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27/03/13

"Los Peseteros" ou A breve crónica de uma monarquia em decadência

     In: República Española


Urdangarin e Torres saquearam a fundação para crianças deficientes

Destinaram a fins sociais somente 800 dos mais de 620.000 euros que receberam em donativos públicos e de empresas - o duque e os seus sócios meteram o resto ao bolso.

Em teoria era a fundação com que Inaki Urdangarin deveria lavar e recuperar a sua imagem.
Em teoria, o duque tinha deixado os negócios privados em 2006, por ordem do sogro, para se dedicar, desta vez sim, à filantropia.
Em teoria, a Fundação Desporto, Cultura e Integração que um assessor do rei, tinha ajudado a criar, iria servir para proporcionar às crianças deficientes e excluídas, uma vida melhor graças ao desporto.
Só que a teoria ficou a anos-luz da realidade e, talvez porque foi o melhor jogador de andebol de Espanha, o duque de Palma palmou que fartou.
Esta é só uma das várias jogadas em que o "velho" andebolista e "novo" nobre, meteu a mão...
Entretanto já se admite que  também por ali tenha andado a delicada (só pode ser) mãozinha da infanta Cristina e, como é óbvio, a Zarzuela está a ficar à beira do pântano, quer dizer, do pânico e qualquer dia quem se "calla" é o rei, até porque cada vez mais se levantam vozes a pedir a sua abdicação e o fim da monarquia.



18/11/12

O 'Historiador' revanchista

Conhecido representante da intelligentsia ultradireitista -estilo Versace-, dele se diz que é um ressabiado compulsivo com pretensões a caçador de bruxas.
O sujeito assume-se como historiador -em fascículos- e comentador do óbvio, enquanto  amanuense da pasquinada e papagaio frequentador assíduo dos poleiros da pantalha.
Um "académico" (mais um) que não passa de uma excrescência intelectual, inquisidor e denodado especialista no branqueamento do Estado Novo, que garante as sinecuras a destilar nacos de prosa odiosa ou a insinuar ameaças dissimuladas em artigalhos manhosos, como o "Tolerar a intolerância" publicado no Expresso*, mas que constituem autênticos destemperos de fera e desejos de vingança, quando incitam à perseguição aos partidos de esquerda e à CGTP.
Há pois que não hesitar em escarmentá-lo continuamente ou, então, ainda corremos o risco de o ler e ouvir a defender o sinistro "viva la muerte!", em português e à boa maneira fascista.

21/03/11

Trago Lisboa nos genes

.......................João Abel Manta - Largo de Camões (Lisboa)

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui, na terra onde nasceste e eu nasci? Alexandre O'Neil

Trago Lisboa nos genes, que vêm, pelo menos, desde o tempo dos cruzados -passados de geração em geração- e, talvez por isso, já não tenho paciência, para o provincianismo bacoco de alguns pobres de espírito que guardaram fidelidade canina ao berço ou acabaram por ficar pelo caminho, depois de terem tropeçado num qualquer calhau, sem nunca terem alcançado a grande urbe.
Ressabiados incorrigíveis de verborreia fácil, usam e abusam do palco fácil e permanente: Como essa criatura imoral, o alternador-mor, que já levou a aversão rancorosa ao ponto de incitar a turba parola a vir incendiar a cidade; o autarca anti-sulista para quem o “b” é a 21ª letra do alfabeto e insiste em "bociferar" contra as "elites" e o vizinho (do) Rio, o "máyor", der der deutschen Sprache mächtig ist, que se quer manter na invicta à custa de atacar a capital; o opinante Magno, essa réplica de Maquiavel de pacotilha, cavaquista envergonhado e "arrumador" do grande merceeiro, que considera que o único defeito da aberração arquitectónica, que é o centro comercial Colombo, é ficar perto do Estádio da Luz; o bastonário populista e defensor de causas selectivas e, num outro espaço, o bufão ilhéu, que passa a vida a vilipendiar Lisboa e a acusá-la de lhe roubar as bananas.

