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07/01/14

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Em tempos escrevi aqui, que há muita gente pensa que tem Deus ao seu lado, mas só os ricos e os poderosos é que têm a certeza.
Afinal parece que não é bem assim. Nesta espécie de novo inferno do Cristianismo que é o radicalismo neoliberal -o próprio Bergoglio o denunciou- até a Net, também ela fautora de fortunas ultra-instantâneas e pouco transparentes, se está a tornar hostil aos apelos dos fieis, porque já se ouvem alguns futuros ex-ricos "aflitos", a queixar-se de que tentam entrar em contacto com Deus, mas Ele está sempre offline.

10/10/13

O fim da crise (versão governamental)

Dizer que o fim da crise se aproxima é como comprar tudo com o cartão de crédito. Até o que é necessário...


02/03/12

Fala quem sabe


Podemos estar descansados, mesmo em pelota, a "coisa" suporta-se ...

27/12/11

Não é justo

Em tempo de crise é deprimente saber que há especuladores, coitados, que ficaram sem dinheiro, enquanto outros aumentaram as fortunas.
Não é justo!

04/05/11

Os cavalos da Troika

As operações de salvamento de especuladores e de banqueiros, levadas a efeito nos últimos tempos, por governos incompetentes e, sobretudo, pusilânimes, cumpriram o objectivo a que se tinham proposto, tornar os milionários ainda mais ricos, enquanto aumentam as desigualdades sociais e asseguram a continuação do crescimento do capital financeiro parasitário, servindo-se dos mais sofisticados expedientes fiscais, para os isentar de impostos, ao mesmo tempo que espremem até à última, os restantes contribuintes.
É este o enquadramento ideal, o cadinho habilmente preparado, para que os "cavalos da Troika" e quejandos, se possam introduzir nos países e continuar a afirmar a sua "indispensabilidade" para resolver as crises.



Portugal vai ser mais um exemplo doloroso dessa trágica realidade, por muito que o Sócrates e os seus cúmplices, Passos Coelho e Paulo Portas, nos venham impingir, cada um a seu modo, o estafado conto do vigário, de que não havia alternativa e que podia ser pior.

13/11/10

A Austeridade ou Quem vai pagar a conta da crise financeira?




Mark Blyth: A austeridade é uma ideia perigosa

Quem vai suportar a conta da grande rebaldaria financeira? Dizem os governos europeus, todos eles, que tem de haver austeridade, ou seja, a “dolorosa” deve ser paga pelos assalariados, trabalhadores, reformados, desempregados, funcionários públicos, pequenos produtores agrícolas, etc.
Vindo de quem vem até faz sentido; os capatazes da Alta Finança costumam entoar em coro a velha "canção do bandido".

12/10/10

Crise contra crise

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Diz o roto para o nu: Porque não te vestes tu?

Sendo o islandês o nu, como impõe a conhecida desinibição nórdica, lá terá de ser o português o 'roto', apesar de ter alinhavado três remendos para tapar um buraco.

15/01/10

A normalidade

A CIP tem novo patrão, que ainda por cima é um ex-'sindicalista', é de prever que as relações laborais nalgumas empresas possam retomar a normalidade, i.é, vai passar a haver menos despedimentos de cada vez.

28/11/09

O fim da crise

Antecipar o fim da crise é comprar tudo com o cartão de crédito. Até o que é necessário.

10/06/09

Há sinceridade nisso?...

Quando era primeiro ministro, Cavaco Silva. recusou a atribuição de uma pensão a Salgueiro Maia.
Embora já se lhe conhecessem à data tendências para a poupança, não parece ter sido essa a razão para tão bizarra atitude, uma vez que, na mesma ocasião, concedeu pensões a dois torcionários da sinistra polícia politica do estado novo.
Aliás, do insólito facto, até se pode inferir que, ter desempenhado um papel relevante na libertação do país, não significa que se tenha prestado serviços excepcionais e relevantes a Portugal, enquanto que, ter participado na perseguição, prisão e tortura dos que se opunham ao regime, pode constituir motivo de recompensa.
Entretanto e decorridos todos estes anos, aproveitando a tradicional cerimónia que precede as festas dos santos populares e que cada vez mais se parecem com o antigo ritual do santo de Santa Comba, o Presidente da República decidiu homenagear aquela figura, maior, de Abril.
Em terra do Flores, as flores sempre ficam mais baratinhas para o erário público.
É caso para dizer, como se usa em terras para lá de “tanto mar”. Há sinceridade nisso!?... Sei lá, sei lá!...
É a crise em todas as suas vertentes, morais e materiais.

08/06/09

As aplicações do dia.

No meio da lamúria pelas suas depauperadas poupanças, o Presidente apelou ao pessoal para que participasse nas eleições.
Foi mais um desastrado investimento do Professor Doutor em Finanças, porque a malta, tesa e pouco solidária e, quem sabe, ofendida por saber de tanto aforro, estabeleceu a relação, ignorou a "Europa" e preferiu ir fazer as limitadas aplicações do dia noutros quiosques.

28/03/09

Mensagem do céu

"Devido à crise financeira que atinge todo o mundo, a luz ao fundo do túnel será desligada para poupar custos com a electricidade, até que a situação se altere".
O céu não paga dividendos (à EDP). Aqui o corte vai muito mais prolongado do que a iniciativa de hoje, que só dura entre as oito e meia e as nove e meia da noite.

