terça-feira, 30 de janeiro de 2024

 E o que dizem a duas (ou três) fatias de pizza “clássica canadiana” para o jantar? Com salada de legumes e hortaliças, e salada de fruta como acompanhamentos?

 


How about two (or three) slices of “Canadian” classic pizza for dinner? And vegetable salad and fruit salad as side dishes?

segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

 


 "Now a Major Motion Picture Directed by George Clooney

The #1 New York Times–bestselling story about the American Olympic rowing triumph in Nazi Germany—from the author of Facing the Mountain.


For readers of Unbroken, out of the depths of the Depression comes an irresistible story about beating the odds and finding hope in the most desperate of times—the improbable, intimate account of how nine working-class boys from the American West showed the world at the 1936 Olympics in Berlin what true grit really meant.
It was an unlikely quest from the start. With a team composed of the sons of loggers, shipyard workers, and farmers, the University of Washington’s eight-oar crew team was never expected to defeat the elite teams of the East Coast and Great Britain, yet they did, going on to shock the world by defeating the German team rowing for Adolf Hitler. The emotional heart of the tale lies with Joe Rantz, a teenager without family or prospects, who rows not only to regain his shattered self-regard but also to find a real place for himself in the world. Drawing on the boys’ own journals and vivid memories of a once-in-a-lifetime shared dream, Brown has created an unforgettable portrait of an era, a celebration of a remarkable achievement, and a chronicle of one extraordinary young man’s personal quest."




"Agora no cinema, tendo George Clooney como realizador.

A história mais vendida do New York Times sobre o triunfo olímpico americano do remo na Alemanha nazista - do autor de Facing the Mountain.

Para os leitores de Unbroken, das profundezas da Depressão surge uma história irresistível sobre vencer as adversidades e encontrar esperança nos tempos mais desesperadores – o relato improvável e íntimo de como nove rapazes da classe trabalhadora do oeste americano mostraram ao mundo nas Olimpíadas de 1936 em Berlim o que realmente significava a verdadeira coragem.

Foi uma missão improvável desde o início. Com uma equipe composta por filhos de madeireiros, trabalhadores de estaleiros e agricultores, nunca se esperava que a tripulação de oito remos da Universidade de Washington derrotasse as equipes de elite da Costa Leste e da Grã-Bretanha, mas eles o fizeram, chocando o mundo ao derrotar a equipe alemã de remo de Adolf Hitler. O coração emocional da história está em Joe Rantz, um adolescente sem família ou perspectivas, que rema não apenas para recuperar a sua auto-estima abalada, mas também para encontrar um lugar real para si no mundo. Baseando-se nos diários dos próprios rapazes e nas memórias vívidas de um sonho compartilhado que acontece uma vez na vida, Brown criou um retrato inesquecível de uma época, uma celebração de uma conquista notável e uma crónica da busca pessoal de um jovem extraordinário."

 


domingo, 28 de janeiro de 2024

Chocolate Almond Rocks

Torrões de Chocolate e Amêndoas


 


“The history of chocolate begins its 4,000 years of history in ancient Mesoamerica, present day Mexico and the birthplace of chocolate. It’s here that the first cacao plants, the plant which chocolate is made from, were found.”

“The Olmec, one of the earliest civilizations in Latin America, were the first to turn the cacao plant into chocolate. They drank an ancient chocolate drink during rituals and used it as medicine.”

“By the 15th century, the Aztecs used cocoa beans as currency. They believed that chocolate was a gift from the god Quetzalcoatl, and drank it as a refreshing beverage, an aphrodisiac, and even to prepare for war.”

“In Europe, chocolate became popular among the aristocracy. Royals and the upper classes consumed chocolate for its health benefits as well as its decadence.”

“Cocoa beans production was often the work of poor wage laborers and enslaved Africans.”

“Roughly two-thirds of the world’s cocoa is produced in Western Africa, with Ivory Coast being the largest source. Ghana, Nigeria, and Cameroon are other West African countries among the top 5 cocoa-producing countries in the world.”

