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25/03/2025

O mundo às avessas!

 Anos vinte do século XXI, que mundo!

Nada se aprende com o tempo! Às vezes pergunto-me: para que serve a História?

Augustus Leopold Egg, Past and Present Number One, 1858, Tate Britain


https://www.tate.org.uk/art/artworks/egg-past-and-present-no-1-n03278

Passado e Presente, o que interessa? O tempo é fugaz... e o mundo anda às avessas!




10/02/2025

A amizade não se procura...

 Parabéns, Alexandra!

Votos de um resto de dia feliz e harmonioso.

 Josefa de Óbidos, 
Natureza Morta com flores, doces e cerejas, 1676

Museu Biblioteca Braamcamp Freire


Source: [https://baroqueart.museumwnf.org/database_item.php?id=object;BAR;pt;Mus11;7;en&cp]


A amizade não se procura, não se sonha, não se deseja; ela exerce-se 
(é uma virtude), Simone Weil


https://www.citador.pt/frases/citacoes/t/amizade/10






03/08/2023

Um quadro, uma tela para breves instantes! (1)

 MR deu-me a conhecer a pintora russa, Ksenia Stekolshchikova, no blogue Prosimetron (https://prosimetron.blogspot.com/2023/08/a-mesa.html)



Fui à procura e encontrei a tela que se segue para uns breves instantes.

Ksenia Stekolshchikova, sem título


https://www.tuttartpitturasculturapoesiamusica.com/2023/04/ksenia-stekolshchikova.html

A luz e as sombras fascinaram-me. O branco, o vazio que abre tantas possibilidades!

Bom dia!



02/08/2023

Thank You For Hearing Me!

Um voto de pesar a Sinead O' Connor, nunca a compreendi muito bem! 

Todavia, as canções dela são lindas e a voz uma dádiva.

Penso que quando se nasce numa cultura e se rejeita essa cultura, algo não está bem.

O Homem é resultado do seu passado histórico...





https://revistabica.com/natureza-viva-paisagem-e-sustentabilidade/

José Malhoa s/ título

Não consegui encontrar esta pintura que me encanta. Está exposta na exposição:
Natureza Viva, Paisagem e Sustentabilidade,
uma parceria entre o MNAA e o Santander. Está patente até janeiro de 2024.
(Uma exposição que gostava de visitar).

Se alguém souber mais sobre ela agradece-se a sua história.


18/08/2019

Para uma amiga: O Mar tem as suas pérolas


Parabéns, Isabel!
Desejo que passes um dia muito feliz. 

William Henry Margetson (1861-1940), The sea hath its pearls1897,
 (O Mar tem as suas pérolas),
Art, New Gallery, London




O círculo de caranguejos esculpidos em baixo relevo no quadro desta pintura é parte integrante do seu sucesso como obra de arte. 
O tema à beira-mar oferece uma composição excessivamente aberta. A paisagem  é de uma costa inglesa, embora, Margetson tivesse na sua cabeça o Mediterrâneo.
O vestido evoca o antigo passado clássico, mas também a Inglaterra vitoriana. Margetson foi influenciado por Leighton e Poynter. 
A pérola do título é uma alusão à figura reoresentada.

Neste dia só podia haver mar. :))



Rehearsal footage from the Met's new production of Bizet's "The Pearl Fishers", directed by Penny Woolcock and starring Diana Damrau, Matthew Polenzani, and Mariusz Kwiecien.

03/09/2017

Centauro atormentado por uma Ménade

Centauro atormentado por uma Ménade, 1770-1778
pintura de óleo em seda, Real Academia de Bellas Artes de San Fernando, Madrid



A maldade feminina ou a ferida protectora?
O amor ou o ódio?
O que transmite esta pintura?


05/03/2017

Janelas

Gosto de janelas e das paisagens que se vêem através das janelas. Daí trazer estas duas telas.

