segunda-feira, 30 de maio de 2011


Máquina fotográfica:     nova
Habilidade:                   a mesma

Conseguem vislumbrar a teia de aranha?! : )












C'est tout! : )


domingo, 29 de maio de 2011

Breves apontamentos



1 )  Lisboeta, emigrante há trinta e tal anos, visita a sua pátria! Já lá não ia há quatro anos.
Pergunto: Qual foi a sua impressão?
Responde: “Os lisboetas continuam a ser doidos a conduzir. Não admira que se vejam tantos acidentes. Andei sempre no banco do passageiro e tantas vezes me arrepiei com aquelas manobras insensatas.
Há muitos roubos... Ainda eu lá estava soube da notícia que uns quantos estrangeiros, não sei se (nome do país) tinham assaltado um restaurante à mão armada.
Não devemos usar pulseiras ou fios de ouro porque estamos sujeitos a ser roubados.
Quando vivia em Lisboa, podíamos andar pela rua às 2 e3 horas da madrugada sem problemas. Agora não. Nem pensar! E os polícias não fazem muito. Nem são respeitados como os daqui. Que diferença!
Fala-se da crise. Que todos tem que apertar o cinto. Que não há dinheiro ... Não há dinheiro mas o que é certo é que os restaurantes e os cafés estão cheios. Não compreendo.
Já não me adaptaria a viver em Lisboa nem em qualquer outra parte de Portugal. Vim triste.”

2) “Vem dançar Kuduro” – creio que é este o nome da canção – ouve-se todos os dias numa estação de rádio canadiana.  E com bastante sucesso!

3) Triângulo das Bermudas aqui em casa?!
O meu telemóvel desaparece misteriosamente pela Páscoa e agora foi a vez da máquina fotográfica!
Apesar destes objetos- que se tornaram absolutamente indispensáveis no meu dia a dia -  já tivessem sido substituidos.... isto continua a dar-me que pensar!

sábado, 28 de maio de 2011



 Nove meses mais tarde

O Fausto decidiu ir para a montanha fazer esqui com o seu amigo Paulo. Fizeram os preparativos para a viagem, carregaram a carrinha do Fausto e lá foram.

Cerca de umas duas horas mais tarde foram surpreendidos por uma grande tempestade de neve. Viram uma quinta e para lá se dirigiram. Bateram à porta. Poucos momentos depois uma senhora muito atraente abre-lhes a porta. O Paulo pergunta-lhe se poderiam ficar na sua casa por uma noite.

- “O tempo está péssimo para seguirem viagem e apesar de ter uma casa grande só para mim, enviuvei há pouco tempo e receio que os meus vizinhos me critiquem se pernoitarem aqui.”

“Não se preocupe”, disse o Fausto. “Não nos importamos de dormir no celeiro. E se o tempo melhorar, seguiremos viagem logo de madrugada.”

A senhora concordou e os dois amigos vão para o celeiro onde adormecem pouco depois.

Quando acordaram no outro dia viram que o tempo estava melhor e continuaram viagem.

Tiveram um excelente fim de semana!

Passados 9 meses, o Fausto recebe uma carta de um advogado. Ficou intrigado e demorou algum tempo a chegar à conclusão que a carta era do advogado daquela bonita viúva que lhes tinha aberto a porta naquele fim de semana de esqui.

Passou pela casa do seu amigo Paulo e perguntou:

- “Paulo, recordas-te daquela linda viúva da quinta onde passámos uma noite quando fomos esquiar há 9 meses?”

- Sim, recordo-me”, disse o Paulo.

- “Diz-me lá. Por acaso, levantaste-te a meio da noite e fizeste-lhe uma visita?”

- “Hmmm... sim”, respondeu o Paulo, sentindo-se pouco à vontade.

- “E por acaso deste-lhe o meu nome em vez do teu?”

Paulo, muito corado, respondeu: “Olha, pá, desculpa lá, de facto, fiz isso mesmo.   Por que perguntas?”

- É que ela morreu e deixou-me tudo!




 ( - Por acaso pensaram que o fim seria outro? : ) - )

sexta-feira, 27 de maio de 2011


Na semana passada, em locais já muito fotografados, tive a pretensão de tentar ser uma fotógrafa-amadora com mais sentido artístico mas não sei se consegui.