  

A história do chocolate começa os seus 4.000 anos de história na antiga Mesoamérica, atual México e berço do chocolate. Foi aqui que foram encontradas as primeiras plantas de cacau, planta que dá origem ao chocolate.

Os olmecas, uma das primeiras civilizações da América Latina, foram os primeiros a transformar a planta do cacau em chocolate. Bebiam uma bebida de chocolate durante os rituais e usavam-na como remédio.

No século XV, os astecas usavam os grãos do cacau como moeda. Acreditavam que o chocolate era um presente do deus Quetzalcoatl e bebiam-no como uma bebida refrescante, um afrodisíaco e até mesmo para se preparar para a guerra.

Na Europa, o chocolate tornou-se popular entre a aristocracia. A realeza e as classes altas consumiam chocolate pelos seus benefícios para a saúde e também pela sua decadência.

A produção de grãos de cacau era muitas vezes obra de trabalhadores assalariados pobres e de africanos escravizados.

Aproximadamente dois terços do cacau mundial são produzidos na África Ocidental, sendo a Costa do Marfim a maior fonte. Gana, Nigéria e Camarões são outros países da África Ocidental entre os 5 principais países produtores de cacau do mundo.


sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

A Açorda é uma refeição típica portuguesa feita com uma mistura simples de produtos de base: água fervida, pão, azeite, alho, ovo, coentros e sal. Existem muitas variações desta sopa. Esta tem bacalhau.

“O termo “açorda” remonta à língua árabe. A raiz etimológica, “tharada”, significa “partir o pão”.

O termo português “açorda” provém, no entanto, da forma dialectal do árabe andaluz, falado na Península Ibérica - “thorda/çorda”.

A Açorda Árabe original remonta ao século V na Arábia Pré-Islâmica. É um dos pratos mais característicos da culinária árabe e a sua criação é atribuída a Hashim ibn ‘Abd Manaf, bisavô do profeta islâmico Maomé.




Açorda (bread stew or bread soup) is a typical Portuguese meal made with a few basic ingredients: boiled water, bread, olive oil, garlic, egg, cilantro and salt. There are many variations of this soup. This one has codfish.

“The term “açorda” goes back to the Arabic language.  The etymological root, “tharada”, means “to break the bread”.

The Portuguese term “açorda” comes, however, from the dialectal form of Andalusi Arabic, spoken in the Iberian Peninsula - “thorda/çorda”.

The primitive Arab Açorda can be traced as far as the 5th century in the Pre-Islamic Arabia. It is one of the most characteristic dishes of the Arab cuisine and its creation is attributed to Hashim ibn ‘Abd Manaf, the great-grandfather of the Islamic prophet Muhammad.

With the arrival of Muslims in the Iberian Peninsula at the beginning of the 8th century, the açorda – thurud – also arrived.”

Source/Fonte: Wikipedia


quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

 

 Gender Identity Identidade de Género

Yesterday, I participated in a Zoom group meeting. We were asked to introduce ourselves and mention our pronouns. It was a first for me even though I have added my pronouns to my signature line when appropriate. She/her/hers.

It can be a bit confusing memorizing what’s what.

We were taught to identify a person for her or his appearance. If you looked like a female, we used she/her/hers or if you looked like a male, he/him/his. 

Well, things have changed and we should be mindful of other people’s feelings and how they want to be addressed.

I wasn’t born in Canada, but I feel Canadian through and through. I am proud of this country where one is free to be whatever one wishes.


Ontem participei numa reunião através do Zoom. Pediram-nos que nos apresentássemos e mencionássemos os nossos pronomes. Foi a minha primeira experiência, embora já tenha adicionado os meus pronomes depois da minha assinatura quando apropriado. Ela/dela.

Pode ser um pouco confuso memorizar o que é o quê.

Fomos ensinados a identificar uma pessoa pela sua aparência. Se você se parece com uma mulher, usamos ela/dela ou se se parece com um homem, ele/dele. 