Janelas de Karen Hollingsworth
 Acerca da pintora siga-se este link



Para mim, estas janelas representam o quotidiano tranquilo, aquele que ninguém pode estragar. O silêncio, o livro aberto largado, os livros em cima da mesa, o gato, tudo é perfeito para que se retome o momento.

Pintura fotográfica? Talvez, mas é pintura.

No livro que comecei a ler sobre Amadeo de Souza-Cardozo de Mário Cláudio, intítulado Amadeo encontrei este trecho que inicia o livro:

A Casa é uma teoria volumétrica por entre a vegetação, maior do que todo o Mundo, impossível de arrumar. Por torres e telhados se levanta, paredes de cal alternando com panos de muralha...

Mário Cláudio, Amadeo. Lisboa: Círculo de Leitores, 1984, p. 7.

O registo fez-me lembrar este jogo volumétrico cortado pelas janelas, também elas com volumetria própria...

É incrível mas regressamos sempre a Casa, a casa que nos formou, a casa que nos criou.

À minha avó que hoje faria anos e com a qual vivi uns tempos.

...uma canção que me cantava

12/12/2016

Passado/Porvir - Diálogo

Danny Galieote, The Great Escape

"The Great Escape," oil on canvas, by Danny Galieote



Na realidade afigura-se mais lógico, mais fácil, e mesmo mais interessante, conhecermo-nos primeiro em Passado do que em Porvir, - já que ignoramos um e outro.

Mário de Sá-Carneiro, A Estranha Morte do Professor Antena. (Prefácio de Nuno Júdice). Sintra: Colares Editora, p. 26.

...............

O que é o presente?
Algo que conhecemos
e vemos como algo que não atingimos.

O que é o passado?
As memórias doces e amargas
de algo que perdemos.

O que é o porvir?
Algo que almejamos
como a melhor das utopias
felicidade suprema...

ana


23/04/2016

O Livro

“De los diversos instrumentos inventados por el hombre, el más asombroso es el libro; todos los demás son extensiones de su cuerpo… Sólo el libro es una extensión de la imaginación y la memoria.”
Jorge Luis Borges

James Charles, Reading Book, Pinterest

James Charles:

400 anos  da morte de William Shakespeare
[investigações mais recentes do historiador João Alves Dias referem que a morte do escritor ocorreu a 3 de Maio e não a 23 de Abril de 1616]
 Ler aqui.  Acrescentado às 8: 30 horas do dia 4 de Maio de 2016.

Uma coisa bela persuade por si mesma, sem necessidade de um orador.

Shakespeare, O Estupro de Lucrécia 
(citador)

14/12/2015

A beleza será então a fuga possível.

Por vezes precisamos simplesmente da beleza para esquecer os momentos que nos entristecem: como o terrorismo, a violência ou o a imposição pelo medo - o poder dos cobardes.
O cansaço também leva à procura da beleza.
A beleza será então a fuga possível.


Autor desconhecido, detalhe, Devaneio, século XIX




18/11/2015

Livros


Um dos últimos livros de poesia que li começa com uma dedicatória também ela um verdadeiro poema. Transcrevi parcialmente, pois não coloquei os nomes. Apesar de ser uma homenagem pública, não quis transpor as fronteiras da  
privacidade gravada no livro. Os nomes são nomes e esses são intocáveis.

São quatro os livros que escoram a biblioteca que
tenho dentro da cabeça. São os meus livros mais 
valiosos.
Nas suas folhas sempre abertas deposito alguns
farrapos de nuvens e a máquina frágil do meu coração.

[aos pais]
por todas as palavras e pela aprendizagem do silêncio

[aos avós]
pelas janelas abertas para os quintais e pelas
raízes que as suportam.


Livro IV
Os lírios são livros

Os livros lêem-se com o tronco
inclinado sobre as mãos. Descem as mãos sobre 
as palavras  só depois poisamos sobre o poema. São 
dois movimentos sucessivos no movimento
circular do mundo

sobre o livro fechado
                                          e sobre o livro aberto.
Para subir depois ao cume das palavras o
movimento deve ser contrário: de cima                                    Rick Beerhorst *

para baixo. Também a noite declina para ascender
à luz e todos os rios descem em direção à primeira
nascente. E os corpos também se movem

sempre se moveram
                                 em espirais descendentes
para subir as torrentes de lava que os atravessam.

