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segunda-feira, 18 de abril de 2016
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
EDMUNDO FALÉ CANTA BEATLES
TECLA - TE 1004
Ei... Eu Chamei (Luís Waddington) - Sei (Luís Waddington) - O Teu Olhar (Luís Waddington) - Estou Tão Só ("Yesterday") (Lennon/McCartney/Luís Waddington)
Produção de Jorge Costa Pinto.
Curiosamente, o EP não tem qualquer referência aos Beatles na capa.
Edmundo Falé foi co-fundador dos Ekos.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
EDMUNDO FALÉ COM JOSÉ CID
DECCA - SPN 138 - 1972
Born On The Riverside (José Cid) - Poema Verde Do Espanto (José Cid)
Arranjos e direcção musical do Quarteto 1111.
Co-fundador dos Ekos, um dos mais expressivos e mal-tratados conjuntos yé-yé portugueses, Edmundo Falé não chegou nunca, porém, a gravar qualquer disco com os seus companheiros, tendo sido substituído logo no início por José Luís, o "Cliff do Sarrabuco".
A viver em Cascais, EF passa depois esporadicamente pelo Conjunto Mistério e pelo Sindicato (Jorge Palma, etc), após o que se dedica mais à sua actividade profissional como desenhador num atelier.
Mas a música foi mais forte e em 1965 inicia uma carreira a solo, editando logo no ano seguinte o primeiro disco "Eu... Eu Chamei" (TECLA - TE 1004 - 1966), onde é acompanhado pela Orquestra de Jorge Costa Pinto, proprietário da editora.
A sua profissão de desenhador leva-o no início da década de 70 ao Hotel Viking, em Armação de Pera, então em construção. Logo que concluído o hotel, o "padrinho" de casamento de Daniel e Fernanda Bacelar, fixa-se no Algarve, permanecendo como disc-jockey no Hotel.
Em 1972, acompanhado pelo Quarteto 1111, edita o seu maior sucesso, "Big Brother Joe" (DECCA - SPN 137 - 1972), que tem também a participação de José Cid na composição, bem como no lado B, "Primeiro Gesto".
Este seu terceiro disco, na imagem, tem igualmente a participação de José Cid/Quarteto 1111.
E o resto é história...
Born On The Riverside (José Cid) - Poema Verde Do Espanto (José Cid)
Arranjos e direcção musical do Quarteto 1111.
Co-fundador dos Ekos, um dos mais expressivos e mal-tratados conjuntos yé-yé portugueses, Edmundo Falé não chegou nunca, porém, a gravar qualquer disco com os seus companheiros, tendo sido substituído logo no início por José Luís, o "Cliff do Sarrabuco".
A viver em Cascais, EF passa depois esporadicamente pelo Conjunto Mistério e pelo Sindicato (Jorge Palma, etc), após o que se dedica mais à sua actividade profissional como desenhador num atelier.
Mas a música foi mais forte e em 1965 inicia uma carreira a solo, editando logo no ano seguinte o primeiro disco "Eu... Eu Chamei" (TECLA - TE 1004 - 1966), onde é acompanhado pela Orquestra de Jorge Costa Pinto, proprietário da editora.
A sua profissão de desenhador leva-o no início da década de 70 ao Hotel Viking, em Armação de Pera, então em construção. Logo que concluído o hotel, o "padrinho" de casamento de Daniel e Fernanda Bacelar, fixa-se no Algarve, permanecendo como disc-jockey no Hotel.
Em 1972, acompanhado pelo Quarteto 1111, edita o seu maior sucesso, "Big Brother Joe" (DECCA - SPN 137 - 1972), que tem também a participação de José Cid na composição, bem como no lado B, "Primeiro Gesto".
Este seu terceiro disco, na imagem, tem igualmente a participação de José Cid/Quarteto 1111.
E o resto é história...
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
2º EP DOS EKOS (1965)
ALVORADA - AEP 60.757 - 1965
Diz Que Me Amas (Mário Guia) - O Nosso Amor Terminou (Mário Guia) - Hoje, Amanhã E Sempre (sob um tema de Liszt) - Mentira ("'Till The End Of Time")
Da esquerda para a direita: José João Santos (Joca) (ritmo), Zé Luís (voz), António Joaquim Vieira (baixo), Mário Guia (bateria) e João Camilo Lopes Júnior (viola solo).
Os Ekos - nome que foram buscar à marca de guitarras eléctricas mais baratuchas - foram um dos mais significativos conjuntos yé-yé portugueses nos anos 60.