Não estou a tentar "pescar" elogios!!! : )))


Bom fim de semana!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Apenas por curiosidade...



Algumas imagens rurais...




Que simpático!


Olhei para a vedação e não a considerei devidamente forte para segurar o animal caso ele tivesse outras ideias que não a de ficar muito quietinho no outro lado! Pelo sim, pelo não, depois de disparar volto para o carro a passo acelerado!



Afinal o bichinho apenas queria ver-me de perto!

Estão a ver como até as ovelhinhas tem enormes espaços à sua disposição?!






quarta-feira, 25 de maio de 2011

O que embeleza uma vila



Ainda sobre Kleinburg...

 
Uma  cabana destas  – desmoronamento eminente? – também merece flores.



















Quando os serviços municipais são competentes e a população é responsável e tem orgulho no seu bairro, na sua vila ou cidade, a comunidade inteira beneficia.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A pequena vila pitoresca de Kleinburg – fundada pelo colonizador alemão John Kline, em 1848 -  fica a menos de 30 km de Toronto e é muito conhecida não apenas por ser uma vila histórica mas porque é lá que fica localizada a galeria de arte McMichael Canadian Art Collection, totalmente dedicada a obras de  artistas canadianos: uma impressionante coleção de quadros de Tom Thompson e de The Group of Seven (mencionados num post anterior), de Emily Carr, de artistas Inuítes e das Primeiras Nações e de outros pintores contemporâneos.

McMichael Canadian Art Collection - Galeria de Arte



"Autumn Woods" de Emily Carr
(tirado da net)




Totem da autoria de Don Yeomans, artista das Primeiras Nações

Os desenhos dos totens variam de acordo com a cultura, com as tradições dos que os fazem; tanto podem representar a linhagem de um clã, como pessoas ou eventos históricos ou até poderes xamânicos.
Neste totem, o artista “utilizou uma iconografia tradicional e animais totémicos para representar as modernas tecnologias de comunicação.” A águia tem um telemóvel e a râ tem um pc à sua frente.



Uma tarde de sol, uma esplanada, um chá, uma B.L.T. , muita conversa e momentos de silêncio para melhor se poder usufruir deste ambiente tão calmo e tão gostoso.

Não, não é o meu carro! : )

domingo, 22 de maio de 2011


Como é fim de semana prolongado e o sábado amanheceu prometendo (e cumprindo) que seria um dia de verão, os torontinos que não foram para as suas “cottages”, deslocaram-se para a imensidão da “lakeshore”.  Para quem não está habituado ao mar, o lago é tudo!
Também eu tive saudades de olhar para aquele horizonte onde o lago se poderia confundir com o céu não fossem os barcos à vela lá longe que mais pareciam barquinhos de papel que costumava fazer há muitos anos... Se o pensei, melhor o fiz... Escolho, hoje,  um local mais calmo.
Reparo que na pequena enseada encontram-se muitos cisnes! Normalmente, vejo dois ou três de cada vez! De máquina fotográfica na mão, pronta para disparar, para lá me dirijo. Tiro fotos de todos os ângulos possíveis!
Às tantas, oiço alguém dizer:
- Vou levar o barco lá para baixo. Não te esqueças de fechar o “trunk” (mala do carro).
Um português por aqui?! Esqueço-me, momentaneamente, que também eu tenho os mesmos antecedentes. Mas a marina não é aqui, penso eu!
Olho e vejo um rapaz descer a colina em direção à “prainha” com uma pequena caixa na mão. Coloca-a na “areia” e tira de lá o barco. Ah! Um barquinho de corrida comandado à distância! Então e os cisnes que se pavoneiam praticamente aos nossos pés, nas calmas, indicando sem sombra de dúvida de que aquele é o seu espaço, o seu “território”?
Continuo a tirar fotos: dos cisnes, das árvores... dos cisnes outra vez porque  estava um de asas abertas, outras do horizonte porque me parece que vejo lá longe mais um barco à vela e outro a motor...
Entretanto, o rapaz põe o barco na água e pega no comando. Mas a coisa não está a funcionar.
- Oh Jessica, parece que o barco está maluco! Ou será a merda do “controlo” que não trabalha? Olha esta porra!
De repente, o barco faz um ruído e avança aos soluços mas a grande velocidade. Não sei como os pobres dos cisnes não sofreram logo ali um ataque de coração. Ei-los na maior gritaria, de asas abertas, em grande debandada.
Observando de longe, os cisnes não se aproximam. E o barco continua a fazer o seu melhor sem conseguir agradar o seu “comandante”!  Vejo que a mulher ou namorada, de bebé ao colo, não está minimamente preocupada com a frustração do companheiro e afasta-se em direção ao carro.
Conclusão: Nunca se sabe onde poderemos encontrar alguém que compreenda a nossa língua!