Lê-se então o livro com a lenta respiração das
mãos. No tremor das mãos sibila o interior do 
mundo. Também os lírios são livros

que se abrem à luz de todas as manhãs, perfumes
brancos densos vapores que se elevam da terra
escura. E vamos devagar por dentro da raiz das
coisas

e vamos devagar porque o tempo não conta

                                é tempo transmutado em luz
e o que é eterno desconta nos cálculos do tabelião
da morte.

Depois de fechar o livro lê-se o livro por mais três
meses seguidos. Espera-se que chegue a magia do
esquecimento. Espera-se que acordem as divinas
criaturas e

derramem lágrimas e leite

e que os homens ponham a funcionar as líquidas
máquinas circulares.

Dos livros brotarão lírios
                                    e dos lírios brotarão livros 

e sabe-se que em toda a sua glória nunca salomão
se vestiu assim: do mais puro metal das palavras,
do ouro das coisas mais puras, do fulgor dos rios
eternos, dos luzentes rios

                    que ligam o céu e a terra.

Rui Miguel Fragas, Não sei se o Vento.Óbidos: Poética Edições, 2015, p. 73-74

*Daqui


25/10/2015

Time Flies

O tempo voa, estamos outra vez a atrasar os relógios, a manipular o tempo.
Contudo, ele ri-se de nós, porque apesar dos ponteiros andarem para trás o tempo biológico avança.


Estação de Caminho de Ferro, Atocha, Madrid

Duy Huynh. Time Flies with Strings Attached,

Duy Huynh. Time Flies with Strings Attached


Tempo

O tempo é um velho corvo
de olhos turvos, cinzentos.
Bebe a luz destes dias só dum sorvo
como as corujas o azeite
dos lampadários bentos.

E nós sorrimos,
pássaros mortos
no fundo dum paul
dormimos.

Só lá do alto do poleiro azul
o sol doirado e verde,
o fulvo papagaio
(estou bêbedo de luz,
caio ou não caio?)
nos lembra a dor do tempo que se perde.

Carlos de Oliveira, in 'Colheita Perdida'
(Citador)


18/07/2015

Degustação - O Senhor Bacalhau

Haquette_pêche en plein mer_1901
1. Georges Jean-Marie Haquette, Pêche en plein mer, 1903, daqui   




2. Clara Peeters, Still Life of Fish and Cat, after 1620, National Museum of Woman Arts, http://nmwa.org/works/still-life-fish-and-cat

                                                     2





Não existe amor mais sincero do que aquele pela comida,  Bernard Shaw.
Será?

Para mim são momentos felizes aqueles que partilho com amigos num bom jantar e com uma boa conversa. O vinho liberta um pouco a alma e a degustação liberta a imaginação.

Bacalhau com alheira no forno. Uma delícia do restaurante "O Solar do Bacalhau". 
O vinho que acompanhou o bacalhau foi Quinta do Cabriz 2013.


O Solar do Bacalhau - a montra, imagem de marca do restaurante.
O menu do restaurante é muito bom e tem o toque especial do cozinheiro Dinis, um jovem de 32 anos que é prodigioso na sua profissão.


Quente e frio com um toque diferente. Não consegui terminar a sobremesa mas é deliciosa.


As fotografias que se seguem foram retiradas do site do Museu Marítimo de Ílhavo.
http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/pages/3

O museu tem espólio da faina do bacalhau e de outras fainas na Ria, reúne também um espólio artístico considerável. Já visitei este museu mas não sei onde arquivei as fotos.  

Museu Marítimo de Ílhavo: Apresentação de livro, de Álvaro Garrido, A Epopeia do Bacalhau. Edição CTT - Correios de Portugal. 

O Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) é um museu da Câmara Municipal de Ílhavo. Nasceu a 8 de Agosto de 1937. O edifício novo foi inaugurado em  2001, foi renovado e ampliado, passando a habitar num edifício de arquitectura moderna projectado pelo gabinete ARX Portugal.
mmi-1.jpg

Aquário dos bacalhaus



13/07/2015

Passado e o Presente / a Imagem e as Palavras

À Myra, ao João e a José Pinheiro dou os parabéns pelo livro bonito que concretizaram
Ao receber o livro e após a sua leitura sentei-me a pensar: o que é que ele me trouxe, qual o seu impacto? Provocou-me? 
As minhas escolhas recaíram nas imagens e nos versos que apresento. 
Foram as imagens ou as palavras que ditaram a escolha? Foram ambas, contudo, a escrita teve importância, sim. O que me levou a lembrar o filme protagonizado por Juliette Binoche e Clive Owen: Falar de Amor. Nele conclui-se que nem é mais importante a imagem, nem a escrita mas a simbiose perfeita entre as duas. 

Os versos e as imagens que escolhi provocaram o meu sentido estético. Não pude deixar de ligar o presente ao passado, a imagem como reflexo da nossa visão sensitiva e cognitiva, o espelho como reflexo de um eu mais profundo e invisível. 
O PASSADO / PRESENTE, daí a escolha da tapeçaria A Dama e o Unicórnio (Visão) e o Banho, atribuído a Van Eyk, a presença do espelho como a consciência da alma para acompanhar o Reflexo.

REFLEXO
vertigem
queda sem fim
espelho de luz
confronto de mim

Myra Landau e João Menéres, Imagini, Edição www.qualquerideia.com, ( Introdução e textos de José Pinheiro) 2015, p. 17,18 e 19.


.            O banho ou a Toilette, Atribuído a Van Eyk
   https://en.wikipedia.org/wiki/Woman_Bathing_(van_Eyck)
Detalhe da tapeçaria Pastrana, A Dama e o Unicórnio, A visão, Museu de Cluny, Paris.
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Lady_and_the_unicorn_Sight_det1.jpg


Nas imagens que se seguem vi a mulher, centro do amor e da arte. 
Myra escreveu: amar demais dói...amor amor... Escolhi a tela de António Ramalho por causa da cor do atelier onde o escultor cria a mulher/amor e ainda a Eva de Memling que está presente na fotografia e nos versos. A nudez sugerida representa o amor.

MULHER
eva que fora
era eu sem ser
seria ela
sem eu saber?

Myra Landau e João Menéres, Imagini, Edição www.qualquerideia.com, ( Introdução e textos de José Pinheiro) 2015, p.  33, 34 e 35

António Monteiro Ramalho, 
o escultor Alberto Nunes no seu atelier, 1887                      Hans Memling, Eva, c.1485

                      Museu José Malhoa, Caldas da Rainha                   Kunsthistorisches Museum, Viena


06/07/2015

Palavras versus Imagens

Vale um mais um homem pelas suas palavras,
ou uma mulher mais do que as suas imagens?

Words and Pictures, Por Falar de Amor, é um filme de Fred Schepisi, interpretado por Juliette Binoche e Clive Owen.

Um filme não é apenas um filme. W and P relata um romance/drama/comédia que nos oferece muito mais que uma história de amor, ele retrata:
a arte e o seu sentido.
Aliás reparem no título original do filme.

Juliette Binoche pintou as telas que surgem no filme, é amante de arte e teve lições de pintura na sua juventude. A inspiração para as telas vêm da artista Fabienne Verdier, à direita. 
A actriz revelou o seu profissionalismo e a sua sensibilidade. Parabéns Juliette Binoche.

_DSC0836.NEF           




29/06/2015

Acontecimentos que merecem aplauso

Parabéns Myra Landau, João Menéres e Jorge Pinheiro 


Desejo que seja um belo acontecimento.


