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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Priberam = melhor amigo de um mero artífice que almeja a conclusão de trabalhos com palavras bonitas.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Afinal...

... não fui despedida! Aconteceu-me o mesmo que ao José Figueiras: puseram-me na prateleira e quando precisaram voltaram a chamar-me para apresentar o "Querida Júlia" quando a dona vai de férias.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Acho que fui tacitamente despedida do eu super part-time freelancer coisa.
Ora bolas.

sábado, 27 de abril de 2013

(O título deste post era qualquer coisa muita engraçada a fazer referência ao tempo maravilhoso, mas entretanto pôs-se vento* e agora já não faria sentido. Mas acreditem que era engraçado)

(A piada do título continuava aqui como forma de introdução ao part-time supimpa que arranjei) 
Pois, arranjei um part-time todo catita (parece que as resoluções estão a ir muy bem), que consiste em mostrar a cidade de Lisboa às pessoas que muito bem nos visitam e pretendem descobrir os recantos mais bonitos da cidade. Abril foi o grande mês da estreia e acho que não me dei mal, pelo menos na parte das visitas em si. Outra dimensão do trabalho consiste em entregar flyers na rua, e amigos: entregar flyers é a PIOR coisa que há. Mas a pior mesmo. Ganhei todo um novo respeito aos senhores que entregam os papelinhos dos grandes mestres em tudo o que é magia negra e branca e arco-íris; a diferença é que eles não têm de explicar ao que vêm e eu tenho. E as pessoas também não gostam de receber flyers, mal os vêem olham para o outro lado, fingem que não é nada com elas. E eu odeio incomodar. Resumindo, entregar flyers é a pior actividade laboral do mundo.
Fora isso, o emprego até corre bem. Percebi que se  tivesse de continuar a fazer isto para o resto da vida provavelmente seria ligeiramente infeliz. E ser infeliz no emprego é a pior sensação do mundo. É isto ser adulto?
O bom da coisa é o horário ser flexível e o salário bem bom, perfeito para financiar festivais e o alargamento da minha biblioteca; além de que é sempre uma boa linha para o currículo. 

Escrevo isto quando faltam dois meses para os meus 21 anos. Não sei de onde é isto veio.
Diz que estou crescida.


*Vento é eufemismo. Ia levantando voo várias vezes.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Esqueci-me disto no balanço de Janeiro

A procura de part-time foi incessante numa destas noites. Enviei currículos para uma data de sítios, tipo cinema e Starbucks. Só que, esperta como só eu, não me dou conta que o currículo que para aqui tinha estava a modos que "pré-formatado" para um sítio em específico, mais "aprumado" vá. Esperta, Diana Catarina!
Acho que não tenho muitas hipóteses.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

E pronto!

Já foi! C'est finit! Ufa, que ainda deu algum trabalho.
Estou confiante que, para aí na melhor das hipóteses, chegue ao 14.
É preciso ter fé e esperança.

Boa!

Já vou para o último capítulo do trabalho (excluindo conclusão e bibliografia e a consequente revisão).  Pelo meio ainda tenho de ir almoçar.

Excelente ritmo de trabalho, Diana Catarina. 

Soberania



Faltou esta quando estava a escrever sobre a questão da soberania em Constant e Rousseau.
Dá-me a crer que o galão não me está a tirar o sono, porra nenhuma.
E eu dormi quatro horas esta noite, mas inexplicavelmente o trabalho até está a sair a um ritmo decente para os meus padrões de produtividade. 

Já disse que o trabalho é para entregar amanhã e ainda me faltam fazer uns bons dois capítulos, excluindo conclusão e acertos na bibliografia? Ah pronto.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

E não é que está uma bela noite para fazer uma directa de trabalho? 
Parece-me que sim. Vou só fazer um galão, para aquecer a viagem.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

"boa nova, é só mais esta sova"

E nos entretantos da minha procrastinação, tento fazer alguma coisa de produtivo para o trabalho de Filosofia.



Estás quase de férias, Diana Catarina

terça-feira, 1 de junho de 2010

TA DAAAA

Hoje foi a última aula de Educação Física. De sempre. Nunca no resto da minha vida irei ter mais coisas destas. E eu estou bastante alegre e contentinha por esse facto. Nunca mais me apanham de fato treino a correr à volta de um campo.
Hoje fez-se também o último trabalho do secundário. Assim um filmezinho lindo no the Movies para ilustrar o trabalho de um psicológo forense. Mentes Criminosas - Margem Sul - lindo! - starring o Dr Valmet. Vamos ter um 20 à pala disto. Depois, já só faltam mesmo os exames. Mas essa preocupação só começa pa semana. Por enquanto já estou livre para dormir a sesta descansada. Gosto disso.

