Zorro foi um dos meus heróis preferidos da Banda Desenhada. Ainda hoje recordo como ele me fazia vibrar de emoção, sempre que lia/ouvia o seu grito “Hi-ho Silver, away!” e o fiel cavalo respondia à chamada e disparava a toda a brida, pelos caminhos da justiça.
Lado a lado com o seu leal companheiro, o índio Tonto, aquele intrépido cowboy-espadachim fez as delícias da minha infância e da pré-adolescência.
Lembrei-me agora de recuperar esta memória, a propósito desse erro de casting, figurante decorativo, de nome Zorrinho, o tal que, depois de ter comprado uma montada" de 245 cavalos se viu apeado antes de lhe trepar para a garupa e, talvez porque ficou 'seguro' por uma mão-cheia de “tontinhos” -uns mais, outros menos- bem se cansa a esgrimir bravatas a toa, sem sequer conseguir uma estocada, temerária e fera, na 'direita' que nos cavalga (salvo seja).