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segunda-feira, 4 de maio de 2015
terça-feira, 8 de abril de 2008
ROSA MOTA
Em Abril de 1993, já lá vão 15 anos!!!, durante a viagem presidencial de Mário Soares a Londres, descobri no "What's On" a existência de uma banda de rock com o nome de Rosa Mota.
Não foi difícil convencer os meus companheiros de profissão a ir ao Water Rats, uma espécie de Rock Rendez-Vous londrino, assistir a um concerto da banda. Até porque Soares ia a caminho da Escócia e nós tínhamos a noite livre.
Como é fácil de verificar pela foto, houve no final do concerto farta e interessante confraternização.
Durante alguns anos troquei informações com a banda. Mandava-me os discos, autografados, notícias, como o contrato com a Mute, chegaram-me a pedir para falar com Rosa Mota para não haver melindre com o nome, o que cheguei a fazer.
Rosa Mota, a atleta, acabaria por confessar ao "Jornal de Notícias" que se sentira "muito orgulhosa" pela "usurpação" do seu nome.
Em Londres, a banda explicou-nos que tinha escolhido o nome de Rosa Mota pela "muita admiração" que tinha pela atleta portuguesa e também porque desejava ser uma "banda-maratona" com "muitos anos de vida".
Os nomes dos músicos: Julie Rumsey (voz e guitarra), Ian Bishop (voz e guitarra), Sacha Galvagna, italiana, (guitarra), Michelle Marti, espanhola, (guitarra) e Justin Chapman (bateria).
Os nomes dos jornalistas: Fernando Ramos (Rádio Nova, hoje RTP), Duarte Moral ("Público", hoje assessor de António Costa na CML), José Manuel Saraiva ("Expresso", hoje escritor) e Maria José Azevedo (RTP).
A fotografia é de Clara Azevedo ("Expresso").
Agora, imaginem a surpresa da banda quando viu entrar pelo clube dentro 15 barulhentos jornalistas portugueses, tantos quantos éramos ao princípio, mas nem todos aguentaram o "caos controlado" da banda indie de Camden Town.
Não foi difícil convencer os meus companheiros de profissão a ir ao Water Rats, uma espécie de Rock Rendez-Vous londrino, assistir a um concerto da banda. Até porque Soares ia a caminho da Escócia e nós tínhamos a noite livre.
Como é fácil de verificar pela foto, houve no final do concerto farta e interessante confraternização.
Durante alguns anos troquei informações com a banda. Mandava-me os discos, autografados, notícias, como o contrato com a Mute, chegaram-me a pedir para falar com Rosa Mota para não haver melindre com o nome, o que cheguei a fazer.
Rosa Mota, a atleta, acabaria por confessar ao "Jornal de Notícias" que se sentira "muito orgulhosa" pela "usurpação" do seu nome.
Em Londres, a banda explicou-nos que tinha escolhido o nome de Rosa Mota pela "muita admiração" que tinha pela atleta portuguesa e também porque desejava ser uma "banda-maratona" com "muitos anos de vida".
Os nomes dos músicos: Julie Rumsey (voz e guitarra), Ian Bishop (voz e guitarra), Sacha Galvagna, italiana, (guitarra), Michelle Marti, espanhola, (guitarra) e Justin Chapman (bateria).
Os nomes dos jornalistas: Fernando Ramos (Rádio Nova, hoje RTP), Duarte Moral ("Público", hoje assessor de António Costa na CML), José Manuel Saraiva ("Expresso", hoje escritor) e Maria José Azevedo (RTP).
A fotografia é de Clara Azevedo ("Expresso").
Agora, imaginem a surpresa da banda quando viu entrar pelo clube dentro 15 barulhentos jornalistas portugueses, tantos quantos éramos ao princípio, mas nem todos aguentaram o "caos controlado" da banda indie de Camden Town.
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