Entretanto as coisas mudaram e devemos estar atentos aos sentimentos das outras pessoas e à forma como elas preferem ser tratadas.

Não nasci no Canadá, mas sinto-me uma verdadeira canadiana e orgulho-me deste país onde cada um é livre de ser o que mais desejar.

 

 


quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

 When I lived in Portugal, taking leftovers home from a restaurant was something that was never done.

When I came to Canada, my first friend was Portuguese. She took it upon herself to show me the city, the galleries, the museums, the restaurants… 

One day, in a Polish restaurant, she told me I could ask the server for a “doggie bag”.  

"A “doggie bag”? I don’t have a dog!"

From then on, I had no qualms about asking for a “doggie bag”.

Nowadays, we don’t even need to ask for a box. The server will bring us one.

 Leftovers - Sobras

Quando vivia em Portugal, não era hábito levarmos as sobras para casa quando íamos comer fora. Acho até que isso não passaria pela cabeça de um determinado grupo social.

Quando cheguei ao Canadá, a minha primeira amiga era portuguesa. E foi ela que decidiu, por si própria, levar-me em passeios para conhecer a cidade, as galerias, os museus, os restaurantes...

Um dia, num restaurante polaco, vendo muita comida no meu prato, disse-me que eu poderia pedir um “doggie bag” ao empregado. 

- Um “doggie bag”? Eu não tenho um cão!

Depois daquele dia, não tive quaisquer pruridos em pedir um “doggie bag”.

Hoje em dia, nem precisamos de pedir uma caixa – a box - , o empregado se encarregará disso se verificar que sobrou bastante comida no nosso prato. O termo “doggie bag” caiu em desuso.

terça-feira, 23 de janeiro de 2024

 

Tofu, aipo, pimentos, bok choy, arroz

Tofu, celery, bell peppers, bock choy, rice


Qual é a origem do tofu?

Existem três teorias principais sobre a origem do tofu.

Teoria da Origem 1: Liu An

De acordo com a teoria mais conhecida, um príncipe chinês chamado Liu An inventou o tofu. Liu An viveu na parte sudeste do norte da China durante a Dinastia Han, há mais de 2 000 anos (179-122 AC). O facto de estar obcecado pela imortalidade, levou-o a procurar e criar um elixir imortal. As suas várias tentativas levaram o príncipe a criar outra coisa de valor: o tofu. Nos escritos de Sun Ta-ya, da dinastia Yuan, está anotado que Liu An ficou mais jovem depois de comer tofu, após o que supostamente ascendeu ao céu. A lenda tenta claramente vincular o tofu à imortalidade e pode ser a razão pela qual (até hoje) os chineses associam o tofu a uma vida longa e saudável.


Where is tofu from?

There are three main theories about tofu’s origin

Origin Theory 1: Liu An

According to the most well-known theory, a Chinese Prince by the name of Liu An invented tofu. About 2000 years ago (179–122 BC), Liu An lived in the southeast part of north China during the Han Dynasty. He was obsessed with immortality, setting him on a quest to create an immortal elixir… During his many attempts, the prince did create something else of value: tofu. In the writing from Sun Ta-ya of the Yuan dynasty it’s said that Liu An became younger after eating tofu, after which he supposedly ascended to heaven. The legend clearly attempts to link tofu to immortality and may be the reason that (to this day) the Chinese associate tofu with a healthy, long life.”

Fonte/Source: https://mytofu.nl/en/where-is-tofu-from/


domingo, 21 de janeiro de 2024

 


Cientistas encontraram evidências de que os neandertais consumiam mexilhões, peixes, focas e outras espécies marinhas há pelo menos 80.000 anos. Os investigadores encontraram a nova evidência na gruta da Figueira Brava, em Portugal.

Os investigadores já tinham levantado a hipótese de que os primeiros humanos em África adquiriram capacidades cognitivas avançadas comendo marisco rico em ácidos gordos ómega-3, que estimulam o cérebro.

As últimas descobertas – publicadas recentemente na revista Science – apoiam um crescente conjunto de evidências que sugerem que os Neandertais eram muito mais sofisticados do que se estimava anteriormente.

