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quinta-feira, 9 de abril de 2020
JOSÉ JORGE LETRIA
TOMA LÁ DISCO - TLS 021 - 1979
Canção de Jornada - Que Horas Serão?
Letra e música de José Jorge Letria, Fernando Tordo nos coros e Victor Mamede na bateria.
sábado, 11 de novembro de 2017
FEITO CÁ P'RA NÓS
TLD - 001/75
Letras de José Carlos Ary dos Santos e música de Fernando, com arranjos de Pedro Osório.
Inclui um instrumental, "Ao Meu Filho Que Vai Nascer", dedicado ao escritor João Tordo, que foi meu estagiário na Agência EXPO, durante a EXPO-98.
Participações de Vítor Mamede, Mike Sargeant, Pedro Osório, Carlos Alberto Moniz, Carlos Alberto Vidal, Paulo de Carvalho.
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quinta-feira, 4 de maio de 2017
1ª GRAVAÇÃO A SOLO DE FERNANDO TORDO (1967)
DECCA - PEP 1271 (1969)
Cantiga (José Henrique Rodrigues Dias/José Firmino M. Morais Soares) - That Day (Fernando Tordo) - O Pedro (Fernando Tordo) Some Words Of Love (Fernando Tordo)
Arranjos e direcção de orquestra de Joaquim Luís Gomes.
Quinto lugar do Festival RTP da Canção.
quarta-feira, 15 de junho de 2016
PORTUGUESES
ORFEU - SB 1161
Face A
Portugal Ressuscitado (In Clave, Fernando Tordo e Tonicha) - Dueto A Uma Voz (Fernando Tordo) - Companheiros (José Cheta) - A Bananeira (Petrus Castrus) - Filha de Pedra e Mar (Carlos Alberto Moniz e Maria do Amparo) - O Preto no Branco (Tonicha)
Face B
Tanto Me Faz (Tonicha) - Cai Cai (Fernando Tordo) - A Mim Não Me Enganas Tu (Carlos Alberto Moniz e Maria do Amparo) - Quando Te Encontro (José Cheta) - Seis e Meia da Tarde (Petrus Castrus) - Canção Combate (In Clave, Fernando Tordo e Tonicha).
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domingo, 1 de maio de 2016
CANTO PARA MULHER-MÃE
IMAVOX - SIM5 10 006 - 1973
Canto Para Mulher-Mãe (Ary dos Santos/Fernando Tordo) - Partiste, Voltaste (Ary dos Santos/Fernando Tordo)
Orquestração de Pepe Nieto, coordenação de Manolo Diaz.
Segundo disco de um desconhecido baladeiro.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
FERNANDO TORDO
TOMA LÁ DISCO - TLP 001/75 - 1975
FACE A
O Trabalho - Companheira - Tango Económico - Caderneta Militar - Em Lisboa
FACE B
Futebol - É Tarde Meu Amor - Fado Do Operário Leal - Soneto Presente - Chile - Ao Meu Filho Que Vai Nascer
Letras de José Carlos Ary dos Santos, música de Fernando Tordo, arranjos e direcção musical de Pedro Osório.
Participações de Vítor Mamede (bateria), Mike Sergeant (baixo), Pedro Osório (piano), Correia Martins (guitarra eléctrica) e Carlos Alberto Moniz, Carlos Vidal e Paulo de Carvalho (coros).
segunda-feira, 21 de julho de 2014
"AB-LA-DI, AB-LA-DA"
"Novo êxito... e os "Beatles" nunca param: agora é "ab-la-di, ab-la-da" de Lennon e McCartney" (1969).
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sexta-feira, 25 de abril de 2014
ALEGRIA NA LUTA
TOMA LÁ DISCO - TLS 004/76
Alegria No Trabalho (Ary dos Santos/Fernando Tordo) - O Trabalho (Ary dos Santos/Fernando Tordo)
Participação de Fernando Tordo, Paulo de Carvalho, Carlos Alberto Moniz, Alfredo Vieira de Sousa, Madalena Leal e Maria de Lourdes Nunes dos Santos, arranjo e direcção de Pedro Osório, coordenador de produção Luiz Vilas-Boas.