«Quem sabe ver vê para lá do olhar. Olha para além da vista. Quem sabe ver eterniza pessoas. Fixa lugares. Desvenda sentidos. Antes era nada. Agora são cores e formas. Curvas e rectas. Êxtase e esplendor. As imagens podem impressionar. Alegrar. Seduzir. Podem matar e ser mortas. As imagens são tudo o que se quiser. Porque elas não existem. Somos nós que as criamos.»
Jorge Pinheiro (link)

17/04/2015

"Desse orvalho cresceu uma árvore"

The Railway Man, Uma longa Viagem, é um filme, de 2013, de Jonathan Teplitzky. Os protagonistas são Colin Firth (Eric Lomax), Nicole Kidman (Patti Lomax) e Jeremy Irvine (Lomax jovem). A história do filme é baseada em factos verídicos.
O desfecho não é surpreendente mas é a vitória do bem sobre o mal, a diferença entre o homem e os bichos.


No início dos tempos, o relógio bateu uma vez. Em seguida, deixou cair o orvalho e o relógio bateu duas. Desse orvalho cresceu uma árvore e o relógio bateu três. A árvore fez uma porta e o relógio bateu quatro. Os homens nasceram e o relógio bateu cinco. Contagem um.. eis que estou à porta e bato! 

Eric Lomax. Link


Umas flores de cerejeira de jardim em homenagem aos que morreram na (s) guerra (s).


Ilustração de Frances Blakemore sobre a II Guerra Mundial, fonte: Blakemore Foundation

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31/12/2014

Votos para o novo ano

Citação 1 - uns pássaros trouxeram-me a citação de Saramago que abarca com profundidade a relação entre os seres humanos.



Agradeço a quem me ofereceu esta ideia.

Detalhe de uma das seis tapeçarias da Dama e o Unicórnio, século XV (c.1490), 
Museu Nacional da Idade Média, antiga abadia de Cluny, Paris. (imagem cortesia do Google)

Votos para o novo ano:

Compreensão/Generosidade.
Lucidez/Sapiência.
Fortuna/Graça.
Beleza/Ser.
Amizade.
Alegria.
Paz.


Citação 2 -  retirada dum dos últimos livros que li este ano:

A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. 
O que vemos não é o que vemos, senão o que somos.

Citação de Bernardo Soares [Livro do Desassossego, p. 387] no livro de 
Almeida Faria, O murmúrio do mundo. Lisboa: Tinta da China, 2012, p. 140.

 Bom Ano!


09/10/2014

Porquoi?...


Toujours aux marge de l'Europe. Porquoi?

[1964 uma época em que muitos portugueses emigraram para França]



Charles Emmanuel Jadin (1845-1922), Les Emigrants, 1879,
Musée des Beaux-Arts de Bernay File:Les Emigrants.jpg

29/06/2014

Leituras em dia de S. Pedro

Alfred Lambart - Juliet, Daughter of Richard H. Fox of Surrey,1931,
Laing Art Gallery

O mundo é 
a minha vontade

Assim surge o conceito sentimento,
como uma grande incógnita
para a razão, que só através de equação remota
em cada caso particular
se torna reconhecível mais de perto.

Arthur Schopenhaeur

Cristoph, Poschenrieder, A Paixão de Schopenhaeur. S. Pedro: Saída de Emergência, 
(tradução de Manuela Ramos), 2011, s/nº página (3º capítulo)

De Simão para Pedro

E eu te declaro: tu és Kepha e sobre esta Kepha edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela.
Mt. 16:18

Detalhe de S. Pedro, Grão Vasco (Vasco Fernandes),
Fotografia do Museu Grão Vasco, Viseu
Detalhe pintado para a Sé de Viseu, hoje está no Museu Grão Vasco

Saudades de Roma!

Uma das mais belas passagens da vida de Cristo: a Paixão
Um registo do filme polémico de Mel Gibson (2004). 
Terá sido desta forma tão crua que os acontecimentos ocorreram?
Porquê esta peça hoje que se celebra [São] Pedro, o primeiro papa,?
Não tenho uma resposta cabal. 
Interpretação de Olga Szyrowa. Composição do tema para o filme de Michal Lorenc.

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