Amanhã e durante os próximos dias vou fazer muitas das coisas que tenho vindo a fazer neste últimos seis anos pela última vez. Disso já não gosto tanto...


P.S.: As cadeiras! Alguém que pense nas cadeiraaas!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Sobre a Minha Agora de Vez Acabada Carreira de Deputada

Eu podia escrever muitas palavras sobre toda a experiência que foi participar no Parlamento dos Jovens: podia dizer que foi muito divertido, mesmo com todas as atribulações que o acompanharam, podia dizer que foi extremamente interessante e bastante enriquecedor. Podia até dizer que me deixou pasma com certas coisas... e tudo isto seria verdade.

Um dos maiores problemas que a nossa República enfrenta é, acima de tudo, o desinteresse que as pessoas parecem assumir em relação a qualquer assunto que se relacione com a política, principalmente os jovens. Por isso, a abstenção no nosso país é tão elevada: as pessoas não se interessam e não têm a verdadeira consciência desta acção, ou falta dela; as pessoas não compreendem o verdadeiro impacto que podem ter na política de governação, fala-se sempre mal, mas apresentar alternativas viáveis, não se apresentam. Dá trabalho pensar em como vamos resolver tudo aquilo que está mal. Dá trabalho levantar o rabo do sofá a um domingo para ir votar. Dá trabalho fazer uma escolha consciente e colocar a cruzinha no quadradinho certo. Por isso, é mais fácil não fazer nada; e depois queixam-se.

E este desinteresse é o que está a deixar verdadeiramente a nossa República doente: os problemas judiciais, as crises económicas, o mau funcionamento das urgências e os problemas da educação por mais graves que sejam - que são bastante - não se irão resolver enquanto não se proceder a uma mudança de mentalidade. E essa mudança terá de partir, fundamentalmente, da sociedade civil, da nova geração, da juventude que tomará em mãos o futuro do país: porque aos velhos caquéticos que se sentam na assembleia não lhe interessa mudar - ganham à mesma os seus 3000 euros, estão de futuro garantido quando se reformarem ou quando a legislatura acabar - para eles as coisas funcionam como estão. Caberá pois às novas gerações o papel inovador, da mudança verdadeiramente acreditada; mas o que a realidade demonstra é o seu desinteresse, os jovens não se envolvem, e acima de tudo, não desenvolvem  uma consciência cívica (é praticamente preciso implorar para que eles votem na Assembleia de Escola...). E isto sim é um problema crucial, estrutural, que só será resolvido com uma grande força de vontade e visão de futuro: precisamos de parar de pensar apenas nos moldes no curto e médio prazo e planear o que aí vem, a longo prazo. Por isso é absolutamente necessário começar a fomentar e a despertar a consciência cívica de cada um desde cedo. Muito cedo. Não basta incluir no currículo de um aluno do 3º ciclo uma disciplina como Formação Cívica; não basta incluir no plano de estudos do Secundário uma área que estuda a forma como se organiza o poder, ainda que necessária. É preciso começar desde cedo a reestruturar e reformar mentalidades para que no futuro estas crianças se tornem, acima de tudo, cidadãos conscientes. E isto é fundamental; só assim haverá um verdadeiro desenvolvimento. É preciso, então, que se incluam nas actividades da escola primária, espaços de debate, espaço onde os valores democráticos e de cidadania são desenvolvidos; é preciso que se levantem questões que ajudem estas crianças, não só a perceber como funciona uma sociedade democrática, mas uma sociedade onde cada um de nós lhe é útil e necessária.
Nenhum homem é uma ilha; cada um de nós faz parte, quer queria quer não, de um movimento maior, de algo mais que nos ultrapassa, cada um de nós é parte integral de uma sociedade que precisa de nós e da nossa utilidade, para que esta se desenvolva e progrida. E isso passa, impreterivelmente, pelas questões políticas. 
Precisamos de cidadãos conscientes: para isso é preciso uma reestruturação de mentalidades. Porque o caminho que agora estamos a percorrer é perigoso. Precisamos de mudar, mas não uma mudança assente apenas no princípio de mudança: uma mudança fundamentada num princípio concreto e pensado a longo prazo, não nos podemos dar ao luxo de inventar à medida que a História passa.
Precisamos de uma sociedade, onde cada um dos seus membros estão conscientes do seu papel e estão dispostos a cumpri-lo. E isso é claramente ponto assente. Precisamos que se interessem, porque é do nosso país que estamos a falar, é do seu presente, é de honrar o seu passado, é de estarmos confiantes no seu futuro; e é, igualmente, o nosso presente e do nosso futuro e as nossas vidas que estamos a debater.

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P.S.: Se leste tudo até ao fim: Bravo!. Eu sei que às vezes consigo ser muito chata quando se fala de política e nestas questões. Mas a preocupação é real...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Eu sei...