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
LUTAR VENCER
ORFEU - STAT 038 - 1975
LADO A
Haja O Que Houver Pátria - Para A Frente Chile - Esta Terra Há-de Ser Nossa - Se Um Fascista Conspira - Tu Que Dessa Janela - Venceslau da Silva
LADO B
Quem Tem Medo do Comunismo - Nas Mãos do Patrão - Com As Armas Desta Vida - Abre Os Olhos Camarada - Portugal Vencerá
Originais de José Jorge Letria, arranjos e direcção musical de Júlio Pereira.
Fernando Tordo está nos coros, Hermann (sic) José toca baixo, Júlio Pereira guitarra acústica, viola eléctrica e moog, Guilherme Inês bateria e Rui Reis piano, órgão e piano eléctrico.
Esta é a fase PCP de José Jorge Letria.
Os primeiros discos que gravei logo após o 25 de Abril reflectiam, até nos títulos, a intensidade de um envolvimento político que nunca reneguei.
(...)
Recordo-me bem de em "Lutar Vencer" ter tido como viola-baixo e elemento dos coros um jovem magro, de longos cabelos loiros, muito tímido, com sapatos de tacão alto e calças à boca de sino, a moda da época, chamado Herman José, então a começar a sua vida musical no teatro de revista e em estúdios de gravação.
in "E Tudo Era Possível", José Jorge Letria, 2013
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012
QUANDO UM HOMEM QUISER...
ORFEU - KSTA 546 - 1975
Quando Um Homem Quiser (Fernando Tordo/Ary dos Santos) - Invenção de Amor (Fernando Tordo/Ary dos Santos)
Capa e produção de Paulo de Carvalho.
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
GENTLEMEN
António Sousa Freitas (bateria), Jorge Carp (viola-baixo), Jaime Queimado (viola-ritmo) e Claude Carp (viola-solo)
Os Gentlemen (1963-1965) foram a banda de acompanhamento de Daniel Bacelar em 3 dos 7 discos do Ricky Nelson português.
Constituíram-se em 1963 com Claude Carp (viola-solo), o irmão Jorge Carp (viola-baixo), Chico (viola-ritmo) e João Silveira (bateria).
Em Setembro de 1963, participaram com Daniel Bacelar no Concurso Tipo Shadows, no cinema Roma, em Lisboa.
Em 1965, com a formação constante na imagem, os Gentlemen gravaram o seu último disco com Daniel Bacelar, após o que se separaram, com o regresso dos irmãos Carp a França para conclusão dos estudos.
Jaime António Pinheiro Simões Queimado fez aos 10 anos a sua primeira guitarra, com uma embalagem de madeira, a régua da escola, uns pregos e o fio de pesca do Pai e aos 13 já tinha a sua primeira banda - Golden Stars - com Fernando Tordo, João Guerra e Carlos Bastos.
Cantávamos a vozes, tipo Golden Gate Quartet ou Trio Odemira, mas também Ricky Nelson e até Cliff Richard. Eu tinha umas maracas, só o Carlos Bastos sabia tocar viola, por curiosidade alugada na Escola Duarte Costa, lembra Jaime Queimado.
Depois dos Golden Stars, Jaime Queimado forma uma segunda banda, cujo nome não se recorda, com o irmão Luís e ainda Rui Bettencourt (bateria) e Duarte Mendes (viola-ritmo e voz). O repertório era Cliff Richard e Shadows.
Sem falsa modéstia, o Conjunto Mistério não nos chegava aos calcanhares. Ainda pensámos concorrer ao Concurso Tipo Shadows, mas éramos só uma grande banda sem material.
Ainda em 1963, Jaime Queimado integra a segunda formação dos Telstars, (não participou na gravação do disco), um dos primeiros conjuntos yé-yé portugueses e, segundo afirma, um dos primeiros a cantar Beatles em Portugal.
Depois da experiência dos Telstars, Jaime Queimado parte para os Fanatics, outro grupo instrumental, onde pontuava Michel, le chéf, não chegando a gravar o único EP do conjunto.
Nos bailes, os Fanatics tinham um coro feminino de três chanteuses, Katie (suiça-alemã), Marianne (anglo-francesa) e Nicole (francesa-argelina), o que era inédito.
