Vítor: Podes ficar descansado. Daqui a duas semanas és um português de primeira.
Mostrar mensagens com a etiqueta João Nuno Pinto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta João Nuno Pinto. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Em Cartaz: Semana 26/05/2011
Destino Infernal, de Patrick Lussier
A Árvore da Vida, de Terrence Malick
América, João Nuno Pinto
Banksy - Pinta a Parede!, de Banksy
Nada a Declarar, de Dany Boon
A Árvore da Vida, de Terrence Malick
América, João Nuno Pinto
Banksy - Pinta a Parede!, de Banksy
Nada a Declarar, de Dany Boon
Etiquetas:
Banksy,
Dany Boon,
Em Cartaz,
João Nuno Pinto,
Patrick Lussier,
Terrence Malick
terça-feira, 17 de maio de 2011
IndieLisboa 2011: Best of
Para finalizar os posts sobre o IndieLisboa 2011, e para não vos maçar muito mais com o assunto, resta apresentar a lista daqueles que foram os meus 10 filmes preferidos da última edição do festival. Fazendo um balanço dos últimos dias, apesar de algumas desilusões, acho que este foi um dos anos em que os filmes que tive oportunidade de ver estavam acima da média. Espero que tenham gostado de acompanhar as sessões comigo e para o ano haverá mais.
«Gravity Was Everywhere Back Then», de Brent Green
«Neds», de Peter Mullan
«Finisterrae», de Sergio Caballero
«América», de João Nuno Pinto
«Morgen», de Marian Crisan
«Simon Werner a Disparu...», de Fabrice Gobert
«O Atalho», de Kelly Reichardt
«The Agony And The Ecstasy Of Phil Spector», de Vikram Jayanti
«Johnnie Got His Gun!», de Yves Montmayeur
«Lemmy», de Greg Olliver e Wes Orshoski
sábado, 7 de maio de 2011
IndieLisboa 2011: América, de João Nuno Pinto (2010)
No centro da narrativa está Victor (Fernando Luís), um português que ganha a vida com esquemas, alguns deles envolvendo imigrantes, e Liza (Chulpan Khamatova), uma imigrante de Leste que é a segunda esposa de Victor e está longe de ser feliz no país onde procurou fugir da sua origem. O resto das personagens fazem parte de um universo que inclui os companheiros de esquemas de Victor, cada um de um país estrangeiro, e os imigrantes que procuram ajuda para legalizarem a sua situação. Além de ter uma boa história, apesar de em alguns momentos se tornar previsível e perder o gás, arrisco dizer que «América» poderá vir a ser um dos melhores filmes portugueses dos últimos tempos.
Tecnicamente está muito bem feito. Tem planos bem filmados, um som excelente, uma bela fotografia e interpretações bem conseguidas. Neste campo destaque para Fernando Luís, que tem um grande papel e está à altura, provando que é um dos melhores actores de cinema que temos visto em Portugal. Basta ver os papéis que tem desempenhado nos filmes de João Canijo. Destaque ainda para um bom punhado de secundários, com Raul Solnado à cabeça, naquele que seria a sua última presença no grande ecrã.
O facto de o filme ter sido produzido com alguns meios (o que pode levar a questionar-nos sobre uma das características do Indie: cinema independente) e com fundos de vários países (além de financiamento português, «América» contou com dinheiro do Brasil, Espanha e Rússia) talvez tenha ajudado ao resultado final, bem acima da média do cinema mais comercial que se tem feito nos últimos anos neste canto da Europa. E caso seja bem promovido, tem estreia prevista para o próximo dia 26 de Maio, poderá vir a ter uma boa carreira nas salas. E é uma boa surpresa para quem pensa que o cinema português só tem obras para o umbigo.
Nota: 4/5
Site do filme
Subscrever:
Mensagens (Atom)