Eu sei, não se iludam, porque eu entendo: já pensei, disse e fiz muita coisa que, muito provavelmente, não devia, e consequentemente há-de haver muito boa gente que me odeia. Eh pah, eu percebo isso. Mas agora, por amor à Santa, deixem-se de mariquices. É que não é só a mim que me estragam a vida… Tenho muita gente à minha volta que conta comigo e com as minhas faculdades mentais – aqueles que ainda persistem, depois de tão amaldiçoadas – e, se vós andais para aí com macumbas e semelhantes, cai tudo por terra. Portanto, não é só a mim que estragam a vida. Além de que tenho a certeza que o nosso senhor lá de cima já deve andar à procura de uma qualquer retribuição divina para me infligir, portanto não se macem, não se preocupem com isso, que ele sabe o que faz.
E se eu consigo ser mazinha quando estou toda contentinha da vida, ainda consigo ser pior quando estou com os azeites; é que fico mesmo azeda, e aí, é que se estraga tudo, e depois é um problema… Portanto, parem lá com isso, porque essas histórias do mau-olhado já começam a fartar. Arranjem uma vidinha e sejam felizes, minha gente; deixem-me ficar assim toda inteirinha, livre de voodoos e o que mais esta juventude arranja para amaldiçoar quem quer, que eu não preciso de ajuda para me estragar; aliás, tenho feito um belo trabalho nesse sentido, nestes últimos 17 anos; não preciso de nenhuma mãozinha para me desgraçar.
Vá, acabem lá com essas mariquices que eu tenho mais que fazer do que andar para aqui feita tonta amaldiçoada…


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

"Outubro quente traz o diabo no ventre."*

E não podia ser mais verdade. Outubro foi um mês parvo. Começou assim de mansinho como quem não quer a coisa e veio a descalabrar por aí fora. Uma tonteria de mês: ia-me morrendo para aí, várias vezes atropelada à vinda para casa e quase que me ia matando nas sacanas das escadas; tudo aquilo que tinha como verdade e certo em Setembro, caiu por terra em Outubro; trabalho, muito trabalho e vontade ou motivação nenhuma para o fazer - perdeu-se completamente e ainda não foi encontrada...
Resumindo, Outubro foi um fastio de mês. E Novembro também não começa muito bem...

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"mal cessou de existir cessei de existir, falecemos com a morte dos outros, sobra o nosso espantalho que nem os pássaros assusta derrubando coisas de que desconhece o manejo."
-A. Lobo Antunes
in Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra no Mar?   

É muito provável que num momento de delicada sanidade mental, ler A. Lobo Antunes não é a forma mais fácil de ultrapassar uma deprimência. Por isso e hoje mesmo, começo o Amor de Perdição do C. Castelo Branco; para ver se me alegro um bocadinho, com eles a morrerem todos por amor no final... É bonito.

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*provérbio popular, que isto é um blog muito culto

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

1º Dia de Quê? Aulas? O Que é Isso?

Pois, diz que hoje foi o primeiro dia de aulas do novo ano lectivo, esse decisivo ano lectivo de 2009/2010 - reparem que daqui a sensivelmente quatro meses entramos na primeira década de dois algarismos do séc. XXI, ano em que se atinge a maturidade por estes lados e até já a carta de condução se tira e votar se pode!
A escola está na mesma, está tudo igual aquilo que deixamos nos já saudosos três meses que passaram.
E é engraçado como uma pessoa se esquece como é estar de férias, mas não se esquece como é estar numa sala de aulas: aqueles primeiros dias irritantes quando estamos de férias que nos dá para acordar assim de repente e pensar se não deviamos estar na escola ou pensar se não temos trabalhos de casa para fazer ou trabalhos para a acabar. E isto acaba quase sempre com um audível "Tonta, estás de férias! Não há para fazer!!!" e um suspiro de alívio...
Se calhar isto só acontece comigo, mas acontece, e é sempre que uma pessoa entra de férias.
Por outro lado, quando estamos nas aulas não nos vem a cabeça algo do tipo "Ouve lá? A esta hora não devia estar a dormir???" E se vem, é sempre num tom de lamento e desespero...

E pronto, a modos que daqui para a frente há coisa chamada trabalho que deve ser cumprido a tempo e horas, senão para o ano, não há universitários nem a boa vida da faculdade para ninguém, e eu que até a quero, que a minha vida não é isto.

P.S.: Nos entretantos, vai-se meditanto, assim num estado muito zen, nas aulas de yoga... Das ultimas vezes que lá estive queimei-me no colchão e ia adormecendo no relaxamento final, para verem o quão relaxada a minha pessoa estava... Tudo muito zen, portanto...