Depois dos Fanatics, Jaime Queimado foi para os Gentlemen para acompanhar Daniel Bacelar tendo gravado o EP de 1965, após o que voltou a mudar de agulha e foi integrar os Claves post-Concurso Yé-Yé para substituir Luís Pinto de Freitas, enquanto Manuel Costenla substituía José Athouguia na bateria.
Desta vez, fui para o baixo. A experiência, basicamente Beatles, durou pouco tempo, devido a um grave acidente de viação de João Ferreira da Costa (órgão) e também porque eu não quis tocar "Quero Que Vá Tudo Pró Inferno", lembra, sorridente, Jaime Queimado.
Veio depois uma fase a duo com Fernando Tordo para animar as festas da Central School Of English, após o que ambos integraram os Deltons, com Luís Moutinho e Luís Antero.
Os Who, os Hollies eram as referências que nos distinguiam. Éramos um grupo diferente. A fase, dita yé-yé, já tinha acabado.
Jaime Queimado é também compositor, tendo sido co-autor, por exemplo, de "Então Dizia-te", que Duarte Mendes defendeu no Festival RTP da Canção de 1970.
António Manuel Sousa Freitas, filho do poeta de Buarcos, Sousa Freitas, autor, por exemplo, de "Nunca Direi Adeus" (Sérgio Borges) e de "Figueira da Foz" (Maria Clara), nasceu em Lisboa a 03 de Maio de 1947 e aos 14 anos já tocava bateria com Luís Waddington, que viria mais tarde a pertencer ao Conjunto Mistério.
Em 1964 integrou a segunda formação dos Telstars, de onde saiu com Jaime Queimado para os Fanatics e depois para os Gentlemen, onde também gravou o EP de 1965 de Daniel Bacelar.
Para mudar de ambiente, Tó Freitas fixou-se depois em Coimbra onde viria a integrar o Conjunto Universitário Hi-Fi com quem gravou o primeiro EP do grupo, dedicando-se depois ao jazz, no Quinteto de Jazz da Associação Académica.
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
O MENINO ARY DOS SANTOS
CBS - 463055 1
Lado 1
Panteísmo – Canção Triste – Inutilidade – Altissimus – Ambição
Lado 2
Maturidade – Incógnita – Chama – Instante
Orquestrações de José Calvário. Gravado em Londres nos Angel Studios em Junho e Julho de 1988.
Quando em 1984 o Abílio Mendes me mostrou o livro “Asas” do José Carlos, foi nesse dia que nasceu "O Menino Ary dos Santos”.
Desconhecia aquelas páginas, de certo modo o Ary tinha-as escondido no seu tempo de outra poesia e na sua obra inimitável para a canção portuguesa.
Musiquei o que mais profundamente me lembrou o espaço longo e belo da Rua do Alecrim e da Rua da Saudade. Da angústia e da alegria. Dele.
Colaboração de Gin-Tonic
Lado 1
Panteísmo – Canção Triste – Inutilidade – Altissimus – Ambição
Lado 2
Maturidade – Incógnita – Chama – Instante
Orquestrações de José Calvário. Gravado em Londres nos Angel Studios em Junho e Julho de 1988.
Quando em 1984 o Abílio Mendes me mostrou o livro “Asas” do José Carlos, foi nesse dia que nasceu "O Menino Ary dos Santos”.
Desconhecia aquelas páginas, de certo modo o Ary tinha-as escondido no seu tempo de outra poesia e na sua obra inimitável para a canção portuguesa.
Musiquei o que mais profundamente me lembrou o espaço longo e belo da Rua do Alecrim e da Rua da Saudade. Da angústia e da alegria. Dele.
Colaboração de Gin-Tonic
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
A INTERNACIONAL
A Internacional (Pierre Degeyter) - Avante Camarada! (Luís Cília) - A Internacional (versão coral)
As orquestrações são de Pedro Osório e o coro formado por Carlos Alberto Moniz, Carlos Mendes, Fernando Tordo, Luísa Basto, Maria do Amparo, Pedro Osório e Samuel.