Originários de Lisboa (Campo de Ourique/Liceu Padre Nunes), formaram-se em 1963 com Edmundo Falé (18 anos, voz), Mário Guia (21 anos, bateria), António Joaquim Vieira (20 anos, baixo), Joka Santos (21 anos, ritmo) e João Camilo Júnior (19 anos, viola-solo).
Em 1964, participam na inauguração da famosa boîte "Sete e Meio", em Albufeira, onde conhecem Cliff Richard, passando a contar então com um segundo vocalista, José Luís, 19 anos, grande fã do cantor britânico e conhecido como o "Cliff do Sarrabuco".
De regresso a Lisboa, aconteceu o inevitável e Edmundo Falé passou-se para o Conjunto Mistério, um conjunto de meninos ricos, com muito dinheiro, com a melhor aparelhagem e as melhores guitarras.
Já sem Edmundo Falé, os Ekos editam em 1965 o seu primeiro EP, com o que viria a ser o maior êxito da banda, "Esquece", a versão portuguesa de "Hold Me", de PJ Proby.
As temporadas no Algarve e o contacto mais directo com a pop inglesa fez dos Ekos um grupo apetecível para espectáculos com as suas versões de canções do Beatles, Rolling Stones e Animals.
Uma das primeiras apresentações em público, em Lisboa, ocorreu no dia 04 de Maio de 1965, num Festival Yé-Yé, organizado pelo Duo Ouro Negro no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.
Em palco estiveram também os Deltons e os Sheiks.
No dia 25 de Setembro de 1965, os Ekos participam e vencem a 5ª eliminatória do Concurso Yé-Yé no Teatro Monumental, em Lisboa, com 38,5 pontos.
Vestidos à Beatle de "Love Me Do", cantaram "Amar Alguém Como Tu", "Lamento Aos Céus", "Os Tristes Olhos" e "Esquece".
Bateram os Sonors (Lisboa), os Morcegos (Olhão) e os Aquatiks (Elvas).
Ainda em 1965, editam o 2º EP (na imagem) com "Diz Que Me Amas" (Mário Guia), "O Nosso Amor Terminou" (Mário Guia), "Hoje, Amanhã E Sempre" (sob um tema de Liszt) e "Mentira" ("'Till The End Of Time").
No dia 02 de Novembro de 1965, os Ekos só conseguiram participar parcialmente na matinée do concerto dos Searchers no Teatro Monumental em Lisboa na sequência de um choque eléctrico em Joka Santos.
No dia 29 de Janeiro de 1966 vencem a 4ª meia-final do Concurso Yé-Yé com 46 pontos, batendo os Clips (Lisboa), Twist Star (Póvoa de Santa Iria), Beatniks (Lisboa) e Neptunos (Montijo).
Perdem a final do Concurso para os Claves no dia 30 de Abril de 1966. Ficaram em 5º lugar com 29,5 pontos, atrás dos Claves (55 pontos), Rocks (45), Night Stars (39,5) e Jets (35) e à frente dos Chinchilas (33,5), Espaciais (18) e Tubarões (18).
Ainda em 1966, editam o terceiro EP, que inclui o segundo maior êxito do grupo, "Só", um original de Mário Guia.
Como era fatal à época, a chamada ao serviço militar obrigatório (guerra colonial) esfarelou o conjunto, obrigando a alterações profundas: do elenco original só fica Mário Guia e João Camilo Júnior.
José Luís (voz) é substituído por Luís Paulino, Joka Santos (ritmo) por Tony Costa (teclas) e Joaquim Vieira (baixo) por Eddy Fróis, futuro Zé Nabo.
A partir daqui, os Ekos começam a compôr e a cantar mais em inglês, perdendo por isso um pouco da sua originalidade. O primeiro EP desta nova fase - quarto no conjunto - tem aliás por título "Versatéis Ekos" (Alvorada, AEP 60.906, 1967).
Ainda em 1967, os Ekos aceitam gravar duas canções com Magdalena Pinto Basto, uma nova artista da editora, uma versão em francês de "I'm A Believer", de Neil Diamond/Monkees, e um original de Michel Polnareff, "L'Oiseau De Nuit".
Logo a seguir, João Camilo Júnior abandonou o grupo para se fixar em Angola e Mário Guia, como único Eko original, decidiu não ter direito à designação e o trio que restou (Mário Guia, Luís Paulino e Zé Nabo (Eddy Fróis)) passou a chamar-se Showmen, com veleidades a ser os "Cream portugueses".
Os Showmen não gravaram qualquer disco e o trio desfez-se. Dos restos nasceu o Objectivo, mas isso é outra história.
