentário)

























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 Dreadtown é um novo filme documentário sobre o grupo inglês Steel Pulse,narrado por David Glover..
Estamos muito animados para anunciar que o lançamento da campanha  para completar o documentário Dreadtown está oficialmente ao vivo! Este projeto é muito importante aos nossos corações e os corações dos fãs Steel Pulse em todos os lugares.Dreadtown apresenta além do Steel Pulse nomes como Alpha Blondy, Billy Idol, Burning Spear, Third World, Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), Linton Kwesi Johnson,Damian Marley, Awadi, Easy Star All Stars, Elan Atias, Freddie McGregor, Immortal Technique, Jacob Hemphill (SOJA), Jason Mraz, JJ Burnel (The Stranglers (oficiais), John Lydon (Oficial Sex Pistols, PIL), Macka B, Marshall Goodman (Sublime), Michael Franti e Spearhead, a família real do Reggae Morgan Heritage, Richie Spice, Rita Marley, Rootz Metro, Snoop Dogg (aka Snoop Lion), Adrian Young, Stephen Bradley (No Doubt), Stephen Marley, Stewart Copeland (The Police), Tarrus Riley, The Selecter, The Specials (oficial), Tiken Jah Fakoly, Brian Travers (UB40), Vernon Reid (Living Colour), Ziggy Marley, Rohan Marley, Lennox Lewis, Roots Levi, Matt Groening e muitos mais!..
 Aqui está sua chance de pegar bilhetes estréia de cinema VIP para Dreadtown em Birmingham, Inglaterra, cidade natal do Steel Pulse. David Hinds e Selwyn Brown estarão presentes, e eles vão dar-lhe uma mensagem de saída por ter ajudado a fazer Dreadtown uma realidade! Haverão também alguns outros convidados muito especiais. Esta vai ser uma ocasião a não se perder!
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quarta-feira, novembro 18, 2015

HOLDING ON TO JAH (Filme)
























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 O filme Holding On To Jah (The Genesis of a Revolution) ,dirigido por Roger Landon Hall ,e produzido por Harrison Stafford,aka Professor (Groundation) ,detalha a história da Jamaica, reggae, e o movimento Rasta, pondo em foco o papel crítico desempenhado por Marcus Garvey, e o 225 Imperador da Etiópia , Sua Majestade Imperial Haile Selassie I.Reggae é a trilha sonora que define a história e a luta do povo Rasta, e de todos os jamaicanos, à música. Entrevistas com alguns dos maiores cantores e músicos do reggae (alguns dos quais não estão mais conosco) contam uma história coletiva dos tempos difíceis que foram enfrentadas e superadas por causa de sua grande fé...A história Rastafari ,que passou pela  brutalidade da polícia,longas sentenças de prisão, privação e abuso físico. O filme é um testemunho da sua fé, que para eles muitas vezes significava ser deserdado pela família, evitado por amigos e despossuídos da sociedade.Os rastafáris compartilham conosco suas histórias pessoais de a fusão da ideologia Rasta com a música que combinava ilha e ritmos africanos, e como canções de gente como Bob Marley And The Wailers,Peter Tosh,Bunny Wailer,Lee Perry, The Congos, Burning Spear,Israel Vibration, Culture,Pablo Moses e outros, têm trazido uma mensagem positiva e espalhar a "Rastaman Vibration" em todo o mundo.Holding On To Jah leva os espectadores a uma viagem ao coração do movimento Rasta, e nos mostra como, contra grandes probabilidades, uma mensagem de salvação e redenção nasceu.  
Com coragem, tenacidade e fé, o movimento Rastafari emergiu, lutou e continua a prosperar. Através de todas as suas tribulações, eles continuam a manter-se firme em suas convicções, segurando-se á JAH...
Participação de Countryman,Prince Allah,Ras Michael,Israel Vibration,Pablo Moses,The Congos.. 
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https://vimeo.com/holdingontojah

terça-feira, agosto 18, 2015

STEPPING RAZOR-RED X (Documentário)



























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Stepping Razor: Red X (1993)-