Esta edição em CD foi feita a partir do master de 1981. Foi pena não ter sido incluída a primeira versão de Luísa Basto gravada em Moscovo em 1967.
As orquestrações são de Pedro Osório e o coro formado por Carlos Alberto Moniz, Carlos Mendes, Fernando Tordo, Luísa Basto, Maria do Amparo, Pedro Osório e Samuel.
Esta edição em CD foi feita a partir do master de 1981. Foi pena não ter sido incluída a primeira versão de Luísa Basto gravada em Moscovo em 1967.
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
1º CASAMENTO DE PAULO DE CARVALHO
Edmundo Silva, Fernando Chaby, Fernanda Borges, Paulo de Carvalho, Rui Oliveira e Costa e Fernando Tordo. Ano: 1967.
Cortesia de Luís Futre
Cortesia de Luís Futre
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segunda-feira, 22 de março de 2010
FESTIVAL CAMARADAGEM
DECCA/PHILIPS/MOVIEPLAY - VC 7
Canção de Madrugar (Ary dos Santos/Nuno Nazareth Fernandes) - Escrevo Às Cidades (Fernando Tordo/J.A. Queimado/V.M.O. Jorge) - Corre Nina (Carlos Portugal/Pedro Osório) - Adeus Velha Amada (José Alberto Marques Diogo/Pedro Osório)
Vozes de Fernando Tordo, Paulo de Carvalho, Duo Orpheu e Ary dos Santos.
Direcção artística de Luís Vilas Boas e Rui Ressurreição, arranjos de Pedro Osório e som de Moreno Pinto.
Cortesia de PPBEAT
Canção de Madrugar (Ary dos Santos/Nuno Nazareth Fernandes) - Escrevo Às Cidades (Fernando Tordo/J.A. Queimado/V.M.O. Jorge) - Corre Nina (Carlos Portugal/Pedro Osório) - Adeus Velha Amada (José Alberto Marques Diogo/Pedro Osório)
Vozes de Fernando Tordo, Paulo de Carvalho, Duo Orpheu e Ary dos Santos.
Direcção artística de Luís Vilas Boas e Rui Ressurreição, arranjos de Pedro Osório e som de Moreno Pinto.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
TRIO ARARIPA
O Trio Araripa, de que falou no post do Paulo de Carvalho, fez-lhe recordar uma velha história.
No século passado, fez parte de uma lista candidata à Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Terra da Marinha Mercante, Aeronavegação e Pesca.
Escolhido para Presidente da Mesa da Assembleia Geral encontrava-se Luiz Villas-Boas que entendeu que se deveria encerrar a campanha eleitoral com um convívio musical.
Ele trataria de tudo.
Numa tarde de domingo conseguiu juntar na “Guilherme Cossoul”, José Carlos Ary dos Santos, Carlos Paredes, Fernando Tordo e o Trio Araripa.
Segundo Villas-Boas, o Trio Araripa fazia ali a sua estreia e era constituído por José Eduardo, Emílio e João. Navegavam, principalmente, na área jazzistica.
Ary dos Santos, pela primeira vez, recitaria, “Bandeira Comunista”.
Uma figura tímida, praticamente desconhecida, que não estava no programa, mas também recitou poemas. Tratava-se do Joaquim Pessoa.
O convívio acabou no bar da Guilherme Cossoul” e não pode esquecer essa força da natureza que era Ary dos Santos. Acompanhava lulas recheadas com “gin-tonic” e pelo meio recitava poemas e contava histórias deliciosas.
Tempo, agora, para uma chapelada a esse extraordinário Vilas, outra força da natureza, que nos deixou em 1999, um companheiro bem humorado, com uma cultura musical, simplesmente de arrasar.
Não tem qualquer tipo de dúvidas em afirmar que a História do Jazz em Portugal está balizada com um “antes de Villas-Boas”e um “depois de Villas-Boas”.
Colaboração de Gin-Tonic
No século passado, fez parte de uma lista candidata à Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Terra da Marinha Mercante, Aeronavegação e Pesca.
Escolhido para Presidente da Mesa da Assembleia Geral encontrava-se Luiz Villas-Boas que entendeu que se deveria encerrar a campanha eleitoral com um convívio musical.
Ele trataria de tudo.