Este desabafo não invalida, por paradoxal que pareça, o reconhecimento de que esta sanha persecutória contra a capital, acaba por fazer algum sentido.
Apenas importa chamar os "bois pelos nomes":
Na verdade, desde sempre, o centralismo de Lisboa tem sido alimentado pelos "lapuzes" que a ela arribam, vindos de todo o lado para se instalar nos poleiros, e ficam boquiabertos e deslumbrados com 'barulho' das luzes.
Na sua maioria, mal desembarcam -em Sta. Apolónia- e antes mesmo, de fazerem a agulha para as “Expos”, Telheiras e periferias finas, esquecem, imediatamente, que se hoje têm a posição de bípede é porque, em pequenos, levantaram as mãos do chão, quando se aproximaram da lareira e se queimaram, porque, se assim não fosse, ainda hoje andavam de gatas.
Aqueles que são autóctones, lisboetas genuínos, ou os que, não sendo, gostam da cidade como sua, estão-se borrifando para estas acusações de “centralismo”, até porque não têm voto na matéria e também são vítimas, além de que se sentem bem -falo por mim- quando vão a outras regiões do País.
Creio que todos ficaríamos reconhecidos, se os tais protestantes contumazes, tirassem de cá toda a cambada que, pelos vistos, decide contra eles.

Apostila: Peço que me desculpem a -eventual- virulência da prosa, aquele(a)s amigo(a)s e leitore(a)s do 'bonstempos' que, embora não tendo nascido nem vivam em Lisboa, não cultivam a paranóia anticapital.
Como é óbvio, nada do que precede tem a ver com ele(a)s.

15/01/11

Quintilhas

Ao pé do Portas matreiro
o Coelho é um menino,
não passa de um cacilheiro,
sem leme nem timoneiro,
ao lado de um submarino.

E vão embarcar a maralha,
nesta esquadra tão foleira,
não há ninguém que lhes valha,
encalham no Mar da Palha,
em alegre cavaqueira.

Aqui fica o meu modesto contributo para dar substância ao futuro Ministerio do Mar que Cavaco quer re(a)fundar, depois de se ter esquecido que foi ele que, 'inspirado' no castelhano Filipe, nos afundou a frota.
Peço aos poetas -e não só- que por aqui passam, para me perdoarem este devaneio em redondilha menor, mas, tentem compreender, ninguém é perfeito e o tema não dá para mais…

10/01/11

O 'pianista'...

O Banqueigo Miga Amagal, que tem dislalia acentuada, nomeadamente, com as constritivas, diz que foi o caguegadogue de pianos do Cavaquismo.
A julgar pela reforma com que ficou, diria que só podiam ser pianos "Steinway".

02/11/10

Se me é permitida a pergunta

Um destes dias, estava eu atento ao que dizia um executivo, também professor 'universiotário', desses que ganham dinheiro -muito- a trabalhar pouco, que têm MBA e exibem o fato da Labrador e a gravata Balenciaga, na Tv, que defendia enfaticamente ser o capitalismo a melhor invenção do homem, quando de repente me questionei:
Quem conheceria esta gente, se não houvesse crise?...

20/10/10

Variações 'laranja' sobre o Orçamento, com breve passagem pelo "cavalo imaginário de Prévert".

Parece que o Coelho rompeu com o Angelo, i. é, a criatura tramou o criador. Lá diz o povão que quem se mete com "putos" acaba com as fraldas na mão.
Lembrar-me eu da "Fantasia" que, em tempos, escrevinhei aqui, quando o cavalo imaginário de Prévert e a mula da Cooperativa, ainda não tinham jogado de garupa na classe política e decidido tirar férias vitalícias nas dunas de Porto Santo, para viver o seu 'romance de cavalaria'.

(...) O Angelo, exibindo o tradicional ar paternalista, indagava do Passos: -Já tinhas sido punido antes? E este respondeu: -Não, só depois!... e virando-se para o seu mentor, perguntou com visível ansiedade: -Que tal me portei?
-Muito bem! Retorquiu o Ângelo, com a ênfase que todos lhe conhecem, enquanto calcava o Narguilé das "suas" arábias, com uma tacha de cabeça larga (é inesgotável o seu stock de pregos). -
A tua performance foi fantástica, quase parecias uma lebre.Este, agradado com a cenoura, atreveu-se a perguntar:
-Atão e agora o que é que eu faço?
( E o Patinha ansioso sem ter resposta: -Chamaram-me?)-Por enquanto nada, o Pedro vai andar por aí, só tens que esperar que a velha dama caia, porque eu vou dar-te uma nova sota na altura própria.
(...)

