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quinta-feira, 17 de maio de 2012

É assim: já falta menos de um mês para ver estes meninos e menina ao Porto e eu preciso de preparação prévio, por isso: eu quero o raio do álbum novo, tipo JÁ!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O momento em que Diana Catarina faleceu

Ou seja, momento em que soube que os Death Cab estão confirmados para o Primavera Sound. 
Já não bastava os bons dos Walkmen para me convencerem a ir ao Porto pela terceira vez e ver The Walkmen pela terceira vez (estão a ver o simbolismo da coisa?), ainda tinham de meter the XX, Beach House e DEATH CAB FOR CUTIE à mistura. Em meia-dúzia de dias e a seis meses do evento, o Porto tornou-se um pedacinho de céu. A sério. 

Foda-se. UM PEDACINHO DE CÉU! 



"and I do believe it's true
that there are roads left in both of our shoes
if the silence takes you then I hope it takes me too
so brown eyes I'll hold you near, 'cause you're the only song I want to hear
A melody softly soaring through my atmosphere"

sábado, 10 de julho de 2010

Alive'10 - the Aftermath

A modos que a minha voz lá se ficou pelo Passeio Marítimo de Algés, numa espécie de doação minha àquele pedaço de terra lindo que me fez tão feliz ontem.
Debaixo de um calor abrasador a tentar descobrir como é que se passava para o outro lado, ouve-se a primeira grande banda da noite: os CP! Aqueles riffs, aquelas malhas...
Lá dentro, palco secundário que os Local Natives estão à minha espera. Wide Eyes e Sun Hands perfeitas, assim como a Who Knows, Who Cares, a Camera Talk e a Warning Sign, ou melhor, toda a setlist perfeita. E o encanto do vocalista com o bigode. Lindo.
Em Drums começa a loucura que vai culminar em Florence + the Machine. Foi dançar dançar dançar dançar e cantar. Muito. Em Forever and Ever Amen. Em Me and the Moon. Em I Need Fun in my Life - tão verdade. Em Book of Stories. Em Let's go Surfing - Oooh mamma, I wanna go surfing. Oooohhh mamma I don't care about nothing!. Brutal. Eles foram-se e com eles levaram boa parte da minha voz e hidratação. Mas que feliz me fizeram.
Seguiu-se Devendra Banhart, que só lhe faltou a Rats para o concerto perfeito. Pois que também dancei muito, o que há-de ter sido um grande espectáculo só por si devido à minha extraordinária coordenação motora.
Mas é com a menina Florence Welch que a tenda e eu, que nela estava, atinge o auge. Entra a pequena com o seu vestido de renda rosa pálido - também quero um - e descalça atinge o céu. E leva-nos com ela. Aqui, foi a loucura. Melhor concerto da noite. Uma pessoa já estava a funcionar na base da adrenalina pura. Eu já desconfiava, mas agora tive a certeza que o nível de desitratação e, possivelmente, nutrição não interessa muito quando se está num concerto destes. Todo ele foi perfeito do príncipio ao fim: "If you could only see the beast you made of me. I had it in but bow it's seems you've set it running free." e acabar com os rise it up de toda a gente de mão no ar a seu pedido. E sim, Florence Welch is my hero. Assim como os dois rapazes e a moça dos XX.  Depois de um concerto como o da Florence, ouvir the XX ao vivo foi perfeito.
Apenas com um album, eles encheram aquela hora num sussuro de canções de amor, desamor e desgosto. O instrumental da Fantasy ao vivo é descomunal. A Crystalized, a Shelter e a Infinity idem. A VCR e a Basic Space são os meus novos amores. Mas é em Heart Skipped a Beat que está o meu coração - "Heart skipped a beat. When I caught it you were out of reach. But I'm sure, I'm sure you've hurt before." Perfeito.
Acabado XX é tempo de voar para o Palco Principal, não sem antes dar lugar ao primeiro episódio bizarro da noite, e que ainda foram uns quantos - desde moços a quererem tirar fotos a portuenses que trocava uma t-shirt por um isqueiro, e pelo meio um moço do outro lado da fronteira - perdido com tanta sagres e super bock - a perguntar a nossa cidade de origem. Nós ainda tentamos negociar com o moço do isqueiro: ela dava-nos a t-shirt em troca de um teste de alcoolemia que uma senhora nos deu, com certeza convencida que eu e a Alice já não andavamos direitas. O que é verdade. Mas eu mesmo sóbria não ando direita. Mas o rapazinho não quis, estava mesmo interessado no isqueiro. Começou foi a dar-nos conselhos sobre beber e conduzir. "Vocês não se metam nisso. Que eu fui parado numa operação Stop e fiquei cinco meses sem carta." 
Mas tudo isto corrabora a minha mais recente teoria: loucos atraem loucos. É uma coisa que se sente. Detecta-se no ar e depois dá origem a encontros assim.
Mas voando para Kasabian na ínfima esperança de ainda poder ouvir a Fast Fuse. Nada feito. Foi logo a primeira que eles tocaram e eu só consegui apanhar a última meia-hora de concerto. Foi pena não o ter conseguido ver todo: eles tocaram algumas que eu adoro na meia-hora que perdi, mas compensei com a última meia-hora de canções que amo. Como a Stuntman, a Vlad the Impaler - GET LOOSE GET LOOSE -, a Club Foot - I SAY THAT I WANT YOU, I'LL TELL YOU I NEED YOU. Estavam à minha espera para tocar a Fire - "Take me into the night and I'm an easy lover. " e terminar com a loucura que é a L.S.F. - "Oh come on! We've got our backs to the wall . Get on and watch out before you kill us all!"
(P.S.: Tom, I Love You. I'm the queen and your my king, bitch. Podias ter esperado por mim para cantares a Shoot the Runner, mas deste-me a Fire e pronto, eu fiquei muito feliz.)
E pois que agora é esperar por Faith no More. E do concerto só há isto a dizer: o Mike Patton é um senhor! Abusou. Roubam-lhe o sapato e ele não há-de ficar chateado? Pois claro que fica. Bestias! E maiii nada! Lindo!
Um fim perfeito para o dia e noite perfeitas. Quero mais. Repetir tudo outra vez, mesmo estando sem voz e sem forças para me levantar quando mais saltar e dançar. Mas isso são pormenores, porque quando estamos envolvidos num ambiente assim, tão bom e tão caloroso, o amor à música arranja maneira de prevalecer e fazer-nos durar a noite inteira. E a próxima se for preciso.
Local Natives