Numa tarde de domingo conseguiu juntar na “Guilherme Cossoul”, José Carlos Ary dos Santos, Carlos Paredes, Fernando Tordo e o Trio Araripa.
Segundo Villas-Boas, o Trio Araripa fazia ali a sua estreia e era constituído por José Eduardo, Emílio e João. Navegavam, principalmente, na área jazzistica.
Ary dos Santos, pela primeira vez, recitaria, “Bandeira Comunista”.
Uma figura tímida, praticamente desconhecida, que não estava no programa, mas também recitou poemas. Tratava-se do Joaquim Pessoa.
O convívio acabou no bar da Guilherme Cossoul” e não pode esquecer essa força da natureza que era Ary dos Santos. Acompanhava lulas recheadas com “gin-tonic” e pelo meio recitava poemas e contava histórias deliciosas.
Tempo, agora, para uma chapelada a esse extraordinário Vilas, outra força da natureza, que nos deixou em 1999, um companheiro bem humorado, com uma cultura musical, simplesmente de arrasar.
Não tem qualquer tipo de dúvidas em afirmar que a História do Jazz em Portugal está balizada com um “antes de Villas-Boas”e um “depois de Villas-Boas”.
Colaboração de Gin-Tonic
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
7º EP E ÚLTIMO DISCO DOS SHEIKS (1967)
PARLOPHONE - LMEP 1272 - 1967
That's All (Edmundo Silva) - Bloody Dreamer (Fernando Chaby/Edmundo Silva) - Old Generation (Paulo de Carvalho/Edmundo Silva) - How Could You Forget (Paulo de Carvalho/José Alberto Diogo)
Direcção e arranjo de Thilo Krasmann.
Este é o 8º e último disco da carreira discográfica dos Sheiks (1965-1967), tidos como os Beatles portugueses.
Este é, também, o único disco com a participação de Fernando Tordo, em substituição de Carlos Mendes.
De 1965 a 1967, os Sheiks editaram 7 EPs e um single. Nenhum LP.
That's All (Edmundo Silva) - Bloody Dreamer (Fernando Chaby/Edmundo Silva) - Old Generation (Paulo de Carvalho/Edmundo Silva) - How Could You Forget (Paulo de Carvalho/José Alberto Diogo)
Direcção e arranjo de Thilo Krasmann.
Este é o 8º e último disco da carreira discográfica dos Sheiks (1965-1967), tidos como os Beatles portugueses.
Este é, também, o único disco com a participação de Fernando Tordo, em substituição de Carlos Mendes.
De 1965 a 1967, os Sheiks editaram 7 EPs e um single. Nenhum LP.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
OPERÁRIOS DO NATAL
TOMA LÁ DISCO - TLP 002 - 1976
Lado 1
Os Pais – O Lenhador – A Costureira – Os Carteiros
Lado 2
Os Palhaços – O Pasteleiro – Os Vendedores – Os Amigos
É escassa a produção portuguesa de Discos de Natal. Algumas pontas soltas por aí perdidas, a maior parte singles e EPs.
Mas existe “Operários do Natal”.
A editora discográfica “Toma Lá Disco”, uma cooperativa de música, teve curta duração, mas teve o tempo suficiente para conseguir produzir uma boa mão cheia de discos que marcam a música portuguesa.
Neste número encontra-se o LP dos “Operários de Natal”.
O disco foi gravado em 1976 e reúne as canções de um espectáculo que, como o mesmo título, foi representado no Teatro Adóque, um barracão improvisado a fazer de teatro, no Martim Moniz (Lisboa), onde agora se erguem vários mamarrachos.
Apetece dizer que um naipe de poetas e artistas conseguiu realizar um trabalho em que as crianças são tratadas como gente e não como uns patetinhas e, por isso, está longe, muito longe, das costumadas parvoeiras.
Apetece dizer: tratadas com dignidade.
Canções com textos partilhados entre José Carlos Ary dos Santos e Joaquim Pessoa, interpretados por Carlos Mendes, Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, que também escrevem as músicas, e introduzidas pela belíssima voz de Maria Helena d’Eça Leal.