Os neandertais que viviam perto da costa do Mediterrâneo não eram apenas capazes de tirar partido dos recursos alimentares marinhos, mas é possível que também tenham beneficiado dos poderes dos ácidos gordos ómega-3, essenciais para o bom funcionamento do cérebro.


“Scientists have found evidence that Neanderthals were consuming mussels, fish, seals and other marine species at least 80,000 years ago. Researchers found the novel evidence in the cave of Figueira Brava in Portugal.

Researchers have previously hypothesized that early humans in Africa first gained advanced cognitive abilities by eating seafood rich in brain-boosting omega-3 fatty acids.

The latest findings -- published recently in the journal Science -- support a growing body of evidence suggesting Neanderthals were much more sophisticated than previously estimated.

Not only were Neanderthals living near the coast of the Mediterranean capable of taking advantage of marine food resources, but it's possible that they, too, benefited from the brain-enhancing powers of omega-3 fatty acids.”

Fonte/Source: UPI (March 30, 2020)

 


sábado, 20 de janeiro de 2024

 




“Time is a mystery that does not cease to puzzle us. Philosophers, artists and poets have long explored its meaning while scientists have found that its structure is different from the simple intuition we have of it. From Boltzmann to quantum theory, from Einstein to loop quantum gravity, our understanding of time has been undergoing radical transformations. Time flows at different speeds in different places, the past and the future differ far less than we might think and the very notion of the present evaporates in the vast universe.

With his extraordinary charm and sense of wonder, bringing together science, philosophy and art, Carlo Rovelli unravels this mystery, inviting us to imagine a world where time is in us and we are not in time.

"Carlo Rovelli is an Italian theoretical physicist and writer who has worked in Italy and the USA, and currently works in France. His work is mainly in the field of quantum gravity, where he is among the founders of the loop quantum gravity theory. He has also worked in the history and philosophy of science. He collaborates regularly with several Italian newspapers, in particular the cultural supplements of Il Sole 24 Ore and La Repubblica."





O tempo é um mistério que não pára de nos confundir. Filósofos, artistas e poetas há muito exploram o seu significado, enquanto os cientistas descobrem que a sua estrutura é diferente da simples intuição que temos dele. De Boltzmann à teoria quântica, de Einstein à gravidade quântica em loop, a nossa compreensão do tempo tem sofrido transformações radicais. O tempo flui em velocidades diferentes em lugares diferentes, o passado e o futuro diferem muito menos do que poderíamos pensar e a própria noção do presente evapora-se no vasto universo.

Com o seu extraordinário charme e sentimento de deslumbramento, reunindo ciência, filosofia e arte, Carlo Rovelli desvenda este mistério, convidando-nos a imaginar um mundo onde o tempo está em nós e nós não estamos no tempo.



Carlo Rovelli é um físico teórico e escritor italiano que trabalhou na Itália e nos EUA e atualmente trabalha em França. O seu trabalho é essencialmente no campo da gravidade quântica, onde está entre os fundadores da teoria da gravidade quântica em loop. Também trabalhou nas áreas da história e da filosofia da ciência. Colabora regularmente com vários jornais italianos, nomeadamente com os suplementos culturais de Il Sole 24 Ore e La Repubblica.

Source/Fonte: Goodreads



quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Tenho estado a hibernar há já uma semana. Chega!

I have been hibernating for one week. No more!

 


(Spanish version)


“A caminhada rápida em tempo frio não só mantem as nossas células saudáveis ​​e os nossos corpos em forma e musculosos, mas também mantem o nosso cérebro em boas condições de funcionamento.

Estudos sugerem que pensamos com mais clareza em climas frios do que em climas quentes.

Frio, em moderação, faz bem à saúde mental.

Deveríamos acolher os meses mais frios como uma época estimulante para caminhar.

E mais, desenvolvemos resistência em temperaturas mais baixas, os nossos corações não precisam trabalhar tanto e transpiramos menos, o que significa que os nossos corpos funcionam com mais eficiência.”


