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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Os filhos pródigos da liberdade, ou a evocação oportuna do exílio político português



sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Espanha reconcilia-se com exilados e limpa simbologia franquista

O governo espanhol retomou a Lei da Memória Histórica, concretizando em decreto duas das suas propostas mais emblemáticas: a concessão da nacionalidade aos filhos e netos dos exilados (desde o fim da insurreição militar de 1936 até final de 1955); e a nomeação duma comissão científica para seleccionar os monumentos e edifícios públicos que serão limpos da simbologia franquista.
Mais informações aqui e excelente post sobre a problemática da simbologia aqui (donde retirei a imagem).
Na sequência da abertura do processo ao franquismo por Baltasor Garzón, o El País fez uma sondagem on line aos seus leitores, já com quase 17 mil aderentes, tendo 70% apoiado a posição do super-juiz (vd. aqui). Também o El País criou, entretanto, um oportuno dossiê temático sobre a memória histórica, que pode ser consultado aqui.

domingo, 1 de abril de 2007

Posfácio c/osso (III)

"Vivi quase trinta anos afastado do país. Foi a minha sorte. Se cá tivesse ficado, hoje estava morto. Ou calvo e barrigudo e com uma caterva de filhos. Ou talvez com uma perna de alumínio...
Hoje tenho saudades da França. Das suas mulheres, dos seus vinhos, dos seus poetas suicidários, dos seus escritores extravagantes. Jean-Pierre Brisset escreveu um livro volumoso para provar que o homem provém da rã...
Os Franceses ensinaram-me uma coisa: deve-se viver a vida até às borras. E acreditar-se no que se faz."
Manuel da Silva Ramos
(O sol da meia-noite seguido de contos para a juventude,
Lx., Pubs. D. Quixote, 2007, p. 164)