04/03/09

O que não faz parte da crise e o resto


Sou um bocado desajeitado nesta matéria e, sobretudo, relapso, às análises exaustivas e explicações improvisadas, que por aí se vão multiplicando sobre a crise do Capitalismo.
Daí que, desta feita, opte por falar do que, "tendo", nada tem nem nunca teve a ver com a crise. Senão vejamos:

- Haver cerca de mil milhões de pessoas com fome em todo o mundo, não é uma crise do capitalismo.
- Haver 3 biliões de pessoas sem saneamento básico, não é uma crise do capitalismo.
- Haver cerca de metade da população do planeta sem acesso directo a água potável, não é uma crise do capitalismo.
-Morrerem 12 milhões de crianças por ano vitimadas por doenças cuja cura é possível, não é uma crise do capitalismo.
- Haver mais de 100 milhões de crianças sem acesso à educação e 875 milhões de adultos analfabetos, não é uma crise do capitalismo.
- Morrerem 13 milhões de pessoas todos os anos por causa da deterioração dos ambientes naturais e das mudanças climáticas, não é uma crise do capitalismo.
- Haver mais de 16 mil espécies em vias de extinção, das quais 25% são mamíferos, não é uma crise do capitalismo.

Todas estas dramáticas realidades já existiam antes da crise do capitalismo e não foram elas que, como se sabe, estiveram na origem da dita.
A crise do capitalismo surge, simplesmente, quando a ganância desmedida, que passa pelo uso e abuso dos offshores, produz efeitos contrários e quando os lucros estimados, que são o fim e a razão de ser do sistema, não são alcançados.

Aí sim, no momento em que os proveitos começam a não ser tão elevados como se esperava e os prejuízos subsquentes deixam antever a derrocada, fala-se então de uma crise capitalista.
Esta é a verdade que todos devemos exigir, o resto são manobras de diversão, "notas falsas" com que nos querem "embrulhar".

Imagem: Web

23/02/09

Debalde e de balde


Já se sabia, era apenas uma questão de tempo, a ganância desmedida iria transformar o dinheiro em porcaria (para usar um eufemismo) e como o esforço para o "limpar" tem sido debalde, lá vai ele de balde para o cano.

Imagem: Web

12/02/09

Tomar posição

Vim aqui num instantinho, apenas para dizer que quando se trata de tomar posição e postar sobre a crise, e para evitar misturas, finas ou grossas, convém separar bem as partes e cindir com clareza os respectivos lados em que se movimentam os protagonistas.
Assim sendo, temos de um lado, essas figuras pardas, cínicas e sombrias, especialistas sobretudo em justificar e defender os que exploram e oprimem quem não pensa em função da maximização dos lucros e da acumulação do capital e não aceita o crescimento insustentável e desigualitário, gerado e viciado na roleta da economia de casino em que temos vivido e do outro, os que recusam esse papel de subserviência e não hesitam em denunciar a afronta permanente e que são conhecidos por serem sonhadores irresponsáveis, líricos, idealistas, utópicos e até subversivos.
Não tenho dúvida em afirmar que faço parte deste último grupo e não me cansarei de me demarcar permanentemente e de denunciar as diferenças.
Já volto.

08/02/09

Para não variar

Não me tem sido possível postar com a frequência a que me habituei e durante mais alguns dias vou continuar a vir ao blogue com intermitências, todavia sei que, para não variar muito, na próxima semana será, mais ou menos, assim: A bolsa vai andar no elevador do sobe e desce; os bancos vão agiotar feitos prestamistas de bairro e aumentar as cautelas na atribuição das cautelas; as empresas vão continuar a afundar-se como submarinos, mas antes atiram os trabalhadores pela borda fora, enquanto os capitalistas tubarões preparam as barbatanas para a próxima emersão; os governantes vão prosseguir a apregoar a mentira da verdade ou a verdade da mentira, com o ar seráfico, uns, ou a posse arrogante, outros, a que já nos habituaram; Os escribas amanuenses ou pregoeiros palradores, em regime de pré-pagamento, vão infirmar amanhã o que confirmaram hoje e afirmaram ontem e, finalmente, o pessoal da praça da alegria e outras quermesses, vai continuar com o seu jeitinho, respeitosamente obediente, a alimentar a parasitagem dos sempre em festa, que bebem da crise, entre dois copos, à noite, que é para não haver misturas na fotografia. Topam!?...
Até breve.

14/01/09

Um lugar estranho

O Capital é um lugar estranho: Afunda-se lentamente nos bancos e emerge rapidamente nas bancas *.
* Trata-se, obviamente, de "O Capital " de Karl Marx

07/01/09

(?) Motors


Devido à crise do mundo automóvel, a multinacional General Motors prepara-se para alterar provisoriamente a sua denominação para Colonel Motors, admitindo todavia vir a fixar-se na designação de Captain Motors.
No entanto, não está descartada a possibilidade de adoptar em definitivo o nome de Sergeant Motors, ou mesmo, Corporal Motors, consoante seja forçada a mudar as suas linhas de produção para motorizadas com ou sem sidecar, respectivamente.
Imagem: Web

16/12/08

Pausa na crise *

Sig efter mig: Jeg vil aldrig klage over mit job, ALDRIG MERE!!
-ou seja-
Say after me:
I will not complain about my job, EVER AGAIN!!
-ou ainda-
Repita comigo: Nunca mais me queixarei do meu trabalho, NUNCA MAIS!!

*
Excepto para o Vet que está mergulhado nela...
Imagem: mail

29/11/08

The other side of the crisis

If the global crisis continues, by the end of the year only two Banks will be operational, the Blood Bank and the Sperm Bank!
Then these 2 banks will merge and it will be called "The Bloody Fucking Bank"