segunda-feira, 11 de abril de 2011
João Botelho em grande forma!
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Daniel Melo
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quinta-feira, 23 de julho de 2009
Um triste e preocupante caso português a la Michael Moore
«Guerra entre farmacêuticas pode estar por trás do caso dos doentes em risco de ficarem cegos».
O filme a que aludo no título é o documentário Sicko, de Michael Moore.
O caso está sob investigação e ainda aguarda relatório da Inspecção-Geral de Saúde.
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Daniel Melo
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sábado, 27 de setembro de 2008
HELP!!!! É o Bush em ritmo de Beatles...
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Sappo
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Deve ser do excesso de regulação
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Zèd
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Sell! Sell! (ou "É a estupidez do mercado a funcionar")
Some economists worry that a psychology of fear has gripped investors, not only in the United States but also in Europe and Asia. While investors’ decision to protect themselves may be perfectly rational, the crowd behavior could cause a downward spiral with broader ramifications.
P.S. - Para que tudo continue segundo a ordem natural das coisas só falta os liberais de serviço virem explicar-nos que a culpa da crise financeira é o excesso de regulação por parte do estado.
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Zèd
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terça-feira, 24 de abril de 2007
E se ganhar Sarkozy?...
Começaram os gestos de cortesia de Sarkozy e Ségolène para com Bayrou, que pensa já nos trunfos que pode garantir nas eleições legislativas. Se contar o passado histórico das formações políticas e o seu "interesse partidário", é provável que Bayrou apoie Sarkozy; se contar o seu sentido de dedicação à causa pública, Bayrou devia apoiar Ségolène. Tudo porque é altamente duvidoso que Sarkozy consiga fazer alguma mudança de fundo num país como a França. Não é a questão da "liberalização" que ele promete ou deseja - mais ou menos explicitamente - ser "boa" ou "má". Nesta altura do campeonato, com a "balkanização" dos estatutos profissionais, dos contratos laborais, das regulações dos diversos mercados, uma liberalização bem feita, de acordo com critérios transparentes, não traria grandes males. A questão não é tanto essa. O problema é que reformar um país como a França não é como reformar, por exemplo, o Reino Unido, como fez Thatcher há quase 30 anos. O nível de potencial conflitualidade social, o poder de veto de diferentes parceiros sociais e o grau de stickiness das instituições é tal que só uma abordagem negociada é que permitiria fazer reformas bem feitas. É improvável que Sarkozy consiga ter capacidade negocial para enfrentar as resistências previstas, e é improvável que os "resistentes" queiram negociar com Sarkozy. Prepara-se para ficar tudo na mais ou menos na mesma, sujeito à lógica do sinuoso muddling through, não apenas por mais 5, mas eventualmente por mais 10 anos, dado que, tradicionalmente, quem cumpre o primeiro mandato, acaba por estar em vantagem para ser reeleito (vide Mitterrand e Chirac).
A única coisa positiva seria talvez o impacto no PSF de mais uma travessia do deserto; talvez o partido fosse capaz de se refundar, iniciar um debate político com os seus congéneres europeus, pensar do início alguns princípios - como levar a sério o princípio da redistribuição e da defesa dos mais fracos e preocupar-se menos com a classe média-alta, esse tal grupo de "explorados" que está entre os 25% mais ricos e que vê qualquer medida que mexa nos seus bolsos como um ataque "neoliberal". O PSF gosta de se ver na vanguarda, mas na verdade muitos dos princípios que defende, mais ou menos implicitamente estatistas, já deviam ter dado lugar a uma estratégia social-democrata - nos países nórdicos que os socialistas franceses gostam de elogiar (mas sem grande convicção: é sempre numa lógica de dizer que o modelo americano não é "único") isso já aconteceu há mais de meio século. A lógica não devia ser "resistir" ao capitalismo (através do Estado: o que leva a proteger uns e deixar os outros de fora, precisamente os mesmos que pagam a protecção dos primeiros...), mas melhor compreendê-lo para o melhor "instrumentalizar", com o objectivo de cumprir os objectivos de crescer economicamente e reduzir as desigualdades. É que, hoje, a França não está a fazer nem uma coisa nem outra.
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Hugo Mendes
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segunda-feira, 9 de abril de 2007
À espera de um editor português
The Truth About Markets: Why Some Countries are Rich and Others Remain Poor, de John Kay (2004, Penguin Books, 496 páginas)
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Hugo Mendes
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