“Not only does brisk walking in cold weather keep our cells healthy and our bodies in trim, muscular shape, it also keeps our brain in good working order.

Studies suggest that we think more clearly in cold weather than it hot weather.

Cold, in moderation is good for our mental health.

We should welcome the colder months as an exhilarating time to walk.

To top it all, we build endurance in lower temperatures, our hearts don’t have to work so hard and we sweat less, meaning our bodies work more efficiently.”

 





quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

 

Tramezzini

An Italianized version of British tea Sandwiches

Versão italiana das sanduíches do Chá da Tarde

“In 1952, Gabriele D’Annuzio invented these sandwiches as an inspired variation of the English version. He worked at Caffè Mulassano in Torino.”

The most famous tramezzini are those made in Venice. And it was in Venice that I ate my first tramezzini. 

They are made with crustless white bread and are cut in a triangle.

The term “tramezzini” derives from “tramezzo”, the period between breakfast and lunch.



“Em 1952, Gabriele D’Annuzio inventou estas sandes, inspirado na versão inglesa, enquanto trabalhava no Café Mulassano em Turin.”

As mais populares tramezzini são feitas em Veneza. E foi em Veneza que eu comi as primeiras tramezzini.

São feitas com pão branco, sem crosta, e são cortadas em triângulos.

O termo “tramezzini” deriva de “tramezzo”, que é o período entre o pequeno-almoço e o almoço.


terça-feira, 16 de janeiro de 2024

 

Temperatura/Temperature: -8

Sensação térmica/Feels like: -16

 

Chá da Tarde – Afternoon Tea



Sanduíches Semelhantes (quase) às Tradicionais Inglesas: de pepino, de ovo e de presunto com queijo.

My Sandwiches similar  (almost) to the Traditional English Tea Sandwiches: cucumber, egg, prosciutto and cheese.


domingo, 14 de janeiro de 2024

 



Meat turnover (rissol de carne)
  Shrimp turnover (rissol de camarão)
  Meat Croquette

These turnovers (rissóis in Portuguese) are very popular as a snack or as a main meal.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

quarta-feira, 10 de janeiro de 2024





Fonte: Sapo LIFESTYLE

"O livro "A Cozinha Inglesa de Miss Eliza", de Annabel Abbs, faz um prodigioso retrato da época vitoriana e é um tributo a Eliza Acton, a mulher que inventou o conceito do livro de culinária moderno e uma das pessoas que mais influenciou a arte da culinária ocidental.

Aclamada pela crítica, "A Cozinha Inglesa de Miss Eliza" foi considerada uma das melhores obras de ficção histórica de 2021 e encontra-se traduzida para dezasseis línguas.

Antes de a culinária ser considerada uma arte, e muito antes de estar na moda, a então autora de poesia Eliza Acton viu-se obrigada a cozinhar e deu início a uma revolução. Entre 1835 e 1845, Eliza Acton e a sua assistente, Ann Kirb, trabalharam num livro de culinária que ficaria conhecido como «o maior livro de culinária britânico de sempre» (Bee Wilson, The Telegraph), um bestseller internacional no seu tempo (com mais de 125 000 exemplares vendidos).

Os livros de Eliza Acton tiveram uma profunda influência em escritores de culinária posteriores, como Elisabeth David e Delia Smith, entre outros.

Inspirado na história real da pioneira da escrita culinária, "A Cozinha Inglesa de Miss Eliza" é um romance que se aprecia como a uma iguaria, saboreando as vívidas descrições, absorvendo a intriga e fruindo de toda a experiência."

 

Source: Goodreads

“A brilliant real-life story of Eliza Acton and her assistant as they revolutionized British cooking and cookbooks around the world.

Before Mrs. Beeton and well before Julia Child, there was Eliza Acton, who changed the course of cookery writing forever.