Stepping Razor- Red X-, é um filme documentário de 1 hora e 43 minutos sobre a estrela do reggae jamaicano Peter Tosh, que ganhou destaque internacional no final dos anos 1970, e morreu assassinado por tiros na sala de estar de sua casa Kingston em setembro de 1987, oferece estas e outras questões provocativas . Mas poucas respostas satisfatórias são próximas.  Construído em torno de uma série de gravações pessoais  de Tosh feitas para uma autobiografia planejada, o exame da vida do músico e da morte de Tosh feito pelo escritor-diretor Nicholas Campbell é  um pouco obscura. Embora Tosh era um talento hipnótico ,um homem grande, desengonçado, que usava óculos escuros e levou para envolver seus dreadlocks nas ´kaffiyehs´ dos Árabes ,a imagens de arquivo disponível para o  cineastas geralmente é tão pobre que o carisma do cantor raramente brilha. Stepping Razor assume uma familiaridade para a audiência com Peter Tosh e sua associação com Bob Marley e Bunny Wailer, nos primeiros anos de sucesso mundial dos Wailers. Isso provavelmente faz sentido, uma vez que este filme é improvável que apelar para muitos além de um considerável contingente de aficionados do reggae. Mas Campbell também nos pede para trazer um pouco de conhecimento sobre o clima econômico e político explosivo da Jamaica na década de 1980 com a gente para o teatro, e um gráfico quem-é-quem : nenhuma das pessoas entrevistadas para o filme são identificados até o fim ,ou nos créditos, deixando-o a refletir sobre seus respectivos relacionamentos , e agendas ,com o tema do filme.  (Em alguns casos,o patois dos entrevistados é tão espesso que é difícil de entender o que está sendo dito.)  Pedaços de canções, gravadas em concerto ou tiradas de performances gravadas em vídeo, executados através do filme, Stepping Razor juntamente com uma trilha sonora de ganja, alimentada com ritmos reggae. Há breves vislumbres de Bob Marley (ele próprio o objeto de uma tentativa de assassinato alguns anos antes de morrer de câncer), e filmagens de uma Jamaica que não vai fazer o conselho de turismo da nação caribenha feliz. Ruas de terra, barracos de lata e homens desdentados velhos são abundantes.  As fitas de meditações privadas de Tosh, ouvidas ao longo do filme, revelam um homem de várias meditativo e militante moldada pela pobreza, um forte senso de sua herança Africana-escrava e os "agentes botânicos espirituais" da ganja , e talvez um pouco de paranóia, também. É intrigante ouvir Tosh, num murmúrio gutural, contando sua infância pobre rural, sua introdução à vida na cidade grande (Trenchtown ,gueto de Kingston) e sua paixão pela música e maconha.  Talvez ciente das limitações de suas filmagens, os realizadores serviram-se de encenações de várias cenas-chave da história de Tosh, incluindo a noite fatal, quando um trio de homens armados invadiram a casa dele - roubando, batendo e, finalmente, fatalmente atirando no reggae performer. Fotografado em um estilo escuro, granulado com muitos movimentos de câmera , a cena sai como um segmento de algum tipo de ´´Jamaican Most Wanted´´.  Em última análise, como as nuvens gigantes que cercam os rastafaris enrolando e fumando os spliffs em Stepping Razor, o filme de Campbell está envolvido em sua própria nuvem de conjecturas e fatos. Há uma história fascinante aqui, mas você tem que olhar através de muita fumaça para encontrá-la.  Stepping Razor - RED  X - 1/2  Produzido por Edgar Egger, escrito e dirigido por Nicholas Campbell, fotografia por Edgar Egger, com música de Peter Tosh e outros, distribuídos por Northern Arts Entertainment.  Duração: 1 hora, 43 minutos.  Com Rasta Steve, Gary Isaacs, Ras Leon, Sister Margaret, Bruce ''Preacher" Robinson,e cinema,video,imagens raras e gravações com Peter Tosh..
Rasta Steve, Gary Isaacs, Ras Leon, Sister Margaret, Bruce ''Preacher" Robinson - See more at: https://translate.googleusercontent.com/translate_c?anno=2&depth=1&hl=pt-BR&rurl=translate.google.com.br&sl=en&tl=pt-BR&u=http://articles.philly.com/1993-09-17/entertainment/25985405_1_tosh-jamaican-reggae-star-kingston-s-trenchtown&usg=ALkJrhjh2U-XUGIF-zBod6UYD0_dXYmcpQ#sthash.p7vVeRrI.dpuf
Rasta Steve, Gary Isaacs, Ras Leon, Sister Margaret, Bruce ''Preacher" Robinson - See more at: https://translate.googleusercontent.com/translate_c?anno=2&depth=1&hl=pt-BR&rurl=translate.google.com.br&sl=en&tl=pt-BR&u=http://articles.philly.com/1993-09-17/entertainment/25985405_1_tosh-jamaican-reggae-star-kingston-s-trenchtown&usg=ALkJrhjh2U-XUGIF-zBod6UYD0_dXYmcpQ#sthash.p7vVeRrI.dpufe cinema, vídeo e gravações de áudio de Peter Tosh.  
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http://www.rottentomatoes.com/m/stepping_razor_red_x/
http://www.veoh.com/watch/v275009T5mhtM6x