Quem diria que, passados estes anos em que o tal Pedro andou -pouco- e a velha dama caíu -muito-, o discípulo do Angelo se havia de baldar à sota e jogar o ás, enquanto mandava o mestre pregar para o deserto (das Arábias) e decidia espalhar a confusão na Quinta de S. Bento, a partir da lorga da Lapa.
Ingrato!
Apostila: Desconheço se o Patinha já pagou as multas, mas isso faz parte do resto da ´"Fantasia" e agora não vem ao caso...

01/10/10

Está tudo grosso...

Ainda não estou em mim...Desculpem, mas não consigo conter-me... Só mais um bocadinho...
Ufa! -Vamos lá ver se é agora que consigo debitar o que quero:
É que acabei de ouvir o ex-amarelo-mor, o Torres Couto, lembram-se dele?
O sindicalista descendente do, agora banqueiro, Gonelha parte-espinhas, a incitar a plebe à greve geral e a dar um puxão de orelhas ao seu delfim, o Proenxa dos churrascos e da música pimba em Lisboa e das moules e pralines em Bruxelas.
Mas mais patético ainda, é a declaração do "ex-boss dos bosses", o Van Zeller da cip-antiga, a concordar com a greve e a afirmar que os trabalhadores, 'coitados', nem sequer contribuiram para a crise.
Recorro ao refrão popularucho, que se cantava em tempos no Parque Mayer: Este país é um colosso, está tudo grosso, está tudo grosso!
Adenda: É preciso topete!...
(modificado)

29/09/10

Variedade

Nem todos os opinantes das TV's são néscios ou senis, há também os bacocos e os imbecis.

23/09/10

Aviso importante

Falando de presidênciais quero desde avisar que não votarei em:
-Quem é conservador.
-Quem é criacionista.
-Quem é homofófico.
-Quem é 'esquecido'.
-Quem é inculto.
-Quem tem um ar factício.
-Quem mal trata mal a língua portuguesa.
-Quem tem um péssimo gosto para gravatas.
-Quem veste o casaco com o cabide.
-E, finalmente, quem exibe as amígdalas enquanto mastiga.
Aqui fica o aviso. Se possui alguma destas caracteristicas e pensa vir a candidatar-se excusa de pensar em ter o meu apoio.

21/09/10

Retrato do trânsfuga


A certa altura do seu percurso político, muda de campo, dando o salto da esquerda para a direita, para gáudio de muitos -residentes- que o acolhem em festa, como se já adivinhassem a cambalhota.
Certamente que em consequência de problemas mal resolvidos, esta espécie de funâmbulo útil, tem por hábito atacar os seus alvos com especial impetuosidade, como se pretendesse exorcizar o próprio passado, enquanto vagueia qual alma penada através dos media.
Não se limita a renegar os ideais que perfilhou e jogou fora juntamente com a dignidade, vai mais longe e procura mostrar ao poder que serve, que pode contar com ele, verdadeiro escoteiro da direita, na primeira fila, para combater a esquerda com o empenho e a eficácia de quem conheceu o "perigo" por dentro.
Gente pouco frequentável, o trânsfuga, de ontem e de hoje, merece o mais profundo desprezo, porque sabe o que faz e porque as sinecuras com que foi e é recompensado não deixam quaisquer dúvidas quanto à sua módica dimensão ética e moral.

Imagem: Web

24/07/10

A maioria parola

Acreditem que lamento ter de escrever isto, principalmente pelos muitos amigos que lá tenho, mas esta gente não consegue libertar-se do estigma da parolice e continua a comportar-se como se a invicta fosse -p'rá aí- a 4ª cidade portuguesa*.
Enfim, por mim podem ficar com o exclusivo da bruxa da Areosa para dar nome às ruas que quiserem.
*Não havendo 2ª nem 3ª.

19/06/10

O Homem e os outros

..........
O Funeral de José Saramago vai ter lugar em Portugal, foi essa a vontade que expressou. Ainda bem, são muitos os portugueses que desejam voltar a tê-lo por perto.