England 1837. Victorian London is awash with exciting new ingredients from spices to exotic fruits, but Eliza Acton has no desire to spend her days in the kitchen. Determined to be a poet and shamed by the suggestion she write a cookery book instead, she at first refuses to even consider the task. But then her father is forced to flee the country for bankruptcy, shaming the family while leaving them in genteel poverty. As a woman, Eliza has few options, so she methodically collects recipes while teaching herself the mysteries of the kitchen. And to her surprise, she discovers she is not only talented at cooking—she loves it.

To assist her, she hires seventeen-year-old Ann Kirby, the impoverished daughter of a war-injured father and a mother losing her grip on reality. Under Eliza’s tutelage, Ann learns about poetry, cookery, and love, while unravelling a mystery in her mistress’s past. Through the art of food, Eliza and Ann develop an unusual friendship and break the mold of traditional cookbooks by adding elegant descriptions and ingredient lists, that are still used today.

 

 


Meat turnover (rissol de carne)
  Shrimp turnover (rissol de camarão)
  Meat Croquette

These turnovers (rissóis in Portuguese) are very popular as a snack or as a main meal.






segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

 Peixe e Salada de Quinoa - Fish Fillet on Quinoa Salad


Quinoa, pepino, rabanete, aipo, pimento vermelho e amarelo, manga, tomate-cereja, coentros

Quinoa, cucumber, radish, celery, red and yellow pepper, mango, cherry tomatoes, cilantro


 

Comfort Food – Comida Aconchegante



Broth, carrots, celery, rice noodles

Caldo, cenoura, aipo, noodles de arroz

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

Videochamada com o meu pequeno tesouro que ainda não completou 4 anos.

- Olá, vovó. Amo-te.

Depois de explicar o que estava a fazer naquele momento – demonstrando a sua habilidade linguística avançada – mostra-me uma página de uma revista.

- Isso é um livro? - pergunto.

- Não, é uma revista. Uma revista de brinquedos. Quero que me compres este para o dia dos meus anos (ainda faltam muitos meses)... e este, e este, e este... (apontando para todos os brinquedos daquela página).

- Será que vou à falência? - pergunto.

- Não. -  responde ele.


Video call with my little treasure who is not yet 4 years old.

“Hi vovó. Love you.”

After explaining what he was doing at the time - demonstrating his advanced language ability - he shows me a page of a magazine.

“Is that a book?” I ask.

“No, it’s a magazine. A toy magazine. I want you to buy this one for my birthday (many months from now)… and this one, and this one, and this one… (pointing to all the toys on that page)

“Will I go bankrupt?”, I ask.

“No”, he answers.


quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

 


I am on the wait list for this book. I’m # 223.

Estou na lista de espera para este livro. Há 222 pessoas à minha frente.



Source - Goodreads:

She’s been painted out of history…until now.

Who tells her story?

In 1890, Vincent Van Gogh dies penniless, unknown, a man tortured by his own mind.

Eleven years later his work is exhibited in Paris and his unparalleled talent finally recognised. The tireless efforts of one woman gave the world one of its greatest creative minds.

But twenty-eight-year-old Johanna Van Gogh-Bonger, Vincent’s sister-in-law and the keeper of his immense collection of paintings, sketches and letters, has, until now, been written out of history. This beautiful, moving novel finally gives this extraordinary woman a voice…

 

Ela tinha sido obliterada da história... até agora.

Quem conta a sua história?

Em 1890, Vincent Van Gogh morre sem um tostão, desconhecido, um homem torturado pela sua própria mente.

Onze anos mais tarde, o seu trabalho é exibido em Paris e o seu incomparável talento é finalmente reconhecido. Os esforços incansáveis de uma mulher deram ao mundo uma das suas maiores mentes criativas.

Mas Johanna Van Gogh-Bonger, de 28 anos, cunhada de Vincent e guardiã da sua imensa coleção de pinturas, esboços e cartas, tinha sido, até agora, excluída da história. Este lindo e comovente romance dá, finalmente, voz a essa mulher extraordinária…



terça-feira, 2 de janeiro de 2024

 

Signs of Winter – Sinais de Inverno



 Gazing through a window – Olhando pela janela