sexta-feira, agosto 14, 2015

LUCKY DUBE-Lucky Dube - The last few hours of his life with Saggy Saggila (documentário)


















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 Lucky Dube - The last few hours of his life with Saggy Saggila..
Lucky  Dube ,o maior artista do Reggae Africano de todos os tempos em um documentário, entrevista com Richard Siluma,aka Saggy Saggila ou Richie,ex produtor,atualmente cantor de reggae e primo de Dube..
Em breve sobre as poucas horas,Richie ficou em sintonia longa com Lucky Dube quando estava fora em uma excursão de três meses, e estava em seu caminho de volta para enterrar seu pai em lei. Saggy estava em um concerto em Pietersburg, então não poderia estar no funeral com ele. Mais tarde, quando viu o seu carro estacionado na rua Downtown Studios, decidiu ir cumprimentá-lo, e tiveram uma conversa sobre seu sogro. Acabaram de terminar passando duas horas completas falando sobre o passado e indo viajar através das fotos juntos. Ele me disse que tinha aprendido a construir um caixão tradicional. Sendo mais velho que ele, Richie disse-lhe, que o único a construir o seu caixão seria ele mesmo. Ele riu de Richie e suas últimas palavras foram "Nós não sabemos - que você pode construir o meu primeiro". Então eles se separaram. Richie estava no seu caminho para Natal, e Dube foi para pegar um conjunto de instrumentos que  havia comprado para sua igreja. Três horas mais tarde, Richie estava para descobrir que ele tinha sido baleado,e morto. Isso vai lhe assombrar para o resto dos seus dias...
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domingo, julho 26, 2015

THE ROOTS LYRIC DVD

















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THE ROOTS LYRIC DVD
The True Reggae Anthology. The Roots Lyric: Roots Lyric DVD Revista Special Edition. Esta antologia e histórica reggae vai levá-lo em uma viagem mística e musical através dos ecos doces do passado de reggae. Trilhado com a gente para uma época em que governou o ska; e que o rocksteady fez cada um feliz; quando os ritmos do Studio One balançava as caixas de alto-falante com um baque ensurdecedor; quando Toyan e Barry G  sintonizavam até a manhã; ouvindo The Heptones e The Mighty Diamonds enquanto discutiam os bons velhos tempos..
Esta série especial Lyric DVD é preenchido com um elenco de lendas como Sugar Minott, Don Carlos, Lynn Tait, Nana Mclean, Jimmy Riley, Wailing Souls, The Meditations, Derrick Harriott, Tinga Stewart, Leroy Brown, The Tamlins, Tectracks, Lord Sassafrass Ed Robinson, Anthony Johnson, Dennis AlCapone, Anthony Jonhson, Lee "Scratch" Perry, Carlton Manning Shoes, Wayne Jarrett, Brigadier Jerry, Sista Carol, Sista Nancy, The Abysinians, Al Campbell, U- Roy e muitos mais.
Também mostra lendas potenciais futuras ao gosto: Pressure Buss Pipe, Natural Black, Spanner Banner, Len Hammond, Warrior King, Alborosie, Peter Morgan e Juleen Carnigie, lhe dizendo por que sua música tem origem nas raízes da música.
Tudo isso além de uma seção de tributo bônus sobre as contribuições que Bob Marley, Hugh Mundell, Peter Tosh, Jack Ruby, Jacky Mittoo, King Tubby, Clement "Sir Coxsone "Dodd (Studio One), Augustus Pablo, Nicodemos, Rita Marley, Freddy Mckay, Tenor Saw,Yellowman e Garnet Silk tiveram sobre o crescimento e a força da música reggae....
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 www.lyricdvdmag.com
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