O Homem e os outros

Não foi o país que o tratou mal. Quem o insultou foi um conjunto de indivíduos de módica dimensão cultural, ou nem tanto, que soltaram o censor que traziam nos genes e procuraram lançar um anátema sobre a obra do nosso maior escritor.
Gente tosca e revanchista, que se movimentava (ainda hoje se movimenta) longe da literatura; 'intelectuais' de pacotilha, incapazes de entender uma linha que fosse da obra do escritor.
Governantes pouco ou nada cultivados, puritanos hipócritas, que não hesitaram em recorrer às práticas aplicadas no estado novo, para execrar a obra literária de uma figura que assumiu plenamente da sua condição de livre pensador, na maneira como abordou o tema da religião.
Figuras cujo nome não chegará ao rodapé da História, como o então primeiro-ministro Cavaco Silva, mesquinho, inculto e rústico; o secretário de estado Santana Lopes, herói da escrita cor de rosa, cabotino e ignaro e o sub-sub Sousa Lara, figura de almanaque, petulante e bolorenta. Seguidos, mais tarde, pelo autarca Ministro, o capataz da terra dos carrilhões e, posteriormente, pelo euro-deputado Mário, supérfluo comensal da gamela de Bruxelas.
Não foi portanto o país que tratou mal um dos seus maiores filhos, que agora recebe na viagem derradeira.

10/06/10

A tirada

(...) Ninguém nos ensina a ser portugueses. Cavaco Silva, em Faro

Nem mais! É preciso acabar com as peneiras aos burocratas de Bruxelas, ao Sr. Trichet do BCE e, sobretudo, à dupla Merckel - Sarkozy.
Diria mesmo que, em face desta tirada patriótica e cheia de 'raça' -à altura de um Duarte Pio- o nosso presidente merecia ter-se atribuído uma condecoração a ele próprio, passe a redundância, antes da bambochata que sucede à cerimónia de condecorações.


Poderá também ter interesse em: ....Raça..........Há sinceridade.......

02/06/10

Está ou não está a ser um flop, o efeito da trilogia dos EFES na vivência quotidiana do país cabisbaixo, sorumbático e, por enquanto, Socratiano?

Agora que se aproxima o mundial de futebol e ainda perduram os ecos da euforia rubra dos seis milhões, que a visita Papal a Fátima deixou marcas indeléveis e o fado está bem e recomenda-se, proponho-me deixar aqui uma sugestão para uma série de “Prós e Contras” subordinados ao tema: Está ou não está a ser um flop, o efeito da trilogia dos EFES na vivência quotidiana do país cabisbaixo, sorumbático e, por enquanto, Socratiano?
Seria, a meu ver, uma excelente oportunidade para a palavrosa Fátima, a outra, aplicar o seu larguíssimo critério de equidade e promover uma série de tertúlias, a propósito, com conhecidos especialistas nas matérias, a saber:
O professor Queiroz, o estilista, que anuncia à exaustão que tem um feeling igual ao do banco que lhe paga o anúncio; o frei César das homílias à segunda, desde que previamente lhe retirem os fósforos, isqueiros, pederneiras, enfim, tudo o que provoque fogo; o laico João, que pouco sabe e muito diz, mas necessita de estar na ribalta e de momento não há eleições lá fora para passear; a Elisa dos concursos, porque (se a memória me não falha) a última aparição remonta à votação no Botas; o Bagão melífluo, imprescindível, que sabe das podas e até já entrou num filme, no qual não cantou nem se presignou, mas declamou; o Rui sindicalista –tendência “Gant”– que vai a todas e entende tanto de sondagens como de bola ou vice-versa; a Dra. Kátia, fadista cavaquista, se não estiver de banco ou a fazer publicidade a um outro; o Rogeiro pós-tudo, que de tudo sabe, nomeadamente, do efeito vertiginoso da rosca nos parafusos sem porcas e a sua influência no equilibrio de forças na conjuntura internacional; o Rui dos caracóis, com os chips que deveriam integrar a estrutura das novas bolas, a fim de tornar inúteis os milagres de Fátima que validam golos-fantasma; O Amaral, psi dos finórios, para nos explicar o que vai na alma dos árbitros assistentes, no momento do offside; o Sousa Ta(libã)vares, para denunciar o mistério da ausência do 4º F (de fumar); O Dias venenoso, depois lhe ministrarem uma dose reforçada de valeriana e desde que exista um antídoto por perto; o eclético Magno, o Maquiavel da Areosa, sob a condição de não levar com ele, os milhares de amigos bem colocados; a Pluma Caprichosa do eixo, que não está fadada para ter fé na bola, mas mas consegue discretear sobre os três temas; o Seara das queijadas para assegurar a ceia aos convidados; o Pôncio ressabiado, a defender a teoria da intensidade das patadas dos centrais do seu clube; o Santos “o grego”, bivalente, mas francamente melhor em rezas do que em táctica; a soror Isilda pega(n)do num abaixo assinado a favor da transmissão de fados ao longo das peregrinações; o nobilíssimo Câmara Pereira, que sonha levar o fado ao trono, acompanhado à guitarra; a Zézinha funâmbula a tecer loas à agudeza de espírito do seu amado Botas, no aproveitamento da trilogia; o padre Melícias, porque é sempre um acto de misericórdia convidá-lo; o abutre, perdão, o abrupto Pacheco, que está muito a tempo de enveredar pela carreira de fadista e abrilhantar as noites de verão da Marmeleira, nos intervalos dos postes, comentários e comissões; o Barreto, "o saudoso" que, lembrando-se da esmerada educação que recebeu na Suiça, está sempre pronto para ouvir o fado do latifúndio; o Santana menino que, a cantar o fado vadio, vai ajustando as contas e nunca perde oportunidade para dar no 'cavaquinho' com a 'vareta' do violino; o Ricardo, 'o mãozinhas', com um segurança por perto, não vá ele subtrair à sorrelfa um ou dois microfones; etc., etc.
Para preencher os intervalos, nada melhor do que uns bons momentos de fado, com o pândego Proença, o amarelo (que não da carris), mais a sua conversada, a patusca Helena trabalhista, a cantar à desgarrada o faduncho "bambochatas sim manifs não!" -Ah Fadistas!!!
E chega de potênciais participantes porque nas matérias em questão, é impossível esgotar a lista de personalidades à altura do evento e o poste já vai longo.

