Não fora a presença de Miga Amagal, que terá virado à esquerda (risos) desde que lhe deram, no sentido literal, um Banco, seria suposto concluir que o Tó Zé se iria sentir muito só.
Mas não, o "putativo" futuro primeiro-ministro vai estar bem enquadrado e, seguramente, não terá de intervir logo após o neobanqueigo, evitando assim ser contagiado pelos "gafanhotos" acumulados no microfone, já que o vírus do neoliberalismo, esse, há muito que o infectou, mesmo antes de ter estado exposto na última reunião do clube de Bilderberg.