Aqui terá que dizer que o disco faz parte do cancioneiro da vida dos filhos, começa a fazer parte da dos netos e, dirá ainda, que é um disco muito, mas mesmo muito cá de casa – “cada amigo nosso vale mais que um pai natal”.
Por muitos natais se cantaram estes operários. O tempo foi passando e, hoje, já não encontra a voz desafinada de alguns que à volta da mesa, e não só, se faziam ouvir.
Colaboração de Gin-Tonic
Lado 1
Os Pais – O Lenhador – A Costureira – Os Carteiros
Lado 2
Os Palhaços – O Pasteleiro – Os Vendedores – Os Amigos
É escassa a produção portuguesa de Discos de Natal. Algumas pontas soltas por aí perdidas, a maior parte singles e EPs.
Mas existe “Operários do Natal”.
A editora discográfica “Toma Lá Disco”, uma cooperativa de música, teve curta duração, mas teve o tempo suficiente para conseguir produzir uma boa mão cheia de discos que marcam a música portuguesa.
Neste número encontra-se o LP dos “Operários de Natal”.
O disco foi gravado em 1976 e reúne as canções de um espectáculo que, como o mesmo título, foi representado no Teatro Adóque, um barracão improvisado a fazer de teatro, no Martim Moniz (Lisboa), onde agora se erguem vários mamarrachos.
Apetece dizer que um naipe de poetas e artistas conseguiu realizar um trabalho em que as crianças são tratadas como gente e não como uns patetinhas e, por isso, está longe, muito longe, das costumadas parvoeiras.
Apetece dizer: tratadas com dignidade.
Canções com textos partilhados entre José Carlos Ary dos Santos e Joaquim Pessoa, interpretados por Carlos Mendes, Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, que também escrevem as músicas, e introduzidas pela belíssima voz de Maria Helena d’Eça Leal.
Aqui terá que dizer que o disco faz parte do cancioneiro da vida dos filhos, começa a fazer parte da dos netos e, dirá ainda, que é um disco muito, mas mesmo muito cá de casa – “cada amigo nosso vale mais que um pai natal”.
Por muitos natais se cantaram estes operários. O tempo foi passando e, hoje, já não encontra a voz desafinada de alguns que à volta da mesa, e não só, se faziam ouvir.
Colaboração de Gin-Tonic
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
PAULO CARVALHO E FERNANDO TORDO
TOMA LÁ DISCO - TLP 006
Face 1 - Paulo de Carvalho
Flor Sem Tempo - Terra Lavrada - Casa da Praia - Antes Que Seja Tarde - Walk On The Grass
Face 2 - Fernando Tordo
Cavalo À Solta - Sangue Das Palavras - Canto Francisco - Amor Vivo - Canto Do Deserto
Fotografia de Octavio Diaz-Berrio
Face 1 - Paulo de Carvalho
Flor Sem Tempo - Terra Lavrada - Casa da Praia - Antes Que Seja Tarde - Walk On The Grass
Face 2 - Fernando Tordo
Cavalo À Solta - Sangue Das Palavras - Canto Francisco - Amor Vivo - Canto Do Deserto
Fotografia de Octavio Diaz-Berrio
sábado, 8 de agosto de 2009
TOP OF THE POPS À PORTUGUESA
ORFEU - SB 1062 - s/data
Face A
I'll Be There With You (Paulo de Carvalho) - The Nine Billion Names Of God (Jorge Palma) - Uma Rosa, Uma Estrela (Fernando Tordo) - Simplesmente Maria (Tonicha) - O Lago (Duarte Mendes) - Segunda Canção Com Lágrimas (Carlos Mendes)
Face B
Face A
I'll Be There With You (Paulo de Carvalho) - The Nine Billion Names Of God (Jorge Palma) - Uma Rosa, Uma Estrela (Fernando Tordo) - Simplesmente Maria (Tonicha) - O Lago (Duarte Mendes) - Segunda Canção Com Lágrimas (Carlos Mendes)
Face B
O Café (Fernando Tordo) - Sol E Angústia (Duarte Mendes) - Chase (Carlos Mendes) - Animal Farm (Paulo de Carvalho) - Parole, Parole (Tonicha) - Come, Morpheus (Jorge Palma)
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