No princípio da década de 70, três anos após o último disco, os Ekos tentam nova encarnação com José Luís (voz), Joka Santos (ritmo), António Joaquim Vieira (baixo), e ainda Carlos Teixeira e Franklin Simões (secção de metais) que gravam um último EP, de novo com canções em português.
Já era tarde...
Mário Guia, nascido na Golegã a 18 de Agosto de 1944, abandonou a música, como executante, nos anos 70, para se tornar empresário musical.
Por exemplo, fundou o Rock Rendez-Vous (1980-1990) e a editora Dansa do Som (1985-1990)
LPA
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sábado, 17 de outubro de 2009
EDMUNDO FALÉ
ORFEU - KSAT 642 - 1978
Let's Spend The Night Together (Jagger/Richard)- Old Fashion'd Move (Fortmann)
Let's Spend The Night Together (Jagger/Richard)- Old Fashion'd Move (Fortmann)
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terça-feira, 31 de março de 2009
EDMUNDO FALÉ
NM - 05/17/102 - edição portuguesa (1987)
Words (Ronnie Scott) - São Palavras (Edmundo Falé/Ronnie Scott)
Co-fundador dos Ekos, um dos mais expressivos e mal-tratados conjuntos yé-yé portugueses, Edmundo Falé não chegou nunca, porém, a gravar qualquer disco com os seus companheiros, tendo sido substituído por José Luís, o "Cliff do Sarrabuco".
A viver em Cascais, passa depois esporadicamente pelo Conjunto Mistério e pelo Sindicato (Jorge Palma, etc), após o que se dedica mais à actividade profissional como desenhador num atelier.
Mas a música foi mais forte e em 1965 inicia uma carreira a solo, coroada de êxito moderado logo no ano seguinte com a edição do primeiro disco "Eu... Eu Chamei" (TECLA - TE 1004 - 1966), onde é acompanhado pela Orquestra de Jorge Costa Pinto.
A sua profissão de desenhador leva-o no início da década de 70 ao Hotel Viking, em Armação de Pera, então em construção. Logo que concluído o hotel, o padrinho de casamento de Daniel e Fernanda Bacelar, fixa-se no Algarve, permanecendo como disc-jockey no Hotel.
Em 1972, acompanhado pelo Quarteto 1111, edita o seu maior sucesso, "Big Brother Joe" (DECCA - SPN 137 - 1972), que tem também a participação de José Cid na composição, bem como no lado B, "Primeiro Gesto".
E o resto é história...
Numa entrevista recente na Televisão, Edmundo Falé disse que "Words", deste disco, é da autoria de Ronnie Scott.
Words (Ronnie Scott) - São Palavras (Edmundo Falé/Ronnie Scott)
Co-fundador dos Ekos, um dos mais expressivos e mal-tratados conjuntos yé-yé portugueses, Edmundo Falé não chegou nunca, porém, a gravar qualquer disco com os seus companheiros, tendo sido substituído por José Luís, o "Cliff do Sarrabuco".
A viver em Cascais, passa depois esporadicamente pelo Conjunto Mistério e pelo Sindicato (Jorge Palma, etc), após o que se dedica mais à actividade profissional como desenhador num atelier.
Mas a música foi mais forte e em 1965 inicia uma carreira a solo, coroada de êxito moderado logo no ano seguinte com a edição do primeiro disco "Eu... Eu Chamei" (TECLA - TE 1004 - 1966), onde é acompanhado pela Orquestra de Jorge Costa Pinto.
A sua profissão de desenhador leva-o no início da década de 70 ao Hotel Viking, em Armação de Pera, então em construção. Logo que concluído o hotel, o padrinho de casamento de Daniel e Fernanda Bacelar, fixa-se no Algarve, permanecendo como disc-jockey no Hotel.
Em 1972, acompanhado pelo Quarteto 1111, edita o seu maior sucesso, "Big Brother Joe" (DECCA - SPN 137 - 1972), que tem também a participação de José Cid na composição, bem como no lado B, "Primeiro Gesto".
E o resto é história...
Numa entrevista recente na Televisão, Edmundo Falé disse que "Words", deste disco, é da autoria de Ronnie Scott.
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domingo, 21 de setembro de 2008
2º SINGLE DE EDMUNDO FALÉ (1972)
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
EDMUNDO FALÉ
DA NOVA - 2009 - 1980
Um Ano Ou Um Dia (S. Healy/Edmundo Falé) - Noites De Verão (Fernando Guerra/João Henrique)
"Noites De Verão" tem co-autoria de Fernando Guerra.
Um Ano Ou Um Dia (S. Healy/Edmundo Falé) - Noites De Verão (Fernando Guerra/João Henrique)
"Noites De Verão" tem co-autoria de Fernando Guerra.
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