The Drums

The XX

The XX

Kasabian - I love you, Tom

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Programa das Festividades

Então isto é assim: depois destes dias amorosos que só eles num recanto perdido por esse lindo Alentejo nosso (quente, muito quente), Alive(igualmente quente). E Alive é: Local Natives, The Drums, Devendra Banhart, Florence + the Machine, The XX, Kasabian, Faith no More, ou seja, é aterrar  no palco secundário e só de lá sair aquando Kasabian.
Mas primeiro é esperar por um telefonema com os malogrados resultados dos exames. Saem amanhã e ainda não estou preparada para o pior. Se morrer é da maneira que morro feliz, mas só lá para as duas da manhã. Nous verrons
Durante os próximos dias conto estar um tanto ou quanto partida e rouca - é da maneira que a minha voz se torna mais aprazível aos ouvidos de terceiros -, além de que é tempo de tratar das candidaturas para a faculdade e obcecar um bocadinho, convencidíssima que não vou entrar.
E depois logo se vê.
Posteriormente, é rezar a todos os santinhos que alguma alma caridosa se compadeça de mim e me leve aos The National.
Mas entretanto: Alive, que é bonito e eu gosto muito e pois que vamos ser muito felizes os dois, eu e ele, ele e eu. E os The XX, e a Florence, e os Local Natives, e os The Drums. E os Kasabian, com isto. E pronto, sou feliz.

Oh baby I was boooorn
With a faaast fuseee...

domingo, 23 de maio de 2010

A perspectivar o meu Verão...

... e a aperceber-me que o primeiro Verão da maturidade vai ser do caraças.

Muito por culpa disto ter disto e disto e disto e, meu deus, disto .  

Mas o Alive que me perdoe - que sim, vamos ser muito muito muito felizes dia 8 de Julho - mas é o dia 18 do Super Bock Super Rock o dono do meu coração.

Por isto...


...e acima de tudo, por isto...


Your voice is swallowing my SOUL SOUL SOUL
Your voice is swallowing my SOUL SOUL SOUL
Your voice is swallowing my SOUL SOUL SOUL
Your voice is swallowing my SOUL SOUL SOUL
Your voice is swallowing my SOUL SOUL SOUL SOUL SOUL SOUL SOUL...