“O café sobe na cafeteira e, qual dama encalorada, gorgulha em breves volutas. E logo um oloroso e aquecido aroma engole a frieza da cozinha. O resfolegar de um café ecoa na imaginação e acende não sei que artimanhas de companhia e mesa posta. Dispõe. Ou talvez seja apenas um doce prazer solitário, motor que, prescindindo da paciência temporal, suaviza os dias e os restaura. Parecem novos.”
(Finzinho da crónica "Marasmo". Leia toda!)
(foto net)