"... os seus passos seguiam as ordens do demónio que se compraz em espezinhar a razão e a dignidade."
“Amava o mar por razões profundas: a necessidade de repouso do artista fatigado que tenta encontrar abrigo na vastidão não complexa para as muitas formas e caprichos da sua fantasia; uma inclinação, contrária ao seu trabalho e logo também mais apetecível, para o desmedido, para o incomensurável e eterno, para o nada. Repousar na perfeição é o desejo de todos os que procuram a excelência; e não será o nada uma forma de perfeição?”
"Pensamento que se torna emoção, emoção que se torna pensamento: eis a fortuna do poeta. Este pensamento latejante, esta emoção precisa, pertenciam e obedeciam então ao homem solitário: diziam-lhe que a natureza estremece em êxtase quando o espírito se prostra aos pés da beleza."