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20 janeiro, 2023

Pétala nº 3715

“Choramos porque o luto nos destaca dramaticamente de tudo, nos torna irremediáveis apátridas, cuspidos para fora de órbita, feridos por uma dor irreparável e sem a poder gritar, numa abrasiva solidão que, uma vez deflagrada, não nos larga mais ( …) O filósofo Edgar Morin, agora centenário, diz ainda hoje que a morte da mãe, ocorrida quando ele tinha a idade de nove anos, foi a sua “Hiroxima interior». Alguém pode imaginar o que isso significa?”

A associação do luto às lágrimas é atestada pela etimologia da própria palavra. De facto, luto deriva do verbo latino lugere que significa chorar.”

JOSÉ TOLENTINO MENDONÇA, cardeal, teólogo e poeta português (1965-), in crónica "Laboratórios de consolação", publicada na revista "E", do jornal Expresso de 4 Fevereiro 2022


(foto: Pinterest)


26 agosto, 2019

Pétala nº 2648

“Seremos incapazes de ver bem se não formos capazes de nos ver a nós mesmos.” 
EDGAR MORIN, antropólogo, sociólogo e filósofo francês (1921-), in “As grandes questões do nosso tempo”, Editorial Notícias, 1992

24 agosto, 2019

Pétala nº 2646

“Desconfiemos dos nossos olhos, embora seja só neles que podemos confiar.” 
EDGAR MORIN, antropólogo, sociólogo e filósofo francês (1921-), in “As grandes questões do nosso tempo”, Editorial Notícias, 1992

20 agosto, 2019

Pétala nº 2642

“O tempo deteriora a recordação.” 
EDGAR MORIN, antropólogo, sociólogo e filósofo francês (1921-), in “As grandes questões do nosso tempo”, Editorial Notícias, 1992

18 agosto, 2019

Pétala nº 2640

“Devemos desconfiar do testemunho dos «nossos olhos», porque não foram os nossos olhos que viram, foi sim o nosso espírito, por intermédio dos nossos olhos.” 
EDGAR MORIN, antropólogo, sociólogo e filósofo francês (1921-), in “As grandes questões do nosso tempo”, Editorial Notícias, 1992