06/05/10

4%. Só?!...


Parece que herdámos 4% do Neanderthal.
Só?!...
Anda por aí um Exemplar que herdou 104% ou mais!...

05/05/10

Três badaladas e...

O país bem pede que o tirem da tumba, clamando que (ainda) não está morto, mas os anteriores coveiros -ex-ministros das finanças: Ernâni Lopes, João Salgueiro, Medina Carreira (le vieux pervers), Braga de Macedo, Ferreira Leite, Eduardo Catroga, Miguel Beleza, Pina Moura (por supuesto), Bagão Félix e Campos e Cunha, que ao longo dos anos lhe foram deitando pazadas em cima, acorrem pressurosos a informar o claviculário-mor do túmulo, de que, afinal, o suposto defunto está é mal enterrado.
Entretanto, aflito, Teixeira dos Santos esforça-se debalde por não tombar o balde de cal.



Pode tambem ter interesse em: Os sujeitos...

26/04/10

'Habrilidades'

Do ridículo de Aguiar Branco a citar Lenine e Rosa Luxemburgo, passando pela desfaçatez de Cavaco a fazer referência a Salgueiro Maia, até ao cinismo de Sócrates a encontrar inspiração no discurso do presidente.


23/04/10

Otero não, Otário!

O agente, perdão, o regente provocador Paulo, não é Otero, é Otário e o único lugar na Universidade que lhe assentaria bem, não era na Faculdade de Direito, mas na de Medicina, dentro de um frasco de formol...

01/04/10

A naturalidade

« Se me perguntam se eu participei nalguma reunião com o consórcio alemão no Verão de 2002, eu respondo-vos com toda a naturalidade que não, como responderia com toda a naturalidade sim, se porventura tivesse participado.
Se me perguntam se tive alguma reunião ou conversa sobre a capacidade submarina com o tal cônsul honorário de Portugal na Alemanha, digo-vos também, com toda a naturalidade, que não».
Paulo Portas -TSF

Será que lá bem no fundo do fundo, isto anda tudo ligado?
Ninguém lhe perguntou, mas ele respondeu (topam?).
E se lhe perguntassem se tinha feito 61 mil fotocópias antes de cessar funções governativas no Ministério da Defesa, como e com que naturalidade é que ele respondia?