Estas “esculturas” encontram-se com muita frequência nesta altura, tanto à beira do lago como no meio ou nas margens do rio. Desta vez não contribui para a exibição!


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Cá se fazem, cá se pagam!!!





Na praia ela diz:
- Querido, olha aquele biquini. Compras-me um igual?
Ele:  - Para ti?! Com esse corpo de máquina de lavar roupa?! Nem pensar!
À noite, na cama, o marido todo amoroso, diz:
- Chega-te para cá, meu amor...
Ela: O quê?!?!  Ligar a máquina de lavar só por causa desse trapinho? Nem penses! Lava-o à mão!

Bom fim de semana! : )

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Apenas por curiosidade...

Uma das estações do Metro




Em frente da AGO (Galeria de Arte do Ontário).





Boa noite! : )

quarta-feira, 18 de maio de 2011

"O pensador" de Rodin


Hoje dediquei alguns momentos à televisão sem interrupções de qualquer ordem.

Duas pessoas “célebres” preencheram minutos e minutos do horário nobre! Quem? Arnold Schwarzenegger e aquele senhor que correu nu atrás de uma funcionária de um hotel... hmmm, como se chama? ah, o diretor do Fundo Monetário Internacional, o monsieur Dominique Strauss-Kahn, “one of the world most powerful people”! Foi o que ouvi na CNN. Não frequento estes meios portanto tenho que recorrer à comunicação social para ficar a conhecer estas pessoas tão poderosas que, afinal, não tem qualquer poder sobre si... Veem uma saia e perdem a cabeça...

Pus-me a pensar...
Recordei-me de Tiger Woods.
Três pessoas que, numa determinada fase da sua vida, se envolveram em actividades de formação lúdica clandestinas – mais ou menos prolongadas ou repentinas, suscitadas talvez por um banho quente, e que sofreram ou vão sofrer as consequências dos seus atos! O que acho muito bem, diga-se de passagem!
Uma palavra teimava em preencher o meu pensamento. A palavra estupidez. Estupidez? Mas porquê?
Consultei o priberam:
estupidez (ê)
s. f.
1. Defeito da pessoa estúpida.
2. Falta de inteligência e de delicadeza de sentimentos.
3. Acto ou expressão de estúpido.

Depois li algumas citações de grandes pensadores para me elucidar:

 Albert Einstein:
“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta.”

 Ernest Renan:
“A estupidez humana é a única coisa que dá uma ideia do infinito.”

Albert Camus:
"A estupidez insiste sempre."
  
Fiquei na mesma, ou seja, não cheguei a conclusões novas...
                                                                          



segunda-feira, 16 de maio de 2011

Exposição de Arte






"Fantastic Figure" de Eli Sallualu Qinuajua


"Head" de John Tiktak


"Migration" de Joe Talirunili


"Mother and Child" de Peter Sevoga


"O povo Inuit foi abandonando gradualmente o seu nomadismo e por altura dos anos de 1960 já vivia em comunidades. A sua arte era um recurso financeiro e um meio de preservar a sua cultura e a sua identidade."
Hoje, essa arte já faz parte da arte canadiana de “mainstream”.
Estas são obras de alguns dos mais conhecidos escultores e pintores inuits que fazem parte da exibição patente ao público na AGO.


"Birds"



"Owl's Bouquet"

“Birds” e “Owl’s Bouquet” são da autoria de Kenojuak Ashevak, uma das grandes pioneiras da arte Inuit moderna.


Nota: Todas as imagens foram tiradas da net.